Reaper Of Hades

7 Boston E Batalha No Hangar


Notas iniciais
Cara tem alguém acompanhando...

Pov Caio

Mariko... Espero que você esteja nos campos Elíseos, penso enquanto estou arrumando a minha mochila, o sonho que eu tive mais cedo me pegara desprevenido, mais também me dera uma pista, termino de colocar um pouco de ambrosia na mochila e saio do quarto.

Fui para a sala e vi Leo sentado em um sofá e Emy em outro, a garota o olhava de forma tão amorosa mais porem quando ele a olhava ela mudava sua expressão parecendo entediada, eu realmente não sei como Leo não percebe que ela o ama, sendo que ele também a ama e ela não percebe também.

Sentei-me no mesmo sofá em que Leo estava ficando ao seu lado, ficamos em silencio, todos muito tensos, pois seria nossa primeira viajem de muitas pelo país, nós com certeza não iriamos no meu carro, ele vale muito para eu simplesmente estragar saindo com ele por ai, sei que vamos ser atacados no momento em que sairmos os quatro juntos do hotel por algum monstro, e eu não vou querer o meu carro por perto quando isso acontecer.

Charlotte estava demorando muito, eu irritado me levantei e fui ver o porquê à demora, cheguei à porta de seu quarto e bati, escutei a garota falar para entrar, entrei, Lotte estava terminando de ajeitar o seu cabelo, me olhou meio surpresa vestia camisa de listras brancas e pretas, um casaco devia estar com frio e uma calça jeans. Ela estava muito bonita, não que eu fosse falar para ela isso, mais se me perguntassem eu diria que sim, Charlotte colocou a mochila nas costas.

– Vamos, só vim ver porque estava demorando muito. — digo depois de ficarmos certo tempo em silencio.

– Tudo bem. — ela diz e saímos do quarto e vamos para a sala.

Já na sala, todos concordamos em ir de ônibus, a viajem não demoraria muito, com sorte chegaríamos de madrugada em Boston.

Um por um saímos do apartamento, eu fiquei por ultimo, é claro que poderíamos apenas viajar pra lá pelas sombras, acontece que nos desgastaria muito, e se encontramos monstros o que provavelmente acontecera vamos precisar de todo o nosso poder.

Tranquei a porta e fomos para o elevador, descemos e passamos pelo hall de entrada e saímos do hotel, fomos andando até o terminal mais próximo e compramos nossas passagens, todas pagas por mim devo acrescentar.

Ficamos em uma praça próxima ao local em que pegaríamos o ônibus, apreciamos o por do sol, olhei em meu pulso, o relógio marcava 19h, estava na hora, fomos até o local, e demos as nossas passagens para a atendente e entramos no ônibus, eu e Leo combinamos com o olhar que o lugar mais seguro ou menos propenso á ter monstros seria no fundo, então nos quatro sentamos lá, Eu ficava em no canto direito na janela e Charlotte ficava no canto esquerdo, do seu lado Emy e do meu Leo.

Estava com um pouco de sono mais não iria dormi, não sabendo o que eu iria sonhar, Leo brincava com robozinho do tamanho de sua mão que fazia acrobacias como mortais, piruetas, giros, Emy lia algum livro, Charlotte olhava para a janela, eu fiquei a olhando, derrepente ela me pegou a olhando e eu desviei o olhar para a minha janela e não tirei mais a vista de lá.

Conseguimos chegar até Boston sem nenhum mostro nos atacar o que é bem estranho, enfim, fomos para um hotel e alugamos dois quartos no terceiro andar, um para eu e Leo e outro para as meninas ficamos no quarto 38 e elas no 40, combinamos de ir dormi, já que era de madrugada, e de manha ir procurar a nossa pista pela cidade.

Eu e Leo ficamos conversando até tarde sobre varias coisas, meninas, nossas antigas missões, animes, até que ele pegou no sono, eu continuei deitado pensando em Mariko e como eu me sentia culpado por ela, não aguentei muito tempo e finalmente fechei os olhos e dormi.

