Redenção- Afonsarina
6 Capítulo 6
Notas iniciais
— Afonso... Afonso... Você está bem? Sua respiração parece alterada, você está um pouco vermelho. Fala Lucrécia o estudando melhor.
— Vermelho vai ficar a cara daquele homem se não largar minha esposa. Resmunga o monferrato soltando Lucrécia e indo em direção a Catarina e Robert.
Lucrécia via Afonso partir em direção a Catarina e Robert e só pensava...
— Vai avermelhar tudo daqui a pouco. Afonso está parecendo um búfalo saindo desgarrado da manada.
Afonso ia andando como um homem em uma missão em direção a sua esposa e ao ser que ousava ficar tão próxima e tocá-la. Mas, isso não ia durar isso ia acabar com aquele homem no chão e com sua espada empunhada no peito daquele rei.
Quando Afonso estava a poucos passos de pegar Robert pela gola foi interceptado por Gregório que acompanhou toda a comoção e foi impedir que uma tragédia acontecesse.
— Vossa majestade, o senhor pode me acompanhar. Temos assuntos urgentes para resolver nesse instante. Fala Gregório ficando a frente do rei e impedindo que ele avance e observando como seu rosto estava vermelho e suas mãos fechadas com força.
— Gregório eu tenho alguns assuntos que precisam ser resolvidos nesse instante. Daqui a pouco eu lhe encontro. Fala Afonso tentando avançar, mas sendo novamente impedido pelo conselheiro.
— Vossa majestade. Não posso deixar que faça isso, pois irá se arrepender. Estamos em tempos difíceis. Precisamos ser cautelosos com quem queremos para nossos inimigos. Nesse instante Afonso pisca e olha para o conselheiro. Reconhecendo que ele tinha percebido toda a troca e sabia o que ele ia fazer.
— Gregório ele está dando em cima da minha mulher abertamente. Ele está bem próximo a sua rainha. Ninguém mexe no que é meu. Principalmente em minha mulher e sai impune. Fala Afonso com os dentes cerrados e olhando o casal de forma bem ameaçadora.
— Peço que aja cautelosamente, majestade. Tem muita gente aqui e testemunhas que podem bagunçar tudo que estamos tentando tando consertar. Falava Gregório tentando colocar algum juízo na cabeça do monferrato que só conseguia ver vermelho.
— Tudo bem, Gregório. Estou indo para a sala de reuniões mande Catarina ir lá agora. Fala Afonso indo em direção à sala e não parando para falar com ninguém.
Gregório enquanto, isso foi executar as ordens do rei. E Deus ajudasse que aqueles dois se entendessem, pois se as vibrações que ele estava pegando estivessem corretas. Esse casamento estava em meio de um ponto de virada, pois o rei estava claramente morrendo de ciúmes.
— Com licença, vossas majestades! Fala Gregório se aproximando do casal que dançava.
— Sim, Gregório! Algum problema? Pergunta Catarina apreciando aquela interrupção e pensando o que tinha acontecido.
— Não, vossa majestade. Na verdade seu marido precisa resolver uma coisa com a senhora e aguarda sua presença na sala de reuniões. Informa Gregório percebendo que a rainha deu um suspiro discreto de quem tinha aprovado essa interrupção e que Rei Robert, por sua vez, não tinha gostado nada daquilo.
— Certo Gregório. Obrigada! Estou indo. Com sua licença, Rei Robert. Até daqui a pouco. Fala a rainha se desvencilhando do homem.
Nessa, hora Robert pega a mão de Catarina e a beija e olha intensamente nos olhos da mesma e diz:
— Foi um prazer dançar com vossa majestade, Catarina. Aguardarei que voltes ansiosamente. Fala o Rei olhando os olhos da rainha de forma bem descarada e sorrindo. A rainha apenas sorri.
— Até mais, então. Fala ela saindo daquele salão de festas e agradecendo os céus. Que homem mais atrevido. Mas, pelo que tinha percebido seu marido tinha visto a interação e ficado bem bravo. Vamos ver agora a o que a vai acontecer.
— Se soubesse naquela época como Catarina era bonita e que estava solteira teria voltado logo e proposto. Fala Robert olhando diretamente para Gregório.
— Mas, agora é tarde. Ela é uma mulher casada. Fala o conselheiro olhando diretamente para o homem a sua frente.
— Quem sabe! Fala Robert saindo e deixando o conselheiro pensativo.
Enquanto isso, Afonso estava na sala aguardando sua esposa e virando um taça de vinho. Quando termina de virar a taça, a rainha entra na sala e pergunta com a voz mais calma e inocente:
— Queria me ver, Afonso. Fala Catarina observando com o marido foi se aproximando dela como um caçador que vai encurralando sua caça.
— Sim, mandei chamá-la. Fala Afonso ficando em frente à mesma e depois passando o braço pela mesma e trancando a porta e vendo a mulher arquear uma sobrancelha para o mesmo.
— O que quer então? Pergunta ela
— Isso!
Nesse momento, Afonso encurrala Catarina na porta e a beija de forma profunda e forte. Esse beijo não tinha nada de delicado. Era uma mistura de línguas, dentes e ver quem ia dominar quem. Porém, Afonso estava muito frustrado, excitado, com raiva e desejava muito aquela mulher, a sua mulher. Então nesse instante a ergueu pelas pernas e a empurrou com mais força na porta. Como ar é uma coisa muito preciosa ele desceu os beijos para o pescoço da mesma, beijando, mordendo, chupando, lambendo e marcando aquela área.
Catarina estava maravilhada e confusa com aquela vontade que o marido estava demonstrando e agradecia aos céus que ele estivesse a segurando ou teria caído, pois tinha certeza que seu corpo estava igual a uma poça. Estava derretida naquele homem.
Amo tua voz e tua cor
E teu jeito de fazer amor
Revirando os olhos e o tapete,
Suspirando em falsete
Coisas que eu nem sei contar.
Ele a carregou e a levou para mesa que tinha ali. Colocou a mesma sentada e entrou no meio das suas pernas. Foi subindo os beijos e beijou sua orelha e depois a mordeu. Ouvindo e se deliciando com ingestão de ar da esposa.
Ser feliz é tudo que se quer!
Ah! Esse maldito fecho éclair
De repente, a gente rasga a roupa
E uma febre muito louca
Faz o corpo arrepiar.
Ele a virou de costas e abriu com tudo o fecho éclair do vestido. Beijando e passando as mãos por toda aquela extensão do corpo da esposa. A ouvindo gemer seu nome.
— Afonso. Catarina estava entregue àquele momento. Nem conseguia lembrar que disse que não se entregaria ao marido tão cedo.
Afonso foi descendo o vestido da esposa e a olhou e degustou com o olhar, Parecia que conseguia saboreá-la naquele momento só com os olhos, Sua esposa era muito bela e ele a estava desejando intensamente.
[...]
Vou ficar até o fim do dia
Decorando tua geografia
E essa aventura
Em carne e osso
Deixa marcas no pescoço.
Faz a gente levitar.
[...]
Afonso retirou suas peças de roupa e começou a se colocar na esposa e parou ganhando um suspiro de desagrado. Ele a puxou pelos cabelos e fez com que a mesma fizesse contato visual com ele.
— Diga que é minha Catarina. Diga que só quer a mim? Fala Afonso sentindo seu corpo pulsar.
— Eu sou sua e sempre serei. Catarina fala olhando intensamente o marido que nessa hora a preenche com um grande impulso.
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