Notas iniciais
Gente, não vamos pensar nos crucius que vocês poderiam me dar okay? Eu sei que falei que ia postar ontem, mas... Da prova eu fui direta pra casa da minha melhor amiga e só cheguei em casa de 15:30, mas ai ela ficou aqui... Conversando... Enfim, não deu pra postar! Enjoy!!!!!

POV Aliny

Definitivamente eu preciso da minha cama. Joguei-me nela. Sorrindo.

– Que foi Aliny? Sorrindo para o vento? – Jasminne perguntou sarcástica também se jogando em sua cama.

– E eu tenho cara de ser simpática com o vento? – perguntei de volta – estou feliz por que acho que a minha briga com Charlotte acabou...

– Aquela sua amiga que te abandonou e foi pra Corvinal?

– Ela não me abandonou – eu rebati – ela só foi pra outra casa, pelo menos não foi pra Grifinória.

– Eu ainda acho que você não deveria confiar nela – abri meus olhos para prestar atenção no que Jasminne dizia – ela é amiguinha do Potter e ficou contra os Sonserinos na aula de voo.

– Primeiro: eu confio nela, pois é a minha melhor amiga desde que nasceu; Segundo: se ela defendeu Potter e seus amigos, ela tinha uma boa razão, você não a conhece o suficiente para saber que ela só faz isso por aqueles que estão certos... O que o Draco fez foi errado mesmo...

– Está defendendo aqueles Grifinórios nojentos? – perguntou incrédula.

– Não! Estou defendendo a minha amiga!

– Amiga essa que te trocou por corvinos!

– Mas é a casa dela, você não tem nenhum direito de falar nada!

– É, mas fui eu que fiquei do seu lado quando precisou!

– Exato, quando eu precisei! Estava magoada com ela, você foi só uma substituta!

– Eu o que? – perguntou incrédula – eu? Uma Sonserina sendo uma substituta?

– É a mais pura verdade. No primeiro momento você foi só isso, depois se tornou uma companhia legal... Mas nada vai ser posto no lugar de Charlotte, aceita que dói menos.

– Você vai ver Aliny, ainda vai quebrar a cara com essa Charlotte!

– Esta me jogando uma praga sua...

– Olha como fala comigo!

– Então olhe como você fala para com minha amiga. E quer saber? Eu vou dormir antes que lhe lance uma azaração em você!

– Você não teria coragem, levaria uma detenção!

– Paga pra ver – falei me deitando na cama. E pensar que eu fiquei “amiga” dela pra tampar o buraco que Charlotte deixou...

FlashBack on

– Eu não acredito! – disse para Draco – ela me trocou Draco, me trocou!

– Você é amiga da tal Charlotte que foi pra Corvinal? – perguntou uma menina de cabelos e olhos castanhos sentada na minha frente.

– Era – disse com a voz borbulhando de raiva, mas mais que raiva eu sentia magoa. Magoa por ela não ter vindo para mesma casa que eu.

– Não fica assim não – me disse – se ela não quis vir pra cá, é porque já estava a muito tempo querendo ficar longe de você.

Será mesmo? Você faria isso comigo Charlotte?

– Não pense coisas antes de saber o lado dela, Aliny – me recomendou Draco – tenta escuta-la primeiro.

– Ela pode mentir – disse a menina.

– Quem é você? – perguntei.

– Sou Jasminne Dawood e se quiser posso lhe ajudar a esquecer dessa Charlotte.

FalshBack off

Eu não acredito que escutei essa garota! Como eu fui burra! Nunca deveria ter lhe dado ouvidos, deveria ter seguido o conselho de Draco primeiro, assim evitaria tanto sofrimento...

**************** ***No café da manha******************

Estavam todos agitados, até eu. Mas quem não estaria? Era o primeiro jogo de temporada de Quadribol do ano e seria logo quem? Sonserina e Grifinória claro! Eu acho que aquele velho esta por trás disto...

– Animada? – Draco perguntou ao meu lado.

– Muito! Quero ver aqueles grifos perdendo para as serpentes!

