Raios de Luz
13 Capítulo 13
Raios de Luz
Capítulo 13 Especial: Infância em Nirvana I
Mamoru e Akemi haviam removido os capuzes de suas jaquetas, e estavam em uma rua de uma parte de classe média baixa da cidade. Eles estavam procurando por um pequeno restaurante em particular.
Enfim, depois de meia hora de caminhada, eles acharam o restaurante que estavam procurando... Era um restaurante Italiano chamado Fidélis, que era popular nessa área por suas macarronadas e pizzas.
O dono se chamava Manoel Fidélis, um velho de 50, provavelmente 52, anos. Ele era um velho gentil que cuidava deles quando eles fugiam da escola, eles iam bastante a esse restaurante com os pais. O chef fazia questão de cuidar dos dois quando os pais precisavam viajar por causa do trabalho deles. Ele também sempre deixava os dois terem a primeira refeição por conta da casa e as outras pela metade do preço, fazendo fiado caso eles não tivessem dinheiro...
O restaurante tinha alguns enfeites a mais do que eles e lembravam... Akemi estava com a mão trêmula.
“Ele não mudou quase nada desde á ultima vez que estivemos aqui...” Mamoru comentou, pegando na mão de Akemi para confortar ela.
A garota olhou para seu companheiro e sorriu, os dois entraram no restaurante.
“Sejam bem vindos!” Uma voz gentil, com o tom sugerindo velha idade, ecoou pelo local. Aparentemente, o restaurante estava um pouco cheio, mas eles podiam ver lugares vazios... Bem do lado deles... Estava um senhor de idade...
O homem tinha cabelos brancos e curtos, pele parda e um pequeno bigode no rosto. Seu rosto mostrava rugas, sinal que ele estava velho. Ele tinha olhos de cor azul, seus olhos mostrando experiência e bondade, ele vestia uma típica roupa de cozinheiro. Aparentemente, o dono havia ido anotar o pedido de um cliente, e ao perceber a porta abrindo, resolveu dar boas vindas aos novos clientes... Ele não fazia ideia de quem veria...
“Velho!” Akemi não se conteve e pulou em cima do velho, abraçando ele, chorando de alegria em rever uma pessoa que foi como um avô para ambos.
O velho por sua vez ficou surpreso. Ele olhou para a garota abraçando ele, e logo em seguida para o garoto sorridente atrás dela. Ele os reconheceu em um segundo.
“Akemi! Mamoru! Há quanto tempo meus filhos!” O velho sorriu largamente ao reconhecer os dois, abrindo o braço para Mamoru se juntar ao abraço, o que ele fez sem hesitação. O restaurante inteiro ficou vendo aquela cena de uma reunião após tanto tempo. Pelo menos duas famílias que estavam no local sorriram ao ver a cena.
Depois de um tempo, eles separaram o abraço, e olharam um para os outros.
“Você não mudou nada velho!” Akemi falava com um sorriso no rosto.
“Continua fazendo suas pizzas e macarrão ein? Mas nossa, a decoração está quase igual ao que eu me lembro!” Mamoru exclamou, também tendo um sorriso em seu rosto.
“Hahaha! Claro! Eu faço o melhor macarrão e a melhor pizza do mundo! Hahahah!” O velho começou a rir alto, atraindo a atenção de alguns fregueses.
“Venham! Temos muito que conversar meus jovens! Estou tão feliz em ver vocês aqui de novo!” Ainda sorridente, o velho os guiou para um quarto no restaurante. Esse quarto era exclusivo dos dois adolescentes, sendo que eles só comiam nesse local, uma sala grande com uma mesa bem enfeitada, algumas cadeiras de reserva caso eles precisassem.
O velho inclusive pediu para alguns garçons trazerem um prato de macarronada por conta da casa.
“Então meus jovens? Como anda a vida de vocês no interior?” Perguntou o velho a os dois demônios.
“Anda ótima! Temos nos divertido muito ultimamente!” Akemi exclamava, pegando um pouco do macarrão coberto por molho de tomate e outros ingredientes. Akemi sentia falta da macarronada do velho.
“Apesar de nossa diversão ser um pouco perigosa Akemi... Eu concordo que estamos mesmo nos divertindo com nossa vida ultimamente, nunca nos aventuramos tanto quanto agora...” Mamoru concordou, enchendo sua boca com a macarronada, ele gemia por causa do gosto, estava uma delícia.
“E o seus pais meus jovens? Como eles vão? Eles estão aqui com vocês?” O senhor de idade perguntou a os jovens, pegando um pouco do macarrão para si mesmo.
“Eles? Meh, viajaram denovo! Não vão voltar até o final do mês que vem! Viemos aqui sozinhos!” Foi Akemi que respondeu dessa vez, sua voz frustrada, mas com um tom de saudade nela.
“Hmmmm.... Entendo, bem, me digam um pouco mais sobre as coisas lá em Lightânia.” O velho inquiriu mais uma vez, e os dois adolescentes continuaram a responder.
Mamoru e Akemi durante a conversa começavam a se lembrar da infância que tiveram nessa cidade, e a primeira de muitas aventuras...
