Rebeldes em Ação O RETORNO.
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Notas iniciais
— onde as mocinhas pensam que vão ? — uma luz surgiu no meu rosto, fazendo eu tampar o mesmo.
Bia — da para tirar está droga da minha cara — resmungo.
— que isso menina ? Como você fala assim com o diretor
Bia — a me erra, quem é o palhaço ?
— que palhaço o que ? — dava para ver que tinha duas pessoas.
Mili — vai ser do jeito
Bia — do jeito dificil
— o que ? — a voz mudou e bem na hora eu e mili demos um chute na carteira das pessoas que obviamente eram homens.
— aaaaaaii não não, não pode ser
— eu vou morrer — peguei a lenterna deles e pus na cara de cada um.
Mili — mosca e duda
Bia — já esperava
Duda — bia
Bia — o que ?
Duda — me promete uma coisa ?
Bia — o que duda ?
Duda — que no meu velório vai me dar um beijo
Bia — a duda vai se catar — digo e mili e vivi ri.
Duda — o que ? Vai que eu acordo feito a cinderela
Vivi — é a branca de neve seu tapado
Duda — to nem aí eu só quero um beijo
Bia — pede o mosca
Duda e mosca — o que ????? Nunca
Mili — não era um beijo que você queria, a branca de neve ganha o beijo do príncipe, ta que o mosca está mais para sapo mais da para o gasto não acha
Mosca — hahaha muito engraçado
Duda — se era para o príncipe beijar a princesa enquanto ela dorme, por que a mili beijou o mosca ? Por tudo bem que ele parece uma gazela saltitante mais as princesas e mais bonita
Mili — o que vocês estavam fazendo aqui ? — mili muda de assunto na mesma hora.
Duda — brincando de pique esconde — duda disse se levantando do chão e fazendo várias caretas que eu achei fofas.
Vivi — mais um pouquinho abro um circo e coloco você lá duda
Duda — beatriz o que você deu para vivi ?
Bia — eu nada
Duda — ta bom vou fingir que acredito — neste momentos passos apressados foram escutados, desligamos a lanterna na mesma hora.
O som ficou mais próximo muito proximo até que parou.
— duda mosca cadê vocês ? — era uma voz masculina, apezar de me parecer familiar não lembrei de quem se tratava.
Mosca — mathias ?
— não gasparzinho
Duda — vem logo moleque — duda diz agora mais alto, mathias se aproxima e nos conseguimos os ver direito.
Mili — vamos continuar o que nos estávamos fazendo
Bia — é vai vivi — digo e vivi começa se mover na escada.
Mathias — elas também vão ?
Mosca — não, eu quero saber elas pensam que vão ?
Mili — eu não sei se vocês perceberam mais nos estamos fugindo, quer que eu te esplique o que é fugir ?
Duda — como assim fugir ?
Bia — sair da escola escondido do diretor e voltar do mesmo jeito, quer mais detalhado quer ? — falo debochando e ele bufa.
Mili — agora digam vocês, o que vocês estavam pensando quando vieram para cá ?
Mosca — em fugir
Vivi — a não agente não vai com eles
Bia — é claro que não vai logo vivi
Mosca — agente nem chamou, mais já que vocês tocaram no assunto ? O que vocês acham da gente sair juntos em ?
Vivi — péssima ideia — vivi diz já sentada no muro.
Mili — põe péssima ideia nisso
Bia — ouviram né, agora sobe mili quero sair da qui antes que o diretor resolva a aparecer
Mathias — gente o diretor está no jardim vão logo — diz mathias do nada.
Mili — droga — mili se apressa e quase cai mais conseguiu se equilibrar, vivi pulou para o outro lado quando mili estava quase no último degrau, me se sentou na parede e eu subi.
Só que quando estava quase lá meu vestido prendeu.
Mathias — vai logo bia
Bia — minha roupa prendeu — a escada começou a balançar.
Bia — por que a escada está balançando ?
Duda — por que o pé dele está enferrujado agora anda logo
Bia — aiiii minha roupa não desgruda — vi quando duda se aproximou e pegou na ponta da parte da minha roupa que estava presa e retirou.
Duda — pronto — quando dei o meu último passo a escada quase caiu para o lado, mais duda me segurou e segurou a escada colocando a mesma no seu devido lugar.
Duda — pronto eu vou te segurar, sobe
Bia — não olha para minha bunda
Duda — ta bom — contínuo a subir.