Não tive sonhos felizmente, acordei e tomei banho, escovei os dentes, vesti uma camisa preta e uma camisa xadrez vermelha por cima com as mangas dobradas até os cotovelos, uma calça jeans e all star, acordei Leo e ele foi tomar banho, desci até o saguão e depois fui para a cozinha, me sentei em uma mesa para quatro e pedi para um garçom trazer panquecas.

Emy apareceu e se sentou em uma das cadeiras, logo eu e ela estavamos comendo panquecas, Leo foi o próximo a chegar, vestia uma jaqueta de couro e uma camisa branca por baixo, jeans e all star, Emy usava um casaco marrom, jeans e um tênis verde. Charlotte apareceu e usava um macacão jeans claro que ia até os joelhos, uma camisa branca por baixo e all star, linda como sempre.

Comemos sem muita conversa e subimos para nos equipar e ir andar pela cidade, eu peguei a minha espada e apertei um botão e a lamina desceu entrando no cabo da espada até desaparecer, Leo tinha feito isso, igual a um sabre de luz, coloquei o cabo em um bolso por dentro da camisa xadrez e sai do quarto. Já no saguão do hotel encontrei Leo, que usava o seu cinto de ferramentas, as garotas tinham acabado de sai do elevador, saímos do hotel.

– Bem para onde vamos? — perguntou Emy, Leo a olhou e se, pois a responder.

– Para uma praça, segundo Caio, existe um ex-aliado de Gaia. — respondeu o garoto sorrindo.

Caminhamos por uns trinta minutos, Lotte e Emy mais atrás conversando, tive um pressentimento de estar sendo seguido, parei de andar por um segundo e olhei em volta, muitas pessoas mais nenhuma que pudesse ser um monstro disfarçado, vi um homem nos olhando de longe, andamos mais um pouco talvez dez metros. Olhei novamente e vi o homem, ele estava nos seguindo.

Cheguei do lado de Leo, estalei os dedos e ele olhou para mim, olhei para o homem e Leo seguiu o meu olhar, concordamos com a cabeça e continuamos andando como se não soubéssemos que um monstro estava nos seguindo.

Entramos em um beco, as meninas sem prestarem atenção também, o monstro nos seguiu e Leo apareceu atrás dele e segura os braços do sujeito, as meninas se surpreenderam.

Eu andei até o monstro e lhe dei um soco no estomago.

– Porque está nos seguindo? — lhe perguntei enquanto ele gemia de dor.

– O mestre, ele mandou, foi o mestre. — respondeu ele com uma voz chorosa como se falar doesse do jeito que ele falou esse mestre não deve gostar que as coisas saíssem errado.

– Certo, então nos leve até o seu mestre. — digo a ele, o monstro tentava fugir mais Leo o segurava.

– Não posso o mestre, ele não perdoa, vai me matar. — disse o ser, ele parecia estar dizendo a verdade, e expressão de medo era evidente em sua face, ou ele estava fingindo muito bem ou então está dizendo a verdade.

– Tudo bem, o meu amigo vai te soltar, mais você não vai fugir. — decidi dar um voto de confiança arriscando ser atacado a qualquer momento, Leo largou o monstro e ficou do meu lado.

– Por favor, não me mate. — o homem pedia quase chorando, as meninas observavam tudo quietas.

– Ok nós não vamos matar você, porque não nos conta o que você é. — eu tentei ser simpático com o monstro e ele demorou um pouco mais começou a falar.

– Eu sou um ciclope, podem me chamar de John, pelo menos esse é o nome pelo qual o mestre sempre me chama. — explicava John fazendo uma careta de raiva quanto falou sobre o mestre.

– Me fale sobre esse seu mestre. — disse Leo, entrando na conversa.

– Oh o mestre é o ser que mais se pode odiar nesse mundo, muito bom com espadas já foi rei de Esparta, morreu há muito tempo, mais eu não sei como voltou à vida. — nos contou John, Emy estalou os dedos.

– Eu fiquei sabendo que na guerra contra Gaia, muitas pessoas e monstro voltaram à vida, por terem conseguido fugir do Submundo, esse tal mestre pode ser um deles. — disse Emy, Leo pareceu se lembrar de algo.

– É verdade, me lembro de que na minha primeira missão com Piper e Jason, encontramos uma dessas pessoas. — disse Leo meio entusiasmado.

