Real King
14 Capítulo 14
Dizer que estava nervoso era o eufemismo do ano; Jin ainda não sabia o que o avô do marido achava de si, mas tinha uma noção muito clara de que o idoso era totalmente contra o casamento deles, e aquilo já contava pontos contra si. Tentou se vestir de forma comedida e formal, arrumou seus cabelos de maneira simples e não se maquiou, sabendo que o velho senhor era intolerante demais. Suas mãos suavam quando Namjoon as apertou assim que atravessaram o portão de entrada da mansão. Jin jurava que vira Kai desacelerar algumas vezes para demorar mais pra chegar, e fez uma nota mental para agradecê-lo depois; mas algumas coisas infelizmente eram inevitáveis. Kim Seokjin era marido de Namjoon há cinco anos, mas enquanto não tivesse aprovação do patriarca dos Kim, ele não era nada naquela família.
Desceu do carro e encheu-se de uma confiança que não tinha, mas lembrou-se de que já tinha se casado; vivia com Namjoon há cinco anos, o que seu avô poderia fazer?
Uma das empregadas abriu aporta e pegou seus casacos, o que deixou o modelo um pouquinho mais inseguro, sem uma das suas camadas de confiança. Ele adentrou o espaço da mansão, lugar nunca antes explorado, observando o ambiente frio e frívolo em que o marido foi criado. Quando estava passando por um corredor a caminho da sala de estar, Namjoon, que havia notado seu nervosismo, afagou suas costas em sinal de confiança. Respirou fundo, tinha que se portar como o Jin confiante que sempre fora. Ao chegarem na entrada do cômodo, estacou surpreso. De todas as pessoas, eles eram quem menos esperava ali.
— Namjoon Oppa! – por muito pouco Jin não rolou os olhos, lembrou-se imediatamente que estava na casa do avô Kim, e que deveria estar em seu melhor comportamento. Engoliu toda a sua raiva e seu desprezo e abriu seu melhor sorriso simpático.
Namjoon, por sua vez, sentiu uma fúria fria. O que seu avô estava aprontando? Ao ver o semblante revoltado do neto, o velho senhor levantou-se do sofá que estava sentado ao lado da loira e foi em direção dos dois homens que acabaram de chegar.
— Namjoon, você está atrasado. – Os dois homens fizeram uma reverência profunda cumprimentando o avô, que fez pouco caso. – Não sabia que traria um convidado. — Namjoon arregalou os olhos, espantado, já Jin não quis lhe dar esse gosto e ergueu ainda mais seu queixo orgulhoso.
— Seokjin é meu marido, não um convidado. O senhor mesmo me pressionou para apresenta-lo. – o velho fez pouco caso com as mãos e seguiu para o sofá.
— Isso foi antes dos Choi voltarem do Japão. – Jin quase riu do quão ofensivo aquele homem conseguia ser.
— É um prazer conhece-lo, Haraboji. Me desculpe por encontra-lo depois de tanto tempo. – disse fazendo mais uma reverência. Já tinha entendido o que o velho pretendia ali, e era diminuir Jin na frente dos outros. Não daria aquele gostinho ao velho Kim, sua implicância consigo seria apenas por capricho, porque Seokjin teria um comportamento irrepreensível aquela noite.
O mais velho olhou o modelo dos pés à cabeça e lhe lançou um olhar desgostoso.
— Me chame de Sr. Kim, rapaz. – Jin se recusou a corar com aquela reprimenda, mas ficou furioso com o sorrisinho debochado que Ji Su lançou quando foi repreendido.
— Me desculpe, senhor. – Fez outra mesura, não daria motivos para falarem mal de si, tinha muito orgulho da educação que sua mãe lhe dera. O velho rolou os olhos e sentou-se novamente com a loira ao seu lado.
— Haraboji... o senhor acredita que o Namjon Oppa não falou direito comigo na festa? — Ela aceitou um copo de bebida que o garçom lhe servia. – Não me deu atenção nenhuma, e depois me deixou sozinha ali. – O Avô olhou para Namjoon e armou a carranca.
