Recomeçar

4 Capítulo 4 - Desconhecido


Notas iniciais
Tenho o próximo capitulo pronto para ser postando apenas esperando alguém aqui comentando hein! haha
Bem estou digitando mais e espero que estejam gostando.
Boa leitura.

Acordei com meu despertador e fui rapidamente para meu banho e sai de toalha já que tinha tempo ainda o suficiente para comer sai e fui para cozinha fazer meu café da manhã quando esbarro em alguém alto e muito musculo para ser Marcela, e também Marcela não usava cueca

– AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH! – gritei assustada dando uns 5 passos para trás segurando mais forte para que a toalha que estava em volta do meu corpo não caísse por nada.

O menino se assustou também dando vários passos para trás

– Desculpa, eu não sabia que você morava aqui, a Celly não disse nada – ele disse coçando a nuca mostrando seu nervosismo mas não deixando de me comer com os olhos porquê afinal de contas eu estava de toalha

– Marcela te trouce aqui? – perguntei assustada mas não pude deixar de reparar seu corpo, perfeitamente malhado e seu rosto amassado indicando que tinha acabado de acordar.

– É Marcela? Eu jurava que era Marcely! – ele disse ainda nervoso e constrangido

– Por favor, sei lá qual seja seu nome vista suas roupas e vá para a sala quero falar com a minha prima – falei séria e meio ignorante

– Tudo bem, desculpe por isso vou pega-las – disse entrando no quarto de Marcela e saindo com suas roupas na mão

Respirei fundo para não matar a minha prima mas seria inevitável, fui para o meu quarto e vesti um conjunto de moletom largo e fui em disparada ao quarto de Marcela a qual dormia na cama semi nua, eu já sabia o que eles tinham feito mas ver eles semi nus aumentava mais minha raiva e isso só ia acabar em discussão eu já sabia.

– MARCELA! – gritei alto o suficiente para a fazer pular da cama assustada e botando a mão na cabeça

– Fala baixo, to de ressaca – ela disse se sentando na cama

– Fala baixo uma porra! Levanta dessa merda de cama agora e veste uma roupa! – falei nervosa e provavelmente ficando vermelha, eu sempre ficava quando me irritava. Ela me olhou assustada por eu ter usado dois palavrões na mesma frase por eu mal usava 1 por ano.

Ela só se levantou e vestiu um short e uma regata me olhando assustada como se eu fosse uma mãe que acabou de pegar sua filha na hora H com um menino.

– Desceu agora e vai falar com o garoto o qual peguei de cueca andando pela casa! – falei apontando para a porta do quarto dela

Ela obedeceu descendo as escadas e eu fui atrás mas fui para cozinha comer alguma coisa, enquanto ela se resolvia.

15 minutos depois ela aparece na cozinha sem me olhar e se senta na mesa, eu tomei logo a palavra

– Marcela, eu tenho 18 anos sou mais velha que você e nunca mais quero homem nenhum que nem sabe a porra do seu nome nessa casa, entendeu? A casa também é minha se quiser transar com qualquer um faça na rua isso não é puteiro e você não é puta, você tem que se dar o valor garota não quero saber de ressaca e merda nenhuma, estou sem paciência e estou indo para o hospital te vejo a tarde – disse com raiva de ver minha prima se comportando com uma puta, acabei falando tão rápido que não dei tempo para responder nada e fui rapidamente escadas a cima para o meu quarto


Troquei de roupa prendi meus cabelos pretos em um coque desajeitado, coloquei um casaco confortável e meu tênis brancos e coloquei tudo que iria precisar na minha bolsa e desci rápido em direção a porta e pegando meu skate que ficava sempre em pé ao lado da porta e saindo rapidamente em direção ao hospital.


Cheguei e fui direto ao andar o qual ficaria, chegando lá logo dou de cara com a ex-enfermeira do capeta, a qual eu retirei o apelido depois de ter sido aceita como voluntaria.

– Você veio mesmo – ela sorriu pra mim

– Qual seu nome? – perguntei, por alias depois de tudo ainda não sabia o nome dela.

– Ah, desculpa é Sara – ela disse dando outro sorriso

– Bem essas chaves são do armário 8 daquela sala aqui, vista as roupas e venha até minha sala – ela disse apontando para a tal sala

– Ok – falei pegando as chaves e caminhando em direção a sala dos armários, entrei e troquei de roupa deixei a bolsa e sai com as minhas chaves em direção a sala de Sara

– Oi – falei entrando na sala

– Aqui está o que você tem para fazer – ela disse me dando um papel

– Obrigado – disse saindo da sala

E Vi que todo meu serviço era voltado para Amanda praticamente e sorri com isso e fui direto em seu quarto

Ela estava acordando e já estava com o controle da televisão na mão vendo desenhos

– Olá Amanda – disse sorrindo

– Você voltou – ela disse se sentando e me olhando

– Sim voltei, vou ficar a maior parte do tempo com você, o que acha? – perguntei com receio dela não gostar muito

– Acho bom – ela disse sorrindo

– Bem temos uns 40 minutos antes de eu te levar para fazer seus procedimentos, quer fazer o quê? – perguntei

– Conversar está bom – ela disso sorrindo

Estávamos conversando bem até uma mulher aparecer na porta e ficar nos olhando

– Posso ajudar? – perguntei me levantando

– Ela estava conversando com você? – ela perguntou assustada

– Sim, senhora posso ajudá-la? Perguntei novamente e indo em direção a porta lentamente

– Você já me ajudou – ela disse passando por mim e indo a Amanda depositando um beijo em sua testa

– Oi filha, como está hoje? – ela perguntou com carinho a olhando

– Estou bem mãe – Amanda respondeu

– Ah, desculpe não sabia que você era mãe da Amanda, sou a nova voluntaria me chamo Caroline – disse dando um sorriso sem graça.

– Caroline, posso falar com você lá fora? – a mãe de Amanda perguntou me olhando

– Sim – disse e caminhei para fora

Ela saiu e fechou a porta atrás de si

– Como conseguiu que ela fala-se com você? – ela perguntou me olhando

– Eu só falei com ela e depois de tempo ela me analisou e me respondeu – falei sem entender o porquê de um tempo para cá todos analisavam meu rosto.

A mãe de Amanda parou para me analisar também e sorri soltando lágrimas

– A senhora, está bem? – perguntei assustada por ela estar chorando

– Sim, Deus ouviu minhas preces – ela disse dando um grande sorriso e os olhos brilhando.

\"\" Este é Caíque

Notas finais
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