– Então você vai nos levar até ele, por favor? — perguntei a John ele pensou um pouco e concordou em nos levar até o seu mestre.

Caminhávamos os quatro um do lado do outro com John a nossa frente, não podíamos saber se o homem em nossa frente nos levaria mesmo até seu mestre, então estavamos nos preparando para uma batalha.

– Como sabemos que ele vai nos levar até esse tal mestre? — perguntou Charlotte.

– Não sabemos, simplesmente devemos acreditar nele. — responde Leo.

– Vamos considerar que ele nos leve, o mestre dele deve ter mais monstros para defendê-lo. — eu digo.

– Então vamos montar uma estratégia. — diz Leo

– Certo como Charlotte é boa com arcos, você procura um lugar distante da batalha, caso ocorra uma, Emy e Leo vocês dão conta dos monstros enquanto eu dou um jeito no mestre. — eu disse e todos concordaram.

– Chegamos. — anunciou John, um hangar era o esconderijo do mestre, John abriu as portas do lugar e entrou.

Eu comecei a andar em direção ao lugar mais Lotte me deteve.

– Será que entramos mesmo ai? — perguntou-me a garota, eu queria que todos saíssem menos machucados possíveis, e daria a minha vida por isso.

– Se estiver com medo, não se preocupe, eu te protejo. — disse sorrindo e dessa vez todos andamos até o hangar.

Pov Emy

Estavamos no hangar do mestre de John, eu desconfiava dele, mais mesmo ninguém tendo falado Caio era o líder da missão e deveríamos o obedecer, além que eu confiava no garoto.

O lugar era do tamanho de um celeiro, talvez um pouco maior, não tinha nada somente barro para todo lado, algumas caixas de madeira e um trono no final do hangar, nele estava sentado um homem musculoso que segurava uma espada grega não conseguia ver seu rosto por conta da escuridão, apenas alguns raios de sol invadiam o lugar por conta de umas janelas, John estava ao seu lado com a expressão triste. Caio sem hesitar começou a andar até o trono, nos sem muitas opções o seguimos.

Quando chegamos a frente ao trono, pude ver quem era o homem sentado nele, tinha olhos azuis, vestia um tríbon e uma capa vermelha lhe envolvia o pescoço, deixando seus músculos a monstro junto com o abdômen, confesso que fiquei corada por ver aquele corpo, mais logo me lembrei de que ele era um inimigo.

– Bem vindos escolhidos da profecia. — disse o homem que tinha uma voz cheia de nojo e arrogância.

– Então você sabe quem nos somos, ou pelo menos o que somos quem é você? — perguntou Caio com o punho cerrado.

– Pobre semideus não sabe quem eu sou, então eu lhe direi, sou Agis, um rei de Esparta, e matarei todos vocês em nome de Gaia. — disse o homem sorrindo maléfico.

– Tente e eu te matarei. — disse Caio entrando no jogo.

– Agora nascidos da terra ataquem! — gritou Agis e todo aquele barro começou a tomar forma vários monstros de seis braços vestindo tangas apareceram.

– Agora pessoal façam o que combinamos. — ordenou Caio e partiu para cima de Agis.

Charlotte subiu em cima de uma caixa de madeira, ela puxou uma pulseira que usava no pulso esquerdo com um pingente de sol e o seu arco apareceu em suas mãos, Lotte atirava nos nascidos da terra. Leo tirou sua espada do seu cinto de ferramentas e começou a lutar com os monstros, mais estes quando recebiam o ataque se regeneravam.

Peguei em meu colar e o puxei, minha espada apareceu e comecei a fazer o mesmo que o Leo, um dos monstros veio me atacar e eu desviei de uns três socos ao mesmo tempo e o parti ao meio, mais ele reapareceu de novo, recuei um pouco e uma flecha atravessou sua cabeça, olhei para Lotte e ele apenas sorriu, Leo levava a pior estava enfrentando quatro nascidos de uma vez só.

