Notas iniciais
Me perdoem a demora. Realmente faz tempo que eu não entro no Nyah, e agora que entrei já postei!! Me perdoem mesmo!! :(

Helena narrando: No dia seguinte, o Renê me levou pra casa antes do meio dia. Eu estava completamente apaixonada por ele. Pena que descobri isso tarde de mais. Eu queria tanto voltar no tempo, e não ter feito a burrada que fiz, aceitando namorar, e o pedido de noivado do Mathias. Subi para o meu quarto, e comecei a ler algumas mensagens antigas que eu e o Mathias trocávamos. Enquanto estava lendo, meu celular tocou. Era o Mathias me ligando.

Ligação on:

– O que você quer?

– Falar com você!

– Sobre...

– Eu errei em te trair. Mas isso nunca tinha acontecido antes. Fui na casa daquela mulher, porque ela sempre gostou de mim, e sempre tentou me beijar. Mas eu nunca deixei...

– Tá Mathias, não quero saber dessa sua história.

– Eu sei que nunca fui um bom noivo. Mas eu queria ser! Queria te agradar.

– Olha, se você quiser conversar sobre isso, que venha até minha casa, pois eu não quero resolver assunto nenhum por telefone.

– Então é só abrir a porta.

Ligação off!

Desci as escadas correndo. Quando abri a porta, o Mathias estava lá, com a cara mais santa do mundo, segurando um buquê de rosas.

– Eu não vou mudar de ideia com isso. Eu não vou mudar de ideia com nada.

– Ai Helena, eu sei que errei. Eu te amo muito e... eu não consigo mais viver sem você. Quando o amor é forte, resiste a tudo. Você sabe!

– Talvez o nosso amor não era tão forte assim, não é?

– Mas poderá ser. Por favor Helena, me perdoa! Me dá mais uma chance! Por favor.

– Por que devo te dar mais uma chance?

– Eu prometo mudar. Prometo ser o melhor noivo do mundo.

– Tá falando igual político.

– Por favor Helena!

– Me dê um tempo para pensar. Não posso dar essa resposta agora!

– Tudo bem. Eu entendo.

– E se eu não te dar outra chance? O que você vai fazer?

– Vou ter que aceitar.

Ele saiu. Fechei a porta e fui para a sala assistir televisão. Me deu fome, mas lembrei que além de miojo, não sei cozinhar nada. A única alternativa, foi encomendar uma comida.

___

A campainha tocou. Fui atender se ânimo nenhum, pensando ser o idiota do Mathias. Assim que abri a porta, dou de cara com o Renê! Pulei no colo dele.

– Renê! Entra. -Puxei ele até o sofá. Ele se sentou e eu me sentei em seu lado.

– Helena, você esqueceu sua... caneta lá e casa, e eu te trouxe ela.

– Obrigada... mas você veio lá da sua casa até aqui para me trazer minha caneta?

– Err... não! Isso foi só um pretexto para te ver.

– É eu desconfiei. Sabe, o Mathias veio aqui hoje.

– Humm, o que ele queria?

– Ele quer que eu dê uma nova chance pra ele. -Me levantei e comecei a andar em círculos pela sala. -Disse que ia ser o melhor noivo do mundo, que não ia me fazer sofrer...

– E você?

– Eu disse que quero um tempo para pensar.

– Talvez seja melhor você não dar essa chance. Ele pode fazer tudo de novo. E você sabe que ele é um monstro. É impossível ele mudar assim, do dia pra noite.

– Pois é!

Renê narrando: Caneta? Não tinha caneta nenhuma dela lá em casa. Peguei uma caneta minha, e disse que era dela. Ué, eu queria vir aqui e ficar a tarde toda com ela.

– Renê, eu já volto. -Ela disse subindo as escadas.

Enquanto ela subia, tranquei a porta, e subi até seu quarto. Ela estava lá, procurando alguma coisa.

– Está procurando o que? -Falei me aproximando. Ela parou e ficou me olhando.

– Estou procurando o dis... -Não deixei ela terminar. Me aproximei mais ainda, e puxei ela pela sua cintura. Nos beijamos no inicio com algumas risadas e sorrisos entre os beijos. Depois passa a ser mais intenso, e ela me puxa cada vez mais pra perto. Eu a aperto contra mim com força e ela segura minha nuca e passa a outra mão pelo meu cabelo. Eu então a empurro calmamente pra trás, fazendo com que ela dê alguns passos. Quando estamos na beirada da cama a deito gentilmente, sem que nossos lábios se desgrudassem.

– Renê, acho melhor fechar a porta se você quiser fazer isso.

– Eu já fechei minha linda!

Ela sorri e eu retribuo o sorriso. Voltamos a nos beijar e ela parece mais segura. Minha mão percorre seu corpo e ela levanta minha camisa. Sorrio maliciosamente enquanto ela me encara mordendo os lábios. A ajudo a tirar minha camisa. Passo a mão por dentro da camiseta dela e por cima do sutiã passo a mão em seus seios. Nessa hora, o telefone dela toca.

– Vai atender?

– Sim, pode ser importante! -Diz ela pegando seu celular.

– Tem certeza?

– Sim né Renê, é a minha mãe.

– Tudo bem. Eu já vou embora. -Disse saindo de cima dela.

– Não! Espera. -Helena me segurou, e atendeu o telefone. -Passa a tarde comigo?- Ela disse assim que desligou.

– Tudo bem! -Falei sorrindo, e voltando a beijá-la!

Notas finais
Comentem, por favorzinho!