Apos a morte do meu irmão e mãe, eu me mudei para a casa dos meus tios, com a desculpa que seria melhor para chega mais rápido na escola, obviamente era uma mentira e logo a prisão dos meus pais ele perceberam isso. Por um 3 anos fui um Hikikomori, meus tios nunca viram problema disso, por saberem de tudo que eu passei. Em um dos meus aniversários que eu passava trancado no quarto, meu tio comprou uma light novel, nunca tinha visto uma na minha vida, quando li eu me senti em outro mundo, como se o mundo do livro me puxasse para a historia, tinha vezes que eu não comia nem bebia apenas para ler novels. Até que um dia

— Eu vou volta a escola

— Isso é ótimo sobrinho, qual o motivo?

— Não quero mais perde tempo trancado em casa

— Estou Orgulhoso

E assim começou o primeiro semestre de aula do primeiro ano do ensino médio, eu com meus 16 anos, pulei alguns anos do fundamental por fazer algumas provas que tinha conhecimento mais que o suficiente para cursar o ensino médio . As aulas eram interessantes, apenas isso era bom na escola, na hora do lanche eu ficava na sala lendo novel, até que um grupinho de 5 pessoas começaram o bullying, “Otaku” “Nerd” e vários outros insultos. Estava prestes a voltar para o meu modo Hikikomori até que, um e-mail “ Bom dia Senhor Natsuki, meu nome é Ryuki Matsu, trabalho na editora Comic Novel, eu em algumas das minhas buscas na internet achei sua historia, e fiquei bastante interessado, então pensei em compra-la, assim que visualizar o e-mail me envie uma resposta” Apos ver esse e-mail eu agendei uma visita nessa editora para fala sobre minha historia.

— Você quer se tornar um escritor de novel?

— Sim, percebi que posso me sustentar fazendo as historias que eu adoro escrever, eu gostaria de trabalhar aqui.

— Você tem certeza? A vida de autor de novel não é fácil

— Sim...

— Bom eu vou organizar os documentos e falar com os superiores sobre isso, irei retornar você por celular caso tudo esteja certo

— Obrigado

Um mês depois, o primeiro volume de “The Hunter” foi lançado, e comecei a minha carreira de escritor de novel

Faz 5 minutos desde que voltamos pro inicio, e desde esses 5 minutos estou sendo esfaqueado por um olhar afiado vindo da maldita garota. Analisando a Área eu percebo que eu demoraria muito para analisar uma rota de fuga para um ladrão, vendo que as multidões poderiam ser confundidas com ondas no mar, pode se dizer que aquela ladra era uma surfista conseguindo controla a rota mesmo passando por varias pessoas, oque me leva a pensa que era uma pessoa pequena.

— Detalhes

— Detalhes?

— Me diga tudo sobre a assaltante Emily

Aquele olhar afiado que estava me esfaqueando há poucos segundos atrás se tornou um olhar de desprezo, a garota fecha os olhos e passou alguns segundos pensando.

— Roupas sujas e rasgadas, cabelo preto desarrumado, perfume barato, e andava de sandálias.

— Me pergunto por que você lembra-se do perfume

— Você pediu detalhes

Foi azar ou sorte ter encontrado essa garota? Eu realmente não sei. Voltando pro assunto principal, roupas sujas e rasgadas, e perfume barato, isso é mais que o suficiente para percebe que ela é pobre, provavelmente é uma habitante da área pobre da cidade, mas pera ai... Como raios essa cidade é pobre, é a cidade central não é!

— Emily

— Oque?

— Esse lugar tem uma área pobre, como uma favela.

— Sim, tem uma favela ao oeste.

Minha única reação é deita e me encolher no chão, como um bebê pronto pra chorar, estou totalmente frustrado por ela não ter pensando nisso antes, ou até mesmo eu pensar nisso

— Levanta, temos que ir para a favela.

— Me de 5 minutos para chorar

E cá estamos numa favela, desde que entrei nesse lugar sinto que fosse só questão de tempo para tomar um tiro ou ser esfaqueado, maldita ideia genérica de lugar para pobres. Emily deu a ideia de se separar para procurar mais rápido, querendo ou não é a melhor opção por agora, antes de eu rejeitar a garota sumiu. Depois de criar coragem me aproximei de algumas pessoas perguntando sobre a tal garota explicando a situação, tudo que eu recebi foi “Cai fora moleque” “Não sei, não quero saber, dá no pé” Eu odeio seu mundo, Deus! Estava pronto para chorar novamente até que uma garota de roupa azul e cabelo loiro se aproxima de mim

— Oque está fazendo Sora?

— Estou prestes a chorar porque eu acabei de perceber que eu vou perde muitos episódios de animes que eu gostaria de gravar

— Animes? Não sei oque é isso, mudando de assunto eu descobrir aonde achar a garota.

— Quem é você e oque fez com minha companheira inútil?

— Quem você está chamando de inútil? E você que está prestes a chorar por uma coisa chamado de anime, deve ser uma coisa ridícula.

— Até em outro mundo sou taxado como um otaku inútil

— Enfim, a garota mora com seu pai que é o dono da favela.

Ouvindo isso eu apenas me levanto mais rápido que o próximo som, começo a caminha para fora da favela, Emily entende a situação, arranja uma corda de algum lugar, me arramando e me puxando para a casa do dono da favela, mesmo eu implorando para a gente ir embora, ela continua persistente nesse objetivo, ela deve ter perdido algo importante, assim como eu vou perde, minha vida, se continuamos assim. Depois de alguns minutos sendo puxado por uma maldita loira, chegamos a casa do líder da favela, apenas me solto das cordas, vendo que não tem volta tudo que posso é continua, sem nem mesmo percebe eu estava sendo ameaçado por um homem com espada atrás de mim, ele questiona o porque estamos aqui, Emily explica e pede a permissão para falamos com o chefe, o guarda se nega a deixamos ver o chefe, a garota apenas junta as mãos com se estivesse pedindo com delicadeza, mas na verdade ela parecia fazer algo maior, até que de seus lábios eco a palavra “Terra” , plantas começam a crescer prendendo o guarda

— Magia?

— Nunca viu?

— Pra primeira vez acho que tá bom, me ensine isso depois Emily

— Depois, precisamos entrar agora

— Precisamos entrar mesmo?

— Sim

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.