Resolvo tentar algo, corro desviando de ataques e subo em uma das caixas, um monstro aparece perto de mim e eu jogo uma agulha de gelo, acerto, a agulha fica cravada na testa do monstro e o gelo começa a cobri o corpo, até estar totalmente coberto, o monstro fica congelado, e eu jogo em outros, Leo teve uma ideia parecida porem em vez de congelar ele estava queimando.

Todos os nascidos da terra tinham sido congelados ou queimados, escuto um forte estrondo, Caio tinha sido socado e atravessara uma das caixas, Leo tentou atacar o homem com a espada, Agis defendeu facilmente e deu um empurrão em Leo que se desequilibrou e caiu.

Lotte apontou o arco e atirou um fecha em Agis, que segurou a fecha e jogou no chão Leo aproveitou o momento para sair de perto de Agis, a fecha de Lotte desapareceu isso é impossível, eu nunca vi algo do gênero, Lotte arregala os olhos e fica sem movimento, Caio se levanta.

– Fala serio, eu nem estava lutando de verdade. — disse fazendo graça, mais estava com arranhões e com algumas partes do corpo vermelhas.

– Então lute de verdade, mais nem assim me ganhara. — disse Agis todo convencido.

Caio colocou uma das mãos dentro de sua camisa xadrez e tirou um cabo de espada, serio Caio não tinha nada melhor eu pensei, mais o garoto não estava mais com aquela expressão despreocupada e sim com uma de concentração.

– Caio, acho que um cabo de espada não ganha de uma espada. — disse Charlotte, Caio não lhe deu ouvidos continuava encarando Agis.

Leo estava vindo por trás de Agis, Caio apertou alguma coisa no cabo e a lamina da espada emergiu, agora sim era uma espada. O Valdez tentou atacar por trás mais Agis percebeu e se virou no momento exato e defendeu o golpe de Leo, pegou o garoto pelo braço e o jogou longe.

Caio foi correndo até Agis e atacou, o rei de Esparta defendeu e atacou, Caio defendeu, e seguiram varias sequências de ataques e defesas Agis tentou a atacar as pernas de Caio e este deu um pulo sobre a espada e tentou o pescoço do adversário o homem defendeu.

Leo entrou na disputa e os dois atacavam Agis que se defendia e atacava quando podia, Charlotte lançava varias flechas as quais o homem desviava, eu tentei atacar Agis com a espada e ele defendeu e me deu um soco no estomago, o cara não tinha pena de meninas, eu cuspi um pouco de sangue e minha vista estava turva, alguém me puxou para um canto, Lotte eu acho, e eu fiquei lá.

Pov Charlotte

Deixei Emy atrás de uma caixa depois dela ter levado aquele soco de Agis, Caio estava lutando com ele, Leo estava tentando levantar depois de ter levado uns socos, sangue pingava no chão um corte no braço de Caio era o responsável.

– Era a uma das minhas camisas favoritas! — gritou o menino demonstrando raiva.

– Chega agora vou matar todos vocês por Gaia. — exclamou Agis e pegou umas das caixas de madeira e ergueu com os dois braços, arremessou em Caio porem o menino ficou atrás de uma viga, a caixa acertou a viga.

Leo foi para trás do trono e o único alvo visível era eu, Agis me encarou e eu senti medo, não queria estar nessa profecia agora corria risco de vida, o homem jogou a caixa em mim, mais Caio apareceu bem em frente e cortou a caixa em duas com a sua espada.

– Viu eu disse que ia te proteger. — disse o garoto, eu não sabia se ele estava com o rosto vermelho por estar corando ou por conta dos socos que levou de Agis.

– Agora eu vou acabar com isso. — disse Caio e correu para cima de Agis.

Agis defendeu o ataque de Caio, e no momento em que Agis atacou o garoto apertou um botão e sua espada foi encolhida enquanto entrava no cabo.

Caio desviou se abaixando e a espada de Agis passou direto e o desequilibrou e ficou um pouco inclinado para frente, o menino aproveitou a chance e lhe um belo soco no queixo, Agis se inclinou para trás e Caio lhe deu um soco no estomago que o homem foi parar sentado no seu trono.

Caio correu até o trono e deu um sequencia de socos em Agis que gemia de dor, eu nunca vi uma força desse nível, Caio jogou Agis de um lado ao outro do hangar com apenas um soco, ele realmente é mais forte do que eu achava, eu pensava enquanto Caio continuava a socar Agis.

