Notas iniciais
Little vamps de mio coreeee, sorry não ter postado ontem e ter demorado pra responder os comentários de vocês, é que eu to doente, bem mal mesmo, comecei a melhorara hoje depois das dúzias de remédios que minha médica me receitou. Bem, chega de enrolação, vão ler logo essa cap que, na minha opinião, tá divoso.

POV Rebekah

Depois de ter surtado com o Drake eu fui dar uma volta, tomar um ar, escolher uma roupa para a festa de hoje e tentar falar com a minha irmã de novo. Não adianta, a Melissa não atende o telefone nem responde as mensagens, estou começando a ficar preocupada de verdade.

Quando cheguei nos jardins da mansão vi Niklaus entrando furioso pela porta da frente, mas como eu estou mais furiosa que ele, eu fui atrás, ah, ele vai ouvir poucas e boas hoje.

Entrei em casa e ouvi ele gritando com a nossa mãe. A porta do quarto estava fechada, acho que eles não queriam ser interrompidos. O clima estava mais pesado que antes...

—Você não tem o direito! — Gritava Niklaus.

—Eu mandei você se comportar. — Respondeu nossa mãe.

—Vocês estão na MINHA casa, EU que dou as ordens aqui. Você não pode entrar na cabeça das pessoas e fazer elas me atacarem dessa maneira!

—Niklaus, por favor, vamos tentar viver pacificamente pelo menos uma vez.

—O que é pacífico pra você?

Mamãe suspirou, pelo tom de voz dela, ela estava fazendo aquela cara de 'eu sou sua mãe e eu te amo, mas se não me obedecer eu te mato'.

—Vá se preparar para a festa, Niklaus.

Antes que eu percebesse, Elijah apareceu silenciosamente por trás de mim, pegou minha mão, pôs o indicador sobre a própria boca pedindo silêncio e me levou para fora de casa.

—O que foi, Elijah? O que está acontecendo? — Perguntei em sussurros.

—Não acha que nossa mãe está estranha, Rebekah?

—Por que acha isso?

—É um mal pressentimento. E eu temo por Melissa.

—Pela Melissa? Mas ela nem está aqui.

—Se nossa mãe vier a descobrir que Melissa está viva... Bem, isso se já não sabe...

—Mamãe não iria fazer nada, certo? Melissa é nossa irmã, nós amamos ela, mamãe iria entender, não é? — Eu falei, querendo ouvir uma resposta que sabia que não ouviria.

—Rebekah, eu sinto que nossa mãe está tramando algo, tome cuidado.

Eu assenti e ele me abraçou. Já estava começando a escurecer, entramos e encontramos todos em casa, Niklaus, Kol, Finn e mamãe.

—Que bom que chegaram, vamos nos arrumar. — Ela disse, com um sorriso no rosto.

Niklaus estava com o olhar frio, o rosto fechado, como se não quisesse falar com ninguém, como se não quisesse estar perto de nossa mãe.

—Eu vou para o meu quarto tomar banho. — Eu disse, olhando nos olhos dela.

—Eu só vou botar o smoking. — Disse o Kol.

—Já te disseram que você é nojento? —Perguntei, com cara de quem iria vomitar.

Ele só se virou pra mim e botou lingua, depois saiu em direção ao quarto. Eu ri, balancei a cabeça negativamente e subi para o meu também.

Eu já sabia com qual roupa eu iria, simplesmente peguei minha lingerie e minha toalha e fui pro banho, mas um vulto apareceu na minha frente pouco antes de eu entrar no banheiro.

—Te assustei?

—O que está fazendo aqui, Niklaus? — Eu disse, quase num grito.

—Ainda está braba comigo. — Ele disse mais pra si mesmo que pra mim.

—Estou, agora sai.

—Rebekah, pode ficar braba comigo o quanto quiser, mas eu tenho que te avisar...

—Avisar o que?

—Nossa mãe, ela está tramando alguma coisa. — Ele disse, dessa vez num sussurro.

—Por que está dizendo isso? — Sussurrei também.

—Porque eu estava no Grill mais cedo, aí eu comecei a discutir com o Damon... Mas aí...

—Aí?

—Aí eu comecei a sentir uma forte dor na cabeça... Nossa mãe se apossou do corpo de Damon Salvatore e, mesmo no corpo de um vampiro, conseguiu usar seus poderes contra mim, ela inclusive me transmitiu uma mensagem por pensamento.

—O que ela disse?

—Ela me proibiu de tocar um dedo em Damon Salvatore e... E disse que se eu o fizesse ela... Ela me matava com as próprias mãos.

Meus olhos se arregalaram, eu notei que tinha algo ligeiramente diferente, mas não achei que fosse ser algo tão grande. Ela ameaçou matar o Nik e... Ela está protegendo o Damon. O que será que ela esta armando?

