Rebeldes em Ação O RETORNO.
2 Não...não pode ser
Notas iniciais

Bia — aí.meu.deus — digo nervosa, todo meu corpo arrepia, fico nervosa e ele da uma sorriso perverso e me prende na árvore.
Bia — eu te dou a roupa, me solta agora — digo levantando as roupas em minha mão fazendo uma careta, ele sorri.
Duda — a mais agora que a brincadeira estava ficando boa — ele sorri e aproxima o rosto do meu.
Duda — isso se chama assédio eu posso te prosseçar — digo em um sussurro e ele sorri na minha bochecha fazendo seu altito quente embatsr contra a minha bochecha sensível.
Duda — mais não vai né
Bia — duda...me solta — digo tentando me soltar mais estou toda mole, ele vem beijando e dando leves mordida no meu pescoço até chegar perto na minha boca, alisa minha bochecha e rossa os labios nos meus fechos olhos e quando ele vai me beijar.
— o que é isso jovens ? — a secretária aparece nos assustando.
Duda da um salto para trás e eu tampo meu olho, mais deixo uma brecha aberta e vejo que Alice olha para baixo e para cima o tempo todo, olho para o rosto de duda que percebe para onde ela olha.
Duda — droga — ele pega a toalha no chão e prende na cintura.
Alice — mais que pouca vergonha vocês em
Duda — agente pode explicar Alice — diz duda nervoso.
Alice — podem, podem sim, explicará para o senhor gandia
Duda — não Alice por favor o meu avô vai brigar — diz ainda mais nervoso.
Alice — pensaste nisso antes de ficar aí..se agarrando com está menina
Bia — a Qualé alice, vai dizer que nunca fez isso
Alice — não eu nunca fiz uma pouca vergonha dessa
Bia — a não ? E eu sou a gata marri, a Alice me engana que eu gosto, você vai dizer que nunca teve hormônios
Alice — chega vamos para sala do senhor gandia — ela diz já se preparando para ir.
Bia — Alice por favor..
Alice — agora os dois. — diz firme, duda supira alto.
Duda — posso pelo menos me vestir ou quer que eu diretor tenha esra visão privilegiada de graça ? — ele pergunta irônico.
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Alice — se vista logo, i — i vamos — ela diz sem jeito e fica olhando para ele que nos olhos com uma sombrancelhas arqueada.
Duda — estão esperando o que para parar de olhar ?
Alice e bia — a sim — nos viramos e ele se troca.
Duda — vamos — ele diz e vejo passar na minha frente.
Deus que bunda e essa, vou andando e dividindo a minha atenção em não Xai e na bunda dele, ele faz um movimento esquisito com o pescoço e ouço seu riso, olho para o lado e escuto ele dizer.
Duda — aqui Alice o está me bulinando — ele diz rindo e ficou vermelha.
Bia — idiota
Duda — eu sei que você me acha gostoso — pior que é verdade.
Bia — vai amerda duda — digo empurrando ele e passando sua frente.
Duda — mais antes me da um beijinho — ele faz um biquinho de maluco e me da uma vontade de rir mais eu prendo, Alice quase ri mais também engole o riso.
Nos fomos o caminho todo um implicando com outra e a Alice o tempo todo entrando no meio para acabar com a briga, quando chegamos na diretoria, tivemos que esperar o senhor gandia se arrumar, homem chato.
Estava — mos na recepção da diretoria quando uma garota loira entrou, ela era alto, magra, tinha os olhos azuis e cabelos ondulados, usava um vestido de listras brancas e rosa chá, seus cabelos estavam soltos e ela usava um salto preto enorme.
Aí eu me pergunto para que tudo isso dentro de uma escola dessas, ela olhou para trás e viu duda, quando eu digo que ele viu o duda, ela viu SOMENTE O DUDA, sorriu para ele que deu um sorriso de canto.
— du quanto tempo — ela fez mensão para abraça — lo, ele se levantou sem vontade e abraçou a menina que quase o beijou.
Duda — i aí marian tudo bem ?
Marian — melhor agora — aí que nojo desta garota — quem é essazinha aí — desculpa ela me chamou de que ?.
Dou um salto do sofar assustando os dois.
Bia — essazinha e o caraca, meu nome e beatriz, uma pessoa com educação saberia perguntar — a menina riu sem graça.
