Ready for the ride?
3 Capítulo 3 - Constrangimento...
Notas iniciais
~Resumo do capítulo 2 (Previously on Pretty Little Liars xD):
– Quero 3 copos de saquê cheios, por favor. — A azulada disse pronta para afogar suas mágoas na bebida pela primeira vez;
– Oh, devem ser mais fãs, esperem um minuto! — Usopp disse se gabando, mas quando leu a mensagem ficou sem expressão.
"Pode-se enganar a todos por algum tempo; pode-se enganar alguns por todo o tempo; mas não se pode enganar a todos todo o tempo. -Abraham Lincoln.
Eu acho essa frase tão sua cara, Usopp. Você pode continuar com suas mentiras infantis, mas a mim não me engana.
–Who."
– O que foi, Usopp? — A pequena rena perguntou preocupada com a expressão do amigo.
– N-Nada não! É só uma mensagem de um inimigo meu, afinal, o comandante Usopp também tem que ter inimigos!
– O narigudo tentou disfarçar já com gotas de suor caindo de sua testa.
– Você quer me beijar ou quer saber meu nome? — Dito isto, Vivi não pensou duas vezes e seus lábios voltaram a se encontrar com os do sardento. Ela estava perdida no seu beijo e Ace estava viciado no seu perfume.
– Mas então... quem é Who? — Rapidamente voltou a entrar em pânico.
– UM STALKER ESTÁ NOS PERSEGUINDO, AAAAAAAAAAAAAAAAAAAH!
Ouviu um toque de mensagem de vários celulares, até o de Vivi que estava pousado na mesa; todos os amigos receberam uma mensagem, todos ficaram boquiabertos, à excepção de Nami e de Usopp que ficaram ainda mais aterrorizados.
"Eu estou aqui, meus queridos e eu sei de tudo. Tudo. -Who."
~Começo do capítulo 3:
Todos ficaram em silêncio durante alguns minutos até que alguém inesperado decidiu se debater.
– Estou com fome. — Porém esse alguém inesperado disse uma coisa já esperada; Todos olharam para Luffy que pensava ter tido algo errado. Em menos de 5 segundos todos caíram no chão com uma gota na cabeça.
– NÓS ESTAMOS SENDO PERSEGUIDOS POR ALGUÉM E É ISSO QUE VOCÊ TEM A DIZER?! — Nami deu um valente soco na cabeça de Luffy que fez o mesmo ficar zonzo e caír no chão. Um certo narigudo gritava e se escondia atrás de uma figura com cabelos esverdeados.
– O-I, Z-Z-Z-Z-Z-Z-ZORO N-N-N-N-NÃO T-TENHA MED-DO, O C-C-CAPITÃO US-SO-SOPP V-VAI TE PROT-T-T-TEGE-ER! — Usopp disse se escondendo atrás de Zoro que rapidamente ficou com uma super gota na cabeça.
– Quem disse que eu queria que me protegesse? — O esverdeado respondeu revirando os olhos.
– Bem, essa pessoa deve ser mesmo psicopata para saber o que estamos fazendo agora, será que ela gosta de nos ver tomando banho? — Robin ficou pensativa por momentos.
– KYAAAAAAAAAH, NÃO FALA ISSO ROBIN! — A ruiva e o narigudo gritaram em uníssono já tremendo.
– Mas quem será essa pessoa? Ameaçar as pessoas não é nada SUUUPER. — Franky indagou ainda fitando a tela do seu celular.
– Estou com fome! — Monkey D. Luffy reclamou e dessa vez recebeu um triplo soco de Nami, Usopp e Sanji.
– CALA BOCA!!! — Os três gritaram furiosos pela atitude do moreno que caiu novamente no chão e murmurou um ''Aiii...''
– Minna! Precisamos pensar com calma! — Nami disse pegando seu celular e relendo a mensagem de novo — Seja quem for esse tal de "Who" ele diz que sabe de tudo. Como é exatamente esse tudo?! — A ruiva deu um ênfase na palavra "tudo".
