Recomeçando

6 Capítulo 6 - Culpa


Notas iniciais
Bom aqui vou falar o que de fato houve com a Rin !
E alguns acontecimentos a mais !
Não vou enrolar !!!
Boa leitura !!!

Sesshoumaru jamais amara alguém nem mesmo a humana que estava com ele e que morrera naquele maldito acidente, porque fora sim um acidente, apesar de que todos pensassem o contrario.

Ele não estava bêbado mais a garota sim, pois ela tinha a certeza de que ele a deixaria por não há amar e ela estava certa ao pensar aquilo.

Tinha sido apenas mais uma madrugada de muitas festa e bebedeiras, Rin havia passado a noite inteira a procura de Sesshoumaru que a evitava há alguns dias, após muitas tentativas de falar a sós com ele e nada funcionar a garota apelou para a bebida ficando bêbada em menos de meia hora, Sesshoumaru só soube que a garota estava naquele estado, pois alguns de seus amigos viram que ela estava rodeada de homens que pareciam que iriam devora-la.

Após salva-la decidira que a levaria para casa nem que fosse a força afinal Rin não era daquela maneira e só estava agindo assim por causa dele, desde que se conheceram Rin havia se apaixonado por ele de uma maneira pura e única mais Sesshoumaru sempre fora muito sincero e jamais lhe prometera nada apesar de saber isso Rin aceitou.

Mais é claro que aquilo não poderia acabar bem, pois Rin o amava com todo o coração e a alma e Sesshoumaru frio apenas lhe tinha um carinho nada mais que fraternal e por saber disso o procurou por uma ultima tentativa, seria a sua ultima loucura.

Em uma briga dentro do carro Rin puxou o volante fazendo com que Sesshoumaru perdesse o controle e assim batesse com muita força em um muro, ele não sofrera tanto apenas duas costelas quebradas o supercilio aberto e varias escoriações e uma pancada forte na cabeça.

Rin não tivera a mesma sorte batera a cabeça repetidas vezes, teve uma morte cerebral quase que instantânea teve apenas tempo de pedir perdão a Sesshoumaru por não ter conseguido faze-lo a amar.

Assim fazendo-o se sentir culpado e piorar sua situação diante de todos e principalmente da família uma imagem que já não era das melhores, quando os encontraram Sesshoumaru estava apenas tonto evitando e recusando-se a fazer qualquer tipo de exame e assim fazendo as pessoas o acusarem de estar bêbado e de ter matado a namorada.

Ele já havia sido preso por diversas vezes por dirigir embriagado, aquela não seria a primeira vez, com a recusa do exame Sesshoumaru fora condenado a pagar cestas básicas e sair da cidade por pelo menos dois anos, tal sentença deixou os pais da garota em total fúria, lutaram para ver Sesshoumaru preso por assassinato mais nada conseguiram.

Sesshoumaru foi banido pela família fora mandado para fora do país para resolver toda aquela situação acreditando que tudo se resolveria com o tempo.

— Você não sabe o que diz – disse Sesshoumaru voltando a si daquelas lembranças.

— Então me prove que estou errada – disse Kagome séria enxugando as lagrimas e voltando para a sala como se nada tivesse acontecido.

Por dias Sesshoumaru pensou nas palavras da garota, infeliz, inserto e acima de tudo furioso, pois Kagome não lhe saia da cabeça por mais que tentasse raciocinar, sua cabeça só o levava as maiores loucuras e a primeira logo surgiu como um raio rápido e certeiro.

Aquela semana havia se passado e Sesshoumaru logo apareceu com uma moça morena de olhos vermelhos apresentando-a a família como sua namorada, a garota esbanjava sensualidade e Kagome logo vira que Sesshoumaru provaria sim algo a ela que estava disposto a fazer tudo errado só para provocá-la.

Em um ato de conhecer a família certa noite Kagura decidiu prender a atenção de todos menos de Sesshoumaru que encarava Kagome com raiva pela falta de reação da garota.

Kagome estava entediada e logo arrumou uma desculpa de que estava com sede e que iria ate a cozinha tomar um copo com agua, Inuyasha estava tão entretido na conversa com Kagura que nem notou ou deu atenção quando Kagome saiu da sala.

Sesshoumaru logo a seguiu mesmo sem entender ou por vontade própria suas pernas o levaram como se mandassem no resto de seu corpo.

Quando chegou a cozinha Kagome estava com um copo cheio de agua na mão e um olhar cheio de duvidas.

— Como vai cunhadinho? – perguntou Kagome séria bebericando um pouco da agua que nem havia tocado ainda.

— Estou ótimo será que não vê – respondeu Sesshoumaru debochadamente.

— Kagura é uma moça muito bonita e simpática me pergunto se ela dará uma boa esposa para você – disse Kagome sorrido algo em tudo aquilo a divertia ele não deixou de notar isso.

— Eu vejo o que esta fazendo e lhe afirmo que não vai funcionar – disse Sesshoumaru serio.

— Não estou fazendo nada na verdade espero sinais de uma mudança que eu dava como certa, porem seu orgulho é mais forte do que qualquer outra coisa ate mesmo do que o sentimento – disse Kagome ela fora fria ao dizer aquilo e deixou o copo sobre a mesa e começava a se dirigir a porta para voltar ao noivo e a família que um dia seria sua.

— Você não pode esperar de mim essas coisas, você não pode fazer de mim um homem melhor, eu sou assim – disse Sesshoumaru a segurando e falando aquilo ao pé do ouvido de Kagome fazendo-a tremer pela aproximação.

O que estava sentindo será que era atração por seu odioso cunhado, não Sesshoumaru lhe dissera que jamais a tocaria, respeitava o irmão e acima de tudo a família, nada o faria mudar muito menos uma moça humilde que nem ela, e tais pensamentos a fizeram voltar de seus devaneios infantis.

— Se fosse meu eu tentaria e tenho a convicção que conseguiria sem a menor sombra de duvidas – disse Kagome o fitando olho no olho.

Sesshoumaru odiava a certeza que a garota transmitia para ele, com tais palavras podia sentencia-lo a total desgraça, a como queria machucar lhe os lábios com beijos, fazer lhe implorar por querê-lo, mais ele logo voltou a si tentando botar todos os seus pensamentos em ordem.

— Sorte sua não me ter, pois se tivesse hoje eu a levaria para o meu quarto e a faria minha – disse Sesshoumaru a largando.

— Eu não iria – disse Kagome seria apesar de pensar o contrario.

— Você iria sim e por vontade própria e ainda faria o meu querido meio irmão ver toda a cena de camarote – disse Sesshoumaru sorrindo.

— Isso não ira acontecer a não ser que eu queira e não quero – disse Kagome indo embora muito nervosa.

- Mas vai querer – disse Sesshoumaru apenas para si próprio sem entender porque dizia aquilo.

Sesshoumaru sorriu com a resposta sabia que tentar Kagome não era sábio, que estava fazendo o contrario do que respeitava, mas não conseguia controlar-se a garota o tirava do total controle que possuía, mas os dois não podiam sentir culpa era algo além do que podiam imaginar, era mais forte e obsessor e acima de tudo único para os dois.

Era um recomeço...

Notas finais
Uisss as coisas parecem esquentar não é ?
Sesshoumaru e Kagome parecem estar quase no ponto mais acho que ainda tem muito pano na manga !!! rsrsr
Bom ate o próximo post !!!
Kiss...