Recomeço

2 Novos Jinchurikis


Notas iniciais
Oie ♥ Olha gente, eu juro que eu ia postar sexta-feira, mas eu tive que viajar, e como eu sempre sou a última a saber das coisa por aqui, só soube disso no dia e não deu tempo de escrever :'( mas eu acabei de terminar ♥ Nesse aqui vai ter narração dos personagens ^^ Quero agradecer ao Dastan por ter comentado no anterior ^^ Sobre as imagens do capítulo, a primeira é a bijuu do Boruto e a da Hima (Que, como eu não consegui colocar as duas) vai estar o link: http://img04.deviantart.net/384e/i/2015/125/6/6/my_dog_the_kyuubi_by_kyuubifred-d1lqwog.jpg ♥ Eu coloquei elas aí pra ficar mais fácil pra vocês imaginarem elas! ^^ Espero que gostem, e boa leitura! (Nos vemos nas notas finais)

Boruto

Eu não conseguia me mexer. Estava chocado demais para perceber o que estava acontecendo ao meu redor, então não percebi quando a raposa – que ainda não dava para ver sua aparência direito, porque a iluminação ainda não era das melhores – tentou avançar em mim; sua pata da frente (esquerda) já estava bem perto de mim, quando ela de repente parou. Claro, não foi por vontade dele – pela voz, claramente era uma raposa do sexo masculino –, alguém o havia parado; pelo que eu sei, os únicos jeito de controlar uma bijuu (Pelo menos na Kyuubi) é com o elemento madeira do Shodaime Hokage e do tio Yamato... Ou com o Sharingan.

– Você não deveria tentar matar meu aluno. – Eu ouvi a voz do meu Shishou. Espera... Como ele chegou aqui? Não que eu saiba onde eu estou, porque eu não faço a mínima ideia de onde eu estou, mas... Ah, vocês entenderam! Não tô afim de explicar, também nem tem o que explicar! Eu só estou complicando tudo... Deixa quieto.

– Shi... Shou? – Eu resmunguei, olhando para ele (Que estava na minha parado na minha frente). Ele se virou pra mim; eu possivelmente estava com uma expressão muito surpresa, porque ele disse:

– Para de fazer essa cara de idiota, Boruto... Essa é a mesma cara de idiota que o idiota do seu pai faz. – É impressão minha, ou ele disse idiota três vezes? Por que eu tô pensando nisso?! Tem uma raposa de nove caudas aqui e eu tô pensando na palavra “idiota”! Concentre-se, Boruto!

– Eu não ia matar o loiro idiota! – Bradou a bijuu. “Idiota”... Isso só pode ser perseguição! Já é a quarta vez que eu escuto isso em menos de 30 segundos!

– Pois pareceu que você queria matar ele, do jeito que você se aproximou...

– Eu apenas queria tomar o controle do corpo desse pirralho! – A raposa disse.

– Como é?! Controlar meu corpo?! Você só pode estar doido! Eu não deixaria você fazer isso, eu sou incrível! E “apenas”? Sério? – Posso ter me exaltado um pouco... Só um pouco.

– Tão incrível que ficou ai parado sem fazer nada, moleque. – Revidou ele.

– E-Era... Era tudo um plano! – Eu menti. Não me julguem, não iria deixar essa raposa idiota me vencer! E também, o choque foi grande demais, não tenho culpa se ele despejou tudo em cima de mim de repente!

– Boruto, fica quieto. – Caramba... Como meu mestre é direto. Ele se virou para uma tocha (que estava apagada) e a acendeu usando um jutsu de fogo, e fez o mesmo com a tocha que estava do lado oposto a essa.