– Bom, todos temos segredos sombrios que não contámos nem para as pessoas mais próximas de nós. — Robin disse fazendo com que os amigos olhassem para a morena.
– A R-Robin está c-certa... — Usopp disse, ainda gaguejando por causa do medo.
– Seja como for, já é tarde demais para pensar, eu vou dormir. — O garoto com cabelo esverdeado disse abrindo a porta do apartamento e se despedindo dos amigos.
– É verdade, precisamos acordar cedo amanhã... — Nami se lembrou e logo em seguida suspirou.
– Vamos indo, Usopp? — Franky se virou para o narigudo que estava escondido atrás do sofá da sala ainda tremendo.
– V-Vamos... Oi, Franky, será que eu posso dormir no seu quarto hoje? — Usopp perguntou enquanto ele e o azulado saíam do apartamento.
– Oi, nem pense nisso! — Franky exclamou com uma gota na cabeça.
– M-Mas e-eu posso levar meu saco de cama e... — O narigudo continuou.
– Não! — O azulado deu um soco na cabeça de Usopp que logo se calou.
– Luffy, você avisou o Ace ou o Sabo que está aqui? — Nami perguntou estranhando o garoto ter ido com ela para casa logo após ela receber a mensagem.
– Huh? É VERDADE! ACE, SABO! — O moreno logo se deu conta que seus dois irmãos já deviam estar preocupados com ele e pior ainda: com certeza vai receber vários "socos do amor" de seu avô. — Tenho que ir, vejo vocês amanhã, Nami, Sanji! — E logo em seguida Luffy se dirigiu para as escadas onde tropeçou e desceu as escadas mais rápido do que o esperado. — Shishishi, isso foi divertido! — E então Monkey D. Luffy foi andando pela rua e murmurando coisas como "Isso foi tão sogooooi, tenho que fazer de novo!'' ''Shishishishi''.
– Aquele idiota... — A ruiva revirou os olhos. — Sanji-kun, não está indo para o seu apartamento? — O loiro mora sozinho dois andares acima de Nami e de Vivi, mesmo ao lado do apartamento de Franky, Usopp e Chopper. -
– Mas, Nami-swan, eu preciso proteger você e a Vivi-chwan, são damas indefesas, eu precis- — O discurso de Sanji foi interrompido quando Nami o empurrou para a entrada e fechou a porta na sua cara. — A NAMI-SWAN FICA TÃO LINDA QUANDO ME EXPULSA DO SEU APARTAMENTO E ME FECHA A PORTA NA CARA, MELLORINE! — A voz do loiro ainda foi ouvida de fora da porta, Nami revirou os olhos.
Uma risadinha familiar foi ouvida atrás de Nami que logo se virou para ver quem era.
– Robin?! Ufa, ainda bem! Estava com medo de ficar aqui sozinha essa noite, claro que a Vivi está aqui mas ela não ajuda muito nesse estado... — A ruiva bufou.
– Quer mesmo que eu fique? Sou mais sinistra que esse tal de "Who". — A morena esboçou um sorriso.
– ROBIN, PARA COM ISSO! E sim, eu quero que você fique, apesar dessa sua faceta... — Nami disse sorrindo — Bom, vou me deitar, quando quiser pode vir. Boa noite! — A ruiva disse desligando o interruptor da luz fazendo a sala ficar escura.
– Certo, boa noite. — A morena sorriu; vendo que Nami já havia fechado a porta do quarto, Robin pegou seu celular e ficou fitando o mesmo. — Será que isso é só uma brincadeira? — A morena ficou parada quando ouviu o som de uma mensagem soando do mesmo.
"Ah, Robin-chan! Ainda não tinha enviado uma mensagem para você... então, seja bem-vinda ao meu jogo! Se você realmente não quer perder, acho melhor seguir minhas regras.
