Ravings of a Dreamer
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Notas iniciais

POV Aliny
Definitivamente eu preciso da minha cama. Joguei-me nela. Sorrindo.
– Que foi Aliny? Sorrindo para o vento? – Jasminne perguntou sarcástica também se jogando em sua cama.
– E eu tenho cara de ser simpática com o vento? – perguntei de volta – estou feliz por que acho que a minha briga com Charlotte acabou...
– Aquela sua amiga que te abandonou e foi pra Corvinal?
– Ela não me abandonou – eu rebati – ela só foi pra outra casa, pelo menos não foi pra Grifinória.
– Eu ainda acho que você não deveria confiar nela – abri meus olhos para prestar atenção no que Jasminne dizia – ela é amiguinha do Potter e ficou contra os Sonserinos na aula de voo.
– Primeiro: eu confio nela, pois é a minha melhor amiga desde que nasceu; Segundo: se ela defendeu Potter e seus amigos, ela tinha uma boa razão, você não a conhece o suficiente para saber que ela só faz isso por aqueles que estão certos... O que o Draco fez foi errado mesmo...
– Está defendendo aqueles Grifinórios nojentos? – perguntou incrédula.
– Não! Estou defendendo a minha amiga!
– Amiga essa que te trocou por corvinos!
– Mas é a casa dela, você não tem nenhum direito de falar nada!
– É, mas fui eu que fiquei do seu lado quando precisou!
– Exato, quando eu precisei! Estava magoada com ela, você foi só uma substituta!
– Eu o que? – perguntou incrédula – eu? Uma Sonserina sendo uma substituta?
– É a mais pura verdade. No primeiro momento você foi só isso, depois se tornou uma companhia legal... Mas nada vai ser posto no lugar de Charlotte, aceita que dói menos.
– Você vai ver Aliny, ainda vai quebrar a cara com essa Charlotte!
– Esta me jogando uma praga sua...
– Olha como fala comigo!
– Então olhe como você fala para com minha amiga. E quer saber? Eu vou dormir antes que lhe lance uma azaração em você!
– Você não teria coragem, levaria uma detenção!
– Paga pra ver – falei me deitando na cama. E pensar que eu fiquei “amiga” dela pra tampar o buraco que Charlotte deixou...
FlashBack on
– Eu não acredito! – disse para Draco – ela me trocou Draco, me trocou!
– Você é amiga da tal Charlotte que foi pra Corvinal? – perguntou uma menina de cabelos e olhos castanhos sentada na minha frente.
– Era – disse com a voz borbulhando de raiva, mas mais que raiva eu sentia magoa. Magoa por ela não ter vindo para mesma casa que eu.
– Não fica assim não – me disse – se ela não quis vir pra cá, é porque já estava a muito tempo querendo ficar longe de você.
Será mesmo? Você faria isso comigo Charlotte?
– Não pense coisas antes de saber o lado dela, Aliny – me recomendou Draco – tenta escuta-la primeiro.
– Ela pode mentir – disse a menina.
– Quem é você? – perguntei.
– Sou Jasminne Dawood e se quiser posso lhe ajudar a esquecer dessa Charlotte.
FalshBack off
Eu não acredito que escutei essa garota! Como eu fui burra! Nunca deveria ter lhe dado ouvidos, deveria ter seguido o conselho de Draco primeiro, assim evitaria tanto sofrimento...
**************** ***No café da manha******************
Estavam todos agitados, até eu. Mas quem não estaria? Era o primeiro jogo de temporada de Quadribol do ano e seria logo quem? Sonserina e Grifinória claro! Eu acho que aquele velho esta por trás disto...
– Animada? – Draco perguntou ao meu lado.
– Muito! Quero ver aqueles grifos perdendo para as serpentes!
– Mas e Charlotte? Pra que casa você acha que ela vai torcer?- perguntou com um pouco de curiosidade, olhando para seu prato. Eu já tinha lhe contado da noite passada.
