Reencontro de Vampios
1 Capítulo 1 Caminhos entrelaçados
Colhia calmamente minhas tão belíssimas lavandas em um campo onde a solidão permanecia, era protegida por meus inestimáveis botões, estavam mais roxos ou era a felicidade sem explicação que abitava meu ser, tão angustiado e magoado, que a vida maltratava desde cedo. Não sabia o que fazia ali só sabia da importância que aquele simples ato me fazia ser o diferente e incomparável, era errado invadir propriedade privada, como podia ser errado ser me fazia tão bem.
Minha vida não era nada fácil, minha mãe morreu em meu parto e meu pai falecido em minha pré-adolescência, me deixaram a aprendizado e o caráter, que me fazia de um ser rico em palavras e pobre em amor, o amor que eles me deram nunca será esquecido, mas, uma amor que o ser humano necessita, não me faz precisar e sim cobiça-lo através do olhar que ficou em minha mente do ultimo suspiro que meu pai deu, em suas ultimas forças, falou palavras jamais esquecidas pôr mim, “Sorria e sempre alegre-se com o pouco, pois esse pouco lhe fará ser a pessoa que é.”
Escuto alguns galopes de cavalo, mas, não dou importância estava em um momento tão sereno, não sabia quando seria a próxima vez, então continuei andando e analisando o pouco que me fazia feliz, o pouco que fazia de minha personalidade única e cada ser existente, sua própria característica inestimável, independente de boa ou ruim, mas, uma vez mostrando a capacidade do homem de ser modelar para diversas artimanhas da natureza.
Mas uma vez volto do me reciproco particular e ouço novamente galopadas, dessa vez dou mais importância e me agito, me escondo atrás do grande gigante roxo, mas, não tinha ninguém, nem nada, nem um som, então levantei-me, pois estava dando uma de espiam real, arrumo vestido que era da minha mãe que tinha o corpo idêntico pouco voluminoso e elegante, que combinava bem com a altura de um 1,67m, um vestido tão belo e bege que minha pele ser sobressaia, junto com meus olhos cor âmbar se misturando cada vez mais em meus cabelos compridos louros, que mostrava a beleza britânica que era de minha descendência. Quando termino de me recompor, viro-me devagar e levo um susto inesperado, tinha alguém lá, não só alguém, um belo alguém que me encantou, fico olhando assustada para o rapaz belo de olhos azuis e cabelos negros da cor da noite, jogados para traz de forma que o cabelo sempre caísse nos olhos, seu corpo levemente robusto e sua postura, mostrava a sua personalidade forte, então fiquei ali enquanto ele me analisava com a sua virilidade. Então diz, tão calma que me estranho:
–- Olá, o que uma moça tão bela faz em um campo que não combina com seus olhos.- ele me olhar com um certo sarcasmo e me perguntava como poderia ser tão atrevido, nem homem um foi.
–-Pergunte a meus olhos, pois estou cansada de mais para explicar sua ousadia.- digo indignada
–-Desculpa, pela sinceridade... desculpa não, adoro dizer a verdade, você não gosta de ouvir?- diz ele com um sorriso no lado da boca.
–-- De pessoas desconhecidas não!-digo enfurecida
–--Não seja por isso.- me olhar com sexualidade que me faz ficar vermelha- olá meu nome é David e o seu?
–-- Não costumo dizer meu nome a estranhos. –digo, ainda ofendida com tamanha ousadia.
–-- Mas não sou estranho, meu nome é David.- diz sorrindo de orelha a orelha, seu sorriso me encantou, então sorrio não consigo resistir.
–--Está bom, meu nome é Clarice.- digo com um sorriso envergonhado.
–-- Olá, Clarice.- diz ele com as sobrancelhas arqueadas que fazia seu rost ficar tão simétrico e atraente.
–--Adeus, David.- digo tentando me distancia, vejo suas roupas elegantes e sei que classes sociais não se misturam.
