Rebels : Anarchy masters

5 Macaco Serelepe - Capítulo 5


Bem após entramos no conglomerado, eu, minha recruta confusa e o jovem desmaiado, fomos esterilizados numa câmara de gás, Jackie reagiu diferente como se estivesse preocupada que o gás a prejudicasse.

Quando ela saiu de dentro da câmara ela parecia meio desnorteada, meio confusa com um tempo de reação mais lento que o normal, desconsiderei e segui em frente, alguns dos idiotas do conglomerado comentavam sobre nossas vidas enquanto passávamos, esses idiotas acham que sabem de tudo infelizmente não sabem.

Bem fico feliz que eu tenha desenvolvido habilidades para combate na mesma velocidade que desenvolvi meu intelecto eu poderia estar atolado num poço que nem esses com o ego inflado e agindo como esse caras... ugh! só de pensar me arrepio... sorte a minha minha humildade.

Como assim não sou humilde ? Logico que sou.

Pera acho que não deveríamos conversar tão diretamente... estou falando sozinho... Ah esquece e prossigamos.

Após caminharmos dentro do conglomerado deixei o Hitt em uma cadeira e fui acompanhado por um dos amigos dele a sala de comunicação, lá paramos me apontaram uma cadeira eu me sentei, vi Jackie tropeçar antes de se sentar também e ai eu notei, muitos olhavam feio para ela, não sabia se pelo fato de ela estar desnorteada mas logo veio a minha cabeça antes de um dos nerds do conglomerado começar a falar.

— Senhor Hawkins, você não tem autoridade para trazer estranhos para o conglomerado. — o olhei em silêncio e Jackie me olhou com cara de inocência, droga não podia levar mais uma bronca então bolei tudo rápido sem pensar. — A nomeei minha assistente pessoal desde que ela recebeu o prêmio de melhor recruta, seu ignorante engole tuas palavras e te cala.

Ao declarar isso em voz alta ainda mais num lugar como o conglomerado onde tudo era gravado, foi como dizer ao mundo que tudo que ela fizesse daqui pra frente era responsabilidade minha, alguns dos nerds do conglomerado ficaram decepcionados com a declaração, pelo visto haviam preparado toda uma forma para me ferrar que falhou com aquela simples frase.

Antes que um dos Nerds voltasse a falar um homem do fundo da sala branca bateu palmas soltando uma risada, o olhando rapidamente pareceria que ele havia saído dos mais antigos quadros do mundo usava uma blusa branca com um sobretudo amarelo vivo e em sua cabeça cheia de cabelos loiros pousava meio torta uma cartola mal ajeitada porém parecia que ela estava daquele jeito intencionalmente, ele olhava para um relógio de bolso de forma compassada, veio até a mesa redonda e se sentou na cadeira contrária a minha no circulo.

— Que interessante Hawkins... — ele tocou na mesa e a mesa ativou a seção holográfica, ele tocou em um ou dois arquivos e começou a falar com voz irônica. — Te chamam de Hund por aqui ? Você não parece nada com o cão que eu conheço. — Ele riu sozinho sem ser acompanhando por ninguém na sala.

— Pera quem é você mesmo ? — A pergunta fez todos os na sala estremecerem e o riso bobo sair da boca do homem de amarelo, e sem notar comecei a falar. — Você não devia estar vestido de branco como todos os outros, isso é estranho, e porque você parece uma velharia ambulante ?

Para a surpresa de muitos ele agiu de forma inesperada, gargalhou tanto que até soltou lágrimas. — Sério....sério mesmo que alguém que visita um dos meus cassinos todo santo final de semana não sabe quem eu sou ? — Ele disse entre risadas.

Um dos jovens do conglomerado se aproximou ao meu ouvido e me disse quem ele era, enquanto ele se levantava e virava de costas pra todos uma marca vermelha nas costas do sobretudo amarelo denunciou quem era ele.

— Eu sou o décimo paladino que controla quase toda a monetização de Unitam mundi. — Ele deu uma piscadela. — pelo menos o lado negro da monetização tenho certeza que controlo, Eu sou Mankey.

Algo estava errado comigo acabara de ofender um paladino e apenas a presença dele ameaçava minha existência.

Bem vamos as explicações lembram sobre quando lhes contei sobre o unitam mundi no começo disso tudo ? Então esse poderio todo tinha que estar na mão de alguém veja bem.

E para isso que temos O imperador, as opiniões sobre este homem divergem, alguns o consideram um deus por ter unificado um mundo beirando ao anarquismo , já outros sequer tiram tempo do seu dia a dia para pensar nele ou na política apenas vivem... Como eu entretanto há os que o desejam mortos e dão sua vida por isso... Esse são mais conhecidos como rebeldes.

Oque tudo isso tem a ver com o jovem Mankey a minha frente ? Bem o imperador como todo sábio líder tem pessoas fortes e aptas a tudo ao seu redor, de fato seus cavaleiros da tábula redonda.

Esses são os paladinos, os doze soldados de elite do imperador que trabalham para ele cuidando de diversos problemas nesse nosso mundo unificado, os doze são baseados em antigos signos chineses.

E a nossa frente temos o Mankey o macaco serelepe do imperador ele é dono da maior parte da monetização de Unitam Mundi, e a presença dele geralmente é vista como mal presságio principalmente para homens do exército.
— O que posso fazer por você senhor ? — Disse em tom de respeito já esperando a frase que sabia que ele diria, afinal é oque dizem que ele fala as suas vítimas.

— Preciso dum favorzinho seu. — Ele disse com um sorriso longo

Continuando a falar sem muitas pausas Mankey se sentou e puxou algo do bolso e jogou ao ar uma esfera branca que pulsava amarelo a cada vez que pulsava no ar, ele pegou a esfera e a bateu contra a mesa holográfica.

Imagens saltaram da mesa em projeção em luz amarela viva no holograma podia ser visto que ele já havia convocado aquela reunião sabendo que minha resposta seriam sim a missão, afinal já havia no holograma projeções minhas e do meu grupo de assalto,o fato que mais me assustou é que a projeção de Jackie também estava incluída como se ele soubesse que eu a deixaria sob minha proteção antes mesmo de eu dizer qualquer coisa.

— Bem meu caro cãozinho, preciso que elimine alguns bárbaros que estão dificultando meu trabalho, digamos que o Papa estava adiando essa decisão mas eu decidi agir logo.

— Papa ? — Perguntei confuso a um dos caras do conglomerado. — É assim que os... senhores chamam o Digníssimo. — Ok isso era novidade pra mim eles chamam o Imperador de pai.

— E oque poderei fazer pelo senhor ? — Reafirmei minha pergunta.

A expressão de Mankey mudou enquanto os hologramas se moviam para dentro de um local que parecia mais uma fábrica e "matavam" cruelmente outros hologramas que estavam armados e com expressões de medo. A fala do homem foi sombria e ele disse. — Preciso que e-li-mi-ne alguns alvos que estão atrapalhado as transações com a fabrica de tecidos da sessão leste.

O olhei estagnado até entender que aquele homem falava sério afinal disse tudo aquilo com um sorriso sanguinário no rosto.

Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.