— Não sei o que tem acontecido com meu neto nos últimos anos, minha querida, mas eu lhe peço desculpas em nome dele. – Namjoon sentiu um arrepio de indignação subir-lhe a espinha.
— Não fale por mim e não fale como se eu não estivesse aqui. – Soltou grosso. O Sr. Kim o olhou enfurecido, mas antes mesmo de proferir a bronca, viu Seokjin segurar o pulso do neto, atraindo sua atenção.
— Não fale assim com seu avô, Namjoon. – O olhar duro do marido calou o Kim mais novo. A loira observava a cena e ali percebeu que Jin queria passar a impressão de boa influência para Namjoon, e ela não poderia deixar o velhote perceber isso.
— Vamos jantar? – cortou Ji Su levantando-se e acenando para a empregada que estava na porta da sala de jantar. Jin se impressionou com o esforço que ela fazia para mostrar que era a anfitriã ali. O velho Kim levantou-se e deu o braço para a loira e assim saíram na frente. Min Ho levantou-se em seguida e encarou Namjoon, desconsertado.
— Boa noite, Namjoon Hyung. – Jin viu o maxilar do Kim travar e seu queixo ir levemente pra frente.
— Eu vou repetir o que disse pra você há 9 anos atrás, e espero que dessa vez você grave bem. – O mais velho se espantou com o tom sussurrado e perigoso do marido. – Nunca mais me dirija a palavra, Choi. Você foi avisado. – E como se fosse possível, o rapaz encolheu ainda mais os ombros. Jin não sabia ao certo o que vira no olhar de Min Ho no dia em que o conheceu, mas ali, vendo Namjoon passar indiferente por si, o Choi transparecia culpa em sua feição; ele não encarou Jin, apenas fez uma pequena mesura, e Jin não sabia o porquê, mas sabia que não conseguiria odiar aquela coisinha encolhida naquela imensa sala. Ele esperou o marido ir mais à frente e deu um suspiro alto para chamar a atenção do homem cabisbaixo.
— Pra que fique claro, eu não tenho nada contra você. Tenho um sentido apurado pra reconhecer vítimas e abusadores. Sei exatamente quem você é nesse quadro. Mas não cruze meu caminho Choi, minha compaixão não tem absolutamente nada a ver com bondade. Eu vou atropelar a sua irmã, e se você estiver junto; bem, pior pra você. – Deu uma piscada cínico e seguiu o marido para o outro cômodo.
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Jungkook saia do banho enxugando o cabelo e dá de cara com o namorado nu na cama encarando a tela do celular.
— O que houve, Tae? – o modelo se espantou com a aparição repentina e bloqueou a tela do celular, o que fez o Jeon franzir o cenho aborrecido.
— Desculpe, foi reflexo. – disse Tae desbloqueando o celular novamente. – Bogun me mandou mensagem. – disse estendendo a tela do celular para o mais novo.
~Número Desconhecido
"Taehy, podemos conversar?
Eu tô muito arrependido com a forma como te tratei, sei que você não merece isso.
Eu passei muito tempo fora e pensei muito sobre a minha vida e percebi que me perdi do meu caminho quando perdi você.
Aceita se encontrar comigo, gatinho?"
Taehyung olhava preocupado a feição petrificada de Jungkook, ele nunca vira o namorado com ciúmes nem nada do tipo; ele era uma força da natureza, afinal, não tinha motivos pra ter quaisquer inseguranças.
— Não vai responder? – o tom frio do Jeon o espantou, e ele prontamente trouxe o celular para si.
~Taehyung
"Me desculpe, Bogun, mas eu não tenho nada pra conversar com você.
Acho ótimo você ter repensado sobre a sua vida, mas eu não tenho mais nada a ver com ela."
Mostrou para o namorado, que deu de ombros e voltou a secar o cabelo. O maxilar trincado e a língua pressionando uma das bochechas desmentia o comportamento indiferente.
Quando o aviso de mensagem chegou e Tae deu uma risada debochada, Jungkook não aguentou a curiosidade e foi para o lado do namorado. Sua espinha arrepiou de indignação ao ler a resposta:
~Número Desconhecido
"Não fala assim, gatinho, nó passamos muito tempos juntos, não tem como você ter me esquecido tão rápido.