.. 10 anos atrás...
Mamoru estava em um jardim de infância, ele podia ver várias crianças ao redor se divertindo, e ele as olhava com um olhar de curiosidade.
Nessa idade Mamoru tinha os olhos grandes e era um pouco cabeçudo. Seu cabelo era grande como sempre, pois ele se recusava a cortá-lo. Seus grandes olhos vermelhos brilhavam com inocência e curiosidade.
Ele estava vestido com uma jaqueta infantil preta e bermudas da mesma cor. Ele tinha em suas costas uma mochilinha em que guardava um pequeno caderno, dois sanduíches e dois sucos em pacotes para o lanche.
Ele estava acompanhado de seus pais. O pai era um homem grande com cabelos pretos e curtos e olhos marrons. Ele estava vestido de um terno preto. Seu nome era Raphael Blackraven.
Sua mãe era uma bela mulher, tendo longos cabelos negros e olhos vermelhos como os de Mamoru, seu nome era Ruby Blackraven, ela estava vestida com um vestido floreado. A pele dela era branca, chegando a ser quase pálida.
“Mamoru, eu e sua mãe temos que ir a uma viagem de negócios, e não podemos te levar com a gente, sentimos muito... Você vai ter que ficar aqui por um tempo.” O pai de Mamoru explicou para seu filho.
Já estando acostumado com isso, Mamoru respondeu com um simples: “tudo bem”. Ele era novo, e podia entender que seus pais eram ocupados e trabalhavam para cuidar dele, então ele era grato por eles.
Depois de se despedir dos seus pais, ele se dirigiu para o jardim e foi pra debaixo de uma sombra de uma árvore, ele não gostava muito de pegar sol.
Algumas crianças que passavam por perto saiam com medo quando olhavam para os olhos vermelhos e brilhantes de Mamoru. Algumas às vezes até chegaram a chamá-lo de vampiro.
Ele queria dizer a elas que ele não era, mas decidiu por ficar quieto. Algumas das babas disseram para ele juntar-se a turma, mas ele preferiu ficar na sombra por enquanto.
Foi ai que ele viu uma garota de cabelos roxos, olhos de ametista e uma espécie de vestido gótico. Ela estava brigando com os pais.
“Por que vocês tem que ir!? Eu não quero ficar aqui!” A garotinha gritava. Ela era a pequena Akemi, que assim como Mamoru, tinha os olhos e a cabeça grandes.
“Filha, você sabe que temos que trabalhar... E é só por algumas horas...” O pai dela falou.
Ele tinha cabelos azuis e olhos violetas assim como o de Akemi e vestia um terno preto. O nome dele é Hayato Greenscar.
“Não vamos demorar filha, às cinco da tarde vamos vir aqui te pegar...” A mãe dela, uma mulher com longos cabelos violetas e olhos verdes falou. Seu nome era Renata Greenscar. Ela vestia um terno também, parecia que os pais de Akemi trabalhavam juntos.
“Mas eu não quero ficar aqui! Esse lugar está cheio de crianças babonas!” Akemi gritou, o que causou algumas das crianças a olhar na direção dela com raiva.
Mamoru continuou a observar a cena, até que eventualmente ela se despediu infeliz dos pais dela. Ela sentou ali mesmo e abraçou os joelhos dela.
“...”
“Eu tenho a sensação... Que essa garota tem alguma conexão comigo...” Mamoru pensou e decidiu ir na direção dela, ele pegou um de seus sanduíches e um suco e foi na direção dela.
Ao ouvir passos perto dela, Akemi, chorando um pouco, olhou pra cima e viu Mamoru sorrindo pra ela.
“Venha, eu divido meu lanche com você.” Ele falou com um sorriso no rosto.
A garota ficou chocada ao ver ele se aproximando dela assim, ela estava prestes a xingar ele, quando sentiu algo nela que a parou. Era como se ela estivesse esperando por essa pessoa aparecer.
“Quem é você?” Ela optou por perguntar isso.
“Meu nome Mamoru, prazer em conhecê-la!” Ele falou com um sorriso maior.
“Meu nome é Akemi... Prazer...” Ela falou com um pouco de hesitação.
Mamoru estava prestes a continuar falando quando percebeu um grupo de três crianças grandes, devendo ter pelo menos nove anos, se aproximando deles.
O líder, um garoto gordo com cara de mal, chegou perto de Akemi e falou cuspindo na cara.
“Então você disse que somos crianças babonas?” O bully perguntou com uma cara de raiva. Enquanto os outros dois garotos cercavam Akemi, ignorando Mamoru,
“Sim, fui eu, e daí seu gordo feio? Veio querer babar em cima de mim agora?” Ela retrucou com um sorriso arrogante no rosto, apesar de seus olhos demostrarem o medo que ela sentia no momento.
“Ora sua pirralha!” O líder levou seu punho pra trás, pronto para dar um soco na cara de Akemi, quando Mamoru forçou sua entrada e parou o soco com uma mão. Os outros dois bullys ficaram atrás do líder para ajuda-lo.
