Recomeçar

8 Chapter VII


Notas iniciais
Hoje é quarta, né? Pena que da semana errada... Gente, eu juro que eu tentei por antes, mas a K sumiu! Então o capítulo não foi betado. Desculpem os possíveis erros de português, mas é que se eu ler a parte hot eu tenho vergonha de postar...
Pois é, tem hot! ;DD
Tem n/a, dizendo onde começa e onde termina. Comentem muito!! Por favor!
O VIII e o X estao prontos, o IX ta na metade! Esero que gostem! ;DD
bJOEss
--------xXx--------
Gente, a K mandou o cap!! ;DD Agora está betado! ;DD

Ela estava nervosa. Bem, de fato tinha razões mais que suficientes para estar.

Estava se sentindo ridícula naquela roupa, mas Carly a mataria se soubesse que ela não a usou.

Não. Era mentira. A reação de Carly não tinha nada a ver com isso e ela sabia. A reação dele, sim, importava. Parou novamente em frente ao espelho. Examinou sua aparência. Gostava do que via. Estava, de fato, linda.

As batidas ritmadas na porta denunciavam quem estava do outro lado. Duas curtas. Uma longa. Uma curta.

Toc. Toc. Toc... Toc.

F.

Freddie.

Ela sorriu. Era ele.

Andou lentamente até a porta e pôs a mão no trinco. Respirou fundo. Girou. A porta se abriu lentamente, revelando um belo homem de cabelos escuros e pele branca, os olhos, expressavam antecipação pelo que eles sabiam que aconteceria naquela noite.

Ele havia sugerido um jantar antes, um passeio pelo menos. Mas ela recusara de pronto. Ficaria mais nervosa. Era melhor assim.

Inconscientemente, deixou seu olhar vagar pelo corpo dele. Trazia um casaco azul com amarelo sobre a camisa, com o zíper fechado ate a metade, escondendo a camisa cinza. Mas a loira conhecia muito bem aquela camisa, para saber como demarcava com perfeição seus músculos, delineando seu peitoral e exibindo bíceps e tríceps. Sentiu seu baixo ventre revirar. A calça jeans não era apertada, mas mostrava como suas pernas eram grossas e fortes, marcadas por duas horas diárias na academia. Para finalizar, um tênis branco com duas listras azul-marinho na lateral, seguidas do pequeno jacaré que representava a Lacoste.

Ela malhava com ele, já o tinha visto com os músculos bem mais expostos, mas de alguma forma a situação em que se encontravam dava uma conotação totalmente diferente a esses detalhes...

Ele não ficou atrás. Seus olhos também não se contentaram nos cachos bem demarcados nos cabelos loiros dela, ou na maquiagem leve, fazendo a pele branca contrastar ainda mais perfeitamente com o batom vermelho. Ele observou o robe branco semitransparente que ela usava, mas, na penumbra, ficava impossível ver o que havia por baixo. Porem o robe acabava antes do meio da coxa, deixando as belas pernas da jovem à mostra. Nos pés delicados, sapatos também brancos, de salto muito altos. Ele entendeu como ela estava da altura dele...

Tudo isso levou menos de um minuto para ocorrer.

-Oi...

A voz rouca dele denunciava o forte desejo que sentia. Trouxe então para a frente do corpo a mão que ela nem percebera que estava para trás, revelando uma bela flor vermelha. Ele a estendeu.

-Uma tulipa...

Ele assentiu.

Ela estava encantada. Dissera a ele que suas flores preferidas eram tulipas. De fato dissera. Mas fazia meses... Como ele lembrara? Ela não sabia. E, francamente, não dava a mínima...

Ela aceitou a flor com um sorriso leve no rosto. Cheirou-a e levou até o criado mudo. Depositou-a com cuidado, perto do relógio digital. Ouviu o som da porta fechando e se virou abruptamente para trás.

Apenas alguns abajures estavam ligados. Velas ajudavam na iluminação, mas mantendo-a parcial. Entretanto, ela podia ver o desejo se formando no rosto do namorado.

Com passos longos e ágeis, ele a alcançou, abraçando-a com firmeza, baixando o rosto, para fazer o que mais desejara desde que a vira com aquela boca tão provocativa. Sua língua percorria com suavidade os lábios da loira, fazendo-a grunhir.

As mãos dela acariciavam seus cabelos, enquanto trocavam um beijo delicioso e provocante. Os dedos dele abandonavam as costas da jovem, explorando a lateral de seu corpo, roçando em seus seios e quadris de maneira sensual.

As mãos dela alcançaram o zíper do casaco, retirando-o. Ele fez o mesmo com o robe. Afastou-se para vê-la melhor, e descobrir, finalmente, o que o robe escondia.

Sam estava suficientemente distraída com os músculos demarcados pela camisa apertada, para sentir vergonha pelo jeito animalesco que Freddie fitava seu corpo. Ela usava um espartilho branco, rendado, com uma calcinha fio-dental de renda. Na metade da coxa, uma cinta-liga delicada, com um lacinho, feita da mesma renda.