– Sinceramente? Não sei, mas tenho certeza de que ela vai ficar feliz com qualquer vencedor.
– Principalmente se for aquele amiguinho Potter – falou com a voz azeda.
– Deixa disso Draco – o repreendi – com tudo o que eu já lhe contei sobre ela, acha mesmo que Charlotte tem preferencia entre as casas? A Charlotte nunca teve preferencia e nunca vai ter. A escolha das casas que diz isso.
– Tem razão – concordou – mas vai conversar com ela hoje?
– Vou sim, quero resolver logo tudo isso e voltar ao que éramos antes. Quem sabe ela também não fica sua amiga?
– Acho difícil – disse rindo sem realmente querer – desde a aula de voo que eu não acredito que ela vai ser minha amiga e a do Potter ao mesmo tempo.
– Quem sabe – dei de ombros.
**********************No jogo*******************
– Charlotte! – chamei alto quando a vi indo em direção ao campo de Quadribol.
– Oi Aliny – disse um pouco vermelha, fazia tempo que não a via corar...
– Acho que... Precisamos conversar, não é mesmo? – perguntei.
Ela acenou com a cabeça para uma arvore um pouco mais longe da multidão e foi andando na frente. Sentou-se em baixo dela e esperou eu me sentar.
Estava um pouco ansiosa. Será que ela ainda quer ser a minha amiga?
– Aliny – ela me chamou e olhei no fundo dos seus olhos claros – você acha mesmo... – deu uma pausa e eu fiquei com um pouco de medo dela me rejeitar – acha mesmo que depois do que você disse ontem, eu não iria querer ser sua amiga? – terminou sorrindo. Soltei o ar que nem sabia que segurava.
– Ainda bem – eu disse sorrindo também – achei que não quisesse ser mais minha amiga, depois de tudo o que eu fiz...
– Vamos esquecer isso – ela me interrompeu – só vamos voltar ao que éramos antes. Se anime – disse me cutucando na barriga e comecei a rir – hoje tem jogo não é? Sua casa!
– Eu sei – eu disse parando de rir – vai torcer pra Sonserina? – perguntei enquanto ela se levantava e eu ia atrás.
– Eu vou torcer para aquele que ganhar – ela disse andando de costas.
– Foi o que eu pensei – disse – mas ainda acho que a Sonserina é melhor!
– Nunca duvidaria disso – respondeu rindo e correndo em direção ao campo.
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Eu não estava vendo isso, estava? Harry Potter estava quase caindo da vassoura e não parecia que era por ele não saber voar.
A Sonserina estava detonando com a Grifinória, literalmente. O goleiro não ficou muito tempo acordado e a outra jogadora foi ao chão...
– O Potter não parece muito seguro na vassoura – Draco disse rindo.
– Parece que estão azarando a vassoura – eu disse – ele vai cair! – disse quando vi o Potter segurando só com uma mão na vassoura. E de repente parou. Do nada.
– O que foi isso? – Draco exclamou.
– Eu sei lá – respondi o olhando.
Harry e Finan, muito provavelmente, estavam atrás do pomo de ouro. Chegaram quase no chão e o Sonserino saiu, mas o Potter continuou. Ele foi seguindo o objeto ate que caiu da vassoura rolando pelo chão. Quando se levantou parecia que ia vomitar. E vomitou. O pomo. Droga, Potter! Nem pra cair sem pegar o pomo!
– Grifinória ganhou! – anunciaram.
– Não! – todos os Sonserinos exclamaram juntos. Draco e eu nos olhamos com expressão de desgosto. Odiava aquele coro de ganhamos Grifinória, eca!
Olhei pra Charlotte e lá sorria feliz. Bem Charlotte mesmo, bem ela...
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– E ai, conformada? – me perguntou.
– Nem um pouco Charlotte – respondi – mas deixa pra lá, na próxima nós ganhamos. Nessa hora duas sonserinas passaram nos olhando pelo canto do olho.