A sala em que nós estávamos ficou mais iluminada e nós conseguimos ver claramente a raposa. Na verdade, ele era bem diferente do Kurama, tinham poucas coisas em comum; o tom de pelo dele era mais avermelhado que o de Kurama, e boa parte deles estavam espetados para cima, como no alto da cabeça, em parte das costas, na parte de trás das patas e nas caudas; também tinha uns desenhos – coloridos – ao redor de seus olhos, e praticamente em grande parte do corpo: Nas costas, laterais, e principalmente nas suas nove caudas, em cada uma havia um desenho diferente, de linhas retas e onduladas até formas geométricas de cores diferentes. Entretanto, suas garras eram grandes e sua expressão era muito assustadora – parecia que queria matar qualquer um que ficasse em seu caminho –, o que o fazia parecer um pouco mais com o Kurama (Não que ele quisesse matar).

– Como você apareceu? – Perguntou meu mestre, com calma e seriedade.

– Por que não descobrem vocês mesmos? – Desafiou. – Nós nem nos conhecemos, mas já não gostei de você e desse moleque. Como eu queria trocar de jinchuriki. – Serio? Pois eu também não gostei nem um pouco de você cara! Ou seria raposa?

Meu mestre podia estar virado de costa pra mim, mas eu podia sentir que ele estava olhando mortalmente para a raposa – coisa que ele sabe fazer muito bem.

– Shishou... Onde nós estamos? – Eu perguntei, tentando ignorar o máximo possível o comentário dessa bijuu maldita. Mas é serio, eu não sabia onde eu estava!

– Esse é o seu interior. Mais precisamente, seu sub-consciente. – Ele respondeu. Quer saber? No primeiro momento que eu me vi nesse lugar, eu achei que era um universo paralelo. Sim, eu sei que era muita viajem da minha cabeça, mas entendam, foi por causa do “choque” que essa maldita raposa me deu!

– Ah. Mas como é que você ta aqui, Shishou?

– O Sharingan. Não dá tempo de explicar os detalhes.

– Por que? Não dá pra me segurar por muito tempo? – Perguntou a raposa.

– Não é isso. É que eu preciso te impedir de tomar o controle do corpo do Boruto, e ainda descobrir o porque de você existir... E quero fazer isso rápido. Não gosto de perder tempo.

– Hunf... Não posso fazer nada, você já me imobilizou. Mas... Boruto, não é? Não se esqueça, que não ele não vai conseguir te proteger pra sempre de mim. – Foi a ultima coisa que a bijuu disse, antes que o meu mestre colocasse ele num genjutsu poderoso e fazê-lo adormecer.

[...]

Quando dei por mim, estava de volta ao campo de treinamento; acho que nem sai de lá, como meu mestre disse, era meu sub-consciente. Ele também não deve ter saído dali; ele estava na minha frente – a alguns metros de mim – com o sharingan ativado.

Eu percebi que algum tipo de chakra – de cor laranja – estava ao meu redor, e por sinal estava desaparecendo, já que não havia mais perigo da raposa tomar o controle do meu corpo... Certo?

– Boruto... Você está bem?

Só o que eu pude fazer foi assentir com a cabeça, pois meu corpo ficou pesado e eu desmaiei, sem aviso.

Himawari

– Você está bem? – Perguntei a raposa, que estava presa ao chão por correntes que apareceram do nada. Eu não deveria, mas... Estava realmente preocupada com ela (sim, ELA , porque pela sua voz, claramente era uma menina... Só que a voz é grossa demais), parecia que estava sentindo dor, e eu não gosto de ver ninguém sofrer, até mesmo se for uma besta de cauda que tentou fazer alguma coisa para me machucar. Eu tentei chegar mais perto dela... Mas ela não deixou.

– Não chegue perto de mim!!! Aposto que se você vier, vão vir mais correntes!!! – Berrou.

– Mas o que é que tem haver...

– A Kekkei genkai dos Uzumaki... Eu devia saber. Mas poucos conseguem controlá-la com perfeição.

– Kekkei genkai dos... Uzumaki? – Eu repeti, mas foi sem querer. Mas, como eu poderia ter a kekkei genkai dos Uzumaki? Que eu saiba, meu pai não a tem! Como ela poderia ter chegado a mim?!

– Sim! É surda garota?! – Ela estava muito estressada.