Eu sei que você ainda tá solteiro, e sei que você não vai encontrar alguém que foi tão bom pra você como eu.
Vamos lá gatinho, eu sei que você também tem saudades."
Rolou os olhos com a arrogância do imbecil.
— Eu ainda fico impressionado com a sua falta de autoestima pra poder acreditar que o melhor que poderia ter era esse cara. – disse Jungkook tirando a toalha da cintura. Taehyung olhava aquele corpo escultural e ficava impressionado sempre que se deparava com o namorado nu. Todos os detalhes pareciam ser entalhados, e nunca cansava de passar as mãos ali. – Vai só olhar, Kim? Ou vai começar a me chupar? – Taehuyng se animou com aquilo. Foram poucas vezes, mas sempre que o Jungkook puto aparecia na hora do sexo era um acontecimento!
Sem nem pensar duas vezes, ele largou o celular em cima da cama e sentou-se de frente para o namorado. Pegou o falo semiereto com as duas mãos e passou a massageá-lo, mantendo o contato visual com os orbes ônix, que pingavam malícia.
Jungkook respirou fundo quando Tae o teve em sua boca. O namorado sabia exatamente o que fazer, e Jungkook tinha que reconhecer que ninguém entendia mais de sexo oral quanto Taehyung. Mas a raiva ainda não saíra de seu sistema, e ele precisava extravasa-la.
— Não estou em condições para preliminares, Tae, quer mesmo assim? – ficou sem fôlego ao ver o namorado o encarando de boca cheia e acenando com a cabeça. – Não vou ser delicado bebê, eu sei que acabamos de transar e você ainda ta sensível, então se quiser que eu pare, me avise.
Taehyung amava aqui em Jungkook. Não importava o quão ocupado ou transtornado estivesse, ele sempre estava considerando o que Tae sentia primeiro. Mas não queria saber de nada disso agora.
— Me fode logo, amor. – Tendo impacto de ouvir o namorado chamá-lo assim pela primeira vez, o Jeon não se conteve mais.
Puxou Taehyung para seu colo, devorando sua boca enquanto se virava e sentava no colchão. Ao ter o modelo bem encaixado em seu quadril, posicionou-se em sua entrada e estocou de uma vez. Não precisava prepara-lo, Taehyung ainda estava bem lubrificado da vez passada. Livre da preocupação de não machucar o namorado, o Jeon estalou um tapa em seu traseiro e olhou bem fundo em seus olhos.
— Cavalga pra mim, amor, mostra o quando você gosta de sentar no meu pau. – Tae amava quando o mais novo fazia isso. Aquele jeitinho tímido de Jungkook simplesmente sumia quando estavam a sós, e ele se sentia muito especial por ser o único a presenciar aquilo. Aquele era o vocabulário que combinava com as tatuagens, os piercings e a fama de Jeon Jungkook, e aquele traço secreto de personalidade o deixava com os quatro pneus arriados.
Taehyung amava um Bad boy, nunca negou.
Voltando a sua atenção para o pedaço de céu que estava logo abaixo de si, o modelo rodeou a nuca do namorado com suas mãos, enquanto era segurado de forma firme pela cintura, às vezes um tapa ou outro era estalado, mas depois de alguns minutos ali, ele começou a sentir o cansaço do primeiro round que tiveram mais cedo.
— Kook, vamos mudar de posição. – E foi só o que o Jeon estava esperando ouvir. Levantou Taehyung sem dificuldade de seu colo e o pousou na cama, sacudindo os cabelos antes olhados que agora pingavam de novo.
— De quatro pra mim, bebê, já que você disse que aguentava o tranco. – Tae riu daquilo, a primeira posição era para não machucá-lo, ele sabia, agora sim vinha o que Jungkook estava lhe prometendo.
Jeon metia sem parar, revezava os tapas em sua bunda com os apertões em seu quadril. Taehyung sempre gostou quando ele pegava pesado, mas hoje algo estava diferente.