– Não tem problema mesmo você esta conversando comigo? – me perguntou pela terceira vez.
– Tenho! Você é minha amiga e eles não vão mudar isso.
– Mesmo sua amiga olhando pra mim como se pudesse me matar com o olhar? – olhei para onde ela olhava e vi quem era.
– A Jasminne? Ela só tá com raiva por eu ter preferido você a ela. Depois nos resolvemos... – fiz pouco caso com a mão.
– Mas mudando de assunto. Você viu o que aconteceu com o Harry?
– De ele ter quase caído da vassoura? Parecia azaração.
– E era – afirmou – Snape estava azarando a vassoura dele.
– Por que Snape faria isso? – perguntei um pouco mais interessada.
– Por causa do trasgo!
– Como assim?
– O trasgo lembra? Foi ele, pra poder pegar alguma coisa que tem no terceiro andar.
– E como você sabe disso.
– Sabendo – disse evasiva.
– Charlotte, não precisa mentir pra mim. Se não quer contar...
– É só q o segredo não é meu. Não posso, quem sabe depois...
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– Vamos Charlotte! – a apressei – acabaremos perdendo as carruagens!
– Espera, eu já volto – foi ate a porta do grande salão e quase gritou – Feliz natal Harry, Ron e Hermione! Mandarei cartas! – e voltou.
– Vai mandar castas pra eles?
– Claro, eles são meus amigos e quero continuar assim. Você não vai mandar cartas para os seus?
– Jasminne ainda esta com um pé atrás comigo, mas para Draco sim. Alias, esqueci-me de contar: convidei-o para ir um dia nos visitar.
– O que? Por quê?
– Por que é meu amigo oras! E alias, achei que vocês poderiam se dar bem...
– Acho difícil, acredito que ele não aceita muito meus ideais...
– Só tente, ele também vai tentar.
– Será? – me olhou com duvida.
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– Eu ainda acho que você deveria ter ido pra Sonserina – dizia tio Adrian pela 15ª vez.
– Papai, já disse que isso não teme escolha – Charlotte parecia magoada co a atitude do pai.
– Olha tio, se o senhor quer minha opinião, posso dizer que foi bem melhor ela ter ido pra Corvinal.
– Como assim? – ele estranhou. Na verdade todos estranharam, e não era sem razão.
– Ela fica melhor na Corvinal sabe, ela é boazinha demais – Charlotte jogou o guardanapo em mim e desviei – mas serio, ele ama a todos demais pra ir para uma casa tão fria.
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– Draco chegou – mamãe disse da escada.
– E que o inferno comece – Charlotte disse atrás de mim.
– Charlotte! Você disse que ia tentar.
– Tentar, e só!
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– Como é bom voltar para Hogwarts!
– Só você acha isso – Draco disse ao meu lado.
– Por quê? Não gosta daqui?
– Gosto, não gosto é de estudar.
POV Charlotte
Estava feliz por voltar a Hogwarts. Tinha trocado algumas cartas com meus amigos, mas estava doida pra ver eles.
– Harry! – gritei o abraçando.
– Oi Lotte... Digo Charlotte – se corrigiu vermelho.
– Não, eu gosto.
– Okay, Lotte.
– Como foram as férias?
– Com algumas pesquisas.
– Sobre o que?
– Nicolau Flamel.
– O que quer com ele?
– Saber por que ele é tão importante...
– Você não sabe?
– E você sabe?
– Claro! Ele é francês e eu também, todo mundo que já viveu na França sabe um pouco sobre ele.
– E o que ele fez?
– Ele criou a pedra filosofal, o elixir da vida. Pelo menos é o que dizem.
– Então é isso – e saiu correndo. Fui atrás pra saber o que ele quis dizer.
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– Como não tinha pensado nisso antes – dizia Hermione pondo um livro muito grosso na mesa – você foi de grande utilidade mesmo – sorriu pra mim – eu mandei vocês procurarem na sessão errada. Eu peguei esse livro a algumas semanas só pra me distrair – Aliny que diria que aquilo era pra se distrair, aquilo era pra dormi isso sim!
