Real Love 2.0

8 Problema adolescente.


Notas iniciais
OI gente! Vcs não fazem ideia do sufoco que passei para postar esse cap, acho até que mereço mais favoritos por tanta dedicação, já que vim pra casa de minha só pra postar, pq to sem net :'( esse cap teremos algumas palavras e atitudes que não são mais usadas em nosso tempo, então deixa eu esclarecer Regra: é o mesmo que menstruação, já q esse termo ainda não existia como tbm não existiam os absorventes e por isso eram usados faixas de panos, para estancar o fluxo. sem dizer que essa fic é medieval, ou seja alguns pensamentos machistas ainda vigoravam. Outra coisa: Quero agradecer a minha linidissima Maria purpurina, pois sem ela minhas fics ultimamente não seriam nada. e esse desenho é da autoria dela. Isso mesmo ela que desenhou e eu super ameiiiiiii. agora chega de enrolação. enjoy pessoas

~~~~ Três anos depois ~~~~

– Paiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii!!! – Laura gritou de dentro do banheiro de seu quarto.

O rei Derek estava indo ao seu escritório quando ouviu o grito e saiu correndo ao encontro da filha, sem nem ao menos pensar no que podia está acontecendo. Só queria ajuda-la e matar qualquer um que pudesse está causando algum mal ao seu bem precioso.

O rei consorte também ouvira o grito e saiu apressado do quarto indo ao encontro da filha, mas ele tinha uma leve impressão do que poderia está acontecendo com a princesa.

– Laura? Meu bem, onde está? – O rei chegou primeiro, revirando o quarto com os olhos a procura da filha.

– No banheiro pai Der. – A garota tinha uma voz tremida, como se estivesse chorando.

– Já estou indo. – Falou e avançou rumo á porta, quando foi impedido por mais um grito desesperado da garota.

– Não. Não entra aqui.

O rei congelou na porta sem saber o que estava acontecendo. Até que viu o marido entrar no quarto.

– A Laura esta trancada no banheiro chorando e não quer me deixar entrar. – Falou frustrado e confuso.

– Calma. – Pediu ao marido e começou a conversar com a filha, através da porta mesmo.

– Querida? O que houve? – Tinha um tom calmo.

– Não sei pai Sti. Só que ... estou... sangrando.- Chorou ainda mais.

– O que esta acontecendo Stiles? Ela esta ferida, vou arrombar a porta. – Derek estava desesperado.

– Calma amor. Não acho que seja tão grave assim. – Olhou o marido que se sentiu ainda mais confuso.

– Pode me deixar entrar querida? – Stiles pediu ainda com voz mansa.

– Tudo bem, mas se não se importar só você.

Derek sentiu uma dor em seu peito ao ouvir aquilo. Se sentia rejeitado pela filha e isso doía muito.

– Der, ela apenas teve sua primeira regra, e é normal que ela procure o apoio materno, que no nosso caso, acho que eu sou o mais perto disso. – O príncipe disse sorrindo, beijando a ponta do nariz do esposo e entrando no banheiro quando a garota abriu a porta.

O rei assentiu e se sentou na cama da filha apenas esperando o que ia acontecer, mesmo aquilo não o agradando nem um pouco. Stiles pediu ao marido que providenciasse algumas tiras de pano e trouxesse ao quarto. O rei imediatamente fez o que foi pedido.

Uma hora depois, Laura saiu do banheiro já vestida e devidamente protegida pelos panos, como o pai mais novo lhe ensinara.

– Está bem querida? – Derek perguntou vendo a garota corar de vergonha.

– Sim. E pai Der... Me desculpe por não deixa-lo entrar, é que ...

– Não precisa explicar meu amor. Eu entendo. E foi até bom, não sei se conseguiria lhe explicar tão bem como seu pai. – Sorriu envolvendo a garota em seus braços.

– Posso te pedir algo? – Laura o olhou tirando o rosto de seu peito.

– Claro. – Respondeu vendo Stiles atrás da garota, encostado na porta do banheiro.

– Não conta a ninguém. Tudo bem?

– Pensei em fazer um baile de comemoração;

– Não pai! Quer me matar de vergonha? – A princesa se afastou assustada com a possibilidade de ter sua intimidade exposta.

– Estou brincando filha. Segredo nosso, certo?

A menina assentiu e os reis saíram do quarto deixando a jovem tentar entender todas as mudanças que ocorreriam com ela a partir daquele momento. O rei consorte havia lhe explicado o que tinha acontecido com ela e que isso se repetiria todo o mês. Agora precisaria ter consultas com o curandeiro, mas a jovem alegou que morreria de vergonha de fazer isso com o velho Alan, e o príncipe de Blitzo prometeu chamar sua tia Lydia para fazer as consultas e lhe ajudar no que mais fosse preciso, já que ele também não entendia tudo sobre o assunto.

– Como sabia o que fazer e o que dizer? – O rei perguntou caminhando pelos corredores com o esposo.