–-- Não vá, Clarice.- me olhar com um olhar penoso, que faz derreter meu coração.- Nós conhecemos agora.
–--Tenho que ir.- digo com o olhar calmo e desconsolado.
–--Seu pais lhe esperam?
Olho para ele tão desconsolado que o sorriso penoso que restava em um sorriso em meus lábios se transformação em uma tristeza profunda, na magoa de um juventude só, ele pergunta novamente:
–-- Falei algo errado? Se falei, me perdoe. — Vejo aquele olhar preocupado que me encantou, ninguém nunca tinha se preocupado comigo daquela forma.
–-- Não você disse nada, são falecidos. — E desse uma lagrima do meu rosto e mostra que a ferida no meu peito nunca será fechada, ele me olhar com o olhar tão caído que não sei o que falar, pois as palavras são saem, ninguém nunca tinha falado sobre isso comigo.
–-- Me desculpe Clarice, não queria lembrar desse momento, só queria te ajudar. -diz ele tão prestativo- Eu quero ser seu amigo, a senhorita deixaria? – diz ele com um sorriso encantado e então sorrio e faço sinal com a cabeça (SIM).
–-- Obrigado, mas, não tenho amigos. – digo e o olhar de David cai.- Você poderia ser o primeiro.- ele levanta a cabeça de forma tão rápida com um sorriso que me deixa sem palavras.
–-- Seremos amigos, bons amigos, me conte da sua vida...namorado?
–--Bem sou casada tenho três filho, meus ex-maridos morrem, de morte natural, então crio meus filhos só como um boa mãe Galeza.- ele me olhar assustado e de olhos arregalados. – Calma, estou brincando- dou uma grande gargalhada e rimos juntos.
–--Seu senso de humor dramático, que mata seus ex. –ele me olhar encantado.- Mas, serio já namorou ou namora?
–-- Já namorei, mas, não namoro, rapaz insistente.- digo e sorrio.- E você namora ou já namorou?- abaixo a cabeça com medo da resposta.
–--Não namorei e não prendendo namorar.- Diz ele com um voz seria que desiste de tirar brincadeiras.
–-- Porquê? Porquê? Não pretende.- digo curiosa e decepcionada.
–-- O amor, não é uma coisa que se encontra em becos, nem em vielas, é muito mais que isso, são dois seres que se amam inteiramente incluindo o defeito do individuo. –diz ele tão sereno que deixa a figura sarcástica da primeira impressão de lado.
–-- Nossa! Nunca pensei que pensasse de forma tão severa em relação a amor.- digo tentando amenizar.
–-- Você não sabe de quase nada sobre mim.-Falou de forma tão rude e grosseira que me senti um garotinha que não sabe de nada da vida, bem, queria que fosse assim, nunca teria que me preocupa com o amanha- Por isso estamos aqui, para nós conhecer.- ele me olhar profundamente com um olhar tão iluminado que meu coração palpita ao olhar para sua boca entre aberta de forma tão sensual que chegar a me seduzir, sua grande veia arterial no pesco pulsa freneticamente, olho para ele e nos aproximamos cada vez, mas, até que nossos lábios ficam a um centímetro, sentia o cheiro de seu bafo em meus cabelos nossas respirações pesada lutava contra um beijo proibido, nem tão proibido assim... fecho os olhos em um tentativa louca de acabar com essa anciã descontrolada... me aproximo mais e mais, e começo a sentir um bafo sumir e abro os olhos e ele foge de mim, me sinto tão mal, me sinto um piranha vulgar. Ele me olhar com aquele olhar singelo e diz:
–-- Tenho que ir, me desculpe.- olho para ele sem entender nada- você não precisa entender, só precisa confiar em mim. Podemos nós ver amanha?-demoro alguns segundos pensando “no primeiro beijo da minha vida fui ignorada” que bom exemplo de mulher viril.- Me responda, por favor.- mas não consigo dizer um palavra, estava me sentindo tão envergonhada.
–-- Não sei.- digo sem nem um sentimento aparente.
–-- Não diga isso, não deixo o que ia acontecer hoje atrapalhar o amanha, eu gosto muito de você, alias, somos amigos- diz ele tentando se retrata, mas, aquela palavra “amigo” doeu tão dentro de mim, sem nem um motivo, afinal, não tínhamos nada... Mas doeu, profundamente.
–--Sim, somos.- digo aquilo com uma dor no peito, viro e vou embora, ele pega em meu braço me impedindo de andar, viro e digo.
–--Até amanha, David.- digo e ele sorrir, vejo que é tão sincero que me faz novamente ter uma causa para viver.
Chego em casa e ainda atordoada com á situação embaraçosa que passei, me sentia tão humilhada e rancorosa que minha cabeça doía só de pensar, que tinha sido rejeitada, meu Deus, porque? Fui dizer que ia amanhã, provavelmente não vou ter coragem de olhar para sua face tão bela, que fazia meu corpo o desejar cada vez, mais aquilo estava virando fascínio, não consegui nem segurar meu instinto, me sentia tão fraca. Alguém bate na porta, ainda decepcionada, levanto-me e puxo o trinco da porta da madeira de rachada, que penso que vou quebra. Quando abro um senhora idosa, que deveria ter uns 70anos ou poderia ser as marcas do sol em sua pele frágil, ela está cansa e nervosa, digo:
–-- O que a senhora deseja? Que um pouco de agua? Entre.- ajudo a pequena e graciosa idosa a andar e levo-a até minha mesa, que fica na cozinha, minha casa tão simples e amigável, que me sentia tão bem e aconchegada ali, ela ainda cansada, tenta abrir a boca para dizer algo:
–--Fique calma, beba mais agua- ajudo a idosa é fico olhando para ela, imaginado o que poderia ser que ela queria fala comigo, fico por minutos pensando, aí finalmente ela olha pra mim e em um sussurro, diz:
–-- Você é a filha e única filha de Emanuel?-ela diz olhando profundamente em meus olhos, mas, não entendia o que ela queria saber com aquela pergunta tão inusitada, respondo um pouco receosa.
–--Sim, não entendo a pergunta.-diz a senhora ainda nervosa, mesmo depois de quase ter tomado 2L de agua.
–--Me perdoe, me perdoe, você tem que me perdoar.- diz ela com lagrimas caindo dos olhos e começo a ficar nervosa e percebo que o rumo da historia estava mudando.
–--Do que a senhora fala? Esclareça minha ideias, por favor. – digo sem saber o que falar, afinal, não poderia perdoar um coisa que não sabia o que era.
–-- Bem, antes de tudo queria dizer, que seu pai não teve culpa de nada.-diz ela e acaricia meu rosto sem sentimento, nem explicação.- Bem, seu pai era um homem rico e dono de varias terras era um coronel, mas, ele era muito mais que isso...- olho para ela desesperada sem ação- O sucessor do Rei, pois com filho legítimo, não poderia abandonar o trono, aceitou suas responsabilidades e casou-se, com uma bela dama.- fico imaginado meu pai e minha mãe como reis. -Mas conheceu sua mãe.- diz ela e fico de boca aberta, meu pai foi rei e minha mãe não era a sua rainha, como assim?, estava nervosa e curiosa.- Uma pela empregada do reino, tão bela que seus cabelos dourados ela invejado, por todos em Camerõ, a mais bela de todo o reino, e além de linda, boa, simples e encantadora, seu pai logo se encantou e se apaixonou, mas, sabia que estava vivendo um amor proibido, sua mãe inocente não sabia no que estava se metendo, seu pai a amava mais que tudo no mundo e conceberam você, antes de você nasce ele fugiu com ela para o rei mais distante em busca de abrigo e proteção, pois sabia se sua mãe fosse acusada de traição, seria morta com três tiros no coração, seu pai desesperado foge, foge, foge e foge... até que um dia você nasce e ficam morando em um província charmosa no lado sul da ilha de Cambas, um dia ou melhor mas um dia de suas vida felizes e perfeitas, e os matam, mas seu pai conseguiu se recuperar do incidente em quanto sua mãe morreu em seus braços, dizendo que era para ele cuidar do seus “BEBES” esse nenê era você.- aquilo foi como uma martela em meu peito, me sentia tão culpada mesmo sem não ter nem um culpa, apenas me sentia mal, apenas eu sabia como aquilo doía em mim, as lagrimas sem permissão saem dos meus os âmbar e inchados.- Não acabou, não chore Clarice.- como me pedia pra não chorar se tudo aquilo veio como mais um ferida para coleção.- Seu pai então se sentiu culpado, a única coisa que deu forças para viver foi você e só você, os pais dele tentaram de todas as formas esconde-lo, mas, a realeza não deixou em paz, já que sua ex-mulher era sua prima legitima, então o seus seu avô deu um carta, essa que está em minha mão, que quando você estivesse com seu 19 anos, fosse a rainha de todos, única e inteiramente sem nem um rei, isso seria um opção sua, foi apenas um alternativa para que você controlasse tudo. Olhava para senhora e a senhora me olhava, e ficava pensando como poderia ser possível saber de tudo somente agora, depois de todo esse tempo.- Mas você tem uma irmã, alias, uma irmã gêmea.- eu fiquei sem pisca, meus olhos secavam, pois não conseguia da picadas, mas, as lagrimas, lavavam meus olhos secos de susto e alegria oculta.- Bem, não tão gêmeas, cabelos totalmente diferente, mas rostos iguais, com exceção dos olhos os soldados pensavam que era só uma bebê, pois na hora sua mãe estava com você nos braços e escondeu em baixo da pia, em quanto Clara Tricya, sua irmã estava no berço.- ela olha pra me e sorrir como ela estava sorrindo, tinha acabado de contar que minha vida foi uma mentira um faça de historia, finalmente me pronuncio:
–-- Minha vida acabou!- digo com uma desilusão.
–--Não acabou de começa, antes de falece seu pai me mandou um carta me contando tudo.- diz ela com um sorriso no rosto.
–-- Mas alguma coisa que eu não sabia?-digo ainda mais desiludida.
–-- Acho que não.- a senhora dar um gargalhada e continuo com as sobrancelhas arqueadas.- Vamos levante-se arrume-se que a carruagem está chegando.
–-- Não vou para lugar nem um. –levanto-me e começo a bater o pé, constantemente.
–-- O rei mandou vim em sua procura.- diz ela me olhando com um olhar pesado.
–--Como assim o rei?
–-- O rei provisório como não sabemos, quem nasceu primeiro entre você e sua irmã, ira acontecer um votação para saber quem será a escolhida. Diz ela tão orgulhosa e olhando para nuvens ou melhor, para o teto da casa.
–--Sinto muito, mas, não posso participar disse, não é o meu mundo o meu mundo é esse em que vivo.- Digo tão sombria e exausta.
–--Você nasceu para ser da realeza, só basta olhar para você e ver seu olhar de superioridade que até seu cheiro é real.
–--Sinto muito mais tenho um tese de vida e não é passada por genética, não acho que somos parecidos, interiormente com nós pais, claro tem um grande influencia é um coisa muito maior.- Digo certas dos ideais que vivo e sempre vive, não iria mudar agora por um passado revelado, apesar de minha vida ter sido um faça não iria deixa os ideias do meu pai morrer com ele, a humanidade é muito mais que uma hierarquia, somos iguais. – Um opinião que não será mudada, tão fácil.
