Notas iniciais
Segue mais um capítulo. Obrigada a todos que estão acompanhando a história. Perdão pela demora. Foram tempos difíceis de trabalho e com coisas familiares. Esse capítulo tem partes com a música Paixão de Kleiton e Kledir. Boa leitura

— Afonso... Afonso... Você está bem? Sua respiração parece alterada, você está um pouco vermelho. Fala Lucrécia o estudando melhor.

— Vermelho vai ficar a cara daquele homem se não largar minha esposa. Resmunga o monferrato soltando Lucrécia e indo em direção a Catarina e Robert.

Lucrécia via Afonso partir em direção a Catarina e Robert e só pensava...

Vai avermelhar tudo daqui a pouco. Afonso está parecendo um búfalo saindo desgarrado da manada.

Afonso ia andando como um homem em uma missão em direção a sua esposa e ao ser que ousava ficar tão próxima e tocá-la. Mas, isso não ia durar isso ia acabar com aquele homem no chão e com sua espada empunhada no peito daquele rei.

Quando Afonso estava a poucos passos de pegar Robert pela gola foi interceptado por Gregório que acompanhou toda a comoção e foi impedir que uma tragédia acontecesse.

— Vossa majestade, o senhor pode me acompanhar. Temos assuntos urgentes para resolver nesse instante. Fala Gregório ficando a frente do rei e impedindo que ele avance e observando como seu rosto estava vermelho e suas mãos fechadas com força.

— Gregório eu tenho alguns assuntos que precisam ser resolvidos nesse instante. Daqui a pouco eu lhe encontro. Fala Afonso tentando avançar, mas sendo novamente impedido pelo conselheiro.

— Vossa majestade. Não posso deixar que faça isso, pois irá se arrepender. Estamos em tempos difíceis. Precisamos ser cautelosos com quem queremos para nossos inimigos. Nesse instante Afonso pisca e olha para o conselheiro. Reconhecendo que ele tinha percebido toda a troca e sabia o que ele ia fazer.

— Gregório ele está dando em cima da minha mulher abertamente. Ele está bem próximo a sua rainha. Ninguém mexe no que é meu. Principalmente em minha mulher e sai impune. Fala Afonso com os dentes cerrados e olhando o casal de forma bem ameaçadora.

— Peço que aja cautelosamente, majestade. Tem muita gente aqui e testemunhas que podem bagunçar tudo que estamos tentando tando consertar. Falava Gregório tentando colocar algum juízo na cabeça do monferrato que só conseguia ver vermelho.

— Tudo bem, Gregório. Estou indo para a sala de reuniões mande Catarina ir lá agora. Fala Afonso indo em direção à sala e não parando para falar com ninguém.

Gregório enquanto, isso foi executar as ordens do rei. E Deus ajudasse que aqueles dois se entendessem, pois se as vibrações que ele estava pegando estivessem corretas. Esse casamento estava em meio de um ponto de virada, pois o rei estava claramente morrendo de ciúmes.

— Com licença, vossas majestades! Fala Gregório se aproximando do casal que dançava.

— Sim, Gregório! Algum problema? Pergunta Catarina apreciando aquela interrupção e pensando o que tinha acontecido.

— Não, vossa majestade. Na verdade seu marido precisa resolver uma coisa com a senhora e aguarda sua presença na sala de reuniões. Informa Gregório percebendo que a rainha deu um suspiro discreto de quem tinha aprovado essa interrupção e que Rei Robert, por sua vez, não tinha gostado nada daquilo.

— Certo Gregório. Obrigada! Estou indo. Com sua licença, Rei Robert. Até daqui a pouco. Fala a rainha se desvencilhando do homem.

Nessa, hora Robert pega a mão de Catarina e a beija e olha intensamente nos olhos da mesma e diz:

— Foi um prazer dançar com vossa majestade, Catarina. Aguardarei que voltes ansiosamente. Fala o Rei olhando os olhos da rainha de forma bem descarada e sorrindo. A rainha apenas sorri.

