Reencontro e um novo amor.
3 Surpresa.
Notas iniciais
P.O.V. Maliva.
Hoje é o aniversário de 18 anos da minha filhinha e tem que ser especial, afinal ela será introduzida a vida adulta hoje.
E além de tudo isso seus poderes vão se manifestar e minha filha será imortal.
–Está tudo pronto?
–Sim, o castelo todo foi decorado como a senhora ordenou.
–E o banquete?
–Será servido á meia noite.
–Ótimo.
–Lady Marique está lá encima, a ama a está preparando para o festejo.
–Ótimo, como sempre. Ganharas uma gratificação por seu serviços.
–Obrigado milady.
–Agora vá, os cozinheiros devem estar precisando de ajuda.
P.O.V. Marique.
Minha mãe está preparando uma festa sem precedentes todos os cidadãos foram convidados sem exceção.
O vestido preto de penas de corvo me caiu muito bem, como uma luva.
Meu penteado é simples, mas elegante e minhas novas garras chinesas são lindas e brilhantes. As garras são um símbolo de poder e maturidade, nunca devem ser tiradas, bom menos quando vamos dormir.
Mamãe disse que leva um tempo para se acostumar, mas depois que acostumar-me sentirei-me nua sem elas.
–Posso entrar?
–Claro mamãe.
–Olha só pra você, já é uma mulher. Parece que foi ontem que a segurei no colo pela primeira vez.
–Estou bonita mamãe?
–Maravilhosa! Como uma verdadeira bruxa asheroniana.
–O meu cabelo ficou escuro agora.
–Eu sei, o mesmo aconteceu comigo quando eu tinha a sua idade, acontece com todas nós.
–Ótimo. Ainda bem.
Nós rimos.
–O seu cabelo era de que cor antes de ficar preto mamãe?
–Ruivo como o seu.
–Legal, gostaria de ter visto.
–Está na hora querida.
–Estou tão nervosa.
–Eu sei, mas lembre-se de que devemos sempre ser fortes e manter nosso queixo erguido.
–Sei disso.
–Agora, endireite essas costas, estufe o peito e vamos nessa.
–Devo sorrir?
–Não, deve ter a face neutra. Assim mesmo querida.
–Vou entrar sozinha?
–Claro. Logo depois de mim.
Respirei fundo e fui.
P.O.V. Alec.
Aro tinha razão, elas são rainhas de verdade.
Tem pose de rainha, comportam-se como rainhas e vivem como tal.
Eu dancei com Marique e quando a festa acabou ela deveria selecionar um marido.
–Qual a sua escolha, meu bem?
–Alec, eu escolho você.
Caminhei até ela e beijei sua mão. Os convidados aplaudiram e ambos fomos levados a um altar cheio de velas de chama negra.
–Pelo poder dos sete eu uno vocês e os declaro marido e mulher.
Maliva amarrou nossas mãos com uma fita e fez um feitiço.
–Agora vocês estão ligados para sempre. Compartilham suas almas, duas metades de um mesmo ser.
–Levantem-se.
A cerimônia não teve beijo nem nada do tipo. Eles me levaram para um quarto e me prepararam, passaram óleo no meu corpo, perfume e muitas outras coisas.
A roupa era bem reveladora, era uma saia egípcia.
–Uma toga.
Depois eu foi meio que teletransportado para um quarto onde ela me esperava usando uma roupa também egípcia, mas com certeza era feminina.
–Uma vez feito não há retorno. O amor físico cela para sempre o feitiço da minha mãe.
P.O.V. Marique.
Posso sentir suas mãos em meu corpo, o bustiê sendo retirado, a mão dele deslizando por minhas coxas embaixo do fino tecido da saia que logo foi removida.
–Nada de calcinha? Gostei.
Era minha vez e eu o despi delicadamente.
Os lábios dele nos meus que desceram para meu pescoço, depois para os meus seios até chegarem ao meu centro pulsante e molhado.
Sua língua fria lambeu-o de cima a baixo fazendo-me gritar de prazer e abrir mais as pernas.
–Porque você parou?
–Eu quero que peça.
–Pelo que exatamente?
–Para eu te chupar até gozar.
–Me chupe até eu gozar.
E ele fez exatamente o que eu pedi.
–Sua vez meu amor.
P.O.V. Alec.
Sua boca quente envolveu meu membro e lambidas, chupadas e caríceas depois eu gozei como nunca antes.
E quando finalmente penetrei em sua grutinha quente e molhada ela gritou de dor, mas depois gritou de prazer.
–Oh! Mais! Mais!
Depois de gozarmos ela inverteu as posições.
–Sente-se.
Prontamente obedeci e ela encaixou meu membro em sua entrada afundando se em mim.
–Tá pronto?
–Nasci pronto bebê.
Uma rebolada me fez enlouquecer e quando ela começou a subir e descer. A me cavalgar foi incrível.
Ela alternava entre reboladas e cavalgadas.
Foi a melhor noite da minha existência.
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