Rebelllios
2 Capítulo 2 - Prólogo
Notas iniciais
Espero que gostem e boa leitura!
Por muito que tivesse chovido na noite anterior, aquela era uma das manhãs mais belas a que a cidade de Tóquio alguma vez assistira.
As lojas, aos poucos, começaram a abrir e, com a sua abertura, as ruas deixavam de estar silenciosas para dar lugar ao movimento e ao ruído do tráfego automóvel.
Num colégio militar das redondezas da cidade, uma jovem de 17 anos, olhos perolados e cabelos negros azulados, acabava de despertar. Olhou para o despertador que, naquela manhã, se mantivera “calado”.
— Ainda são só seis da manhã, bem acho que vou voltar a dormir. – disse enquanto olhava o despertador.
Quando se preparava para voltar a dormir ouviu batidas na porta, lentamente levantou-se da cama e dirigiu-se à porta, abrindo-a logo em seguida, deparando-se com um dos seus melhores amigos, Hidan.
— Quem é que morreu para me vires acordar às seis da manhã?
— Eu sei que ainda é cedo Hina, mas o diretor passou por mim quando fui à casa de banho e disse que nos queria no gabinete dele dentro de meia hora.
— Ok. Quem são os felizes contemplados a ir ao gabinete do Orochimaru às seis e meia da manhã para além de mim e de ti é claro? – referiu Hinata com ironia.
— Para além de nós, os felizes contemplados, como tu disseste, são o Deidara e o Sasori.
— Boa! Por acaso sabes o que fizemos desta vez?
— Não. Bom, eu vou andando, ainda tenho que ir avisar os outros dois, até já!
Assim que Hidan se foi, Hinata foi fazer a sua higiene matinal, ao tê-la terminado, vestiu a primeira coisa que viu no armário(http://www.polyvore.com/ayesha/set?id=45011341), saiu em direção ao átrio e lá ficou à espera dos seus melhores amigos.
Enquanto isso, no quarto de um loiro, de um ruivo e do tal Hidan:
— Como assim o Orochimaru exige a nossa presença no gabinete dele às seis e meias da manhã e não te disse o motivo de nos ter chamado? – disse o loiro, Deidara, impaciente.
— Cá para mim quer nos dar os parabéns pelo nosso maravilhoso desempenho académico, deste último ano.
— Hidan, se é para dizeres baboseiras, o melhor é ficares calado.
— Como se fosse mentira, barbie, é verdade que não somos os melhores em termos de comportamento, contudo somos os melhores alunos desta espelunca.
— Barbie é a tua ….
— JÁ CHEGA! Calem-se os dois antes que eu perca a minha paciência e vos jogue pela janela. – disse o ruivo, Sasori, que até então se
mantivera calado, apenas assistindo à discussão dos dois amigos. – Agora vamos descer, porque a Hina já deve estar a ganhar raízes de nos esperar.
Hidan, Sasori e Deidara eram amigos de infância e sempre estudaram nos mesmos colégios, quanto à Hinata, esta só entrou para o grupo há dois anos atrás, aquando da sua expulsão do último reformatório que frequentou.
Quando os três rapazes chegaram à porta do gabinete do diretor, Hinata já os esperava.
Após uma troca de olhares um tanto apreensivos, Sasori bateu na porta e assim que receberam a ordem, entraram.
O gabinete tinha as paredes revestidas de estantes cheias de livros, processos e dossiers, exceto a que ficava de frente para a porta, esta tinha uma grande janela, fazendo a sala não necessitar de luz elétrica, uma vez que a claridade que passava pelos vidros era suficiente. A secretária que ficava à frente da grande janela estava organizada, não havia um único papel fora do lugar e era aí que o diretor Orochimaru estava.
— Akasuna no Sasori, Hyuuga Hinata, Deidara Arashi e Hidan Mitsuki sejam bem-vindos ao meu gabinete nesta linda manhã. – começou Orochimaru – Para já, gostaria de vos dar os parabéns por cumprirem o horário estipulado. Bem, abordando agora temas mais sérios, tive queixas de que vocês os quatro têm vindo a ter atitudes indisciplinadas e totalmente irresponsáveis.
— O quê? Mas, senhor diretor, nós temo-nos comportado. Não existe uma única aula que nós tenhamos faltado por puro capricho desde o início do trimestre. – pronunciou-se Deidara.
— Têm a certeza disso?
— É claro, Orochimaru-sama, nós só não vamos às aulas quando temos atividades desportivas. Deve ter isso nos registos dos professores, basta ir conferir.
— As coisas não são tão simples assim menina Hinata. Tenho estado a analisar os ditos cujos registos e o que dizes é verdade, porém estas queixas também o são.
— O que nos vai acontecer? – perguntou o Akasuna.
— Por agora vou ter em conta o que me contaram, contudo, esta tarde, irão saber se vos vou punir ou se irei punir quem fez as denúncias.
“O sábio nunca diz tudo o que pensa, mas pensa sempre tudo o que diz.”
Aristóteles
Notas finais
Alyta: Tramaram a Hina!!!
Kira: Está calada, isso não é para se dizer agora!
Alyta: Tens a certeza? Mas isso não está quase explicíto no capitulo?
Kira: Cá para mim sim, isso salta a vista, mas estás fora de tempo, aliás estás adiantada. Deverias ter concluido isso no próximo capitulo.
Alyta: Pois foi! Erro meu, desculpa.
Alyta e Kira: Esperamos que tenham gostado, beijos e até ao próximo!!
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