Bia — duda você está olhando que eu sei
Duda — não estou vai logo
Bia — ta ta ta — quando eu botei o pé em um degrau, ele estava ruim e acabou quebrando, fazendo a minha pessoa cair para o lado.
Mais especificamente na cara do duda, por pouco não colamos nossos lábios.
Ficamos nos encarando até a voz de mosca surgi perto de nos.
Mosca — o que você acham de se beijar fora daqui, ham ?
Bia — que beijar o que — resmungo e duda começa ajeitar a escada em silêncio.
Duda — vai logo — subi sem falar nada e pulei para o outro lado.
Depois os meninos fizeram a mesma coisa, só que bem mais rápidos.
Já do outro lado.
Mathias — e agora vamos para onde ?
Vivi — você eu não sei, nos vamos para um lugar que não é da conta de vocês
Mili — uou vai com calma vivi
Vivi — mais calma do que eu já estou, impossível, eu sei que hoje eu vou enlouquecer e esquecer esse inferno que eu vivo, alguém sabe onde tem um ponto de táxi ?
Mosca — ela ta afiada hoje
Vivi — to mais afiada que espada da dança do ventre, e se vocês não calarem a boca ela vai atravessar o seu corpo
Bia — ignora isso é TPM — digo e vivi revira os olhos.
Duda — olha se vocês quiserem ir com agente, tudo suave, nos estamos de carro mesmo
Mili — a não, nos queremos ficar sozinha
Bia — é ta decidido, vamos ficar sozinhas, vai ser cada um para o seu lado
Mosca — ta bom, vamos supor que vá cada um para o seu lado, que tipo de maio transporte vocês vão usar
Vivi — táxi né
Mathias — vocês por acaso sabem o nome desta rua ?
Mili — vivi ? — mili olha para vivi com esperança assim como eu.
Vivi — ops
Bia — aí que droga — eles riem.
Duda — então vai vir com agente ?
Mili — mais que meio de transporte vocês tem ?
Duda — o meu carro
Vivi — carro ? Des de quando você dirigi
— tem alguém aí ? Alunos são vocês — a voz do diretor surge do outro lado da parede.
Vivi — aí droga
Duda — vem vem — duda passa agente na frente e manda agente correr.
Mosca vai na nossa frente e os outros dois atrás.
Corremos um pouco até virar a esquina.
Mosca — e agora, vão com agente ?
Meninas — droga
Pov autora
Os seis depois de uma briga para decidirem seus destinos, chegaram a conclusão que um quiosque na praia seria o melhor.
Ao chegarem no local, estacionaram o carro e foram em direção ao quiosque do outro lado da rua, até que.
Vivi — gente olha lá — vivi aponta e todos olham, para um local, onde há um grupo de adolescente vestido de branco e de roupas floridas, em volta de uma fogueira.
Mili — é um luau
Bia — que irado, vamos lá gente
Mathias — eu não isso é coisa de louco
Vivi — louco é quem fala
Mosca — o mathias está certo isso é coisa de louco, eu vou ficar por aqui mesmo
Duda — tirou as palavras da minha boca mosca
Bia — então vocês podem ficar aí que nos vamos
Duda — como é que é beatriz ?
Bia — não entendeu ? Vai ficar sem entender mesmo tchauzinho baby — a loira diz e pega na mão das melhores amigas e saem correndo os meninos se entre olham.
Mathias coça a nuca.
Mathias — deixar elas lá sozinha seria uma opção ? — pergunta com uma expressão confusa.
Mosca e duda — jamais — os três saem correndo atrás das meninas.
Ao chegar lá as meninas já aviam feito amizade com outras garotas e garotos, o que deixou os meninos bem bravos.
Mais a noite passou, com alguns poblemas, mais nada que não foi resolvido com alguns tapas e puxões de orelha.
Pov vivi
A festa estava boa, as pessoas eram legais e bem animadas.
Essa noite eu só queria me divertir e respirar ar fresco, não queria nenhum garoto até por que o único que fazia e faz meu coração acelerar estava fora do meu alcance.
Mais eu decidi esquecer os dois, pois se não eu vou acabar passando por cima de mim mesma.
Não estava bebada, avia tomado dois poncho, mais estava bem lúcido.
Olhei de longe e vi mili dançando e bia e duda se beijando, esse quatros são uma figura.
