Recomeçando
3 Capítulo 3 - Carona
Notas iniciais
Quero dizer que fico muito feliz de ver que gostam do que escrevo e que vou escrever ainda mais muito mais !!!
Bom não vou mais importuna-los !
Boa leitura !!!
Ela estava determinada a não cair em suas artimanhas mais a pergunta de Inuyasha fazia mais sentido naquele momento será que ela resistiria aos encantos daquele iokay, aquele pensamento logo se afastou de sua confusa cabeça e logo passou a encarar a presença de Sesshoumaru tranquilamente.
— O que quer de mim Sesshoumaru – perguntou Kagome seria.
— De você no momento nada mais talvez futuramente você me ajude a colocar o meu querido meio irmão no seu devido lugar – disse Sesshoumaru sorrindo imaginando as possibilidades de aquilo acontecer.
— Sou namorada dele e o amo, acha mesmo que eu o ajudaria a arruinar a vida da pessoa que mais me faz feliz – disse Kagome em tom de incredulidade.
— Às vezes aqueles que amamos nem sempre nus fazem feliz – disse Sesshoumaru rindo ao perceber que a garota revirava os olhos com a frase clichê.
— Estou aqui ao lado de um iokay que me odeia e acabei de brigar com quem me leva para casa todas as noites será que esta noite ainda pode ficar pior – disse Kagome ficando ainda mais furiosa.
— Cuidado com o que deseja – disse Sesshoumaru observando o céu.
E pequenos pingos de chuva começavam a cair, Sesshoumaru ria da garota que trouxera para si própria uma garoa fina com aquele pensamento, o pior foi perceber que ela estava mesmo certa nada podia ser pior do que aquilo naquele momento.
— Droga eu estava apenas brincando – disse Kagome olhando para o céu.
— Ótimo, venha vou leva-la em casa – disse Sesshoumaru caminhando vagarosamente para a garagem da mansão.
— Não Inuyasha não ira gostar de saber que entrei no seu carro – disse Kagome com medo ainda o olhando desconfiada.
— Ele não precisa saber, a não ser que você conte ou queira ficar aqui sozinha, andar também é uma boa opção – disse Sesshoumaru irônico sabia que a garota andaria um bom caminho ate chegar à estrada que seguia para a via publica que ficava a quase um quilometro andando.
Quando chegaram à garagem Sesshoumaru puxou a lona que escondia seu antigo carro, um porsche prata turbinado e muito bem cuidado além de ser muito bonito.
— Eu sempre quis saber de quem era e qual era esse carro, todas as vezes que eu perguntava ao Inuyasha ele ficava com raiva e não dizia nada, agora sei por que – disse Kagome admirando o que via.
— Então você vai entrar ou não? – perguntou Sesshoumaru virando a chave na ignição e sentindo o motor que rosnava como um animal furioso faminto pela velocidade que poderia alcançar.
— É só pelo carro e porque não quero ficar na rua – disse Kagome sorrindo e sem demora entrando no carro, ela realmente havia gostado do carro.
— É claro – disse Sesshoumaru presunçoso logo arrancando.
No caminho Kagome tagarelava sobre variadas coisas ao mesmo tempo em que indicava o caminho de sua casa, apesar de quase não ter abrido a boca apenas para responder perguntas retoricas Sesshoumaru pode perceber que Kagome não era uma pessoa de posses porem era humilde de maneira simples e muito bem educada.
Quando chegaram à frente da casa de Kagome, Sesshoumaru parou e a observou pensativo era a primeira vez que dava carona a uma garota sem segundas intenções, mais aquilo logo saiu de sua cabeça com a desculpa que Kagome era apenas uma humana irritante.
— Bom então obrigado por me trazer ate em casa Sesshoumaru – agradeceu Kagome o olhando apreensiva.
— É melhor você não ir se acostumando não faço caridade todos os dias – disse Sesshoumaru a observando sair do carro com um grande e bonito sorriso.
— Eu sei cunhadinho e não se preocupe não vou ficar no seu caminho – disse Kagome logo entrando em sua casa.
Sesshoumaru curtia a vida como podia chegava sempre altas horas da madrugada ou próximo ao amanhecer e fazia suas algazarras voltando e relembrando os velhos tempos em que estava morando com o seu pai.
Muitas vezes Kagome o via saindo e voltado para casa apenas dois dias depois deixando o Sr. Taysho aflito de tanta preocupação como se o filho ainda tivesse quinze anos de idade.
Cada noite parecia uma gota que faltava no recipiente em uma delas Sesshoumaru estava fora há quatro dias sem dar qualquer satisfação ou noticia no quinto apareceu ainda meio bêbado e cansado.
Kagome havia acabado de entrar na mansão Taysho quando viu a mãe de Inuyasha o segurando para que não partisse para cima do meio irmão evitando uma briga corpo a corpo da qual sabiam que Sesshoumaru venceria, mesmo alcoolizado ele era um oponente a altura que não poderia ser subestimado de maneira alguma.
