Ray
7 Cosplay de Edward
Notas iniciais
Eu tinha saído da escola, eu mal falei com a Anna. Eu estava tão eufórica que mal senti os — meus pés, e também, esperar a Anna não seria nada fácil ainda mais quando ela está com o Beto. Esses dois ainda vão se casar! E eu vou ser a madrinha, lógico.
─ Hey Carol? ─ Alguém grita meu nome, eu olho para trás. Sabia que essa voz era familiar.
─ Oi Matheus ─ Dei um sorriso, e ele retribuiu.
─ Estava indo para algum lugar? Assim, toda produzida? ─ Eu nem tinha percebido que estava com a roupa do “Sarau” ainda. Eu estava impecável! Ele ficou olhando pra mim, o que me fez ruborizar.
─ Eu estou voltando da escolar, lá teve um trabalho de inglês diferente ─ Apontei pra minha roupa ─ onde tínhamos que cantar em inglês ─ dei um breve sorriso.
─ Eu não sabia que você cantava ainda mais em inglês ─ ele sorriu.
─ É, eu também não! ─ Sorri
─ Você é linda, sabia? — Senti que tinha corado, pois, ele olhou para as minhas bochechas e sorriu.
─ O que você está fazendo por aqui? ─ Eu perguntei.
─ Bom, eu moro aqui perto e eu sou irmão do Edu, mas como ele ainda não saiu, que tal nós darmos uma volta?
─ Oh, tudo bem ─ Sorri ─ Vamos? Ele assentiu. Passamos a tarde toda conversando e bebendo, me senti um pouco cansada e pedi para ele me levar para casa.
─ No dia seguinte ─
“bip bip bip”
─ Alô?
─ Minha querida, acorda. Sabe que horas são? ─ A voz do outro lado gritando, já sei até quem é!
─ Não.
─ Hora de você vir aqui na escola, sentar sua bunda na carteira e prestar atenção na aula. Tais pior que a branca de neve hein minha filha, só come e dorme.
─ Tá vaca, já tô indo. Desliguei o telefone e fui tomar um banho. Quando termino de me arrumar e desço pra pegar a chave da porta, ZEUS DO RAIO! Deparo-me com um ser dentro da minha cozinha com uma calça moletom do meu pai, sem blusa e descalço fazendo comida.
─ O QUE VOCÊ TÁ FAZENDO AQUI, CALENZZONI?
─ Não precisa gritar comigo!
─ Ahhh, não? Você entra assim do nada na minha casa e ainda quer que eu não grite com você!? Resolveu virar cosplay do Edward?
─ Bom, você bebeu muito ontem e eu tive que te trazer até em casa. Já estava tarde demais e você disse pra eu dormir aqui com você porque seus pais estão viajando e você está só. Você pediu para eu deitar com você por que seu avô fazia isso e dormimos ─ Ele sorriu o sorriso mais cínico e lindo que já vi.
─ Eu não acredito, meu Zeus do céu!! ─ Eu não parava de olhar para o corpo dele. Por favor, não me mate, mas não tem como não olhar para aquela perfeição ─ Então, eu acho melhor você ir tomar banho rapidola e me levar na escola.
─ Opa, tudo bem! — Enquanto íamos para a minha escola, ele ia me contando tudo que tinha acontecido ontem e eu tinha mais vontade de sumir. Quando estávamos perto de chegar no colégio, ele me abraçou e me beijou... Eu não fiz nada além de me pegar beijando ele. Despedi-me dele e fui correndo para a escola. Quase chegando à minha sala de aula, ouço duas vozes conhecidas na biblioteca. Parecia com uma espécie de briga, abri a porta.
─ QUE PO*** É ESSA??
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