Real Game
1 Capítulo 1- Press Start
Notas iniciais
Primeiro Dia:
Sons de tiros e bombas vinham do quarto de Mokuro Hiro, se você entrasse lá iria vê-lo, sentado no chão de madeira, com um cobertor na cabeça, enrolado em seu corpo, o quarto estaria escuro e ele estaria com um controle de vídeo-game na mão olhando para a televisão sem piscar, fixado no seu jogo de FPS. Passou-se duas horas e ele saiu do quarto estralando as costas, andava manco por ficar muito tempo sentado. Ele anda até a cozinha pega uma cadeira e a deixa próxima ao armário pega um pacote de batatinhas, então volta para seu quarto.
— Droga... — resmungou ele, pela morte de seu personagem — Time Noob.
Ele desliga o video-game e pega sua bicicleta BMX que ganhou deu avô, apesar de não à usar muito. Ele deixou a bicicleta encostada na parede próxima a porta de entrada. E volta para seu quarto trocar de roupa, seu fisico é magro, comum para qualquer um da sua idade que é treze anos, faltava alguns meses para o seu aniversário de catorze anos, mas ele não estava empolgado, ele sempre ganhava, euqipamnetos para sua bicicleta, skates, até já chegou a ganhar um kit de acampamento, incluindo barraca, saco de dormir, garrafa térmica, um pequeno telescópio, binóculo, kit de primeiros socorros e uma adaga de caça. Porém ele não se interessava. Colocou uma camiseta de manga longa de cor cinza e por cima um moletom com o zíper fechado até a metade de cor preto, seus olhos castanhos avermelhados, brilhavam com os pequenos raios de luz que entravam dentre fendas da cortina fechada de seu quarto, colocou uma calça jeans preta e um tênis Vans. Trancou seu quarto e pegou a sua bicicleta.
Viajou dois quilomêtros até chegar no shopping no centro da cidade, ele morava em um bairro próximo ao centro de Tóquio. Deu a volta no shopping e foi no estacionamento. Prendeu sua bicicleta em uma grade e andou até o elevador, o shopping tinha cinco andares, o seu destino era a loja de games, no quarto, que era o andar dos eletrônicos.
Quando chegou no primeiro andar, um rapaz de aparência de uns vinte anos, entrou no elevador, ele pareica chateado e abatido, se encostou no canto e baixou a cabeça, o homem olhou para o vidro do elevador, que podia se ver todo os andares abaixo, ele fixou sua visão e Hiro, olhou para ele, mas o homem percebeu que estava sendo observado. O rapaz estava com roupas parecidas com a de Hiro, ele era magro, seu cabelo era meio alaranjado, tinha costeletas que levava a um cavanhaque. Ao o rapaz olahr para Hiro, ele virou-se rapidemente, parecia não se importar, mas foi até o vidro e viu um homem entrando e saindo de lojas mais gordo, ou com objetos roubados em sua blusa.
— Incrivél como este mundo está sujo de ladrões, assassinos, estrupadores, etc... — comentou o rapaz. — Opa, desculpe, me chamo Ryoouki.
— Olá, Ryoouki. Me chamo Hiro Mokuro. — apresentou-se. — Queria limpar esse mundo, mas pena que isso só acontece na minha mente.
— O quê? — perguntou Ryoouki.
Hiro baixou a cabeça, então olhou para frente novamente.
— Eu projeto ilusões, na minha própria mente, isso é saber controlar o psicológico, mas mesmo assim não sou forte o suficiente se eu acabar enlouquecendo, e é o já está acontecendo, como não te conheço posso te falar. — explicou Hiro — Ontem a noite, eu tive o que pode se dizer, uma overdose de pensamentos. Quase entrei em depressão, quis me matar, mas não tenho coragem. Seria doloroso, mas seria o mais fácil, não posso mudar esse mundo, foi isso que me levou a jogos Onlines, como MMORPG, FPS, entre outros. Esse elevador ta muito lento... — resmungou.
Ryoouki olhou surpreso para Hiro.
— Olha garoto, você pode me encontarr nessa loja, depois. — ele deu um cartão de uma loja de skate para Hiro.
— Hum, aqui é meu andar, até mais. — despediu-se Hiro.