— Meu pai mande-o embora, olhe como ele esta, ainda mais destrutivo e inconsequente do que nunca – disse Inuyasha furioso.
- Cale essa boca imunda e lave-a antes de falar de mim hanyou – disse Sesshoumaru quase aos gritos.
— Parem já os dois, ninguém vai embora desta casa, meus dois filhos tem que aprender a se unir e viver em paz e união – disse o Sr. Taysho dando um choque de ordem logo se retirando da sala sendo seguido por sua esposa que arrastava Inuyasha.
Kagome não havia sido percebida e logo se viu seguindo Sesshoumaru que estava indo em direção ao jardim aonde ele sempre ia, ela não sabia apenas o seguiu sem qualquer intenção.
Sesshoumaru logo parou de andar não estava bêbado havia apenas bebido uma doze apesar de que o seu cheiro não condizia, suas roupas e seu hálito estavam como de um bêbado convicto.
Kagome estranhou a parada repentina dele e esperou que dissesse algo, ela sabia que ele já havia sentido o seu cheiro, mas permaneceu calada esperando alguma reação dele.
— Não vou lhe dar carona alguma hoje – disse Sesshoumaru por fim.
— Eu não ia pedir carona – disse Kagome em resposta ele ainda permanecia de costas para ela.
— Então o que quer? – perguntou Sesshoumaru curioso.
— Quero saber por que você esta agindo desta maneira – perguntou Kagome firme e corajosa.
— Estou bêbado nada posso dizer – respondeu Sesshoumaru sorrindo.
— Esta mentindo, esta tão ou ate mesmo mais sóbrio quanto eu – disse Kagome o surpreendendo e o fazendo olhar para ela.
Aquilo realmente o pegou desprevenido como ela conseguira tal coisa sua reação a ela também nada ajudou a converter aquela conversa a seu favor ela parecia ter ele nas mãos.
— Vamos vou lhe dar a carona que tanto deseja – disse Sesshoumaru puxando-a pelo braço tentando desviar-se daquele assunto.
— Não, vamos ficar aqui e você vai me dizer por que esta destruindo a si próprio e a sua família, quero entender – disse Kagome seria largando-se dele bruscamente.
— Eu não preciso lhe dar satisfações da minha vida e da minha família, alias meu querido meio irmão iria adorar saber que esta aqui sozinha no jardim comigo – disse Sesshoumaru com um olhar malicioso.
— Eu não me importo e ele sabe que eu jamais o trairia com você – disse Kagome o encarando.
— Ele a fez prometer isso? – perguntou Sesshoumaru dando gargalhadas.
— Não é um compromisso que sei honrar com o homem que amo – disse Kagome seria aquilo sessou a gargalhada dele o deixando serio também.
— Eu jamais a tocaria – disse Sesshoumaru frio.
— E porque não? – perguntou Kagome as palavras desferidas por ele a fizeram sentir mais do que gostaria.
— Isso faz parte de nossa família, uma das nossas mais rigorosas leis do clã Taysho, não podemos tocar a mulher de outro que não seja a sua própria – disse Sesshoumaru um tanto orgulhoso.
— Eu não esperava que você respeitasse alguma regra – disse Kagome pensativa.
— Sim eu tenho respeito mesmo que se trate do meu meio irmão hanyou, você é dele – disse Sesshoumaru começando a caminhar novamente.
— Espere aonde você vai? – perguntou Kagome o seguindo.
— E o que importa isso a você – disse Sesshoumaru a encarando olho a olho aquilo há intimidou um pouco.
— Quero ficar com você, alias quero ir com você, saber e ver o mundo antes do casamento – disse Kagome seria.
— Que casamento? – perguntou Sesshoumaru curioso.
— Meu e do seu irmão, ele me pediu esta manha e eu aceitei – disse Kagome em resposta um tanto envergonhada.
Sesshoumaru deveria ter adivinhado, com quem mais Kagome a humana mais metida e irritante poderia se casar, com o hanyou que era o seu meio irmão.
— Aquilo o fez pensar por alguns instantes mais logo já havia decidido e perguntou – Aonde vamos?
— Onde quiser me levar – disse Kagome o seguindo e logo entrando no carro.
— Não conheço lugares próximos e adequados para uma virgem – disse Sesshoumaru.
— Ótimo, temos tempo para conhecer tudo o que temos vontade – disse Kagome o encorajando a seguir rumo ao desconhecido.
E os dois se foram sem saber para onde ou ate mesmo o porquê de estarem fazendo aquilo, bom não importava logo-logo eles descobririam.
Notas finais
Kagome e Sesshoumaru estão cada vez mais próximos !!!
E o casamento ?
E esta saida repentina o que sera que vai acontecer ?
Bom esperem ate o proximo capitulo meus queridos prometo que postarei em breve !!!
Bjsss... May S2
Fale com o autor