– Agora me diga o que Gaia e o seu aliado pretendem fazer. — disse Caio parando de fazer Agis de saco de pancadas pessoal.

– Tudo bem eu digo, eu não sei o que eles pretendem mais sei que tem alguma coisa em Detroit que eles querem, por favor, não me mate. — disse Agis com um voz chorosa e de medo.

– Obrigado pela informação, agora volte de onde nunca deveria ter saído. — disse Caio e levantou Agis pelo pescoço.

– Não, por favor, não. — implorava Agis e Caio parecia não esta nem um pouco interessado.

– Isso foi por ter ameaçado e machucado os meus amigos. — disse Caio, enquanto a lamina de sua espada emergia, o menino cravou a espada no peito de Agis soltou que soltou um forte um grito de dor.

Foi um cena horrível de se ver, sangue jorrando, Agis gritando e Caio com a expressão muito calma, o que me espantou, ele matou um pessoa e nem ligava, tudo bem que era um homem desprezível mais ainda assim, era algo muito impiedoso. Caio largou o corpo agora sem vida, o garoto encolheu a espada e guardou no bolso de sua camisa.

Leo saiu de trás do trono e só agora eu pude ver o quanto ele estava machucado, vários cortes e hematomas pelo corpo, tinha um olho roxo mais parecia estar bem.

– Vamos para o hotel, voltamos para Nova York e depois vamos para Detroit. — disse Caio indo em direção à saída do hangar.

– Esperem — ouvi a voz de John que tinha desaparecido durante a batalha, Caio se virou e o olhou.

– Obrigado por tudo. — disse John.

– Tudo bem, só não deixem que te mandem fazer o que você não quer, e mesmo que você tenha a aparência de um monstro, você é um herói, nos levar até o seu antigo mestre, confiando que nos o deteríamos foi algo muito corajoso. — disse Caio sorrindo de leve, vai ver eu me confundi Caio não é tão impiedoso quanto eu pensei.

– Pessoal o que eu perdi? — perguntou Emy, saindo de trás da caixa em que eu a deixei.

– Nada rainha do gelo só um monte de coisas. — disse Leo rindo e recebeu um tapa de Emy por isso.

– Vamos logo, quero tomar um banho. — eu disse e nos fomos para o hotel.

Andamos pelo que pareceu uma eternidade até chegar ao hotel, eu e Emy entramos no nosso quarto e Emy foi tomar banho primeiro, tínhamos combinado com os meninos de tomar banho e comer alguma coisa depois pegar o ônibus para Nova York, depois descansaríamos um ou dois dias e iriamos para Detroit, olhei para a janela do quarto, devia estava anoitecendo, é o tempo passa rápido quando estamos em batalhas. Emy saiu do banheiro com os cabelos molhados, usando uma camisa verde e uma bermuda, eu segui para o banheiro e tive um dos melhores banhos da minha vida.

Quando sai, vestia uma bermuda e um camisa com o símbolo da mulher maravilha, Emy não estava no quarto, devia ter descido para a cozinha, eu sai do quarto depois de pentear os meus cabelos e tomei o mesmo destino afinal estava com muita fome. Vi Emy sentada com Leo que vestia uma camisa e bermuda Caio comia feito um condenado, e vestia uma camisa de mangas compridas, jeans rasgado e all star como sempre. Sentei-me e comi

Todos estavam melhores do que horas atrás, com alguns arranhões e roxos mais todos bem.

– Fomos despreparados. — disse Caio do nada.

– O que você quis dizer com isso? — perguntei.

– Que não levamos armas, além de nossas espadas, no seu caso o arco, não tínhamos nada além de nossos punhos. — respondeu o garoto.

– Mais pelo menos foi melhor do que esperávamos. — disse Leo sorrindo.

– É eu realmente não esperava encontrar muita coisa em uma praça. — disse Caio e nos rimos.

Terminamos de comer e subimos, todos arrumaram suas coisas e fomos para o terminal de ônibus, compramos as passagens e pegamos o ônibus.

Notas finais
daqui a pouco posto o próximo.