Ia reclamar?
Nem morto!
— Guk, mais forte! – incitou Taehyung, manhoso, que recebeu exatamente o que pediu. Graças aos deuses marombeiros seu namorado tinha uma resistência invejável, senão já teriam terminado aquilo.
— Assim? – deu um tapa bem estalado em seu traseiro. – Gosta quando eu te fodo forte assim, não, é?! – aquela voz baixa e melodiosa só jogou mais gasolina no fogo do Kim.
— Eu AMO, baby. Melhor. Foda. Da. Vida. – Estranhou quando o namorado diminuiu a velocidade pra se inclinar sobre a cama. Alguns segundos depois a velocidade aumentou e o parceiro encontrou sua próstata, o fazendo gemer muito alto. Mesmo com esse pico de prazer, conseguiu registrar a mão de Kook deixando seu celular aberto na conversa que acabara de ter com o ex. antes de perguntar o que estava acontecendo viu a gravação de áudio e sentiu simultaneamente outro tapa estalar em seu traseiro.
— Conta pra ele Taehy, o quanto você sente falta do seu ex. – o modelo estava em choque com a ousadia do mais novo, mas antes mesmo de ponderar sobre aquilo, sentiu sua próstata ser acertada de novo, e não conteve o gemido pornográfico que soltou. – Conta pra ele, gatinho, sobre o cara que está te tratando tão mal agora. – Aquela provocação malcriada, o jeito debochado que pronunciava os apelidos que o ex lhe dera junto com as mãos que subiam seu peitoral para provocar seus mamilos sensíveis foram o estopim para Taehyung.
— Ai amor, assim você não me deixa andar amanhã, por que tem fazer tão gostoso assim? – Jungkook riu daquilo, porque até poderia ser encenação para irritar Bogun, mas às vezes o namorado falava aquilo pra ele quando pegavam muito pesado no sexo. – Eu já tô viciado no seu pau, não precisa caprichar toda vez não. – E ao ter seu tronco erguido para tocar as costas no peitoral forte do Jeon, ele ouviu a resposta bem ao pé de seu ouvido:
— Só sei foder desse jeito amor, acho uma heresia um homem como você ter sido tão mal comido antes de me encontrar. — Taehyung soltou uma gargalhada, incapaz de discordar.
— Eu simplesmente não sabia que um homem como você existia. – Sentiu um beijo doce em seu pescoço e ambos se debruçaram sobre a cama para o Jeon alcançar novamente o aparelho, e com apenas um toque ele pausou a gravação.
— Aquele merda não merece te ouvir gozar. – Os dois sorriram e intensificaram os movimentos na cama, procurando seu ápice.
Enquanto Taehyung retomava seu fôlego, depois de entender que a expressão "ver estrelas" nem era tão metafórica assim, sentiu Jungkook beijar sua nuca e novamente falar em seu ouvido:
— A opção de enviar ou apagar o áudio é sua. Eu sei que foi babaca da minha parte fazer aquilo, mas às vezes não consigo controlar o meu temperamento. Fiquei inseguro e fui infantil. Prometo melhorar isso, ok?! – Tae virou seu corpo para encará-lo e sorriu singelo.
— Eu entendo a sua insegurança, de verdade, não vou te julgar por isso. Você só precisa entender que existem limites e você não deve ultrapassa-los. – O mais novo acenou, compreendendo. Ele deu um selinho no namorado e viu sua bunda fantástica se afastar para o banheiro.
Deu um sorriso quadrado satisfeito e desbloqueou a tela do celular, se perguntando o que fazer com o áudio. Ao reler a mensagem do ex sobre o que ele achava que o Kim merecia ou não, apertou em "enviar".
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O jantar estava se encaminhando pra o seu final, e Jin já tinha perdido a conta de quantas vezes segurou Namjoon para ele não fazer um escândalo. Entendera que ali a meta do Sr. Kim era humilha-lo até ele sentir que não pertencia àquela família, mas não se daria por vencido.
