Recomeçar

8 Capítulo 8 - Ciúmes


Notas iniciais
Pessoal desculpe a demora para posta o segunda capítulo de hoje. Culpa da minha indecisão sobre algumas coisas da história enfim me decidi e estou escrevendo mais.
Muito obrigado por participarem dando suas opiniões
E Boa leitura (:

Uma semana e meia depois


Amanha já é natal, nossa á muito tempo não faço resumo semanal então vamos lá


Essa semana teve aquele estranho momento com Caíque quando ele me beijou e senti algo que nunca tinha sentindo, deve ser isso que as pessoas sentem e falam que é amor mais o classificando como um bom sentimento e lhe dando inúmeras qualidades em vez de simplesmente dizer que estão atraídos fisicamente. Ele me pediu desculpa e voltamos a ser o que erámos antes sem mudar apesar de sentir da parte dele que ele não estava muito feliz com isso. Mandy melhorou muito e ontem foi seu último dia no hospital ela recebeu alta para minha tristeza e felicidade, tristeza de não ter mais aquele anjinho todo dia para cuidar, conversar e fazer sorrir e Felicidade por ela ter melhorado ao ponto de poder ir para casa e estar com a família dela no natal. Caíque não fala com sua mãe nem com ninguém da família com exceção de Mandy e por isso vai passar o natal comigo e Marcela na casa de meus tios, as gêmeas foram ficar com sua família e eu? Estou P-I-R-A-N-D-O esperando o resultado da minha prova. Ta complicado Diário.


Acordei ás 9 da manhã já que Sara me dispensou até saber o resultado da minha prova, hoje era o primeiro dia em que acordei sozinha sem despertador com a visão ainda turva fui tomar uma ducha e coloquei uma roupa a vontade Caíque já estava acostumado e eu não me importava.


Ontem ele e Marcela saíram para uma festa e devem estar de ressaca como sempre.

Desci as escadas e fiz o café da manhã, coloquei a mesa quando ouço passos na escada que deveriam ser de Caíque pois Marcela quando dorme parece que morre, e em pensar em Caíque me fez sorrir e me virar em direção a escada.

Mas não era Caíque, meu sorriso se desfez ao eu ver o que estava a minha frente.

Uma menina de cabelos pretos e olhos azuis, bonita somente com uma blusa de Caíque indicando perfeitamente o que fizeram na noite anterior, eu não consegui dizer nada pois a raiva tomou conta de mim por completo naquele momento.

– Oi, meu nome é Sabrina – ela disse sorrindo

– Carol – falei seca

E o silêncio tomou conta do ambiente até eu ouvir novamente barulhos na escada

– Oi Cá – disse Sabrina com um grande sorriso para Caíque e dando um grande beijo bem ali na minha frente.

Eu nunca me movi tão rápido, amarei o cabelo com o elástico que estava em pulso, peguei uma maça botando na boca peguei as chaves na mesa perto do meu skate que ficava na porta e subi em meu skate batendo a porta e saindo andando para longe daquela casa.

Meus pensamentos iam longe e mais longe, afinal de contas que porra de atitude minha era essa?

Porquê eu fiquei com ciúmes de Caíque? O que está acontecendo, que Droga! Minha mente estava dando um nó de tantas coisas.

Eram 2 horas da tarde quando retornei para casa, deixando meu skate e minha chave na entrada indo rapidamente para meu quarto o qual entrei como um furacão e fui tomar um bom banho, sai semi nua do banheiro me jogando na cama e só chorei, eu não ia me jogar nesse buraco sem fundo e muito menos fingir acreditar no que não existe. Chorei por não saber o que fazer, chorei pela confusão em minha mente, chorei por tudo e no final de tudo acabei adormecendo.

– Ei, ei, Carol – acordei com alguém me chamando e fazendo minha cabeça doer pela dor de cabeça que era imensa

– Cala a boca, PORRA! – falei botando um travesseiro em cima da cabeça o qual me roubaram em questão de segundos me fazendo sentar na cama para procurar o culpado e talvez cometer um assassinato

– Acorda, você está nesse quarto desde de tarde é 1 da manhã estou preocupada — disse Marcela me olhando

– Estou bem, me deixe dormi – falei séria

– Não parece, seus olhos estão inchados – disse a voz masculina da casa que estava na porta e eu não tinha reparado em sua presença

– Saiam daqui agora – falei me levantando da cama e os expulsando de meu quarto, quando ia fechar a porta uma mão a segura.