Eu botei a mão na cabeça, atordoada com tudo o que o Nik falou, é muita coisa pra mim, eu não aguento. Eu preciso da minha irmã!

—Nik, com licença, eu tenho que me arrumar. — Eu disse, fria, chateada, atordoada... Com raiva.

Nik não disse mais nada, ele simplesmente desapareceu do mesmo jeito que apareceu. Eu fui para o banheiro para me arrumar, acho melhor eu ficar de olho na mamãe de agora em diante.

POV Damon

—Você tem que tentar, Damon! — Insistia o Drake.

—Eu não consigo, ta legal, por mais que eu tente eu não consigo lembrar! E dá pra parar? Estamos nisso há horas. — Eu disse, colocando meu smoking.

—Damon... — Dizia o Drake, que estava botando os sapatos. —Você nocauteou mentalmente um original e ainda por cima disse que viu alguma coisa que nenhuma das outras pessoas que estavam lá viram.

—Eu vi! Eu só não consigo lembrar o que era. E eu não nocauteei ninguém, estou dizendo, aquilo não fui eu.

—Mas você disse que sentiu seu sangue ferver, borbulhar nas veias, isso não é normal!

—Convenhamos. — Disse Stefan, entrando no quarto sem ser convidado. — Tem algo acontecendo com você.

Eu ainda estou com raiva do Stefan, muita raiva. Raiva por ele estar sendo um vampiro idiota sem emoções, raiva por ele se meter onde não deve, raiva por ele sempre me contrariar, raiva por... Raiva por... Por a Elena ter defendido ele! Af, se pelo menos eu tivesse uma distração... Uma distração linda, de cabelos castanhos e olhos azuis acinzentados, mais brilhantes que o sol... AH, FOCO, DAMON!

Caí na real e saí do quarto, dando um encontrão no Stefan, o Drake veio logo atrás de mim, já estávamos quase prontos para o Baile Dos Originais.

Eu estou ansioso por isso... De algum modo eu sinto que vai acontecer alguma coisa que vai ser... Boa. Ótima, na verdade. Eu estou com um bom pressentimento sobre esse baile, mas com um péssimo pressentimento sobre todo o resto.

Não sei se torço para estar certo ou errado.

POV NEUTRO

Damon e Drake tomavam seus últimos goles de sangue antes de ir para o baile, Stefan ficava na volta, fazendo comentários e tentando descobrir o que havia acontecido com seu irmão. Damon não queria admitir, mas estava com medo, com medo do que aconteceu e do que podia vir a acontecer. Nessas últimas horas um único nome rondava sua cabeça.

Rebekah tomou seu banho e se vestiu, logo foi encontrar seus irmãos antes de irem para o salão principal. O baile ia acontecer na própria mansão Mikaelson, mas nenhum deles parecia animado, nenhum além de Esther.

Os convidados começaram a chegar pouco a pouco, porém em questão de minutos a festa estava cheia.

Damon e Drake vieram no Impala 67, enquanto Stefan foi em seu próprio carro. Assim que os amigos entraram na festa Drake rapidamente localizou Rebekah com o olhar, mas não gostou nada do que viu.

Rebekah conversava alegremente com Matt, que sustentava um sorriso alegre e inocente no rosto. Os dois bebiam vinho e riam discretamente.

Damon olhou pela multidão, mas não viu ninguém de seu interesse. Haviam muitas mulheres, mulheres lindas, mas elas eram... Normais.

Niklaus conversava com sua convidada especial, Caroline, enquanto Elijah e Kol se apresentavam para os convidados e faziam a social.

Elena chegou na festa arrancando suspiros de alguns homens. Ela tentava de todas as maneiras falar com Damon, mas o vampiro evitava ela o máximo que podia. Damon estava magoado, triste pelo que aconteceu mais cedo.

(Trilha sonora)

Tilintares de copos por toda a parte, mas logo Esther subiu as grandes escadas da mansão junto com seus filhos, lá estavam todos os originais, bom, quase todos.

—Muito prazer. — Disse Esther, assim que conseguiu a atenção de todos e o mais completo silencio se fez. — Meu nome é Esther Mikaelson, eu sou a anfitriã de vocês. Por anos eu venho sonhando em reunir minha família, agora, finalmente isso é possível, quero pedir que aproveitem o baile, o baile em homenagem...

A voz de Esther foi cortada quando as luzes se apagaram e a porta principal, que estava fechada, foi bruscamente aberta, como se uma forte rajada de vento o tivesse feito.

Holofotes se posicionaram na linda mulher que estava parada na porta, pronta para entrar.

Os cabelos castanhos e levemente cacheados voando ao vento, os olhos mais azuis que o próprio céu. Uma mulher de beleza tão estonteante que chega a doer os olhos.

—O baile em homenagem à mais poderosa Mikaelson... EU! — Disse ela, com a mão na cintura e um sorriso vitorioso no canto da boca.

Notas finais
O que acharam? *---* please, comentem!!