Sorri e passei os olhos no local procurando mathias, mais não o achei, dei de ombro e resolvi me aproximar do mar.
Caminhei até a parte mais próxima mais que não batia água do mar e me sentei.
Fiquei observando o horizonte, a noite etava tão linda, a lua enorme brilhante, as ondas maravilhosas, o cheirinho de marisia e o ventinho fresco.
Tudo aquilo me dava um aconchego enorme, me trazia uma paz que até então não estava tendo.
— posso me sentar aqui — uma voz surgiu ao meu lado, fazendo com que eu me vire rapidamente.
Assenti ao ver que se tratava de mathias.
Me virei para o horizonte do mesmo jeito que ele fez, ficamos em um silêncio, que até então não era constrangedor.
Mathias — essa tempo trás a paz que nos não temos né
Vivi — trás sim, trás a paz que eu quero espero que leve esse inferno que se criou em minha vida
Mathias — nossa eu sou tão ruim assim ? — ele diz brincando.
Vivi — você entendeu — digo seria.
Mathias — você está chatiada comigo ?
Vivi — não mathias, não sou nada sua, não tenho o por que de me chatiar com você
Mathias — você é minha amiga
Vivi — não, não sou
Mathias — por que não é ?
Vivi — por que não quero, aliás e melhor você ficar distante de mim
Mathias — por que eu ficaria ?
Vivi — por que eu não quero ficar perto de você, eu tenho que ficar longe para o seu e o meu bem entende ? Diz que me entende — digo me virando para ele mais ficando de cabeça baixa.
Mathias — ei pequena, olha para mim — nego com a cabeça e começo a passear com o meu dedo na areia.
Mathias — vivi por favor
Vivi — mathias — falo como se estivesse pedindo para que ele pare.
Mathias — tudo bem eu paro, mais quero te pedir uma coisa — levanto o rosto lentamente.
Vivi — o que ?
Mathias — conversar com a cris..- eu já ia Interrompe — lo mais ele me calou com um dedo — deixa eu falar — assinto — ela tem muito o que te dizer
Vivi — eu não sei mathias
Mathias — da para perdoar ela vivi, por favor
Vivi — perdoar ? Da sim, quem sou para não perdoar, Jesus nos perdoou, quem sou eu para não perdoar, mais perdoar eu posso, né reaproximar, não da mais
Mathias — pelo menos conversem, como mulheres, você já estão grandes, ta na hora de ter atitudes maduras
Vivi — eu prometo tentar, tudo bem ?
Mathias — da para aceitar — ficamos em silêncio um encarando o outro.
Tento controlar a vontade que tenho de beijar aquelas lábios, mais é muito maior que eu.
Mathias sorri e aproxima o rosto do meu, passa o seu nariz no meu e eu fecho os olhos, sinto seu lábios roçar no meu e quando ela começa a pressiona — lo contra o meu.
Caio na real empurro ele.
Mathias — que foi vivi
Vivi — que droga mathias agente não pode
Mathias — por que ?
Vivi — por que sim — me levanto e ja me preparo para andar, mais ele é mais rápido e me segura antes de agir
Me puxando com força para trás, fazendo meu corpo chocar contra o dele.
Vivi — mathias me solta
Mathias — não vivi, não da
Vivi — tem que da
Mathias — fica comigo
Vivi — mathias — meu olhos enche de lagrimas eu quero tento ele, mais eu não posso, não posso.
Seus olhos negros estão cheio de lagrimas, aí que dó.
Passo minha mão pelo seu rosto e ele fecha os olhos.
Encosto minha testa na dele, e sem rodeios, selo seus labios com um selinho demorado.
Separo nossos lábios novamento e ele continua de olhos fechados.
Vivi — abre os olhos mathias — ele abre lentamento olhando diretamente nos meus.
Vivi — eu te quero muito, mais não posso — ele já ia falar mais pus meu dedo em seus labios — eu queria muito ficar com você, mais seria um erro — uma lágrima cai sobre minhas bochechas — então ta decidido daqui para frente é só amizade
Mathias — vivi — ele fala em súplica, não chora amor, assim eu não aguento.
Vivi — um dia ainda série sua
Pov cris
— eu to apaixonada, eu to contando tudo e não to nem...♪♪♪- caminhava até o meu armário, cantarolando a minha música preferida do Luan, que tocava no meu fone de ouvido — oooooh eu to apaixonado, e não to nem ligando ♪..