– Sai – falei séria

– Carol, o que houve? – ele disse me olhando sério mais parou de me olhar nos olhos desviando seu olhar para baixo e eu fui me tocar que estava de roupas intimas

– Nada – falei tentando fechar a porta o que foi em vão pois ele não havia soltado ainda

– Nunca tinha reparado como você é linda – ele disse me olhando com cara de safado

– Vai se foder Caíque, me deixa – gritei com raiva o que fez ele soltar a porta finalmente e desta vez a tranquei.

Me joguei na cama novamente me entregando ao sono.

Acordei de manhã ás 7 horas, desci como estava mesmo e fui até a cozinha pegando lá o que me interessava para comer e subi com várias coisas trancando novamente a porta, deixei tudo em cima da cama e tomei um longo banho frio hoje estava um calor insuportável, Sai do banheiro de calcinha e sutiã ligando o ar do meu quarto e colocando um moletom eu gosto de ficar no frio e era isso o que eu ia fazer, liguei a televisão em filme começando a comer o que tinha levado para o quarto o qual não pretendia sair até a hora de ir á casa dos meus tios.

Após várias batidas a minha porta tanto de Marcela quanto de Caíque as quais eu havia ignorado eu destranquei a porta e comecei a me arrumar pois meus tios fariam uma festa no natal pois lá estariam vários amigos, então comecei me maquiando e tirando a cara de morta e me deixando perfeitamente bonita, peguei um vestido azul escuro que eu tinha que era lindo, justo e um decote em v até a minha cintura nas costa e simples na frente, prendi metade do meu cabelo para trás deixando apenas um pouco de cabelos soltos deixando minhas costa a mostra.

Coloquei o salto preto com brilhos que Marcela me deu logo depois uma bolsa pequena e desci as escadas

Marcela estava linda e Caíque estava no sofá e me encararam como se houvesse amanhã

– Woool – disse Marcela sorrindo

– Vamos – disse olhando somente para Marcela

– Sim, vamos – ela disse e eu sai porta a fora esperando eles já que iriamos no carro de Caíque

Fui em meu silêncio absoluto no banco de trás enquanto eles conversavam nos bancos da frente e eu ignorava

Chegando a casa dos meus tios matei a saudade e falei com todos meus parentes e subi até meu antigo quarto para matar a saudade da minha sacada, estava ali deixando apenas os ventos brincar com meus cabelos quando ouço o barulho de alguém entrar no quarto eu porém não tive trabalho para me virar e ver quem era.

Chegando ao meu lado Caíque me encarou com aqueles olhos negros e profundos

– Eu não sei o que dizer direito então por favor não fale nada, desde que te vi te achei linda apesar de nossas brigas e sua lembrança de Isabella eu te via de um modo completamente diferente, as nossas brincadeiras, conversas, a convivência foram me fazendo ver que o que quero para minha vida é ter uma pessoa como você, dando sentido a ela e acordando todos os dias a fazendo se apaixonar por mim novamente. Seu coração bom, seu jeito meigo e engraçado, seu sorriso, sua voz, Aquela vez que eu te beijei e você disse que era um erro, acabou comigo em ter que esconder meu amor por você, Eu te amo Carol me deixa te fazer ver o amor existe? – ele disse com os olhos marejados esperando por uma resposta minha

– Eu já vi isso acontecer Caíque, meu pai falar coisas lindas a minha mãe, todas as declarações, todas as juras de amor. Se foram quando ela disse que estava com câncer. Eu vi o que minha mãe passou eu senti a sua dor, pois era eu quem a abraçava quando chorava a noite inteira por alguém que a usou e simples a jogou fora após anos de casamento, fui quem estava com ela no quarto de hospital e quem a abraçava quando ela olhava para todas as vezes que a porta abria e ela esperava que fosse ele. Vi ela sofrer até morrer por alguém que a dizia ama-la do tamanho do espaço como disse nos votos miseráveis de casamentos. Não quero me jogar nesse poço sem fundo Caíque. – disse chorando por falar nesse assunto

– Eu não sou seu pai Carol – ele disse alto e chorando

– Desculpa — falei o deixando sozinho ali e voltando a festa

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Esta é a Samantha.

Notas finais
Não deixem de comentar sempre hein, deixando sua opinião sobre a história (: