Real Mother

1 Real mother


Notas iniciais
Oi gente... venho postar essa historia para desempacar, essa bonita estava fazendo com que eu não conseguisse me concentrar nas outras, espero que gostem.

Depois de Regina subir abordo do Jolly Roger e ver que todos estão empenhados em encontrar Henry, a morena se vê sem chão, o filho dela tinha sido sequestrado, e sabe-se lá deus o que Tamara e Greg iriam fazer com o menino. Ela desce para a sua cabine para poder ficar sozinha. Regina sempre tentou ser uma boa mãe, sabe que por culpa desse amor sufocante Henry acabou por se afastar dela. A morena vai até o seu sobre tudo que estava em cima da cama, ela pega uma pequena foto que Henry está abraçado a ela quando ele tinha apenas 3 anos, Regina começa a pensar nos momento que teve com Henry.

Flashback

Primeiras horas de convivência...

– Ok, hora do banho, você chegou hoje, e eu não sei se você tomou banho antes de chegar aqui, então vamos lá – ela pega o bebê no colo e leva até o banheiro – certo vejamos o que vem a seguir, eu tiro a sua roupinha obvio, claro a frauda também, senhor amado criança, o que deram para você comer ? – Regina toma folego e segura a respiração para tirar a frauda por completa – certo, agora venha aqui, – ela o pega no colo – ah droga a janela está aberta – ela olha para o bebê e olha para a janela – é segredo não conte isso para ninguém – ela conjura magia com as mãos e fecha a janela – agora eu coloco você na água – ela faz menção de colocar o menino na água mas para – como eu faço isso sem deixar você cair ? Você vai ficar escorregadio, só vai ter um jeito – ela tira os sapatos e entra na banheira – que legal, eu já sou mãe e não sei como dar banho em você – ela brinca com Henry – vamos lá, hora de passar o sabonete.

Regina de fato tinha medo de dar banho no bebê. Mais tarde naquela noite.

Henry não parava de chorar, o bebê estava agitado e Regina desesperada.

– Vamos Henry o que você tem meu bebê – ele segura Henry no colo – eu não faço ideia do que você quer, está com medo ? Está molhado ? Está com fome ? – ela checa tudo para ver o que tem de errado mas não encontra o problema, e o menino não para de chorar – amor, o que você tem ? – Regina segura Henry de forma que a cabeça no bebê fique perto do coração dela, o menino vai parando de chorar e acaba pegando no sono – Graças a deus – ela se deita na cama e acaba cochilando daquele jeito.

6 meses depois da chegada de Henry.

Estava fazendo sol e muito calor em Storybrooke, as crianças brincavam com água e pistolas de água, Regina como sempre super-protetora não deixou seu bebê brincar com o resto das crianças. Ela tinha um medo danado de Henry ficar doente, e como estava fazendo calor ela dava frutas amaçadas para o menino.

– Tudo bem Henry, hora de comer – ela senta o menino no cadeirão e pega o pequeno pratinho de Henry.

– Alias, ótima pedida melancia amaçada, você tem bom gosto. – ela tenta colocar na boca dele, mas o menino desvia.

– Henry come – ela tenta de novo mas é negada pela segunda vez – Henry, olha o aviãozinho – nada.

– Olha o trem tentando entrar no túnel, piui tico tico piui tico tico – nada.

– Ok então tá se você não quer tudo bem, mas não vou te dar mais mamadeira – ela larga a colherzinha. – o menino bate com a mãozinha e abre a boca sinalizando que quer comer – agora você quer ? Que bonito não – ela coloca a porção na boca do bebê que “mastiga” – gostoso né ? – Quer mais ? – e mais uma vez ele come – ai que lindo – ela beija a testa dele.

A tarde não poderia ser mais agradável.

Henry começa a engatinhar...

Regina estava em seu escritório preenchendo alguns papeis da prefeitura e Henry estava sentadinho brincado com os bloquinhos ao lado da mesa da prefeita. Um dos bloquinhos de Henry cai um pouco longe, ele faz birra para chamar a atenção da mãe, mas Regina não dá muita bola, ele olha para Regina e olha para o bloquinho, ele se debruça de barriga para baixo e fica deitado por alguns segundo, ele faz forças com as mãozinhas e perninhas e e começa a querer elevar o corpo para frente, ele coloca o braço esquerdo um pouco a frente, logo depois a perna direita, ele quase cai mas não desiste. Regina que olha de relance para o filho a arte o pequeno está conseguindo fazer, finalmente ele consegue chegar no bloquinho.