Ele saiu do elevador e foi para a loja, Hiro se interessou em ir na loja, pois qualquer pessoa depois de ouvir aquilo iria achar que ele é um viciado. E ele é um viciado, só que em jogos. Hiro procurava na plateleira o novo jogo BattleField5® e o novo GrandTheftAuto7®, ele pegou um HeadSet, pegou os jogos. Foi até o caixa e retirou do bolso, um cupom.
— Está, aqui, eu ganhei o campeonato online de cinco games comprados aqui, eu ganhei mil iênes pra gastar nessa loja. — explicou Hiro.
— Bom, você não pode levar o BattleField. — recusou ele.
e para ele envergonhado e ao mesmo tempo com raiva.
— Por que? — perguntou Hiro.
— Bem, as produtoras, são diferentes. — respondeu o vendedor.
Ele retirou um cartão do bolso.
— Eu compro. — disse Hiro.
Hiro saiu de lá com as compras em uma sacola. Pegou o elevador e foi para a loja de onde Ryoouki trabalhava. No momento em que ele entrou na loja Ryoouki o viu e então se escondeu atrás do balcão, ele novamente ficou de pé, mas estava com uma mochila preta na mão.
— Hey, Hiro-san — Chamou-o.
— Olá. — comprimentou Hiro.
— Então, você quer comprar uma mochila, para não levar essas coisas na mão. — propos Ryoouki.
Hiro abriu a boca.
— Não tenho muito dinheiro. — explicou-se Hiro.
— Ora, posso te fazer um desconto. — ofereceu Ryoouki. — Bem, eu tive as mesmas expêriencias que você, Hiro-san. Não se preocupe, o mundo é assim, não podemos muda-lo.
Hiro baixou a cabeça, comprou a mochila. Estava sem dinheiro em seu cartão, tinha somente cem iênes no bolso para comprar o lanche, ele já tinha que ir para a aula.
Pegou sua bicicleta e saiu para ir para o colégio. Foi quando derrepente o pneu da frente parou e ele foi arremessado pra frente, Hiro caiu com a testa no chão, que cortou seu supercílio, sangue escorreu de seu rosto. Ele procurou forças para se levantar, então viu um homem com trapos velhos rindo dele, era um rua vazia. O homem se aproximou e o abordou com um revolver. Hiro no chão ficou com medo, olhou para a BMX preta e viu um galho no meio da roda.
— Olha, garoto me da o seu dinheiro, a mochila e a bicicleta. — pediu ele com um tomm de louco.
Ele estava com medo, ficou paralizado, mas retirou a mochila das costas tremendo.
— Okay, garoto, sem testemunhas. — disse ele nervoso.
Hiro se assustou, sentiu um frio na barriga, seus olhos se arregalaram. Sua expressão era de pavor e medo. Então... Ele ouviu o som do tiro, mas não sentiu nada o tiro foi parar do seu lado no chão. Hiro olhou para o homem e sua barriga estava furada e sangrando, o ladrão caiu no chão, então ele viu Ryoouki com uma faca na mão com os olhos arregalados, então Ryoouki sorriu.
— Precisa sair daqui! — mandou Ryoouki. — Vá para a escola, diga que caiu de bicicleta. Eu estava errado, podemos mudar esse mundo, apagando a sujeira, agora vá.
Hiro se levantou, correu para a bicicleta e a levantou, então subiu nela e continuou seu caminho. Ele estudava em um bairro do lado do centro, então chegou rápido no colégio, deixou sua bicilceta no pátio e foi para o banheiro rapidamente, ele lavou seu rosto e se olhou no espelho, quando ouviu passos, um homem de terno entrou no banheiro. Cabelos pretos penteados para trás com gel, usava um óculos de grau de lentes retangulares.
— Senhor Augor-sama? — chamou Hiro.
— Mokuro Hiro. O nosso aluno prodigio. — pronunciou ele.
Não era possível, o diretor não era nem um pouco sarcástico, e Hiro sabia que ele iria reprovar com certeza.
— Do está falando? — perguntou Hiro.
— O exame nacional, você foi o aluno do país que mais acertou. — afirmou ele.
Hiro achou que fosse uma piada, mas continuou sério.
— Como assim? — perguntou. — O aluno com mais acertos é de uma cidade no interior. Com 90% de acertos. Ta dizendo que eu acertei mais?
— Sim. — confirmou — Graças à você, nossa taxa de salário aumentou. Dizem que o nosso colégio representa o futuro da inteligência mundial.