Marian — com este seu jeito de caminhoneira eu tenho certeza que você não sabe o que é educação
Bia — você está me chamando de mal educada ?
Marian — a ela é inteligente, que legal — ela disse e bateu palminhas.
Bia — quer ver minha educação ? — pergunto e ela assenti pondo a mão na cintura.
Viro a mão na cara dela, põe a mão em cima da bochecha imediatamente e vira para mim rapidamente.
Bia — você acabou de ganhar o meu lado negro da força, e acredite ele vai te assumabrar até você enlouquecer — digo enrraivada e passo por ela batendo meu ombro no seu, Alice aparece na porta me dando um alivio por ter aonde entrar, entro batendo o pé e uns minutos depois duda entra.
Alice — bom os dois já estão aqui, agora se me der licença eu vou assinar algumas papeladas — diz e sai da sala, gandia olha para nos de cima a baixo.
Gandia — jovens jovens — ele se levanta e fica nos rodiando, ele deve ter alguma pobelma só pode.
Se for para nos intimidar, sinto em dizer mais não foi desta vez.
Gandia — MAL COMEÇOU AS AULAS E VOCÊ JÁ ESTÃO SE PEGANDO POR AI — ele grita no nosso ouvido.
Bia — aí meu ouvido
Gandia — CALADA SRT. MAIA, os dois se pegando naquele estado atrás de uma arvore ? Mais que pouca vergonha sr.Almeida campos e srt.maia, principalmente você srt.maia que é uma dama
Duda — dama ? — ele ri — sério gandia — piso no pé dele que resmunga algo baixinho.
Gandia — quietos os dois, como eu avia falada, logo você srt.maia dama e filha de uma dama fazendo estes tipo se coisa — ele acha que a minha mãe é uma dama, a faça me RI.
Bia — aí senhor gandia, ele me forçou eu não sei, foi horrivel, ele me seduziu me usou, a Alice viu a parte errado — me faço de vítima so para ferrar com o Eduardo.
Duda — o que não, senhor gandia ela entrou no banheiro masculino e pegou as minhas roupas
Bia — foi sem querer eu só estava ajudando a moça da limpeza, eu não sabia que ele estava lá senhor gandia, perdão — digo e começo a fingir choro — a culpa e toda minha
Duda — ainda bem que você sabe — ele di rude.
Gandia — francamente senhor Eduardo, como você pode fazer isso com uma garota infesa
Duda — gandia eu não fiz....
Gandia — calado sr. Almeida campos, o senhor está de castigo, irá fazer uma pesquisa sobre assédio e abuso, e me entregara na sexta feira, terá quatro Díaz para fazer uma pesquisa completa.
Duda — mais esses cinco dias e o dia da viagem ao vacans clube
Gandia — isto mesmo
Duda — mais aí eu não vou curtir
Gandia — está é a intenção, não irei contar para o seu avô só desta vez ta ouvindo
Duda — mais...
Gandia — ouviu ?
Duda — sim — ele diz derrotado, senti pena dele mais ela logo passou.
Gandia estava assinando um papel para nos entregar, não sei o que é mais e melhor esperar né.
A porta se abriu com um estrondo, a tal marian apareceu com uma cara de maluca.
Marian — PAPAI VOCÊ PRECISA EXPULSAR ESTA GAROTA O MAIS RAPIDO POSSIVEL
Gandia — o que é isto marian ?
Marian — pai está garota me agrediu
Gandia — marian calma
Marian — pai ela bateu na sua filha, você não vai fazer nada
Bia — ela me chamou de mau educada, eu apenas me defendi
Gandia — por que chamou ela de mau educada marian — ela não respondeu, não tinha o que responder ela realmente me chamou de mal educada.
Ela entra em uma porta que tinha dentro da sala e some.
Gandia — este papel e dos uniformes, estou dando adiantado para você — assenti — mos ao mesmo tempo e saímos.
Fui andando na frente assubiando uma música qualquer, quando senti uma mão me puxar e me jogar contra a parede com força.
Olhei era o duda com uma cara de raiva assustadora, ele se aproximou seu rosto de mim, eu sabia que não era para me beijar ele estava com raiva isto era visível.
Duda — você me ferrou garota, mais fique sabendo que não vai ficar assim vai ter troco ta ouvindo, VOCÊ VAI PAGAR — ele gritou me assustando e saio batendo o pé, confesso fiquei morrendo de medo mais não ia deixar este garoto me intimidar.