– Henry ?? – Regina o chama com um sorriso enorme no rosto – traz para a mamãe traz.

O menino volta empurrando o bloquinho e engatinhando devagar, mas Regina não teve pressa alguma.

As primeiras palavras...

Era sábado e o dia estava perfeito, Regina então decidiu levar Henry para brincar no parquinho, ela estava terminando de colocar as roupas em Henry, o menino vestia um macacão jeans que deixava os joelhos a mostra, uma camiseta vermelha e um tênis para combinar com a camiseta, ela procurava o outro par que caiu debaixo da cama, Henry estava sentadinho na beira da cama, ele brincava com um ursinho.

– Mas onde foi parar esse tênis ? Mas que coisa – ela bate a cabeça na cama – ai !!. O menino ri.

– Acha isso engraçado Henry ? – ele faz beicinho – tudo bem é engraçado ela beija o menino na testa. E volta procurar o tênis perdido.

– Ahaaa achei, olha ele aqui – ela mostra o calçado para Henry, Regina coloca o tênis em Henry e o pega no colo, ela desce as escada e acada se dando conta que tinha deixado a mala de Henry em cima da cama.

– Eu já venho fique aqui sentadinho no chão, eu só vou pegar a sua mochilinha. – ela sobe as escadas correndo e pega a mochila e desce voando, chegando na sala vê Henry sem os tênis e descabelado.

– Henry !! ela exclama mas não grita para não assustar o menino – o que você fez ??

– O menino faz cara de cachorrinho que caiu da mudança.

– Mas o que eu faço com você menino ? – ela faz sinal de desaprovação e se agacha na frente do pequeno – não pode fazer isso, você estava tão bonitinho e agora olha o seu estado. Você tem que ficar arruma...

– Mama.

– O que ? .

– Mama.

– Henry, você me chamou do que ?

– Mama. – outra vez ele repete.

Regina não sabe se abraça o menino se sorri ou se chora de emoção. Ela pega o menino no colo.

– É amor, eu sou a sua mama – ela seca algumas lagrimas.

Depois disso Regina arrumou Henry e o levou para o parquinho mais feliz do que já era.

Primeiros passinhos....

Regina acordou atrasada naquela manhã de terça feira, bom não era para menos, a prefeita ficou acordada até tarde tentando decorar o discurso que faria no próximo feriado. Ela acordou olhou para o relógio e pulou da cama.

– Ah droga, droga, droga, eu não posso me atrasar hoje – ela começa a se vestir, coloca a saia, a blusa social, a meia calça.

Ela corre até o quarto de Henry e o acorda.

– Henry querido, vem a mamãe tem que dar alguma coisa para você comer antes de sairmos – ela pega o menino no colo, o coitado dorme enquanto Regina o leva para a cozinha e o coloca no cadeirão. – deixa eu ver – ela abre a geladeira e procura pelo o suco do menino – achei – ela despeja o suco na mamadeira dele e dá para Henry beber – aqui tome essas bolachas coma com cuidado, você não tem todos os dentes – ela molha as bolachas no leite e dá para Henry – fique aqui, tenho que pegar os brincos, passar a maquiagem e dar um jeito no cabelo – ela sobe as escadas correndo e termina de se arrumar, quase falta colocar os sapatos, mas ela faz isso na cozinha.

– Henry querido, já terminou de comer ? Ah vejo que já terminou, agora venha deixa a mamãe te arrumar – ela coloca o menino no chão – antes disso, deixa eu colocar essas coisas na pia, depois fica fácil de limpar. – ela dá as costas para o filho que está no chão. – pronto venha, agora vamos para o trabalho, sabe seria mais fácil de eu pagasse alguém para cuidar de você, mas eu não quero, prefiro te levar para o trabalho comigo... cade as minhas chaves, Henry pro chão de novo – ela começa a procurar as chaves e nada das belezuras aparecerem.

– Mama ! – Henry a chama.

– O que foi Henry ? – Regina pergunta sem olhar para o filho.

– Mama !! – ele puxa a barra da saia.

– O que f... Henry ?? o que faz em pé ? – Regina toma um susto com o próprio filho.

– Mama – ele balança as chaves.

– Henry – ela se afasta – me traga as chaves aqui por favor ? – ela chama o bebê.

Ele estende a mão tentando dar as chaves, mas Regina não pega, ela quer saber se ele está andando.