– Isso é... Se distrair? – Ron perguntou. Hermione deu um olhar mortal.
– Nicolau Flamel é o único que produz a pedra filosofal – leu – a pedra filosofal é uma substancia lendária com poderes fantásticos. Pode transformar qualquer um pouco de metal em ouro puro e produz o elixir da vida, que torna quem o bebe em imortal.
– Imortal? – Ron perguntou.
– Quer dizer que você não morre – Hermione respondeu.
– Eu sei o que quer dizer!
– Calados – mandei.
– A única pedra que existe atualmente, pertence ao senhor Nicolau Flamel, o famoso alquimista que no ano passado comemorou 655 anos. – terminou de ler – é isso! É isso que o fofo esta guardando!
– Fofo? – perguntei sem saber quem era.
– O cachorro de três cabeças, ele é o Hagrid – Harry respondeu.
– Fofo? – perguntei incrédula – uma coisa gigante de três cabeças tem o nome de fofo?
– Eu também perguntei isso – Ron disse.
– E porque Hagrid teria uma coisa dessas?
– Para proteger a pedra! Ela que esta no alçapão! – esclareceu Hermione.
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– Hagrid – batemos na porta e vi o gigante saindo pela porta.
– Olá crianças, não querendo ser inconveniente, mas estou ocupado hoje.
– Nós sabemos sobre a pedra filosofal – falamos em uníssono.
– Oh! Entrem.
– Achamos que o Snape esta tentando rouba-la – Harry disse. Opa, dessa eu não sabia!
– Besteira – disse Hagrid – continua cismado com ele não é?
– Mas Hagrid, nós sabemos que ele quer a pedra, só não sabemos por que – Harry argumentou.
– Snape é um dos que esta protegendo a pedra, ele não vai querer rouba-la. Agora vão, por favor, foi um dia cheio.
– Espera – eu pedi – um dos?
– É claro, deve haver outras coisas defendendo a pedra – esclareceu Hermione.
– Besteira. Ninguém sabe como passar pelo fofo, a não ser eu e o Dumbledore. Eu não deveria ter falado isso.
Uma coisa começou a fazer barulho atrás do Hagrid. Ele pegou uma espécie de ovo gigante e verde lodo e colocou na mesa.
– Hagrid, o que exatamente é isso? – Harry perguntou.
– Bem, é... Isso é um...
– Eu sei o que é isso – Ron disse – mas Hagrid, como você conseguiu um?
– Eu ganhei de um estranho que conheci num bar. Ficou contente de se livrar dele, pelo que percebi – a coisa rachou e saiu pressão quando estourou.
– Isso é... – Hermione começou.
–... Um dragão? – terminei.
– Meu irmão Carlinhos trabalha com eles na Romênia – Ron revelou.
– Ele não é lindo? – Hagrid babou – olha, reconhece a mamãe. Norberto. – rimos com o nome e o dragão soltou um pouco de fogo pegando na barba de Hagrid. – ele precisa de treinamento, é claro. Quem é aquele? – estava olhando pela janela.
Malfoy!
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– Hagrid sempre quis um dragão, me disse isso desde a primeira vez que nos vimos.
– O piro é que o Malfoy sabe – Ron constatou a verdade.
– Eu não entendo.
– Isso é mal?
– É péssimo.
E vimos McGonagall em frente porta de entrada de Hogwarts com Malfoy atrás dela.
– Boa noite.
Sinta meu ódio pelo olhar Malfoy.
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– Nada, eu repito nada justifica o aluno o direito a andar pela escola à noite – dizia McGonagall – e vou tirar 50 pontos.
– 50? – Harry perguntou. Estava horrorizada.
– De cada um – completou. Nossa! – e para garantir que isso não aconteça de novo, os cinco irão cumprir detenções.