– Mas e Charlotte? Pra que casa você acha que ela vai torcer?- perguntou com um pouco de curiosidade, olhando para seu prato. Eu já tinha lhe contado da noite passada.

– Sinceramente? Não sei, mas tenho certeza de que ela vai ficar feliz com qualquer vencedor.

– Principalmente se for aquele amiguinho Potter – falou com a voz azeda.

– Deixa disso Draco – o repreendi – com tudo o que eu já lhe contei sobre ela, acha mesmo que Charlotte tem preferencia entre as casas? A Charlotte nunca teve preferencia e nunca vai ter. A escolha das casas que diz isso.

– Tem razão – concordou – mas vai conversar com ela hoje?

– Vou sim, quero resolver logo tudo isso e voltar ao que éramos antes. Quem sabe ela também não fica sua amiga?

– Acho difícil – disse rindo sem realmente querer – desde a aula de voo que eu não acredito que ela vai ser minha amiga e a do Potter ao mesmo tempo.

– Quem sabe – dei de ombros.

**********************No jogo*******************

– Charlotte! – chamei alto quando a vi indo em direção ao campo de Quadribol.

– Oi Aliny – disse um pouco vermelha, fazia tempo que não a via corar...

– Acho que... Precisamos conversar, não é mesmo? – perguntei.

Ela acenou com a cabeça para uma arvore um pouco mais longe da multidão e foi andando na frente. Sentou-se em baixo dela e esperou eu me sentar.

Estava um pouco ansiosa. Será que ela ainda quer ser a minha amiga?

– Aliny – ela me chamou e olhei no fundo dos seus olhos claros – você acha mesmo... – deu uma pausa e eu fiquei com um pouco de medo dela me rejeitar – acha mesmo que depois do que você disse ontem, eu não iria querer ser sua amiga? – terminou sorrindo. Soltei o ar que nem sabia que segurava.

– Ainda bem – eu disse sorrindo também – achei que não quisesse ser mais minha amiga, depois de tudo o que eu fiz...

– Vamos esquecer isso – ela me interrompeu – só vamos voltar ao que éramos antes. Se anime – disse me cutucando na barriga e comecei a rir – hoje tem jogo não é? Sua casa!

– Eu sei – eu disse parando de rir – vai torcer pra Sonserina? – perguntei enquanto ela se levantava e eu ia atrás.

– Eu vou torcer para aquele que ganhar – ela disse andando de costas.

– Foi o que eu pensei – disse – mas ainda acho que a Sonserina é melhor!

– Nunca duvidaria disso – respondeu rindo e correndo em direção ao campo.

******************************************************

Eu não estava vendo isso, estava? Harry Potter estava quase caindo da vassoura e não parecia que era por ele não saber voar.

A Sonserina estava detonando com a Grifinória, literalmente. O goleiro não ficou muito tempo acordado e a outra jogadora foi ao chão...

– O Potter não parece muito seguro na vassoura – Draco disse rindo.

– Parece que estão azarando a vassoura – eu disse – ele vai cair! – disse quando vi o Potter segurando só com uma mão na vassoura. E de repente parou. Do nada.

– O que foi isso? – Draco exclamou.

– Eu sei lá – respondi o olhando.

Harry e Finan, muito provavelmente, estavam atrás do pomo de ouro. Chegaram quase no chão e o Sonserino saiu, mas o Potter continuou. Ele foi seguindo o objeto ate que caiu da vassoura rolando pelo chão. Quando se levantou parecia que ia vomitar. E vomitou. O pomo. Droga, Potter! Nem pra cair sem pegar o pomo!

– Grifinória ganhou! – anunciaram.

– Não! – todos os Sonserinos exclamaram juntos. Draco e eu nos olhamos com expressão de desgosto. Odiava aquele coro de ganhamos Grifinória, eca!

Olhei pra Charlotte e lá sorria feliz. Bem Charlotte mesmo, bem ela...

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– E ai, conformada? – me perguntou.