Ela pode vim com exército que eu vou vim com canhão e soldados de chumbo.
Pov mili
Estava terminando de me vestir e nada da bia chegar, vivi já estava no banho e também avia perguntado por bia.
Olhei — me no espelho para ver se estava bom o meu look, eu estava usando uma calça leg preta um pouco brilhosa de cós alto, uma blusa curta de ombro caído na cor cinza escrito " night's Lady" em português "dama da noite na cor rosa, pus meu boné para trás com o meu cabelo solto, nos pés pus uma botinha nike cano alto feminino na cor rosa e preto.
Minha maquiagem era escura, eu não usava batom, pois não gosto muito.
Decidi ir atrás da bia, avisei a vivi e lá fui eu a caça da loira, no meio do caminho meu celular começou a tocar, peguei o da minha cintura e vi que era o papai, sorri e atendi.
Celular on:
Mili — papai !!! — digo sorridente e animada.
Miguel — oi minha filha, a sua irmã está perto e que eu não consigo falar com ela — explica, sinto meu sangue ferver, como ele me liga para perguntar sobre aquela garota mimada, suspiro tentando me acalmar e respondo.
Mili — não na verdade não vi ela o dia inteiro
Miguel — você deveria andar mais com sua irmã mili, por isso que ela vivi brigando com você, você só fica distante
Mili — pai a culpa não e minha, desculpa mais vocês mimam muito ela, por isso ela não gosta de mim eu não sou igual a ela
Miguel — pois deveria ser, refinada, valriza a sua classe, anda com pessoas de alta e é linda
Mili — você está falando que eu não tenho classe ? Que só feia ? — pergunto com a voz embargada, sinto meus olho encher.
Miguel — você não e feia só tem que se cuidar e quanto a classe é Milena isso sim você tem que trabalhar — já sinto as lagrimas descer sobre o meu rosto, como um pai pode falar isso para a sua filha.
Mili — ta pai sei, pode ficar calmo que eu vou trabalhar a minha classe ta tchau — desligo sem nem mesmo deixa — lo responde.
As lagrimas caem sem parar sobre o meu rosto, a raiva e tanta que não sei se Bato na parede ou em alguma pessoa.
Já estava no jardim sem a menor paciência para procurar a bia, sem querer escorrguei em uma poça e cai no chão.
Vi que alguém se aproximava igonerei tentei levantar mais cai novamente, Encolhi meus joelhos e apoei meus cotovelos em cima dele e comecei a chorar.
Eu estou cansada de ser o fardo da família, parece que tudo que na minha mente da certo na prática da errado, tudo que eu tento fazer para dar orgulho acababa por acabar comigo, mais por que ? Por que em ? Por que comigo, eu só queria dar orgulho para a minha família e nada mais, nada mais apenas isso me deixaria feliz, mais acho que nunca nesta vida irei da orgulho a alguém por que eu sou exatamente o contrário dele.
— a tudo bem ? — escuto uma voz masculina e ergo meu rosto para ver de quem se trata é o menino do refeitório, eu estou tão chatiada que sou capaz de ser uma grossa com o garoto e espantar ele.
Mais é claro é só o que eu faço espanto pessoas.
Mili — parece que está tudo bem ? Eu cai não consigo levantar, não dou orgulho a uma mosca além de ser feia e sem classe, i aí você acha que está tudo bem ?
— nossa você é grossa
Mili — grossa, feia, sem classe e mais o que pode falar já estou acostumada com críticas — ele fica me encarando com um semblante interrogativo, suspiro e abaixo a cabeça.
Mili — desculpa estou um pouco estressada me ignora ta — digo de cabeça baixa, o silêncio reina mais sei que ele está ali vejo o tênis dele, ele se agaixa na minha frente.
— sou Felipe mais pode me chamar de mosca — levanto o rosto rapidamente.
Mili — mosca ? Que nome e este ?
Mosca — só um apelido que te deram
Mili — desculpa mais a pessoa que te apelidou assim não ia de jeito nenhum com a sua cara — digo fazendo uma careta ele RI.
Mosca — talvez, quer uma ajuda — ele estende a mão novamente, me divido em olhar a sua mão e seu rosto.
Acabo por pegar em sua mão, ele me ajuda a levantar e quando já estou de pé olho para o seu rosto.