– Vem Henry, vem cá – ela estende as mãos.

O bebê começa a se mexer, ele dá o primeiro passinho em seguida o segundo, o terceiro e quando Regina deu por fé o pequeno já estava em seus braços, naquela manhã Regina não quis saber se ia chegar atrasada no trabalho, ele apenas ficou brincando com Henry.

Primeira febre.

Henry estava deitadinho na cama de Regina, a morena estava lendo, Henry estava dormindo ele encosta nela, automaticamente ela coloca a mão na cabeça do menino para lhe fazer cafuné, mas acaba percebendo que ele estava mais quente do que de costume.

– Henry amor, você está quente, vem cá – ela pega o menino no colo e sente temperatura dele – Henry, meu deus você está queimando em febre – ela se descobre e fela o menino até o banheiro, ela dá um banho nele para ver se a temperatura abaixa, mas nada, ela começa a ficar preocupada, então leva o pequenino para o hospital. Chegando na pediatria ela explica para o médico que examina o menino.

– E então ? É grave ? Ele vai ficar internado ?

– Calma, é só uma virose, ele está apenas com febre, eu vou dar uma injeção nele e ele vai amanhecer melhor.

– Eu não quero injeção – o menino retruca.

– Henry é para o seu bem, a mamãe ficará aqui do seu lado, não vai doer nada.

– Tudo bem ? Pode dar a injeção ?

– Pode – ele fala ainda com medo.

– Olha a mamãe aqui, aperta a mamãe caso sinta dor tá ? – Regina fala.

O medico passa o algodão com álcool em Henry e logo em seguida a injeção, o menino geme de dor, ele quer chorar.

– Ai !! – ele fala.

– A mamãe está aqui – ela o abraça.

– Tá doendo mamãe – ele responde choramingando.

– Logo vai passar, vamos para casa. – Regina pega Henry e volta para casa.

Chegando em casa, Regina tranca a porta ainda com Henry em seus braços, ela sobe as escada e coloca o menino com todo o cuidado do mundo, pois o bumbum do garoto ainda está dolorido.

– Pronto, vem cá – ela o puxa para mais perto. Ele coloca a cabeça sobre o peito dela.

– Eu te amo mamãe.

– Eu também te amo filho.

E assim Henry dormiu, seguro e aconchegado nos braços da mãe.

Primeiro dia na escolinha....

– Henry !! anda logo filho, vamos nos atrasar – Regina grita o pequeno na ponta da escada.

– Já vou mamãe – o menino desce as escadas num desanimo.

– Animo querido, hoje você vai pra escola. – ela o abraça.

– É legal...

Eles entram no carro e ela dirigi até a nova escola de Henry.

– Quer que a mamãe desça com você ? – ela pergunta, ele balança a cabeça positivamente. – então vamos.

Eles caminham até a frente da escola e ela agacha para ficar da altura dele.

– Ei ! Animo, hoje você se torna um homenzinho – ela arruma o uniforme dele.

– Eu não quero me tornar um homenzinho, eu quero ir para o trabalho junto com você mamãe – ele segura o pescoço dela.

– Está com medo Henry ?

– Sim... – ele responde triste quase chorando.

– Olha, a única forma de superar nossos medos e os enfrentando, eu prometo que nada vai acontecer a você – ela responde colando a testa na dele.

– Você vai ficar aqui do lado de fora ? Me vendo ?

– Claro que vou, eu vou ficar aqui, quando você sair, eu estarei aqui, esperando por você.

– Promete ? – o rosto do menino se iluminou.

– Prometo agora dá um beijo aqui – ele a beija – e vai pra escola.

– Tchau mamãe, até mais tarde.

– Tchau querido – ela acena.

–E Henry entra na escola, Regina que evitou o choro de seu filho quase não estava contendo as suas lagrimas. “ Meu bebê está crescendo”

E depois disso Henry foi crescendo e momentos como estes começaram a ficar um pouco raros entre Regina e o garoto, ela nunca deixou de ama-lo mesmo depois de Emma Swan chegar em Storybrooke e tentar tirar o filho dela. Agora ela está em um navio viajando para outro mundo para tentar ter seu bebê de volta.

FlashBack off

– Eu vou caçar Greg e Tamara e mata-los, nem que seja a ultima coisa que eu faça. – ela disse com uma lagrima de vingança caindo de seu olho.

Notas finais
Comentários são sempre bem vindos XD
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!