– Nem um pouco Charlotte – respondi – mas deixa pra lá, na próxima nós ganhamos. Nessa hora duas sonserinas passaram nos olhando pelo canto do olho.

– Não tem problema mesmo você esta conversando comigo? – me perguntou pela terceira vez.

– Tenho! Você é minha amiga e eles não vão mudar isso.

– Mesmo sua amiga olhando pra mim como se pudesse me matar com o olhar? – olhei para onde ela olhava e vi quem era.

– A Jasminne? Ela só tá com raiva por eu ter preferido você a ela. Depois nos resolvemos... – fiz pouco caso com a mão.

– Mas mudando de assunto. Você viu o que aconteceu com o Harry?

– De ele ter quase caído da vassoura? Parecia azaração.

– E era – afirmou – Snape estava azarando a vassoura dele.

– Por que Snape faria isso? – perguntei um pouco mais interessada.

– Por causa do trasgo!

– Como assim?

– O trasgo lembra? Foi ele, pra poder pegar alguma coisa que tem no terceiro andar.

– E como você sabe disso.

– Sabendo – disse evasiva.

– Charlotte, não precisa mentir pra mim. Se não quer contar...

– É só q o segredo não é meu. Não posso, quem sabe depois...

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– Vamos Charlotte! – a apressei – acabaremos perdendo as carruagens!

– Espera, eu já volto – foi ate a porta do grande salão e quase gritou – Feliz natal Harry, Ron e Hermione! Mandarei cartas! – e voltou.

– Vai mandar castas pra eles?

– Claro, eles são meus amigos e quero continuar assim. Você não vai mandar cartas para os seus?

– Jasminne ainda esta com um pé atrás comigo, mas para Draco sim. Alias, esqueci-me de contar: convidei-o para ir um dia nos visitar.

– O que? Por quê?

– Por que é meu amigo oras! E alias, achei que vocês poderiam se dar bem...

– Acho difícil, acredito que ele não aceita muito meus ideais...

– Só tente, ele também vai tentar.

– Será? – me olhou com duvida.

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– Eu ainda acho que você deveria ter ido pra Sonserina – dizia tio Adrian pela 15ª vez.

– Papai, já disse que isso não teme escolha – Charlotte parecia magoada co a atitude do pai.

– Olha tio, se o senhor quer minha opinião, posso dizer que foi bem melhor ela ter ido pra Corvinal.

– Como assim? – ele estranhou. Na verdade todos estranharam, e não era sem razão.

– Ela fica melhor na Corvinal sabe, ela é boazinha demais – Charlotte jogou o guardanapo em mim e desviei – mas serio, ele ama a todos demais pra ir para uma casa tão fria.

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– Draco chegou – mamãe disse da escada.

– E que o inferno comece – Charlotte disse atrás de mim.

– Charlotte! Você disse que ia tentar.

– Tentar, e só!

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– Como é bom voltar para Hogwarts!

– Só você acha isso – Draco disse ao meu lado.

– Por quê? Não gosta daqui?

– Gosto, não gosto é de estudar.

POV Charlotte

Estava feliz por voltar a Hogwarts. Tinha trocado algumas cartas com meus amigos, mas estava doida pra ver eles.

– Harry! – gritei o abraçando.

– Oi Lotte... Digo Charlotte – se corrigiu vermelho.

– Não, eu gosto.

– Okay, Lotte.

– Como foram as férias?

– Com algumas pesquisas.

– Sobre o que?

– Nicolau Flamel.

– O que quer com ele?

– Saber por que ele é tão importante...

– Você não sabe?

– E você sabe?

– Claro! Ele é francês e eu também, todo mundo que já viveu na França sabe um pouco sobre ele.

– E o que ele fez?

– Ele criou a pedra filosofal, o elixir da vida. Pelo menos é o que dizem.

– Então é isso – e saiu correndo. Fui atrás pra saber o que ele quis dizer.

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– Como não tinha pensado nisso antes – dizia Hermione pondo um livro muito grosso na mesa – você foi de grande utilidade mesmo – sorriu pra mim – eu mandei vocês procurarem na sessão errada. Eu peguei esse livro a algumas semanas só pra me distrair – Aliny que diria que aquilo era pra se distrair, aquilo era pra dormi isso sim!