Mili — obrigada por me ajudar
Mosca — que nada só te levantei, nada se mais
Mili — acredite isto já é um grande gesto — sorrio e saio andando, o olhar dele me acalmou, mais só por fora por que na verdade por dentro eu estou um caco.
Volto para o quarto pensativa, entro e fecho a porta pensativa, quando me viro vejo bia deitada na cama.
Ela já deveria ter tomado banho pois agora usava uma calça jeans clara, toda desfiada, uma boot caramelo, com um cropped preto de camisetinha e um toca na cabeça escrita "milacle" que em português é "milagre".
Ela parecia longe bem longe, fui até ela sem fazer um barulho e toquei no seu ombro ela pareceu se assustar com o meu toque.
Bia — que susto mili — ela diz com a mão no coração.
Mili — foi mal...ta tudo bem ? — pergunto e ela suspira.
Bia — aconteceu uma coisa aí
Mili — o que ? Me conta
Bia — vocês viram que eu sai correndo não foi ? — assenti — então eu corri para o jardim, o duda veio correndo atrás de mim e depois sumiu do nada, eu chamei por ele, mais ele estava escondido e conseguiu me pegar, só que quando ele me pegou soltou a toalha — abro a boca em um perfeito "o" depois engolu o riso, ela revira os olhos e continua.
Bia — aí ele me prendeu em uma arvore para me ameçar — por que eu senti que tinha algo errado nesta parte ? — mais então a alice a secretaria chegou e pensou M aí nos fomos parar na secretaria e para melhorar a filha do gandia me chamou de mal educada
Mili — que abusada merecia um tapa na cara
Bia — ela tomou menina, ainda pediu para o pai me expulsar, mais acabou se ferrando, mais voltando ao gandia, eu falei que o duda me seduziu e tentou abusar de mim
Mili — o que ? Pirou bia ? Isso e grave ?
Bia — eu sei, agora estou arrependida, fora que ele me ameçou falando que eu vou pagar que isto não vai ficar assim, ele está com ódio de mim
Mili — com toda razão né moça
Bia — aí mili o que eu faço em ?
Mili — primeira mente pede desculpa, mais já vou logo avisando vai ser um pouco difícil ele te desculpar
Bia — eu sei, mais sou muito orgulhosa para pedir desculpa
Mili — e melhor engolir este orgulho em bia
Bia — eu sei — ela está mesmo arrependida, resolvi destrai — lá, me levantei da cama e estando minha mão para ela.
Mili — vamos jantar estou com uma fome de dois mendigos
Bia — aí aí vamos
Mili — mais antes, Meu bumbum ta molhado ? — perguntei me virando e ela riu — e serio bia
Bia — não, não está sujo não e nem molhado — ela diz e da um tapa na minha bunda.
Mili — que isso bia, o eu gosto de homem em, mais se não der certo nos casamos ta ?
Bia — ta bom — diz e nos caímos na gargalhada.
Já vi que está aí vai ser minha amiga que irei cuidar e te — lá na minha vida para sempre.
Pov tati
Tati — rainha da pista que conquista quem passa...- eu cantava a mesmo tempo que o rep cantava no meu celular.
Eu estava idratando minha pele enquanto cantava, quando um som de algo caindo saiu do armário da nova aluna.
Parei a música e fiquei em silêncio, vi que a porta do armário estava entre aberta, peguei meu tênis e fui andando lentamente até a outra parte do quarto.
Acendi a Luz e abri a porta do armário, um garoto caiu de lá de dentro direto no chão, me assustei.
Tati — HAAAAAA ladrão — corri para cima da cama com se ela fosse me proteger.
— aí caraca a minha cabeça
Tati — HAAAAAA SOCORRO
— shiiiiiii calada shiiiii — ele deu um passo a frente dando — me a visão só seu rosto e que rosto em.
Tati — mais um passo e eu grito
— o que tem de linda tem de brava em ?
Tati — o que você estava fazendo no meu quarto ? — pergunto com a respiração entrecortada.
— tive que me esconder do diretor
Tati — você está ai a quanto tempo ?
— bastante tempo
Tati — você me viu sair do banho ?
— é...sim
Tati — O QUE ? SEU TARADO SAI DA QUI, SAI, SAI, SAI — pulei da cama e comecei a bater nele com o tênis, ele se defendia com seus braços enormes mais eu não parava.
— calma gatinha
Tati — SOCORROOOO UM ESTRU.....
