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18 Capítulo 18 - Trauma
Notas iniciais
Espero que curtam o capítulo.
Logo que passei da porta já sentia a lágrimas quentes em meu rosto, eu sou muito chorona tenho que parar com isso.
Eu não conseguia controlar isso, eu queria tanto não amar o Sam, mas era imposível.
\'\'Ele é mais velho nunca vai querer nada comigo, eu tenho que o esquecer isso sim. Ainda mais agora com o Apocalipse, ele tá tentanto salvar o mundo, e não arranchar uma namorada. Além do que ele acha que eu sou um tipo de \'Ruby\', isso porque ele não sabe que eu sou filha de quem ele é receptáculo, aí que ele vai me odiar mesmo.\'
Eu secava as lágrimas do meu rosto, enquanto andava pela rua.
- Oi Gata. — Dei um pulo.
- Que susto. — falei baixo, antes de virar pra trás.
Era um cara mais ou menos do tamanho do Dean,com mais ou menos uns 25/26 anos e parecia estar bêbado.
- Dá licença. — eu pedi, e continuei andando.
- Qual é gata, não vai nem falar comigo ? Tava chorando porque linda ?
— Eu não te devo satisfações, nem te conheço,agora dá licença. — pedi.
- Não me conhece mas pode conhecer né ? — ele perguntou rindo.
- Não muito obrigado, deixa eu ir. — ele agarrou no meu punho.
- E porque eu faria isso ? — ele disse rindo.
Eu tentei usar meus poderes mas eles não funciovam, porque eles não funcionavam? Que droga.
- Cara deixa eu ir embora, por favor. — tentei parecer firme, mesmo com os olhos cheios d\'agua de novo.
- De jeito nenhum gata, vamos nos divertir um pouco.!
- Cara me larga ou eu-u vou começar a-a gritar-ar. — eu disse começando a gaguejar.
- Vamos ver se você vai gritar. — ele colocou um pano no meu nariz que tinha um cheiro bem forte e me deixou tonta,depois tapou minha boca com uma das mãos e com a outra me empurrou pra um beco escuro na rua.
Eu fiquei desesperada.
Comecei a chorar.
Ele tirou a mão da minha boca e começou a beijar.
Eu tentava fazer alguma coisa mas estava muito nervosa e tonta só chorava e tremia.
Quando finalmente ele tirou a boca da minha, eu gritei.
- Nem pense nisso. — ele disse encostando uma faca ou sei lá na minha barriga.
Eu não conseguia pensar em nada só chorava e pedia pra ele me soltar, o que não adiantava muito.
Eu tentei me soltar, então senti a faca rasgando a minha pele e o cheiro de sangue vindo no meu nariz, eu já estava sem casaco e ele passava a mão pelo meu corpo, eu estava apavorada, então eu senti ele rasgando minha blusa e a tirando, o cheiro de sangue e a dor na minha barriga aumentava conforme eu tentava me soltar e eu já não sabia o que fazer, eu sentia que ele estava excitado e sabia o que ia acabar acontecendo, eu tinha que fazer alguma coisa mas, o que ?
Com a dor que estava sentindo a única coisa que consegui foi com muito esforço empurrar ele, tentei andar mas tava difícil.
- Socorro, alguém me ajuda! — Eu gritei o mais alto que consegui, antes dele me empurrar novamente contra o muro.
- Garota eu tô começando a me irritar. — Ele deu um grande corte no meu braço. — O Chefe vai ficar bravo se você se machucar muito então fica quieta — ele disse.
\'Eu tô perdida, vou morrer\' — Pensei.
De repende ele me soltou, eu cai no chão porque não tinha força nas pernas, quando olhei pra cima, vi Sam e Dean batendo no cara.
Me senti tão aliviada, graças a Deus.
- Seu filho da put*, tá achando o que, que pode sair agarrando as meninas na rua ? — Disse Dean batendo nele.
- Você é um demônio ? — perguntou Dean apontando a Colt pra ele.
- Eu ? não cara, eles me pagaram pra fazer isso, eles disseram que se eu fizesse isso eles iam perdoar meu trato. — disse ele gemendo de dor.
- Seu idiota demônios mentem. — disse Dean voltando a bater nele. — Qual é o nome desse demônio ?
- Eu não sei.
- O que ele mandou você fazer?
- Sequestra-lá, mas falaram que eu podia me divertir se quisesse. — ele disse rindo.
- Seu filho da ... — Dean disse voltando a bater nele junto com Sam.
Eu estava sentindo dor na barriga e no braço, estava com muito frio, apoiei minha cabeça em meus joelhos e tentei me acalmar, mas só conseguia chorar mais e mais.
- Sam, ô Sam. — chamou Dean.
- Fica quieto Dean deixa eu acabar com esse filho da put*
- Cara a Julie, acho que ela não tá bem. Você não acha que ela é mais importante que esse nada aqui ?
- Acho, eu vou lá ver ela. — ele veio até mim. — Julie ? Amor ? Você tá bem ?
- Não. — sussurrei, balançando a cabeça. — Tá doendo.
- Vou te levar devolta para o motel, vamos. — Ele tirou o casaco, vestiu em mim e me pegou no colo com cuidado.
Eu passei a mão envolta do pescoço dele e encostei a cabeça em seu ombro.
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