Abro o armário e começo a por os livros que eu carregava no braço.
Cris — humhumhum — cantarolava o ritimo da música enquanto ajeitava o armário.
A música acabou e eu peguei meu celular, enquanto mexia nele levantei meu rosto para fechar a porta do armário.
E assim fiz, quando fechei a porta o celular saltou de minha mão com susto que eu levei.
— bela voz cris — pus a mão no coração e respirei fundo.
Cris — que susto garoto — falo para o moreno que me observa enquanto se encosta no armário.
— não lembra meu nome ? Nossa me magoou — ele debochou e eu bufei.
Cris — saiba que se você tiver quebrado meu celular, você vai comprar outro — digo andando um pouquinho e me abaixando para pegar o celular — juca — finalizo seria.
Juca — fala como se não fosse rica — ele diz parando atrás de mim, me viro para ele.
Cris — para com essa ladainha toda e me diz logo o que você quer ? — ele sorri de canto e me pega pela cintura me assustando.
Sua boca vai até a minha orelha e lá ele sussurra.
Juca — você quer saber o que eu quero ? — ele ri e finaliza — você
Meu coração só falta sair pela boca, não sei por que estou sentindo isso.
Sei que estou sentindo ódio, mais tem algo a mais, talvez um sentimento a mais.
Cris — tarde mais juca, eu não te quero — me Afasto dele dando três passo para trás.
Juca — certeza cris ? — ele pergunta e eu faço que sim com a cebeça — então vamos ver se é verdade — ele me joga contra os armários e se aproxima de mim, na verdade cola seu corpo no meu.
Cris — me deixa garoto, vai atrás da marian vai — digo com ódio.
Juca — para com isso Cris eu sei que você me quer — ele diz olhando para a minha boca.
Aí meu deus, que calor e este.
Cris — juca — digo em um sussurro, como se pedisse para ele me beijar e ao mesmo tempo para ir embora.
Juca — já vou amor — ele começa a dar beijos em meu ombro, vai indo pelo meu pescoço.
Fecho os olhos e sinto um arrepio, mordo os lábios e abro os olhos.
Vejo uma luz em minha frente, paty está passando pelo outro lado do corredor.
Com um grito eu me salvo.
Cris — PATY AMIGA ME ESPERA — empurro ele e paty se vira para mim confusa.
Paty — a oi cris
Cris — me espera eu vou com você — digo nervosa e ela olha para juca atrás de mim.
Nem me dou ao trabalho de olhar para trás, corro até paty, que está com um ponto de interrogação bem no meio da testa, quando me aproximo dela, erosco seu braço no meu.
Paty — quem é esse gato ?
Cris — deixe ele para lá, vamos embora daqui, vem
Pov autor
Noite passou muito rápido para todos, depois de se divertirem no luau na praia, bia, vivi, mili, mosca, duda e mathias, voltaram para o colégio, felizes.
Não 100% mais digamos que um pouco de bebida deu uma ajudada na felicidade, mais nada não se resolva com um sono.
Cris e paty nem conversaram sobre juca.
Falando nele, a ele vai da o que falar, talvez ajudar ou atrapalhar, não sabemos sua função, mais logo logo iremos descobrir.
O dia amanheceu, a finalmente a terça, aquele dia que nem faz diferença na semana, mais em fim.
As aulas iam bem, quer dizer, bem zuada, os adolescentes não deram mole para os professores, zoaram eles até o fim.
Os alunos agora por milagre do senhor, estavam em silêncio fazendo aula de português, quando bateram na porta.
A professora carol se levantou para abrir a mesma.
Assim que a porta foi aberta, o diretor apareceu com uma cara de bravo.
Toda sala ficou tensa e já viram que pela aquela cara lá vinha bomba.
J.G — vou ser rápido
Duda — sério ? Aproveita gente que isso não é todo dia — o rapaz brinca e todos riem.
J.G — sem deboche Almeida campos — fala o diretor e duda revira os olhos.
J.G — vamos ao ponto
Mathias — final ? Estava esperando por ele — o rapaz diz pegando seu material.
J.G — pode pegar seu matéria mathias, não só você, Beatriz, milena, Eduardo, Felipe e nunca pensei que chamaria este nome mais Viviane, os três agora na minha sala
Bia — aiii estou sentindo uma treta.....continua
COISA SERIA NAS NOTAS FINAIS.
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