— cala boca, e eu não sou nenhum estrupador não — ele diz e eu tento falar mais a mão dele não ajuda.
Porém eu falo tudo, e quando eu estava falando o que não devia ele tirou a mão da minha boca.
Tati — você deve se achar só por que é gostoso — tampei a boca no mesmo estante, ele começou a rir da minha cara.
Tati — aí seu idiota sai da qui — fui até aporta e abri.
— que isso amiga já começou as aulas de um jeito animado — escuto alguém falar do lado de fora, me virou com raiva para responder.
Tati — escuta aqui....ANAAAAA — pulo em cima dela dando — lhe um abraço.
Ana — tati você é magra mais mais oço pesa — saio do seu colo sorrindo.
Ana — obrigada, juro que por um momento pensei que iria quebra a minha coluna
— e morrer ? — o garoto que já avia ate esquecido que estava ali perguntou, ela olhou para ele com uma cara de que ia mata — lo depois olhou para mim.
Ana — diz para mim que está peste não é seu namorado
Tati — nem conheço ele amiga
— não gosta de mim me manda embora
Ana — está esperando convite ? A porta da rua e a cerventia da casa
— você e grossa em
Ana — fui grossa com você ? Awn foda — se, agora tchau — ele saiu e ana bateu a porta.
Ana — menina a quantidade de menino bonito aqui é a mesma que meninos idiotas, você acredita que um garoto falou que eu sou abusada e ainda me chamou de fandangos ? — ela diz se jogando na minha cama, começo a ri, ela fala como se não fosse mesmo.
Ana — que foi ? Ele não me conhece ta
Tati — mais eu te conheço o suficiente para saber o quanto maluca você é
Ana — eu sou sincera é outra coisa
Tati — aiiii minha ruiva preferida, senti sua falta — digo e pulo na cama deitando ao seu lado.
Ana — é claro que eu sou sua ruiva preferida né me amor, eu sou a única na sua vida, ou tem outra ? Tatiane, tatiane se me trocar por outra eu te mato
Tati — você é única sua chata, calma
Ana — acho bom
Tati — agora você pode me dizer como você saiu do estados unidos ?
Ana — de avião — diz se sentando e lixando as unhas.
Tati — Luciana !! — chamei seu nome em repreenção.
Ana — o que ? — olhei para ela com uma cara de "quem te conhece que te compra" ela suspirou vencida.
Ana — ta bom, a minha irmã me ajudou a fugir
Tati — a Kelly ? Como ?
Ana — a Kelly deu os papéis para a minha mãe alegando que era da faculdade dela e mamãe assinou
Tati — você é louca ?
Ana — tati, eu não quero casar com aquele garoto idiota, além do mais eu tenho 15 anos sou nova ainda e não quero casar agora
Tati — aí ana eu não sei não fico preucupada com você, quando a sua mãe descobrir o que você vai fazer ?
Ana — eu ameaço ela, falo que vou fugir e eu vou se eles insistirem em me casar com aquele garoto, sei que eles se importam com a imprensa e se eu falar que vou contar todos os podres deles acho que eles né deixam em paz
Tati — ana, eles são seus pais, olha o que eu estou te falando
Ana — eu sei quem eles são tati
Tati — ana eu não tive mãe para me criar e meu pai parece até que não tenho, você tem e quer ameaça — los ?
Ana — desculpa senhor, mais antes não ter mãe do que ter uma interesseira e vedete como a minha, eu sei o que ela faz e o que o meu pai faz eu sei de tudo então não fala o que você não sabe
Tati — tudo bem, mais o que você sabe
Ana — outra hora ta cachinhos ?
Tati — ta bom
Ana — eu vou me arrumar que eu acho que no caminho para cá trocaram meu estomago pequeno, por um de elefante que menina estou morta de fome
Tati — vai lá ruiva — digo rindo e ela manda beijo para mim e sai correndo para o banheiro.
Agora sim está tudo completo minha melhor amiga, minha irmã e minha casa.
Pov vivi
— ai vivi e qual são essas regras para ter um menino
Vivi — primeiro você não pode se mostrar facinha, segundo tem que saber escolher o cara tipo assim, o sapo vira príncipe mais o cachorro não, tem que resposta na ponta da língua
— mais que tipo de resposta
Vivi — a minha e está aqui "quem gosta de palavras e dicionário, eu sou uma garota gosto de atitudes"
— mais aí ele vai querer nos beijar
Vivi — sim, ele vai se aproximar para te beijar, e bom para você ver se ele tem pegada, mais nada de beijar
— mais se não e para beijar, o que vamos dizer ?