– Não! Eu só... Fiquei surpresa. – Eu respondi, olhando diretamente nos olhos dela – Ei... Por que está no escuro? Você deveria vir para a luz, eu queria ver como você é. – Deixa eu explicar: Só dava para ver um pouco dela, tipo, que ela era uma raposa; entretanto, ainda estava escuro, então não conseguia vê-la claramente. O único lugar que estava completamente iluminado era o lado onde eu estava.

– Nem mesmo se eu quisesse eu poderia acender as luzes desse lado. Eu não controlo tudo aqui. – Ela respondeu, com raiva. Nossa, não precisava ficar assim, foi só uma pergunta!

– Que pena... Queria ver como você era de verdade. – No momento em que eu disse isso, as luzes se acenderam por completo (Não me pergunte como).

E eu pude ver como a raposa era: O pelo tinha três cores diferentes, branco, marrom e cinza. O pelo dela era praticamente uma mistura dessas três cores, o que eu achei super bonito. Cada cauda tinha uma cor – claro, repetidas, pois tinha três cores para nove caudas –; em seu corpo, nós poderíamos ver as três cores juntas, e também alguns tons de preto, algumas vezes “marquinhas” e outras vezes “listrinhas” em seu corpo (de pelo, obvio). Suas orelhas eram bem grandes e marrons, na verdade quase sua cabeça inteira tinha pelo marrons, só tinha uma “listra” branca no meio do rosto. A raposa que estava na minha frente era tão graciosa e bonita... Ouso dizer que também é fofinha. Falando em fofinha, ela pode ser literalmente fofinha, só de ver já da vontade de apertar, e o pelo dela é visivelmente macio. Ela não parecia em quase nada com o Kurama-chan, só a expressão assustadora que ela fazia era igualzinha ao dele quando estava com raiva (e o numero de caudas, lógico).

– Nossa... Você é tão bonitinha! – Eu deixei escapar sem querer.

– Como é?! Garota, eu sou uma bijuu! Eu não posso ser bonitinha!

– Ah... Desculpa. Mas eu realmente acho você muito bonita... – Foi quando eu percebi que ela me olhava mortalmente, como se fosse se livrar desas correntes e me matar a qualquer instante. – Bom, mudando de assunto... Como é que as luzes se acenderam de repente?

– Aqui é o seu sub-consciente. Você controla a maiora parte das coisa que acontecem aqui. – Respondeu ela, claramente de má vontade.

– Ah tá. E... Que historia é essa de eu ser uma jinchuriki e a kekkei genkai dos Uzumaki. – Perguntei com toda a doçura possível.

– Por que não descobre você mesma? Não estou a fim de dizer. – Como ela é direta... Conheço poucas pessoas (ou no caso dela, animais) assim.

– Himawari! Himawari! Você está bem?! – A voz da minha mãe ecoou por toda a sala. Como ela conseguiu? Eu não faço ideia.

– Himawari, certo? Acho que você já tem que ir, não venha me irritar mais hoje. E um aviso: Essas correntes não me prenderão pra sempre.

E ao dizer isso, me vi no mesmo campo de treinamento onde tudo começou. Eu estava nos braços de minha mãe, talvez eu consegui ouvi-la me chamar porque estava perto dela, ou simplesmente porque ela é minha mãe, não sei ao certo qual.

– Himawari, você está bem, meu amor?! – Perguntou minha mãe. Ela parecia extremamente preocupada.

– Sim... – Foi a única coisa que eu pude responder, pois eu rapidamente desmaie nos braços da minha mãe.

Notas finais
E então? O que acharam? Eu tava pensando em explicar melhor como as raposas se originaram nesse capítulo, mas como eu não queria demorar mais a postar, deixei um pouquinho de suspense pro próximo ^^ Ah, e vocês gostaram da nova narração (Dos personagens)? Querem que continue assim? Coloquem nos comentários, onegai ^^ Perdão se tiver algum erro de português ^^ Espero que tenham gostado, e até o próximo! ^^