Rebel new generation
4 Capitulo 4
Por Beatriz
Eu tinha acabado de pintar a parede toda de preto do lado da minha cama, já estava saindo do banho quando a Cristina e a Viviane chegam no quarto.
– BIA!!! Oque você fez com o MEU quarto? -perguntou a Viviane.
– É "Nosso quarto" e também só pintei a parede nada de mais -falei.
–Argh -murmurou a Viviane, e a Cris só ria daquela situação, voltei a o banheiro,vesti meu pijama , quando voltei a o quarto, a Cris já estava dormindo,e a Viviane estava passando seu creme de pele, aumentei o ar-condicionado a o máximo.
– Volume máximo? -perguntou a Viviane.
– É -respondi
– Você dorme com isto? -perguntou a Viviane
– Não, não -falei.
– Ah.. -disse a Viviane
– Mas por quê? Algum problema? -perguntei
– Sabe... na campanha dos novos looks que meu pai lançou são ótimos, combina com você, alias "alguns looks" combinariam — disse a Viviane, eu simplesmente a ignorei, vesti meu casaco e saí do quarto, e obvio que ela resolveu me seguir, descemos as escadas, a Milena estava bebendo água, vimos o Mosca e o Eduardo descendo as escadas desconfiados e saindo do local.
– Pra onde é que eles vão?... — perguntou a Milena.
– Não sei... mas vamos ver, vem — falei e sai dali com elas atrás dos meninos.
Por Mosca
Comecei a tocar uma palinha de musica, quando ouvimos alguns passos...
– Será que é o Jonas? -perguntei.
– Se for tchau violão, tchau mosca — disse o Eduardo.
– Oi meninos — disse a Beatriz chegando e descendo as mínis escadas a baixo.
– Bia, espera... Ha oi meninos — disse a Milena, chegando junto a Viviane.
– Pensamos que era o Jonas — disse o Eduardo.
– Tão fazendo oque? -perguntou a Viviane.
– Não tá vendo coisa lenta? — disse a Beatriz.
– Falei com eles — disse a Viviane.
– E eu simplesmente respondi — disse a Beatriz.
– Meninas.. Parou aí — falei.
– Olha, que bonitinho... ele fala — disse a Beatriz sorrindo.
– Engraçada ela né? — perguntei.
– Mas e aí, você não vai tocar nada pra gente ouvir? -perguntou a Milena.
– Agora?-perguntei.
– Não, não... amanhã!! E quem sabe na frente do diretor Jonas — disse a Beatriz.
– Xiu!! — disse a Viviane, para que a Beatriz se cala-se.
– Toca logo aí Mosca — disse o Eduardo, eu apenas comecei a tocar, meu violão, depois de um tempinho parei.
– Não tem letra a música mas tá valendo -falei rindo.
– Amei, o toque da música é lindo — disse a Viviane.
– Gente... vamos embora antes que chegue mais alguém — disse a Milena, e todos confirmaram com a cabeça, o Eduardo tinha bebido muito, tanto no porão onde eu estava tocando, até quando saímos do porão, no jardim...
– Ô, sabe a hora de parar não? — perguntei.
– Me deixa — disse o Eduardo.
– Fica aí com o seu amigo, e aproveita e joga ele abaixo do chuveiro com água bem gelada — disse a Beatriz.
– Beleza — falei.
– Vamos, ô!! — disse a Beatriz puxando as meninas e saindo (acho que foram cada uma pro seu dormitório , sei lá, algo do tipo).
– Vamos embora cara — falei.
– Embora do colégio? isso aí, vamos mundo a fora, sou o homem da meia noite, rumo a liberdade — disse o Eduardo.
– Ô homem da meia noite?... Não são nem onze horas — falei rindo, coloquei meu violão no chão, atrás de uns arbustos, e jogando fora a garrafa da mão do Eduardo.
– Ei — disse o Eduardo.
– Garotos, o que estão fazendo aqui? deveriam estar no dormitório, dormindo — disse o diretor Jonas chegando do nada e nos assustando.
– Deveríamos ? -perguntou o Eduardo.
– Sabe o que é? é que como sou novo aqui no colégio o Eduardo saiu pra me mostrar o colégio por aqui — falei.
– Os dois já para minha sala — disse o Jonas, fomos seguindo ele até a diretoria, ele começou a andar de um lado para o outro na diretoria até começar a falar... — Muito bonito hem — disse o diretor Jonas.
– Gostou? minha mãe que comprou — falei a o olhar minha camisa.
– Sem gracinhas, por acaso são surdos? para não ouvirem o toque de recolher? — perguntou o Jonas quando se virou de costas tirei algumas balinhas do meu bolso e joguei na mão do Eduardo que pois na boca, e logo depois o Jonas nos olhou.
– Não senhor — falei meio que imitando um saldado.
– Felipe Costa!!! — disse o diretor Jonas para que eu parasse de gracinhas ( meu nome é Felipe, mas meu apelido Mosca, como todos me chamam).
– Desculpas senhor... desculpa aí foi mal — falei rindo fraco.
– Dessa vez passa, mas não quero que isto se repita- disse o Jonas.
– Ok.. — falei.
– Entenderam? — perguntou o Jonas.
– Sim — falei
– Entendeu Eduardo Maldonado? — perguntou o Jonas.
– Sim Jonas Araripe — respondeu o Eduardo.
– Já podem se retirar, vão !! — disse o Jonas, e de lá saímos rumo a o dormitório.
– Por mim dormiria amanhã o dia todo... e valew aí Mosca — disse o Eduardo, a o se deitar em sua cama.
– Tudo bem, pera aí... o violão — falei, e sai do quarto rumo a o Jardim pra pegar meu violão.
Por Milena
Estava sem sono, e com um pouco de frio... O toque de recolher já tinha tocado, mas mesmo assim saí do quarto, os corredores da escola estavam vazios nenhum sinal de pessoa por lá... simplesmente fui a o jardim, onde andei um pouco quando vejo o Mosca procurando algo.
– Oi?.. — falei.
– Oi, tá sem sono? — me perguntou o Mosca, a o pegar seu violão que estava no chão do jardim meio que escondido.
– Sim... mas também as meninas de lá do quarto deixam tudo o ar-condicionado no máximo... — eu ia falando isto, mas parei pois o Mosca veio na minha direção.
– Com frio? — perguntou-me o Mosca, eu apenas confirmei com a cabeça, e ele tirou o seu casaco.
– Sério? — perguntei.
– Serio. — respondeu o Mosca sorrindo, e colocou o casaco dele em volta dos meus ombros — eu tinha esquecido meu violão por aqui.. — continuou a falar o Mosca, segurando seu violão em suas mãos.
– Gostei tanto da sua musica... — falei sorrindo.
– Valew... bom, vou nessa — ele disse e sorriu para mim e logo saiu, me deixando alí sozinha, fui para o meu quarto com aquele casaco. *-*
Fale com o autor