(N/a.: Gente, a partir daqui, cenas mais explícitas de sexo. É por sua conta e risco...)

Tudo o que ele conseguia pensar, era que ela estava deliciosa...

Logo o robe e a camisa dele estavam no chão. Ele juntou seus corpos, sentindo a textura da renda contra seu peito, pressionando os seios dela contra si, enquanto tomava seus lábios em um beijo luxurioso. Suas mãos haviam perdido todo o pudor, explorando todo o corpo dela, apertando sua bunda, e prensando ainda mais ao seu corpo rígido, obrigando-a a sentir o quanto aquela quase roupa o excitava.

Sam gemeu ao sentir a rigidez dele contra a própria intimidade.

Abandonando seus lábios, Freddie a tomou nos braços, pondo-a no meio da cama. De joelhos do lado esquerdo do corpo da loira, dirigiu seus lábios para o pescoço dela, lambendo, mordendo, beijando. Muito lentamente, iniciou uma prazerosa tortura, descendo os lábios para o colo dela, muito próximo ao seio direito, mas sem realmente retirar a peça que o impedia de chegar aonde ela queria que ele fosse...

Mas ela não estava disposta a esperar muito tempo. Com a mão direita, ela abriu o fecho frontal da peça rendada, enquanto a esquerda, se direcionava ao centro do seu prazer. Freddie levantou um pouco o rosto e gemeu. Ela estava de olhos fechados, mordendo com força o lábio já inchado, com o batom totalmente borrado, cariciando o próprio seio direito, enquanto se tocava intimamente.

Ele precisou se livrar do resto de suas roupas antes de prosseguir. Sua calça estava prestes a explodir, sem poder conter o volume que aumentou ainda mais, se possível, ao ver que a loira pusera a mão sob a calcinha.

Ele retirou com delicadeza a mão dela e beijou sua boca.

-É pra isso que eu estou aqui – sussurrou contra seus lábios – Pra te dar prazer. Não tente fazer isso sozinha...

Ela riu levemente, e ele aproveitou para introduzir a língua em sua boca, dando-lhe outro beijou provocativo. Quando ele o encerrou, Sam finalmente abriu os olhos. Ofegou quando percebeu que ele já não usava mais uma peça de roupa. Seus olhos azuis escureceram.

Ela o fez deitar. Ajoelhada na sua frente, removeu o espartilho. Sentou-se para retirar os sapatos e a calcinha. Estava finalmente nua. A ereção dele se tornou ainda maior.

Ela se posicionou sobre o corpo dele, uma perna de cada lado. Desceu sua boca até seu peito, e tudo o que Freddie pôde fazer foi jogar a cabeça para trás e gemer, aproveitando aquela deliciosa tortura.

Mas ele não suportou muito tempo. Girou na cama, ficando sobre ela, e entre suas pernas. Colocou-se em sua entrada, forçando levemente, pedindo permissão. Ela sorriu, languida, e ele a penetrou lentamente.

A dor foi intensa, e ela cravou as unhas nas costas dele, que parou. Ficaram alguns instantes assim, até que ela se recuperasse.

Quando ela começou a se mexer sob ele, impaciente, ele entendeu que era hora de continuar. Saiu e voltou lentamente. Os gemidos e sussurros desconexos preenchiam o quarto, junto com o som dos corpos se chocando, à medida que ele aumentava a velocidade.

***

Bem na hora mais esperada, quando ela já começara a sentir os espasmos no seu corpo, seus olhos se abriram de par a par.

Levou alguns segundos para ela entendesse onde estava. Estava em casa, no seu apartamento, no seu quarto, sozinha, suada, ofegante, e extremamente excitada...

(N/a.: Pode recomeçar daqui ou dos asteriscos. Você quem sabe.)

Suspirou.

Retirou as cobertas que estavam em volta de seu corpo, enroscadas, e levantou. No caminho pro banheiro, se livrou do baby doll de renda preta. No banheiro, direcionou a mão para a torneira de água quente. Parou no meio do caminho, pensou e bufou, direcionando a mão para a torneira de água fria e girando-a com toda a força de seu punho.

Enquanto a banheira enchia numa velocidade que só podia ser para provocá-la, Puckett se encaminhou para a pia, apoiando as duas mãos no mármore branco, fitou a torneira dourada por um tempo, antes de finalmente se olhar no espelho.

Sua expressão era cansada, seu cabelo estava uma bagunça, mas seus olhos ainda refletiam a excitação do sonho...

Mas não fora apenas um sonho. Fora uma lembrança. Uma lembrança a muito esquecida, trazida de volta por um encontro recente com aqueles olhos castanhos...

Rever Freddie tinha mexido com ela de maneiras que ela jamais admitiria. Rever seus olhos, sua boca, seu corpo, sentir seu toque, mesmo que de maneira tão singela. Como era possível ele estar ainda mais maravilhoso?