– Sabia que um dia ela chegaria nessa fase, então procurei saber da sua irmã e da Lydia, como deveria fazer e o que dizer a ela. – Deu de ombros.

– Você é perfeito! Não saberia o que dizer. Na verdade nem imaginei que seria isso. – Derek alisou o cabelo rindo de sua própria reação exagerada diante da cena.

– Eu sei! Por isso me precavi, como já disse acho que esse lado maternal ficou comigo, já que fui eu que pari. – Riu.

– Ainda bem! — Provocou.

– Mas não se preocupe, pois caberá a você ensinar ao Miguel e ao Liam sobre sexo e essas coisas de garotos.

O rei acenou mais já imaginando que não seria nada fácil falar com seus filhos sobre isso, ainda mais que na sua mente eles não passavam de bebês, o que já não era mais verdade, já que os gêmeos tinham 13 anos e Liam estava para completar 8.

O tempo estava passando rápido demais na opinião do rei de Beacon, e agradecia a sua licantropia o fato de nem ele e nem o marido aparentarem a idade que tinham, sendo assim nenhum dos dois tinham mudado muito durante os anos, apenas ele tinha ganhado alguns fios brancos o que ele alegava ser sinal de família e não velhice.

Derek prometera a filha que não contaria nada a ninguém, mas o príncipe não havia feito promessa alguma, o que lhe permitiu escrever cartas e mandar a seus amigos informando que agora sua filha finalmente iniciara a vida adulta. Pediu descrição por parte de todos, alegando que a princesa surtaria se descobrisse. Assim sendo apenas ficaram felizes com o feito e não fizeram comentário nenhum.

Mas Lydia e Cora não perderiam a oportunidade de irem ter com a sobrinha e lhe explicar o que é verdadeiramente ser uma mulher.

Assim alguns dias depois chegaram ao castelo e a princesa foi examinada por Lydia que aprendera com Deaton alguns ofícios médicos. Depois fora aconselhada pelas duas, que eram sua base feminina tirando a avó Melissa e a Tia Alisson.

Cora dessa vez não levou os tri — gêmeos, já que a viagem era rápida e com um único objetivo, ensinar o que precisava a sobrinha. Também fora uma oportunidade perfeita de fazer o rei Jackson ter o gostinho de ficar sozinho com os filhos e sentir na pele o tamanho do trabalho que ela própria tinha.

Apesar de ser criada por dois homens Laura não podia reclamar. Sabia ser feminina e delicada como uma boa princesa, mais não negava a ninguém seu lado mais selvagem e livre que vinha de sua essência lupina.

– Bem querida sobrinha. Só tenho mais uma coisa para te dizer. – Cora prosseguiu nos ensinamentos.

– Diga tia. – Laura prestava atenção em tudo.

Estavam as três sentadas na cama da garota, que agora tinha um quarto só dela, devido precisar de privacidade.

– Infelizmente nós mulheres não temos os mesmos direitos que os homens. E uma prova disso é o fato de nossa pureza ser tão preciosa.

– Como assim tia? – A garota estava confusa.

– Querida. Toda mulher que ainda não é casada, ou que não conheceu homem algum na cama, diz-se que ela é pura, que ainda tem virtude. – Lydia tentou ajudar a amiga na explicação.

Laura corou um pouco com o assunto que estavam falando.

– Sim. E é isso que nos torna especiais antes do casamento. Ou seja, se uma mulher perde a sua virtude com alguém que não é o seu esposo, ela fica mal falada e em alguns casos como o da nobreza, perde seus direitos. Por exemplo, se não fosse o Miguel a nascer primeiro, você seria a primeira na sucessão do trono. Mas só poderia assumi-lo se casa-se pura.

– Mas tem como saber dessas coisas tia? – A menina sentia a pele queimar de vergonha;

– Os maridos sempre sabem querida; — Lydia concluiu com um sorriso.

A loba ainda estava um pouco confusa com tudo que acabara de aprender, mas sabia que estava pronta para enfrentar o que precisasse. Agradeceu a ajuda das tias e após saber que tudo estava bem com sua saúde e alguns truques femininos, se despediu delas que voltaram para seus reinos.

Laura se sentia sufocada com tudo que estava mudando ao seu redor. Adorava se sentir livre, e agora descobrira que estava ainda mais presa, as tradições, costumes e tantas coisas. Sabia que logo apareceria candidatos pedindo sua mão em casamento, pois era esse o costume, mesmo ela tendo certeza de que era nova demais e de que o rei tardaria o máximo que pudesse aquele fato . Mas ela não queria nem deles. Só havia uma pessoa em seus pensamentos e em seu coração.

Correu para a mesinha de escrita e começou uma breve carta, pois mesmo não sendo costume as mulheres saberem ler e escrever, os Hales faziam questão de instruir suas filhas, mesmo se não fossem aspirante ao trono.

Notas finais
como já disse lá em cima acho q mereço mimos, rsrrs. me deixem saber o que acharam e se estão gostando não custa nada favoritar né galera? façam uma autora feliz. e quero ver os fantasminhas em? rsr Bjs de baunilha.