Vivi — aí você solta um"gosto de atitudes, mais atitudes pensadas baby, aquelas que me surpreende"
— nossa vivi você é uma ótima conselhereira
Vivi — aí brigada amor
— aí ele ta ali eu vou falar com ele
Vivi — não fala com ele passa ao lado dele e esbarra nele e deixa que ele te chama
— ata valeu vivi, beijos
Vivi — tchau amorizinho
Estava seguindo meu caminho para o quarto quando escutei um choro, olhei em volta e não vi, olhei para tudo que é lugar mais não vi ninguém chorando, e olhei para cima e vi a sombra de alguém no telhado.
Fui para trás para ver melhor e vi que tinha uma garotinha que deveria ter seus 4 a 5 anos com um gatinho na mão chorando.
Vivi — menina — chamei e ela levantou o rosto rapidamente, secou as lagrimas e sorriu.
— você salva eu ? — seus olhos brilhavam, tadinha, ela queria que tirasse ela dali mais como, olhei em volta e vi uma escada e um garoto de costas perto dela, ele pode me ajudar.
Vivi — GAROTO — grito e ele levanta o rosto rapidamente procurando por mim.
Vivi — AQUI MENINO — ele vira e me vê, faz um movimento com a cabeça como se quisesse saber o que eu quero.
Vivi — me ajuda aqui — ele se aproximou de mim e eu virei para o telhado, ele olhou e arregalou os olhos.
— Maninho salva eu — e garotinha falou olhando para ele com os olhos cheio de água, que peninha.
— Alice o que você foi fazer aí garota ? — meu deus que voz e esta.
Alice — Alice veio salvar coquinho
— em cima do telhado ? — perguntou e ela assentiu, ele suspirou e pegou a escada e botou aberta perto do telhada, vi que ela estava com quebra em uma ponta e não ia aguentar ele.
Vivi — ta quebrada se você subir você cai
— mais como eu vou pegar ela ?
Vivi — eu sou mais leve deixa que eu vou
— tudo bem, vem cá — fui até ele com um pouco de vergonha, tirei meus saltos e comecei a subir, senti sua mão na minha cintura e olhei para ele.
— e para caso você cair — assenti e olhei para cima.
Vivi — me da a sua gatinha
Alice — cuidado com ela ta — assenti sorrindo e peguei a sua gata, dando para o gato aqui em baixo.
Como uma pessoa entrega uma gata para um gato ? Dúvida esquisita.
Vivi — agora vem boneca — peguei a menina e dei para o irmão que a pós no chão.
Quando estava descendo a escada quebrou e eu fiquei pendurada no telhado.
Vivi — aí meu deus
— solta eu te pego — eu quero que você me pegue sim.
Que isso Viviane.
— solta
Vivi — eu não vou me machucar vou ?
— não anda logo antes que está merda quebre — soltei o telhado e ele conseguiu me pegar, prendi minhas pernas na sua cintura e te abracei.
— pronto — sai do braço mais não soltei ele, fiquei cara a cara com ele.
Olhos castanhos, boca rosada, pele branca e cabelos negros, isto é o conjunto da perfeição.
Nunca o vi ou ouvi falar deste rapaz, mais que ele é um gato é, lindo de mais gente, acho que vou desmaiar.
Jesus cadê as minhas pernas uma hora dessas.
Vivi — o-obrigado — digo e ele sorri.
— obrigado...
Vivi — Viviane
— mathias — ele diz sorrindo, ficamos nos encarando por tempo até que eu percebi que ainda estava no colo dele e todos estavam olhando, abaixei a cabeça.
Vivi — é...acho melhor
Mathias — a sim — ele me pós no chão e eu fiquei de cabeça baixa.
Alice — coquinho o Maninho arrumou uma namorada — olhei para menina de olhos arregalados e ele riu, fiquei vermelha de vergonha.
Vivi — é eu vou indo — disse pegando meus sapatos do chão.
Mathias — OK — sai andando morrendo de vergonha.
Mathias — vivi ! — me virei — obrigada — sorri e pisquei para ele que sorriu, me virei novamente e fui para o meu quarto.