– Isso é... Se distrair? – Ron perguntou. Hermione deu um olhar mortal.

– Nicolau Flamel é o único que produz a pedra filosofal – leu – a pedra filosofal é uma substancia lendária com poderes fantásticos. Pode transformar qualquer um pouco de metal em ouro puro e produz o elixir da vida, que torna quem o bebe em imortal.

– Imortal? – Ron perguntou.

– Quer dizer que você não morre – Hermione respondeu.

– Eu sei o que quer dizer!

– Calados – mandei.

– A única pedra que existe atualmente, pertence ao senhor Nicolau Flamel, o famoso alquimista que no ano passado comemorou 655 anos. – terminou de ler – é isso! É isso que o fofo esta guardando!

– Fofo? – perguntei sem saber quem era.

– O cachorro de três cabeças, ele é o Hagrid – Harry respondeu.

– Fofo? – perguntei incrédula – uma coisa gigante de três cabeças tem o nome de fofo?

– Eu também perguntei isso – Ron disse.

– E porque Hagrid teria uma coisa dessas?

– Para proteger a pedra! Ela que esta no alçapão! – esclareceu Hermione.

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– Hagrid – batemos na porta e vi o gigante saindo pela porta.

– Olá crianças, não querendo ser inconveniente, mas estou ocupado hoje.

– Nós sabemos sobre a pedra filosofal – falamos em uníssono.

– Oh! Entrem.

– Achamos que o Snape esta tentando rouba-la – Harry disse. Opa, dessa eu não sabia!

– Besteira – disse Hagrid – continua cismado com ele não é?

– Mas Hagrid, nós sabemos que ele quer a pedra, só não sabemos por que – Harry argumentou.

– Snape é um dos que esta protegendo a pedra, ele não vai querer rouba-la. Agora vão, por favor, foi um dia cheio.

– Espera – eu pedi – um dos?

– É claro, deve haver outras coisas defendendo a pedra – esclareceu Hermione.

– Besteira. Ninguém sabe como passar pelo fofo, a não ser eu e o Dumbledore. Eu não deveria ter falado isso.

Uma coisa começou a fazer barulho atrás do Hagrid. Ele pegou uma espécie de ovo gigante e verde lodo e colocou na mesa.

– Hagrid, o que exatamente é isso? – Harry perguntou.

– Bem, é... Isso é um...

– Eu sei o que é isso – Ron disse – mas Hagrid, como você conseguiu um?

– Eu ganhei de um estranho que conheci num bar. Ficou contente de se livrar dele, pelo que percebi – a coisa rachou e saiu pressão quando estourou.

– Isso é... – Hermione começou.

–... Um dragão? – terminei.

– Meu irmão Carlinhos trabalha com eles na Romênia – Ron revelou.

– Ele não é lindo? – Hagrid babou – olha, reconhece a mamãe. Norberto. – rimos com o nome e o dragão soltou um pouco de fogo pegando na barba de Hagrid. – ele precisa de treinamento, é claro. Quem é aquele? – estava olhando pela janela.

Malfoy!

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– Hagrid sempre quis um dragão, me disse isso desde a primeira vez que nos vimos.

– O piro é que o Malfoy sabe – Ron constatou a verdade.

– Eu não entendo.

– Isso é mal?

– É péssimo.

E vimos McGonagall em frente porta de entrada de Hogwarts com Malfoy atrás dela.

– Boa noite.

Sinta meu ódio pelo olhar Malfoy.

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– Nada, eu repito nada justifica o aluno o direito a andar pela escola à noite – dizia McGonagall – e vou tirar 50 pontos.

– 50? – Harry perguntou. Estava horrorizada.

– De cada um – completou. Nossa! – e para garantir que isso não aconteça de novo, os cinco irão cumprir detenções.

– Desculpe professora – interrompeu Malfoy – a senhora disse, os cinco?