Puckett sacudiu a cabeça, espantando esses pensamentos, e se dirigiu ao closet.

Fitou seu corpo nu no espelho de corpo inteiro. Seus cabelos loiros e cacheados leve e naturalmente desciam até o meio de suas costas. Era sedosos e brilhantes. Ela gostava de seus cabelos. Pulou o rosto suave e analisou os próprios seios, apalpando-os. Eram firmes, mas não suficientemente grandes. Ou pelo menos ela pensava assim.

Comentara com Carly a vontade de aumentá-los. A amiga a chamara de louca. Dissera que eram do tamanho certo. Ela era quem quase não tinha, e mesmo assim não aumentaria!

Passou pela cintura. Não era gorda. Fazia dieta, malhava. Ela sabia que seu corpo era bonito, mas não podia evitar encontrar imperfeições. Mas de fato gostava de sua barriga.

Virou de costas. Tinha o que se podia chamar de uma bunda bonita. Arredondada, firme, sem estrias ou celulites, afinal não tomava refrigerante há três anos.

Suas pernas também não deixavam a desejar, embora fosse oura imperfeição imaginada: achava-as finas demais...

No conjunto, era bonita. Gostosa até. E como se não pudesse evitar, a mesma frase que tanto a fizera sofrer voltou a nublar sua mente: Então porque ele me deixou?

Foi ao banheiro, desligou a água e voltou ao quarto por um momento. Abriu a gaveta do criado-mudo e retirou um livro antigo. De dentro dele, tirou uma flor.

Mesmo envelhecida e seca, a flor ainda dava indícios da bela tulipa vermelha que fora. Ou talvez apenas ela fosse capaz de enxergar isso.

Levou a flor consigo para o banheiro. Colocou-a no chão, onde poderia vê-la de dentro da banheira, mas não pisaria nela se saísse distraída.

Bobagem. Jamais esqueceria onde pusera aquela flor. Era um de seus mais valiosos tesouros.

Dirigiu-se à banheira. Um pé, depois o outro. Sentou lentamente, sentindo o choque de seu corpo ainda quente com a água gelada. Seus músculos começaram a relaxar, seu corpo tornou-se mais leve. Aos poucos, ainda com aqueles belos olhos castanhos ocupando a sua mente, e fitando a flor seca, Sam voltou a dormir.

***

Se fora uma noite difícil, fora uma manhã insuportável. Depois de acordar atrasada, congelando dentro da banheira de água fria, a perspectiva de passar o almoço com Freddie Benson era no mínimo um tormento...

Mas ela tinha que ir, e ela iria.

Esperou do lado de fora do hospital, em pé. Ele subiu a rampa para pegá-la, um tanto quanto embasbacado.

Demorara pra dormir, pensando naquele corpo e na sensação maravilhosa e torturante que apenas sentir sua pele macia sob os lábios trazia. E agora ela estava ali de novo. Vestia uma calça jeans branca colada, uma blusa também colada, que cobria os quadris. Muito decote, manga três quartos, branca.

Ela estava linda. Mas ele tinha a impressão que acharia ela linda mesmo se ela estivesse usando uma roupa velha, folgada e rasgada. Ainda mais sabendo o que haveria por baixo...

Espantou os pensamentos impróprios antes de destravar as portas.

Ela entrou no carro em silêncio. As imagens do sonho ainda estavam bastante vivas em sua mente, então o melhor a fazer era manter os olhos longe do corpo dele, daquela boca, daquelas mãos.

Sam mordeu a boca, para se distrair. Ficar excitada naquele momento realmente não iria ajudar.

Antes que ela se desse conta, eles chegaram ao restaurante.

Ainda sem dizer uma palavra, ele levantou e abriu a porta do carro para ela.

Caminharam a passos lentos até a porta do restaurante. Ela estava nervosa, ele estava com medo.

Eles se amavam. Mas seria que ainda haviam esperanças pra esse amor?

Notas finais
Próximo cap, a conversa... Não achei que ficou essas coisas, mas são vocês que vão decidir.
T+
bJOEss
---------xXx---------
n/B.: Não há palavras pra descrever o quão boa foi está Fic néah??? Tudo na medida certa!! Sempre me deixa curiosa pra saber como irá ser o próximo Cap, e aposto que também deixa vocês curiosos caros leitores!! Ótima a ideia de avisar quando irá ter as cenas explicitas, aposto que muitos de vocês acham as cenas um tanto quanto "nojentas" , mas gente é uma Fic certo? Podemos abusar de nossa imaginação e na maioria das Fics que vocês encontram tem pelo menos uma parte Hot! Bom acho que é isso!! Vejo vocês no próximo Cap!!
Bjinhos
K.C
n/A.: Você é dez, K! ;D Brigada por betar, e pelo comentário! ;** E vocês, comentem tbm!! Muitooo!! ;DD
bJOEss