Reencontrando O Amor.

11 Capítulo 11: Recuperando o tempo perdido.


Notas iniciais
Primeiro eu quero agradecer a todos os reviews e ao Pedro B, Glee My Love, Helo Hudson, Gabby, Jess Haskell que favoritaram a fic. Muito obrigada mesmo pessoal. Boa Leitura :)

Eles chegaram com pressa ao hospital. Encaminharam Finn ao Pronto-socorro, logo uma equipe veio atende-los. Finn estava desacordado, mas respirando. Rachel estava aflita, sentia seu coração apertar cada vez mais.

Puck correu para a recepção fazer a ficha do rapaz que já havia sido encaminhado em uma maca para uma sala, onde cuidariam dele. Rachel e Quinn sentaram-se na sala de espera. Cada minuto para Rachel, parecia uma eternidade. Ela só esperava uma boa notícia, o quadro de Finn era instável. Ela passou o dia inteiro ali, apenas rezando para que Finn ficasse bem. Às vezes Quinn ia a cantina do hospital, pegava um lanche, oferecia à Rachel, mas nem isso ela queria, só tomava água as vezes. A noite chegou e nenhuma noticia de Finn. Quinn e Puck, já estavam cansados, queriam ir para casa. A loira se levantou da cadeira, que estava afastada de Rachel, pegou seu agasalho e se dirigiu a morena:

- Rachel, anh... Eu e o Puck estamos cansados, queremos ir para casa, Finn esta bem, tenha calma. Você que ir embora conosco? — Ela perguntou receosa.

- Ah muito obrigada Quinn, Puck por ficarem comigo durante o dia todo, mas vou ficar aqui, quero uma notícia boa dele.

A morena deu um pequeno sorriso, se despediu da loira e de Puck. Ambos se viraram e saíram do hospital. No começo da manhã, Rachel havia ligado para Carole e Kurt, ambos não atenderam. A morena estava sentada em uma das cadeiras do hospital, que nesse momento estava vazio. Logo sentiu seu celular vibrar. Era Kurt:

- Kurt?

- Oh Meu Deus Rachel! Eu vi uma de suas mensagens. Como ele esta? — Kurt dizia desesperado. Ao fundo era possível escutar o choro de Carole.

- Kurt, ele esta bem, seu estado é instável, ainda não sabemos o que aconteceu. Estou preocupada — Ela disse em um tom solene.

- Eu vim visitar Burt e Carole aqui em lima. Apenas vi a mensagem no celular agora. Estamos arrumando as coisas e indo rumo a Nova Iorque. — Kurt disse, era possível sentir a tristeza na voz do garoto.

- Claro, venha logo! Até agora Quinn e Puck estavam comigo, mas eles foram embora, pois estava tarde e estavam cansados.

- Ah estou muito preocupado. Que hospital ele esta? — Kurt disse aflito.

- É um hospital perto do Central Park, praticamente ao lado do nosso antigo apartamento, não me lembro do nome agora!

- Ah ok! Acho que me lembro dele, estamos indo aí, talvez a viagem demore cerca de 3 ou 2 horas, já que o transito esta uma loucura.

- Ah ok! Venham em paz ele esta bem! Beijos

- Estamos indo, cuida bem dele ta?! Beijos.

Ele desligou o celular. Rachel não sabia ao certo se ele estava bem, mas ela tentava se convencer de que ele estava.

Ela viaja em seus devaneios, quando se assustou com o barulho da porta ao longe se escutava passos. Ela se levantou e esperou. Pelo corredor vinha o Dr. Matt.

- Rachel Berry?

- Sim sou eu. Aliás eu sou a única aqui.

- Bom, queríamos avisar que o estado de saúde de Finn Hudson se agravou. Talvez ele tenha sofrido um pequeno trauma craniano. Não sabemos ao certo quando ele irá acordar. Ele respira com ajuda de aparelhos...

Os olhos de Rachel se encheram de lágrimas. Ela só queria vê-lo.

- Ahn... Posso vê-lo pelo menos?

- Claro, há uma poltrona confortável no quarto do rapaz, pode passar a noite lá. Mas antes terá que se dirigir a recepção e retirar um crachá escrito "Acompanhante"

- Ah ok.

Rachel apressou seus passos em direção a recepção, retirou o crachá e acompanhou o Doutor que iria mostra-la o quarto do rapaz. Ele abriu a porta.

- Bom, aqui esta o rapaz. Ali ao lado da cama tem um botão, sem acontecer algo com ele, tanto uma melhora ou uma piora nos avise, se precisar de algo também pode apertar o botão. — Ele deu um pequeno sorriso, e a deixou no quarto.