– Sim senhor Malfoy, mesmo sendo uma atitude justa, o senhor ainda violou regras.

Ri silenciosamente satisfeita com os outros.

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–... Dentro da floresta – dizia Filch.

– Mas não é proibido entrar na floresta? – perguntei.

– Também é proibido esta fora da cama depois do toque de recolher.

– Espera? A floresta? Eu pensei que fosse brincadeira! – Malfoy disse surpreso – não temos permissão. E tem... – um uivo foi ouvido – lobisomens.

– Tem mais que lobisomens naquela floresta – disse Filch de olhos arregalados e saiu. Subiu um arrepio na espinha.

Entramos floresta adentro com Hagrid em nossa frente indicando o caminho. Paramos quando ele achou uma poça de alguma coisa...

– Hagrid, o que é isso? – Harry perguntou.

– Isso é o que vinhemos procurar. Isto é sangue...

– De unicórnio – o cortei com o reconhecimento. Todos olharam pra mim – cuidei de um num verão na França. Ele estava machucado e saia um liquido parecido.

– Eu achei um morto há alguma semana – esclareceu Hagrid quando olhamos de novo pra ele – mas, esse foi gravemente ferido.

– Por que precisamos achar este unicórnio? – perguntei.

– Para cuidar dele – não me convenci com a sua resposta – Hermione e Rony venham comigo. Charlotte, Harry e Draco vão por aquela direção.

– Mas o canino vem junto – mandou Malfoy.

– Pode levar, mas já aviso: ele é muito covarde.

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– Espere ate meu pai saber dessa historia – reclamava Malfoy. Ainda reclamava – isso é tarefa pra empregado.

– Se não te conhecesse Draco, diria que esta com medo – Harry jogou essa.

– Você não sabia Harry? – eu comecei – Sonserinos não tem muita coragem...

– Não estou com medo Potter – respondeu e me olhou com raiva. Sorri fofinha. Um barulho apareceu atrás de nós – ouviu isso?

Continuamos andando.

– Vamos canino – chamou Malfoy – com medo... – saiu praguejando.

Paramos atrás de canino que tinha parado de andar.

– O que foi canino? – Harry perguntou, mas foi porque ele não tinha visto ainda.

Vi Harry tocar onde ficava sua cicatriz com expressão de dor.

Logo à frente, tinha um unicórnio caio no chão, com uma coisa preta em cima dele... Se alimentando.

Malfoy foi o primeiro a gritar e correr me pegou pela mão.

– Espera! Harry, Harry corre! – gritei.

– Corre Charlotte, só corre! – Malfoy gritou.

– Mas e o Harry Draco?

– Só corra!

– HAGRID! HERMIONE! RON! HAGRID – eu e Draco gritávamos em meio a penumbra. Quase cai varias vezes e Draco me arrastando pela mão.

– O que foi crianças? – Hagrid estava de olhos arregalados.

– Hagrid , Harry , avait une chose dans la forêt et il était de retour ! Nous devons y aller pour vous aider! Allons! – comecei a falar rápido.

– O que?

– O Harry – falei com calma – tinha uma coisa na floresta e ele ficou lá! Vamos, temos que o salvar.

– Vamos!

– Espera! – Malfoy segurou minha mão – não pode voltar lá Charlotte, é perigoso.

– É sim, e o Harry esta em perigo Draco.

Corremos ate aonde vimos à coisa e vi Harry perto de um centauro.

– Harry – Hermione chamou.

Não prestei atenção ao que acontecia aminha volta, só me foquei no unicórnio no chão. Morte. Morte por um sem coração. Fui ate ele sem pensar duas vezes e me ajoelhei ao seu lado.

– Como alguém pode fazer uma maldade dessas? Um ser tão lindo – lamentei.

– Vamos Charlotte – senti uma mão em meu ombro, era Draco – vamos pra casa.

Notas finais
eai? o que acharam? tenho uma pergunta pra vcs: qual são os casais que vcs acham que vão aparecer? os que vcs gostariam? os mais improváveis ou prováveis? os que vcs pensam, e me digam