Tudo bem que podia ser um país um pouco abaixo da média.

Por mais que não gostasse, o tédio o obrigava a pensar.

O americano ficava com todos os créditos. O de herói, o de bonzão,aquele americando maldito.

Não importava o que dissessem sobre ele. Era aquele que tinha evoluído a partir de quase nada, que tinha uma cultura rica e muitos pratos típicos. Coisa que até onde ele sabia, Alfred não tinha.

Então porquê as pessoas o mostravam como o "melhor"?! As pessoas do país do outro se achavam o máximo, e deixavam isso bem claro. Sentia dele controlada raiva e não-admitida inveja.

Se aquele idiota bobo podia ser elevado ao cargo de potência mundial, ele já não duvidava de nada — nem mesmo das ilusões de Arthur.

E daí se seu povo era descansado e tranquilo?! Quem ligava se ele fosse um dos países mais criativos para xingamentos e ofensas?! E se ele fosse mesmo um tagarela sorridente viciado no maldito tijolo que ele chamava de telefone?! De quê isso importava?!

Ele era feliz, curioso, e calmo, mesmo que houvessem problmas, mesmo que fosse injustamente rebaixado a país de terceiro mundo, e nem Alfred, nem ninguém podia tirar isso dele.

E sorrindo com aquele pensamento, parou no bar para ver o placar do jogo.

Notas finais
reflexão verdadeira minha a lá hetalia. vai dizer que vocês não concordam?
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!