Notas iniciais
Gente, desculpa o capítulo pequeno... Estou meio sem ideia e já demorei demais pra postar! Ah, prometo que o próximo sera maior.. bjss

Cobra estava extremamente feliz, assim como Duca. Iriam conhecer outro pais, e estavam perto de realizar seus sonhos. Serem campeões.

Quando chegaram no aeroporto, foram conduzidos por dois rapazes até seus apartamentos, que ficava perto um do outro. Cobra foi apresentado a sua nova casa, era totalmente diferente daquele que QG que morou durante muito tempo.

Enquanto isso, Jade dormia tranquilamente quando foi acordada pelo despertador. Se arrumou, tomou café e caminhava lentamente rumo a academia de dança. Estava pensando em Cobra. Havia se conformado em não ter — lo, mais nunca havia esquecido. Pensava em como ele estaria, se já tinha uma nova namorada. Naquele dia, Jade estava totalmente desconcentrada. Ricardo Cobreloa não saia da sua cabeça.

– Jade! — A professora da garota estralou os dedos, atraindo sua atenção.

– Oi.

– O que está acontecendo com você? Não acertou um passo até agora! — A professora estava surpresa, Jade era sua melhor aluna.

– Desculpa professora... Não estou muito bem, será que eu podia ir lá fora rapidinho? — Jade apontou para a porta.

– Ok. Só não demore! — A professora virou — se, continuando sua aula. — Vamos gente, de novo! Um, dois, três...

Cobra deitou — se naquela cama enorme, super confortável. A muito tempo não deitava em uma cama assim, dormira sempre em um colchão duro e pequeno. Bom, não demorou muito para o rapaz adormecer. Jade sentou — se em um banco, não estava se sentindo bem. Sua vontade era de sair dali, e ir pra casa descansar, porém sua apresentação estava se aproximando, precisava ensaiar.

Jade entrou na sala, depois de cinco minutos. Conseguiu realizar os passos depois de muitas tentativas.

– Ótimo Jade! — A professora sorriu para a bailarina, que conseguiu dançar. — Ok gente, por hoje é só!

Jade tomou o resto de água de continha na garrafa, pegou a bolsa e saiu. Cobra dormia tranquilamente, quando a campainha tocou.

– Já vai! — Cobra abriu a porta e viu Duca.

– E ai! Vamos conhecer a cidade? — Duca estava animado

– Agora? — Cobra se jogou no sofá.

– Sim! Vamos, se levanta daí... — Duca empurrava o rapaz em direção ao quarto. Cobra suspirou.

– Tá bom... — Cobra entrou no quarto e Duca sorriu vitorioso.

A academia de dança que Jade estudava era um pouco longe do apartamento que dividia com Sara. Então, a moça decidiu parar e tomar um suco. Voltou a pensar em Cobra, o Brasil, os amigos da Ribalta. "Jade Gardel, o que deu em você hoje?" pensou.

Enquanto isso no Brasil, Lucrécia estava sentada no sofá com o computador nas pernas quando Edgard chega.

– Demorou! — Lucrécia falou sem tirar os olhos do computador.

– A Ribalta estava uma loucura hoje! — O professor largou a bolsa e sentou — se no sofá. — Tinha muita coisa pra fazer, e os alunos ainda inventaram de se despedir do Duca e do... — Edgard parou de falar.

– E do? — Lucrécia estranhou o silêncio repentino do amigo. — Peraí, despedida? Explica direito essa história.

Edgard suspirou.

– Ok... O Duca e o Cobra, foram escolhidos para ir para os Estados Unidos! Eles vão treinar na melhor academia de lá. — Edgard estava com medo da reação da amiga.

– Como assim? Estados Unidos? Não estou acreditando nisso...

– Relaxa Honey! Aquele lugar é enorme, não é possível que a Jade o veja lá.

– Não sei Ed. Se a Jade descobrir que esse garoto está lá, com certeza ela ira atrás dele!

– Não viaja Lu! Já se passaram dois anos, a Jade deve ter conhecido algum rapaz, já deve ter se esquecido dele...

Enquanto isso, Cobra e Duca conheciam a cidade que passariam a morar.

– Cara, vamos comer alguma coisa? Estou morrendo de fome. — Duca fazia careta, com a mão na barriga.

– Tem uma barraca ali! — Cobra apontou para o lugar. — Vamos lá!

Jade terminava seu suco. Demorou mais do que o normal para bebe — lo já que sua cabeça estava longe. Pagou a vendedora e saiu. Tinha muita gente por ali, então não percebeu a chegada dos dois brasileiros. Cobra observava a moça que passou por ele vestida de preto, mexendo na bolsa. Seus cabelos escondiam seu rosto. Quando o sinal fechou, Jade se preparou para atravessar a rua. Porém, um carro desgovernado veio em sua direção. A garota ficou paralisada, com os olhos arregalados, não sabia o que fazer.

Cobra, que observava a garota, imediatamente correu para salva — la, e os dois caíram na calçada.

– Obrigada. — Jade pôs a mão em seu ferimento no braço.

– Jade? — Cobra arregalou os olhos ao perceber quem havia salvado.

– Cobra? — Jade também teve a mesma reação.

Notas finais
Comentem por favor! Bjss