Ao chegar lá a mili estava saindo do banho, perguntei a ela sobre a bia e ela disse que ainda não avia voltado, ela parecia bem preucupada, fui tomei meu banho delicioso e sai usando um roupão por cima da minha langerie rosa de renda, a mili já avia saído, ela falou que ia atrás da bia.
Estava me maquiando quando alguém abriu a porta.
Vivi — bia a mili está te procurando — digo e Fico esperando ela responder mais não obtenho resposta.
Vivi — o bi...criiiiiiis — grito ao ver minha melhor amiga me olhando, corro para abraçar ela que sorri para mim.
Vivi — amigaaaaa
Cris — que saudade perua — ela diz e beija a minha bochecha.
Vivi — aí Cris tenho tanta coisa para te contar — digo sorrindo ao me lembrar de mathias.
Cris — aii eu também
Vivi — então vem me conta tudo — pego na sua mão e a guio até a cama.
Cris — mais você está se arrumando vivi
Vivi — eu uso os ouvidos para ouvir, não as mãos
Cris — aí tá bom
Vivi — pode começar — digo e volto a fazer a minha make.
Cris — lá em Paris e ótimo, eu me divertir horros, comprei várias coisa linda, conheci várias pessoas ótimas, as baladas são ótima, eu até esbarrei com um brasileiro
Vivi — mentira, ele era gato ?
Cris — muito gato, ele falou que estava lá na casa da madrinha dele que mora lá, ele é rico, tem uma irmãzinha e tals
Vivi — conheceu ele tão afundo assim
Cris — nos ficamos durantes esses meses, mais aí eu tive que vir embora sabe
Vivi — huuum que pena
Cris — mais ficar com ele foi diferentes, sei lá ele é divertido e ao mesmo tempo maduro, sabe como encantar uma mulher, eu estava apaixonada, na verdade ainda estou, vou sentir falta dele
Vivi — meu.deus Cristina Evans a-pa-i-xo- na-da ok para o mundo que eu quero descer
Cris — a sua boba, é sério eu nunca me apaixonei e por ele foi diferente
Vivi — aii que lindo — sorri e ela sorriu toda derretida.
A cris e linda mais sempre foi pireguete, sabe eu amo ela, mais nunca gostei do jeito dela de se envolver com os garotos, mais durante este tempo com ela eu aprendi a aceitar.
Depois de um tempo com a cris me contando tudo que aconteceu com seu namorico, ela também me contou que estava no quarto 301, fiquei chatiada mais a mili e a bia não são mal, por mais que elas se vistam daquele jeito elas são legais sim.
Depois de pronta eu e cris saimos, fomos pela escada da sala de star que é mais rápido, quando estávamos chegando lá vimos a bia e a mili.
Vivi — bia mili — chamei e elas viraram para mim e sorriram.
Bia — i aí vivi
Mili — fala vivi — a cris me olhou fazendo uma careta e eu apenas dei de ombro.
Vivi — i aí bia como foi o plano ?
Bia — fui parar na secretaria — ela diz seria — mais valeu a pena — ela diz agora rindo e eu rio.
Mili — pena que não teve um final totalmente feliz — fiquei confusa com o que a mili disse, já ia perguntar mais a cris falou primeiro que eu então resolvi para perguntar isto depois.
Cris — do que vocês estão falando
Mili — quem é você ?
Cris — sou cris prazer — ela estendeu a mão para mili que apertou.
Mili — mili e essa é a bia — a bia deu um aceno de cabeça.
Cris — mais do que vocês estavam falando gente ? Eu estou curiosa
Bia — vem no caminho não explicamos
Voltamos a seguir o caminho para o refeitório principal e no caminho ainda encontramos a tati e a ana, o que eu achei estranho foi ana está aqui, se e a mãe dela disse que ia ficar nos estados unidos para sempre, sei não em.
Quando entramos no refeitório chamamos atenção de todos, óbvio né só tem mulher bonita aqui né gente, estávamos no caminho para uma mesa quando a cris paralisou olhando para algum lugar, olhei para ela assim como todas.
Vivi — cris o que foi ?
Cris — vivi eu acho que estou sonhando
Vivi — o que foi ?
Cris — não eu não estou sonhando
Vivi — do que você está falando garota ?
Cris — o garoto que eu sou apaixonada, está aqui
Vivi — o que ?
Cris — ali — quando eu me virei para ver de quem se tratava quase cai para trás.
Vivi — a não...não pode ser.......continua.
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