P.S: Isso não é uma ameaça, isso é uma afirmação.
Boa noite, vadia.
–Who."
Robin não teve reação, simplesmente desligou seu celular e se dirigiu para o quarto. Quem quer que seja esse tal de "Who" ele não parecia estar brincando, não mesmo.
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– Acorda... Acorda... Acorda. Acorda! VIVI, ACORDAAAAA! — Uma voz surgiu fazendo uma garota com cabelos azulados abrir os olhos instantaneamente.
– Nami? Mas como eu vim parar aqui, eu estava no b-bar e... ai, minha cabeça dói demais... — A azulada disse, passando a mão pela cabeça.
– É nisso que dá você beber até mais não! E ainda por cima nem me chamou! — Nami disse olhando para Vivi que acabara de se levantar.
– Ai... não fale tão alto... — A azulada lavou o rosto para ver se aquela dor de cabeça horrível passava.
– Mas eu estou falando normal. — Nami revirou os olhos mas logo esboçou um sorriso. — Sardas então, não é? — A ruiva riu.
– S-Sardas? C-Como assim? — Vivi logo se lembrou o que tinha feito ontem com aquele garoto no bar, aquele que ela nem sabia o nome.
– Não tente me esconder nada, Nefertari Vivi! Não pense que escapa de me contar o que aconteceu ontem! De-ta-lha-da-men-te! — Após dito isto, a ruiva pegou em sua mochila/mala e saiu do quarto. — Eu fico esperando por você, se apresse!
Nami se sentou no sofá, pegou seu celular e colocou na sua lista de músicas. Olhou para a sala vazia e calculou que Robin tivesse saído mais cedo.
A ruiva estranhou quando ouviu uma música esquisita que não estava no seu celular antes.
– Huh? Que música é essa? — Nami arqueou a sobrancelha, viu o nome da música e logo ficou apavorada.
"Musica da Nami Bj Who"
Don't trust a hoe
Never trust a hoe
Won't trust a cause a hoe, won't trust me
Nami não estava entendendo o que aquela música tinha haver com ela, mas quando ouviu a última parte do refrão da música entendeu.
"Don't trust a hoe
Never trust a hoe
Won't trust a cause a hoe, won't trust me"
Tradução:
"Não confie numa vadia
Nunca confie numa vadia
Não confio porque uma vadia não ia confiar em mim"
A ruiva deslizou o dedo bruscamente pela tela, mas a música não parava, Nami estava em pânico; se levante, pegou seu celular e estava prestes a lançá-lo contra a parede quando sentiu uma mão segurar em seu braço.
– Nami, o que você vai fazer?! Você mesma disse que esse celular foi muito caro! — Vivi perguntou preocupada com a amiga.
– E-Eu... você está certa, é só que a música não desligava e eu... — A ruiva se sentou no sofá e pousou o celular ao seu lado.
A azulada pegou no mesmo e desligou a música; em seguida se virou para a amiga; algo estava acontecendo com Nami, algo de muito grave.
– Nami, o que está acontecendo? — A ruiva baixou a cabeça.
– O mesmo que está acontecendo com você, Vivi... as mensagens, você ontem recebeu uma mensagem antes da gente entrar pra primeira aula, certo? — Nami perguntou.
– S-Sim... Você também recebeu uma mensagem de... — A azulada foi interrompida pela amiga.
– Who. — Nami completou a frase. — Ele me ameaçou com os meus segredos... Vivi, você sabe que é minha melhor amiga, mas eu não te contei tudo sobre o meu passado... — Admitiu a ruiva. — Mas eu vou contar, eu prometo, não agora... vou contar quando todos estivermos reunidos... — Nami sorriu para a azulada que retribuiu.
– Eu entendo, Nami, está tudo bem. — Vivi sorriu docemente, mas logo ficou com uma expressão tristonha — A m-mensagem que Who me enviou foi sobre o meu pai... e sobre a Meredith... — A azulada começou contando tudo à amiga que ouvia com atenção.