–--Até o jeito de falar, nossa impressionada!- me olha de boca aberta- não deixe o sacrifício do seu avô morrer com ele.
–--Você me deixa em uma situação embaraçosa...
–--As coisas precisão de escolha...
–-- Tudo bem... Mas não quero ser rainha.- digo sabendo que iria me arrepender depois.
–--Veremos.- Diz a simpática senhorinha e sai, fico sem ação
Ainda com as ideias passando em minha cabeça, começo a ver como seria possível tamanha coisa tinha saído de todos os limites imagináveis e inimagináveis, só sabia que queria acorda daquele sonho louco, então mais um vez algo bate na porta, levanto-me para ver com medo que fosse mais um senhora querendo explica minha vida, um vida em baixo dos panos. Chego lá, mas, não tinha nada apenas pássaros piando, em um barulho insuportável, volto e deito na minha cama macia que deixa meus pés para fora já que era muito pequena para mim.
Ando pelos jardins em busca envergonhada de meu príncipe de olhos azuis, cansa de anda e tento quase certeza que ele não viria, paro e descanso, queria apenas, paz depois do dia anterior que foi muito agitado e confuso, observo o roxo das lavandas do todo da pedra mais alta do local, fico vendo com o azul do céu fica perfeito com o tom roxo e saio da minha imaginação com a natureza incomparável e a comparo com David, meu belo escudeiro de lavanda, quando me lembro do fato dou um gargalhada que me faz lembra o como ser feliz é bom.
–--Além de linda e doida, rindo sozinha.- diz ele e sorrir encantado me olhando de cima.
–--Sozinha não, você estava aí.- riu e fico com vergonha só de pensar que ele poderia ler meus pensamento, então tiro essa ideia estupida de minha cabeça.
–--Não, fique com vergonha.- ele diz de agachando ao meu lado.
–--Eu não estou com vergonha, quem disse isso a você?- pergunto assustada.
–--Apenas imaginei ver um cara como eu todos os dias, não deve ser fácil. Diz ele e da um sorriso lateral enruga a testa do lado direito da face.
–--Nossa! Como você se achar, imagina se fosse isso tudo que pensa ser.- dou um gargalhada que chego a virar a cabeça.
–--Magoei!- diz ele sendo sarcástico.
–--Que bom...
–--Não vim de tão longe para ficar brigando com você, me conte de você gatinha selvagem.- diz ele tentando nós aproximar.
–-- Viagem perdida, convencido. Digo e olho para ele- minha vida é complicada demais, tudo que eu pensava saber, era um facear.- olho para ele mas um vez, e não consigo desviar o olhar, o-encarei.
–--Talvez seja melhor conversamos de outra coisa, conversa da vida.- diz ele se sentado de vez ao meu lado de vez.
–--Tipo?
–--O que acha de mitologia?
–--Não acho nada, acredito que o mundo gira em torno de algo... Quem sou eu para afirmar algo, apenas um mera mortal.- falo tão seria que começo a me achar como ser humano.
–--Nossa, bem forte... Já eu... Penso parecido.
–--O quem é você?- digo sem pensar um pensamento interno que sai sem permissão, mas, não podia se arrepende seria tratada com uma moça fútil que não quero mostra.
–--Sou David, porquê? Não entende a pergunta. – sinto um leve apreensão no seu olhar, medo... parece que escondia algo.
–--Nada, queria saber. -digo e sorrio para ele mostra os seus dentes perfeitos e brancos que, me pergunto mais um vez, o quê é esse homem?. — Acho que não vamos, nós vê mais, David.- abaixo a cabeça sem esperar para ver a reação dele.
–-- Como assim?
–--Irei me mudar David...
–--Prometa que iremos nós ver novamente um dia?- Pede ele tão penoso.- Um dia, a gente vai se encontrar, tenho certeza em uma bem melhor.
–--Um dia... A vida é longa.
–--Muito mais do que você pensa.
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