Ela entrou e fechou a porta. Se dirigiu a poltrona, lá deixou sua bolsa e seu casaco. Em seguida se dirigiu à cama de Finn. Ele estava com uma roupa de hospital. Seu olho continuava roxo. Estava limpo, havia uma faixa enrolada em sua cabeça. Respirava com ajuda de aparelhos e em sua veia tomava soro. Rachel achava aquela cena tão triste. O Homem que ela amou e que ao mesmo tempo o tratou com desprezo estava ali. Tudo em que ela conseguia pensar era nas últimas palavras que havia dito à ele. Aquelas palavras pensavam em sua consciência. E se ele nunca mais acordasse? Ela nunca iria poder pedir perdão a ele. As lágrimas voltaram ao seu rosto. Dessa vez era um choro angustiante. Ela tinha vontade de gritar, de pedir perdão a ele, mas não podia. Pegou nas mãos ásperas e grandes do rapaz. Acariciou-a por um instante. As palavras fluíam involuntariamente:

- Finn?! Não sei se pode me ouvir. Tudo o que eu queria era que você me ouvisse nesse momento. Eu não sei o pelo que você passou, não soube aonde você esteve por cerca de 1 ano. Não sei como você foi ficar neste estado. Eu só me lembro das últimas palavras frias que eu disse a você — Nesse momento ela parou, as lágrimas escorriam ainda com mais força. Ela continuou:

- Eu não queria dizer aquilo a você, você não merecia ter escutado aquelas palavras. Você é um rapaz de um coração tão puro, tão grande, nada foi sua culpa, nunca fora sua culpa. Eu só não soube enxergar e aproveitar o amor que você sentia por mim. Talvez nem sinta mais nada agora.

Ela pegou a mão do rapaz, dessa vez à segurou com as duas mãos. Colocou-as em seu coração. Baixou a cabeça.

- Finn, por favor me perdoa. Me perdoa por aquilo que eu disse. Me perdoa por eu ter sido tão fria com você, ter te tratado mal. Me perdoa por não estar com você nos momentos que você mais precisava. Me perdoa. Por favor. Me Perdoa.

As lágrimas escorriam com mais intensidade naquele momento. Ela colocou a mão do rapaz devolta na cama. Abaixou-se e deu um beijo na boca do rapaz que ainda estava desacordado. Ela se afastou. Andou vagarosamente para trás. Sentou-se na poltrona. Seus olhos estavam fixos no rapaz. O tempo passava. Havia cerca de uma hora que ela havia falado com Kurt.

Eram 02h30 da manhã. Aos pouco ela caia no sono. Mas não desgrudava seus olhos de Finn. De repente, ela tem a impressão de ter visto a mão do rapaz se mecher. Em um pulo ela se levantou. Foi correndo em direção a cama. Os olhos de Finn não paravam de se mexer por baixo das pálpebras. Ela apenas observava. Ela segurou novamente as mãos dele. Ele as segurava. Rachel estava espantada. Apertou o botão para chamar a enfermeira. Não tirava os olhos de Finn.

O rapaz abria os olhos lentamente, ele olhava para um lado e para o outro. Sua cabeça doía. Talvez ele não soubesse aonde estava. A enfermeira chega no quarto junto com o Doutor. Ele pede que Rachel se afaste. Dessa vez um sorriso se abrira em seu rosto. Ela voltara para a poltrona. Acompanhava o procedimento de longe. O médico falava com Finn que respondia com coesão. Ele examinou a visão de Finn. Voltou se para trás e pediu para que Rachel se retirasse do quarto. Ela saiu aflita. Correu para a sala de espera. Pegou um copo d'água. Sentou-se. Estava impaciente. Após 15 minutos, era possível escutar os passos do médico. Ele apareceu na sala:

- Rachel Berry. Ele esta muito bem. Foi um milagre o que houve. Nenhuma recuperação foi tão rápida quanto a dele. Me acompanhe. Rachel estava com um largo sorriso em seu rosto. O médico a deixou a sós com Finn. Ela se aproximava feliz. Finn parecia estar esperando-a. Ela parou ao lado do rapaz e antes que ela dissesse algo, ele a cortou:

- Eu te perdoo Rachel! — Ele disse com a voz trêmula, e com um sorriso tímido em seu rosto.

- Como?

- Rachel escutei tudo enquanto eu estava aqui. Eu te perdoo. E eu nunca mais quero me afastar de você porque eu te amo! — Finn dizia com lágrimas de emoção escorrendo em seu rosto. Rachel também estava emocionada. Ela abaixou-se indo na direção de Finn. Até que seus lábios se encostaram. Aquele beijo foi uma bomba de emoções. O primeiro beijo apaixonado deles depois de 1 ano. Ele passou a mão no cabelo da morena.

De repente a porta se abre, fazendo com que o beijo fosse interrompido.

- Toc, toc! — Dizia Kurt Risonho já que estavam felizes com a recuperação do rapaz.

Notas finais
Capitulo super tenso haha. Gente eu só tenho 14 anos, não entendo nada de medicina, não sei se o que eu escrevi ai sobre o que aconteceu com o Finn foi coeso. me perdoem se eu escrevi alguma bobagem. Reviews? :)