— Até mais, então. Fala ela saindo daquele salão de festas e agradecendo os céus. Que homem mais atrevido. Mas, pelo que tinha percebido seu marido tinha visto a interação e ficado bem bravo. Vamos ver agora a o que a vai acontecer.

— Se soubesse naquela época como Catarina era bonita e que estava solteira teria voltado logo e proposto. Fala Robert olhando diretamente para Gregório.

— Mas, agora é tarde. Ela é uma mulher casada. Fala o conselheiro olhando diretamente para o homem a sua frente.

— Quem sabe! Fala Robert saindo e deixando o conselheiro pensativo.

Enquanto isso, Afonso estava na sala aguardando sua esposa e virando um taça de vinho. Quando termina de virar a taça, a rainha entra na sala e pergunta com a voz mais calma e inocente:

— Queria me ver, Afonso. Fala Catarina observando com o marido foi se aproximando dela como um caçador que vai encurralando sua caça.

— Sim, mandei chamá-la. Fala Afonso ficando em frente à mesma e depois passando o braço pela mesma e trancando a porta e vendo a mulher arquear uma sobrancelha para o mesmo.

— O que quer então? Pergunta ela

— Isso!

Nesse momento, Afonso encurrala Catarina na porta e a beija de forma profunda e forte. Esse beijo não tinha nada de delicado. Era uma mistura de línguas, dentes e ver quem ia dominar quem. Porém, Afonso estava muito frustrado, excitado, com raiva e desejava muito aquela mulher, a sua mulher. Então nesse instante a ergueu pelas pernas e a empurrou com mais força na porta. Como ar é uma coisa muito preciosa ele desceu os beijos para o pescoço da mesma, beijando, mordendo, chupando, lambendo e marcando aquela área.

Catarina estava maravilhada e confusa com aquela vontade que o marido estava demonstrando e agradecia aos céus que ele estivesse a segurando ou teria caído, pois tinha certeza que seu corpo estava igual a uma poça. Estava derretida naquele homem.

Amo tua voz e tua cor

E teu jeito de fazer amor

Revirando os olhos e o tapete,

Suspirando em falsete

Coisas que eu nem sei contar.

Ele a carregou e a levou para mesa que tinha ali. Colocou a mesma sentada e entrou no meio das suas pernas. Foi subindo os beijos e beijou sua orelha e depois a mordeu. Ouvindo e se deliciando com ingestão de ar da esposa.

Ser feliz é tudo que se quer!

Ah! Esse maldito fecho éclair

De repente, a gente rasga a roupa

E uma febre muito louca

Faz o corpo arrepiar.

Ele a virou de costas e abriu com tudo o fecho éclair do vestido. Beijando e passando as mãos por toda aquela extensão do corpo da esposa. A ouvindo gemer seu nome.

— Afonso. Catarina estava entregue àquele momento. Nem conseguia lembrar que disse que não se entregaria ao marido tão cedo.

Afonso foi descendo o vestido da esposa e a olhou e degustou com o olhar, Parecia que conseguia saboreá-la naquele momento só com os olhos, Sua esposa era muito bela e ele a estava desejando intensamente.

[...]

Vou ficar até o fim do dia

Decorando tua geografia

E essa aventura

Em carne e osso

Deixa marcas no pescoço.

Faz a gente levitar.

[...]

Afonso retirou suas peças de roupa e começou a se colocar na esposa e parou ganhando um suspiro de desagrado. Ele a puxou pelos cabelos e fez com que a mesma fizesse contato visual com ele.

— Diga que é minha Catarina. Diga que só quer a mim? Fala Afonso sentindo seu corpo pulsar.

— Eu sou sua e sempre serei. Catarina fala olhando intensamente o marido que nessa hora a preenche com um grande impulso.

Notas finais
Digam o que acharam. Espero que ainda tenha alguém por aí Beijos e até o próximo!