Hiro baixou a cabeça, o diretor parecia não ligar. Aturou as quatro horas de aula e foi para a casa, testar seus jogos. No caminho, flashs apareciam em sua cabeça da hora em que o homem disparou um tiro. Quando ele percebeu seu corpo estava guiando a bicicleta sozinha. Quando faltava duas quadras para ele chegar em casa, cinco homens cercaram a rua em que ele passou impedindo sua passagem, ele deu meia volta, mas ali tinha mais caras. Eles usavam roupas de gangue.
— Ora, ora. — disse o que estava no meio, ele tinha uma pele morena, não tinha aparencia japonesa. Seu cabelo era preto, grande e enrolado. Eles usavam roupas largas. — Foi você que matou o Mark.
Ele lemboru do homem que o tinha assaltado, mas não foi coicidência, ele estava com aquela cena na cabeça. Eles o empurraram da bicicleta. Ele não pensou ergueu o pé com raiva, apoiava seu corpo com as mãos e bateu com o calcanhar na cara do que seria o chefe. Seu rosto foi empurrado com o chute e jorrou sangue de sua boca. Todos ali apontaram as armas para ele. Mas Hiro fez algo que nunca pensou que algum dia faria.
Ele pegou a arma do chefe que estava em sua cintura, o segurou no pescoço e colocou a arma em sua cabeça.
— Hey, garoto, pare de ser idiota. Nós vamos de matar! — ameaçou um deles.
— Não se movam. — ordenou Hiro — Ou eu estoro a cabeça dele. Larguem as armas.
Eles obedeceram. Então vem a dúvida, aonde Hiro aprendeu a fazer aquilo, certamente em tanto zerar jogos. No momento em que ele agarrou o chefe da gangue, ele já pensou no botão Quadrado. Hiro largou o chefe e então subiu na bicicleta, com a arma na mão e apontou para eles até virar a esquina. Chegou em casa e foi direto para o seu quarto. Deitou em sua cama desesperado.
— Pena que não o matei? — sussurrou sozinho.
Ele foi testar o jogo, mas seu video-game não ligou, ele verificou as tomadas, cabos, fios. Foi até a gaveta da cômoda e pegou algumas ferramentas, ele abriu o video-game, viu as peças e de alguma form as entendeu, olhou para seu computador. Ele já correu para pegar o CPU, abriu-o, e começou a combinar as peças dos aparelhos, saiu do seu quarto com esperança nos olhos de algo que não sabia. Sua mãe ficou supresa de ele sair animado, em geral ele sai parecendo um morto. Ele pegou alguns protóticos de celulares novos que sua mãe havia consgeuido no lugra aonde ela trabalhava. Foi para o quarto e combinou mais peças, seus olhos brilhavam. Ele estva pra criar um novo tipo de computador. Ficou até de madrugada montando, então apagou em sua cama.
Ele acordou com o som da campainha como de costume sua mãe havia ido trabalhar ele estava sozinho, então chegou a encomenda: Uma SmarTV. Como ele consgeuiu o dinheiro para compra-la? Simples, hakeou uma conta bancária.
Levou-a para o seu quarto e então a configurou para suportar o seu “CÉREBRO ARTIFICIAL”. Mas gora só falatava uma coisa.
— Uma fonte de energia capaz de mexer com o cérebro. — falou ele.
Ele ligou a TV então o jornal da manhã estava no ar e só um assunto se dizia: O Eclipse Solar.
— O cérebro emite vários sinais para o corpo. — explicava-se falando sozinho —O eclipse produz um efeito, um tipo de raio impossível de ver a olho nu, por isso criei este computador ele pode dedectar esses pequenos raios e suga-los, isto é que pode se dizer magia, quem diria. Magia existe!
Ele pegou uma folha, que parecia uma tabela, havia dois nomes o primeiroera: Hatake Ryoouki, o segundo Augor Neil, havia mais cinco linhas em branco. Hiro havia pesquisado, raramente esses raios apareciam e não sabia quando seria o próximo eclipse.
— Já achei dois. — afirmou ele. — Faltam cinco, terei de usar pessoas fiéis a mim, pessoas com a mesma visão de mundo que eu.
Hiro sabia que aquilo era só uma hipótese, mas se der certo, o mundo irá melhorar.
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