– Desculpe professora – interrompeu Malfoy – a senhora disse, os cinco?
– Sim senhor Malfoy, mesmo sendo uma atitude justa, o senhor ainda violou regras.
Ri silenciosamente satisfeita com os outros.
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–... Dentro da floresta – dizia Filch.
– Mas não é proibido entrar na floresta? – perguntei.
– Também é proibido esta fora da cama depois do toque de recolher.
– Espera? A floresta? Eu pensei que fosse brincadeira! – Malfoy disse surpreso – não temos permissão. E tem... – um uivo foi ouvido – lobisomens.
– Tem mais que lobisomens naquela floresta – disse Filch de olhos arregalados e saiu. Subiu um arrepio na espinha.
Entramos floresta adentro com Hagrid em nossa frente indicando o caminho. Paramos quando ele achou uma poça de alguma coisa...
– Hagrid, o que é isso? – Harry perguntou.
– Isso é o que vinhemos procurar. Isto é sangue...
– De unicórnio – o cortei com o reconhecimento. Todos olharam pra mim – cuidei de um num verão na França. Ele estava machucado e saia um liquido parecido.
– Eu achei um morto há alguma semana – esclareceu Hagrid quando olhamos de novo pra ele – mas, esse foi gravemente ferido.
– Por que precisamos achar este unicórnio? – perguntei.
– Para cuidar dele – não me convenci com a sua resposta – Hermione e Rony venham comigo. Charlotte, Harry e Draco vão por aquela direção.
– Mas o canino vem junto – mandou Malfoy.
– Pode levar, mas já aviso: ele é muito covarde.
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– Espere ate meu pai saber dessa historia – reclamava Malfoy. Ainda reclamava – isso é tarefa pra empregado.
– Se não te conhecesse Draco, diria que esta com medo – Harry jogou essa.
– Você não sabia Harry? – eu comecei – Sonserinos não tem muita coragem...
– Não estou com medo Potter – respondeu e me olhou com raiva. Sorri fofinha. Um barulho apareceu atrás de nós – ouviu isso?
Continuamos andando.
– Vamos canino – chamou Malfoy – com medo... – saiu praguejando.
Paramos atrás de canino que tinha parado de andar.
– O que foi canino? – Harry perguntou, mas foi porque ele não tinha visto ainda.
Vi Harry tocar onde ficava sua cicatriz com expressão de dor.
Logo à frente, tinha um unicórnio caio no chão, com uma coisa preta em cima dele... Se alimentando.
Malfoy foi o primeiro a gritar e correr me pegou pela mão.
– Espera! Harry, Harry corre! – gritei.
– Corre Charlotte, só corre! – Malfoy gritou.
– Mas e o Harry Draco?
– Só corra!
– HAGRID! HERMIONE! RON! HAGRID – eu e Draco gritávamos em meio a penumbra. Quase cai varias vezes e Draco me arrastando pela mão.
– O que foi crianças? – Hagrid estava de olhos arregalados.
– Hagrid , Harry , avait une chose dans la forêt et il était de retour ! Nous devons y aller pour vous aider! Allons! – comecei a falar rápido.
– O que?
– O Harry – falei com calma – tinha uma coisa na floresta e ele ficou lá! Vamos, temos que o salvar.
– Vamos!
– Espera! – Malfoy segurou minha mão – não pode voltar lá Charlotte, é perigoso.
– É sim, e o Harry esta em perigo Draco.
Corremos ate aonde vimos à coisa e vi Harry perto de um centauro.
– Harry – Hermione chamou.
Não prestei atenção ao que acontecia aminha volta, só me foquei no unicórnio no chão. Morte. Morte por um sem coração. Fui ate ele sem pensar duas vezes e me ajoelhei ao seu lado.
– Como alguém pode fazer uma maldade dessas? Um ser tão lindo – lamentei.
– Vamos Charlotte – senti uma mão em meu ombro, era Draco – vamos pra casa.
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