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– Não acredito que seu pai ainda foi capaz de negar! — Nami e Vivi caminhavam até à Faculdade; as duas sempre iam a pé pois o caminho até lá não é muito longo.
– É... — A azulada suspirou tristemente. — E-Eu vou contar pra minha mãe hoje, eu acho...
– Vai ficar tudo bem, calma. — A ruiva pousou sua mão na de Vivi para demonstrar que estava ao seu lado. Logo as duas mudaram de assunto. — Olha, está ali o baka do Luffy e os irmãos! Acho que você ainda não conhece o Ace e o Sabo, bom, resumindo, os dois também são bastante idiotas. — Nami disse para a amiga que deu uma risada.
– O Sabo-san eu conheço, ele viajou até Alabasta 4 anos atrás; ele não estava acostumado com ritmo do nosso país e acabou sendo atropelado por um camelo... — A azulada sorriu se lembrando.
– EU JÁ DISSE QUE FOI VOCÊ QUEM ACABOU COM A COMIDA, AGORA PARA DE FALAR QUE ESTÁ COM FOME! — A voz de Sabo foi ouvida atrás de Nami e Vivi que se viraram para o mesmo.
– Ohayo, Sabo. — Nami disse sorrindo.
– Ohayo, Sabo-san. — A azulada sorriu.
– Ohayo, Nami, Vivi! — O mesmo retribuiu o sorriso para as duas. — Aqueles dois bakas são mais lentos que um caracol... — Murmurou o loiro.
– Oh, Nami, Vivi, o que vocês estão fazendo aqui? — Luffy aparecera agora ao lado de Sabo.
– Obvimente estamos indo para o mesmo sítio que você, idiota. — Nami murmurou.
– Estão indo para o talho? — O moreno perguntou com toda sua inocência.
– ESTAMOS INDO PARA A FACULDADE, SEU IDIOTA! — A ruiva exclamou nervosa; se a paciência dela já é pouca, sempre que está com Luffy ela se esgota facilmente.
– Ah... que sono... droga... — Um certo sardento aparecera agora ao lado dos dois irmãos se espreguiçando.
– Ah, quase me esqueci! Ace essa é a Vivi, Vivi esse é o Ace. — Nami apresentou os dois.
Vivi ainda não tinha olhado bem no rosto do garoto. A azulada estava prestes a dizer "muito prazer em conhece-lo" mas quando olhou e viu aquelas sardas, ficou mais pálida do que o normal.
– VOCÊ?! — Os dois gritaram em uníssono.
– Huh? Vocês se conhecem? — Sabo perguntou estranhando a atitude do seu irmão.
– N-NÃO! E-EU NUNCA V-VI ELE NA MINHA VID-DA! — A azulada mordeu o lábio inferior enquanto gaguejava. — A-Acho que já est-tá ficando tarde, m-melhor nos apressarmos, né, Nami? E-ENTÃO ADEUS, MINNA! — Vivi pegou no braço de Nami e saiu apressada.
– Vocês se conhecem? — Sabo se virou para o sardento que ainda encarava a figura de Vivi ao longe.
– Sim, ela beija super bem... — Ace só conseguia pensar nos lábios carnudos de Vivi junto dos seus, como seu cabelo cheirava super bem e sua pele tinha sabor de pêssego e... Oh, droga. — I-Isto é, você não tem nada haver com isso! — Rosnou o sardento e logo em seguida apressou o passo.
– Você entendeu o que aconteceu aqui? — O loiro se virou para Luffy que estava parado apenas observando.
– Carne... — Murmurou o moreno, um rio de saliva saía da boca do mesmo.
– Porque eu ainda tento... — Sabo revirou os olhos e suspirou, logo em seguida puxou o moreno e voltou a caminhar novamente.
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