Rebelllios

4 Capítulo 4


Notas iniciais
Alyta: Desculpem a demora mas a minha imaginação e criatividade entrou de férias e só voltou há alguns dias.
Kira: Milagre de Páscoa! Existe? Não sei mas que aconteceu, aconteceu.

Alyta e Kira: Boa leitura!

Faz hoje 4 anos que o meu irmão mais velho se foi deste mundo, por isso toda a família Uchiha dirigia-se para o cemitério no dia mais chuvoso que já tinha visto. No entanto ao passar pelas imponentes portas de ferro do local toda a minha família tinha desaparecido. Decidi não dar importância ao facto de estar só e comecei a andar até ao túmulo de Madara.

No meio daquele caminho solitário, reparei numa rapariga vestida quase toda de negro (http://www.polyvore.com/hinata1/set?id=58031553), sentada perto de um dos inúmeros túmulos, cabisbaixa.

Comecei a dirigir-me até ela e…

­— Itachi estás ai?

Assim que ouvi a voz da minha mãe abri os olhos, constatando que tudo não tinha passado de um sonho.

— Itachi? Estás acordado?

— Agora sim! Obrigado.

­— Desculpa Itachi – disse ao entrar no meu quarto – Sei que só tens aulas às dez horas mas preciso que leves o Sasuke à escola.

— Ele não tinha um carro? – perguntei enquanto me sentava na cama.

— Tem, mas o teu pai colocou-o de castigo por causa da festa no fim-de- semana, portanto está sem carro durante um mês.

— Ok. – acabei por ceder – Eu levo o meu irmãozinho tolo até à escola.

— Muito obrigado Itachi! – agradeceu a minha mãe.

Dona Mikoto, de facto, consegue sempre tudo o que quer. Após a minha mãe ter saído meu quarto, dirigi-me até ao banheiro para tomar um duche.

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— Não, não e não!

— Porque Itachi? Vá lá eu prometo que ele se vai portar bem.

— Nem penses nisso, Sasuke, eu não vou dar boleia ao Naruto.

— Mas… — nem deixei o emo tolo continuar, pois cortei-o logo com um redondo não.

Finalmente, parece que o Sasuke se esqueceu da ideia completamente tresloucada de dar boleia ao Naruto, quer dizer, pelo menos não fala nisso à cinco minutos.

— Itachi

— O que foi?

— Vá lá!

— Mas porque raios queres dar boleia ao Naruto? –perguntei, confesso que aquela insistência dele não era normal, o que me deixava, de certa forma, curioso – Tu não me digas que finalmente decidiste assumir a tua relação com o Narutinho?

­— O quê? Apenas quero ter a certeza que ele dá a volta à mãe para que possa ir à festa que ele vai dar no sábado.

— Não ir a festas não fazia parte do teu castigo?

— Sim, é por isso que preciso da ajuda do Naruto.


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Hinata:

Acabou. Não acredito que fui expulsa do único colégio onde realmente gostei de estudar, onde conheci os melhores amigos que alguém pode ter. Simplesmente não posso crer que fui expulsa do local onde posso dizer que passei bons momentos por algo que nem sequer fiz.

O pior de tudo vai ser quando o meu pai souber da expulsão, algo me diz que desta vez ele nem me irá dar uma oportunidade de me explicar, até porque com esta é a terceira vez que sou expulsa de um colégio militar, sendo que já fui expulsa de um reformatório e três internatos. Pensando bem deve ter sido este historial que fez com que o director Orochimaru me expulsasse.

— Hina, não fiques assim, vais ver que tudo se vai resolver.

— Como é que tudo se vai resolver, Deidara? Não há nada para se resolver eu fui expulsa e vocês três foram suspensos por um mês! — respondi deixando cair uma lagrima que já não podia prender mais.

— Tu foste expulsa e nós suspensos injustamente. Nós não fizemos nada. – disse Deidara enquanto me limpava as lágrimas que teimavam em cair.

Never give in, Never back down,

Never give in

We’re soldiers in season

We can bring change

Before we die

The tales of their beatings

To fear what lies

Beneath our eyes …

Não vais atender? – perguntou-me Hidan

Quando tirei o telemóvel do bolso vi que era o meu pai que me estava a ligar.

— É o meu pai e, para ser sincera não me apetece muito atender.

— Queres que eu atenda e diga que foste ao banheiro?

— Sim pode ser, o meu pai iria adorar saber que está um rapaz no meu quarto, Hidan. O melhor é eu atender:

— Desta vez acabou! Não há mais internatos. Colégios militares ou reformatórios. Vais para um colégio público. E aí de ti se fores expulsa Hinata!

— Mas eu não fiz nada!

—Não me interessa saber, isso é o que sempre dizes. Hinata, estou farto disto, partes amanhã para Konoha, o teu irmão que te ature!

Dito isto desligou.

— Então?

— Vou viver com o Neji em Konoha.

— Não acredito que vou ficar sem a minha melhor amiga!

— Não acredito que vamos ficar sem a nossa melhor amiga, queres tu dizer Deidara. – disse Hidan corrigindo Deidara.

— Vou sentir muito a vossa falta!

— Nós também, Hinata. Eu, o Hidan e até o danna, mesmo não querendo admitir.

Disse Deidara e todos eles me vieram abraçar, um abraço de despedida, do qual teria muitas saudades, até porque não sei quando ou se alguma vez os voltaria a ver.



“Errar é humano, mas também é humano perdoar.

Perdoar é próprio de almas generosas.”

Platão


Notas finais
Esperamos que tenham gostado, críticas e opiniões são bem vindas em forma de review, se quiserem dar dicas para o próximo capítulo agradecemos e teremos-las em consideração.

Até ao próximo
Kira: Provavelmente para o ano se a imaginação da Alyta for de férias outra vez.
Alyta: Eu já pedi desculpa por isso! Beijinhos e até ao próximo!
Kira: Pois isso!