Notas iniciais
Ansiosos??? Adiantando o capítulo para vcs! Boa Leitura!

Abro os olhos, mas logo fecho rapidamente por causa da luz. Sinto dores em umas das partes do corpo, não me lembro do que aconteceu só sei que estava andando junto com a Alya e... espera, cadê a Alya?!

Mais uma vez, abro os olhos lentamente. Olho ao meu redor, confusa, pois não sabia onde estava até que ouço barulho de algo e sons de passos se aproximando, desesperados.

— Marinette! – olho para o lado – Filha, que bom que acordou!

— Mamãe? – ela sorrir e me abraça – Onde eu estou? O que aconteceu? – perguntei muito confusa.

— Estamos no hospital, você sofreu um acidente de carro e ficou uma semana desacordada – disse ela e começo a me lembra.

— Alya está bem? – olho para minha mãe – E o bebê?

— A Alya está bem, só teve ferimentos leves e o bebê... – minha mãe suspirou – Eles por um milagre, estão bem – ela sorrir. Pera aí, eles? Quer dizer que...

— São gêmeos? – pergunto com os olhos arregalados e marejados.

— Sim, eles fizeram o ultrassom para verificar a saúde do bebê e viram que eram gêmeos – disse a minha mãe sorrindo – Os médicos disseram que vocês não sofreram danos graves e assim que você acordasse, eles vão fazer alguns exames para saber se algo mudou – eu assente e olho para minha barriga.

— Gêmeos! Eu não acredito que vou ter gêmeos! – falo sorrindo.

Depois de um tempo, fazendo os exames, os médicos me deram alta e logo voltei para casa. Meus pais estavam felizes por eu estava de volta, assim como os meus amigos. Alya estava bem, mas tinha que ficar de repouso.

Estava no quarto de hospede, onde seria o quarto dos meus bebês. Meus pais tinham arrumado quase tudo, ainda faltava algumas coisas.

*Três meses depois*

Acordo com meu despertador tocando, levanto o meu braço até que acha-lo e desligo. Calmamente saio da cama e vou ao banheiro. Minha barriga já estava com quinto mês de gestação, em breve eu vou pode vê-los. Alya estava doida de tanta ansiedade para saber o sexo dos bebês, pois ela era uma das madrinhas deles.

Quando termino o meu banho, me rolo na toalha e vou até o meu closet, tiro um vestido e um casaco. Amarro o meu cabelo em um rabo de cavalo, saio do quarto, cumprimento os meus pais, tomo o café e logo saio de casa, encontrando a minha amiga Alya, me esperando na porta.

— Oi Alya, como vai? – pergunto sorrindo.

— Oi Mari, vou bem e vocês três?

— Estamos bem e estou muito ansiosa – falo entrando no carro e ela faz o mesmo.

— Eu estou mais ansiosa que você – disse ela – Mari, me conta por favor.

— Não posso, é surpresa – ela bufa.

— Pelo jeito, só vou saber no dia mesmo – eu sorrir – Agora, vamos antes que a gente chega atrasada na faculdade – Alya liga o carro e fomos para faculdade.

Mesmo estando grávida, eu quero continuar com meus estudos. O nascimento dos meus filhos está previsto para Junho, onde eu vou entra de férias. Estou cursando designer de moda e a Alya de jornalismo. O Nino, o namorado de Alya, está cursando a faculdade de música.

Faz um tempo que não vejo a Lila, não que eu sinto a sua falta. Mas, acho que ela com certeza foi atrás do Adrien. Adrien... mesmo ele estando longe, eu continuo amando-o e é difícil esquece-lo. Como será que ele está? Será que ele está aproveitando a viagem? Quando irá voltar? Para de pensar nele, Marinette. Com certeza já tem outra em sua vida.

Saio dos meus pensamentos, assim que chegamos na faculdade. Alya estaciona o carro e logo saímos.

— Mari!!! – ouço alguém grita, me viro procurando a pessoa até que a acho e sorrir.

— Rinatta! – falo sorrindo.

Rinatta Cheng, minha prima. Ela tem 20 anos, veio para Paris há dois meses atrás, somos um pouco parecidas, cabelos azulados iguais aos meus, mas seus olhos são castanhos. Rinatta se aproximou correndo e dando um abraço.

— Ai, que bom te ver maninha – ela me solta – Como vai indo os meus fofinhos? – perguntou Rinatta tocando na minha barriga.

— Cada dia mais saudáveis! – falo e logo aparece mais duas pessoas.

— Rinatta sai da frente! – Erick a empurra para o lado – Marinette, sua diva! Como você está linda! – ele me abraça e eu retribui.

— Obrigada Erick, mas você está linda também – falo rindo.

— É eu sei, sempre sou linda! – ele beija o ombro dele mesmo e eu rir.

— Você?! Não, eu que sou! – diz Erick.

— Não, eu que sou! – David.

— Rapazes! Vocês são lindos! – disse Alya rindo da situação.

Erick e David são os meus amigos e colegas na sala de aula. Eles cuidam de mim, assim como os meus pais, Alya, Nino e entre outros. Os dois são muito divertidos, Erick é mais educado, atencioso e organizado, ao contrário de David. Mas, eles são ótimos amigos e eu não sinto nada pelos dois, além de amizade.

Logo depois, cada um foi para suas salas e nos veríamos só no intervalo.

*Chega o mês de Junho*

Faltava duas semanas para completa nove meses de gestação e hoje estava tendo prova. Tinha chegado junto com a Alya, como sempre e logo fui para sala.

Passam-se algumas horas e termino, saio da sala e vou para praça de alimentação, vejo Rinatta sentada em um banco conversando com a Alya. Me aproximo delas e cumprimento-as.

— Oi, meninas! – sento no meio delas.

— Como foi a prova, Mari? – pergunta Alya.

— Bem, eu espero que...aí! – senti uma dor imensa e logo também senti um liquido escorrer pelas minhas pernas – Meninas... aí!

— VAI NASCER!!! – grita Rinatta, chamando atenção de todo mundo no local.

NARRADORA

Alya rapidamente ligar para os pais de Marinette, enquanto a Rinatta leva a sua prima para o carro com a ajuda de Erick e David, que o mesmo estava desesperado.

*Algumas horas depois*

Todos estavam ansiosos e preocupados com a azulada. A mãe de Marinette estava participando no trabalho de parto da filha. Os amigos e parentes da jovem mestiça estavam sentados na sala de espera até que a Sabine apareça na frente deles.

— Nasceram! – todos ficaram animados e aos poucos vão entrando no quarto, em silencio. Marinette olhava para os seus pequeninos quando percebeu a presença deles.

— Oi, pessoal! – ela falou baixo, mas o suficiente para eles ouvirem.

Alya se aproximou da amiga junto com o Nino, que tinha chegado pouco depois. A morena sorriu para os bebês que estavam quietinhos nos braços de Marinette.

— Eles são lindos, amiga! – sussurrou ela.

— E também eles se parecem muito com o pai – disse Nino que levou uma cotovelada da namorada – Quero dizer...

— Não, tudo bem Nino – Marinette olha para os pequenos em seus braços – Eles realmente se parecem com o pai.

— Mas, esse garoto tem seus olhos, Mari! – fala o Nino e a azulada rir baixo.

— Obrigada.

— Então maninha, qual é o nome deles? – pergunta Rinatta.

Marinette sorrir, alegremente. Os pequenos olhavam para ela, pareciam curiosos.

— Emma e Louis – os bebês sorriam para sua mãe, que a mesma retribuiu.

Notas finais
Então, gostaram??? Comentem... Criticam... Ou que quiser! Até!