Quanto à cobra que estava do outro lado da mesa, à esquerda do velho (lugar que tradicionalmente deveria pertencer à Jin), ela estava curtindo muito a noite, a cada segundo fazendo ou dizendo algo como se fosse a neta do Sr. Kim, Nora do grupo Bangtan.
A noite só não estava tão humilhante porque Min Ho estava completamente mudo à mesa, não tinha coragem de dirigir a palavra aos mais jovens e apenas respondia o que o velho lhe perguntava. Agora, estavam comendo a sobremesa enquanto o velho Kim discutia com Ji Su sobre os muitos compromissos que os Kim teriam que comparecer naquele mês.
— Também fui convidada pelos Song para o casamento, não é uma coincidência adorável?! – a cada oportunidade que tinha, a loira encostava as mãos no braço do patriarca, como se mostrasse a Jin que era ela quem tinha intimidade com ele. – é uma pena que Min Ho não poderá ir, eu ficarei sem acompanhante. – Ao ver a cara do irmão de surpresa, Seokjin entendeu na hora o que ela queria.
— Namjoon a acompanhará, querida. – disse o velho em tom definitivo. O modelo sentiu sua mão que estava debaixo da mesa ser massacrada pelo marido.
— O Namjoon não vai a lugar algum com ela, vovô, porque Namjoon é um homem casado. – disse o Kim mais novo em terceira pessoa para deixar claro seu tom de ironia.
— Você não ouse me contrariar na frente dos convidados! – o clima estava ficando mais pesado e o velho fez questão de piorar tudo aumentando o tom de voz.
— E o senhor não ouse me tratar como se eu fosse um objeto ou um de seus empregados! Não vou tolerar ser uma peça de xadrez nas suas mãos nem ser manipulado pelos joguinhos dessa desequilibrada! – o mais velho bateu na mesa com o punho fechado e se levantou, num rompante de fúria.
— Abaixe o tom pra falar comigo, moleque! Tudo o que você tem é por minha causa, não pense que eu não tiro tudo o que é seu em um piscar de olhos! Se eu disser que você vai sair com a Srta. Choi é exatamente o que você vai fazer! – vendo que mesmo assim a mão de Jin apertava a do neto, tentando controlar seu temperamento, ele resolveu jogar tudo para fora. – Desde que arranjou amizade com esse daí você anda muito cheio de ideias na cabeça. – E foi o fim. Namjoon soltou-se da mão do marido e levantou da mesa, jogando o guardanapo na mesma.
— Seokjin é meu MARIDO, e eu não vou mais repetir isso para o senhor. Se nesta casa meu marido não é respeitado, então é um lugar onde eu não sou bem-vindo. – Olhou para o modelo que entendeu a deixa e se levantou também. Mas Jin não ia deixar toda aquela humilhação passar barato. O primeiro ia ser o velho.
— Boa noite pro senhor, Sr. Kim. – Fez uma reverência polida e o encarou sorrindo. – Foi um jantar muito agradável, da próxima vez eu o convido para retribuir a acolhida em nossa casa. – E saiu andando como se fosse o dono do lugar.
Ao chegar na porta, percebeu Ji Su correndo atrás de si, ela o ultrapassou e parou quando viu Namjoon entrar no carro sem olhar pra trás.
— Namjoon Oppa, aonde você vai? – virou-se abruptamente ao ouvir a risadinha debochada do modelo.
— Pra onde você acha que o seu Oppa, vai, querida? – no alto de seus 1,80 de altura ele olhou para ela de cima para baixo, o desdém pingando em casa palavra. – Pra minha cama, é claro. É pra onde ele vai toda maldita noite. – Os olhos da loira se arreglaram em indignação, mas ficou subitamente acanhada quando o homem de ombros largos abaixou-se para ficar da altura de seus olhos. – Você pode ter todos os contatos importantes dessa cidade, baixinha, mas o homem que manda nela é meu. – Virou-se de costas e saiu em direção ao carro que o esperava e antes de chegar à porta, parou novamente olhando pra trás. – Ah, acho bom você se tratar, viu, porque se não procurar ajuda quem vai te dar o remédio que você merece sou eu.
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