“Olhe nos meus olhos...” Mamoru falou, e inconscientemente, todos os três olharam nos olhos de ruby que ele possuía.
“Vocês são fracos, eu poderia acabar com vocês se eu quisesse... Afinal, vocês são meros mortais...” Mamoru começou a falar com um vocabulário que uma criança não devia possuir.
Mamoru estava pegando essas frases de uma história que o pai dele havia lido. Uma história de fantasia/terror que ele duvidava que alguma criança além dele tivesse lido.
“O-o que você está falando?” Um dos bullys perguntou.
“Olhe nos meus olhos... E verá sua morte... O brilho vermelho do seu sangue nos meus lábios saciará minha fome...” Mamoru pegou outra frase do mesmo livro, mantendo contato visual com o líder, que estava começando a se mijar de medo.
“S-seus olhos... Estão brilhando!” Um dos bullys declarou, tremendo de medo.
“Não sabia? Todos os vampiros possuem olhos brilhantes assim... Isso significa nosso desejo por sangue humano... Sim, já te marcamos... Vocês vão ser sacrificados para saciar minha fome... Meu desejo por sangue... Huhuhu...” Finalizando sua atuação com uma risada sinistra, Mamoru assistiu contente quando os três bullys saíram correndo dali, gritando por suas mães, eles provavelmente iriam ter pesadelos por um bom tempo.
“Bem, ter olhos que nem os meus ajuda também...” Mamoru murmurou para si mesmo com um olhar triste, ele sempre fazia isso para espantar os bullys, porém isso também o fazia ser excluído.
Ele ficou com medo de olhar pra trás e ver se a garota ia sair correndo com medo dele, mas ao invés disso, o que ele ouviu foi:
“Nossa! Isso foi incrível! Você é mesmo um vampiro de verdade?!” Akemi saltou de onde ela estava no chão e foi pra cima dele, olhando nos olhos dele.
“B-bem... Não... Eu sou apenas uma criança com olhos vermelhos, e um bom senso de atuação...” Ele murmurou, surpreso ao ver alguém que não sentisse medo dos olhos dele.
“Hihi, tanto faz! Agora eu tenho certeza que vamos nos dar bem!” Akemi pegou as mãos deles e ambos saíram correndo por ai.
Esse foi o simples e cômico começo da amizade eterna entre Akemi e Mamoru... Eles sempre lanchavam juntos e gostavam de brincar juntos. Quando algum bully tentava atormentar eles, eles faziam a mesma tática de assustar que Mamoru fazia. Akemi eventualmente entrou nas atuações, fazendo os bullys ficaram cada vez mais assustados, teve um que até borrou as calças de tanto medo.
Mesmo quando eles saíram do jardim de infância, eles, de alguma forma conseguiram estudar na mesma escola e na mesma sala.
A primeira aventura deles foi quando ambos tinham 11 anos, quando eles estavam no sexto ano do ensino fundamental.
“Akemi! Venha por aqui!” Era de noite, Mamoru e Akemi estavam correndo de alguns mafiosos bêbados. Eles haviam se encontrado com eles quando andavam ao redor da floresta, os mafiosos xingaram as crianças e disseram para eles irem pra casa, mas o dois acabaram retornando o insulto, e agora estavam sendo perseguidos.
Mamoru pegou o braço de dentro de um beco escuro e a puxou pra dentro antes que s mafiosos pudessem ver eles se escondendo por lá.
Mamoru abraçou Akemi pra perto dele enquanto eles ouviram os gritos dos bêbados ficar longe o suficiente para dizer que era seguro.
Apesar de estarem escuro, Mamoru e Akemi, de alguma forma, conseguiam enxergar bem no escuro, os permitindo ver coisas que outras pessoas eram incapazes de enxergar, graças a isso, eles conseguem despistar qualquer pessoa quando precisam correr no escuro.
Akemi olhou na direção de Mamoru, que havia colocado uma mão na cabeça dela, seu rosto avermelhado.
“Vamos, o cemitério nos aguarda...” Disse Mamoru com um sorriso no rosto. Akemi notou pra ela mesma que Mamoru parecia SIM com um vampiro, especialmente em noites como essas.
Depois de meia hora de caminhada, eles chegaram à entrada do cemitério. O portão estava aberto, e eles podiam sentir a brisa fresca e a calma que o local proporcionava.
Sim, eles não estavam com medo de entrar naquele lugar.
“Esse cemitério é bem grande Mamoru!” Akemi exclamava de alegria, correndo ao redor do local.
“E é mesmo, sendo que é um cemitério de capital, ele deve ter o tamanho de um bairro no mínimo!” Mamoru respondeu a sua amiga, também correndo junto com ela.
“Ah! Mamoru, olhe!” Akemi parou do nada e apontou pra frente dela.
O garoto de olhos vermelhos também parou e olhou surpreso.
Vários pontos brilhantes podiam ser visto ao redor do centro do cemitério, em volta a uma espécie de catedral.
A catedral em si era grande, porém não parecia ter ninguém nela, mas era possível ver vários pontos brilhantes e transparentes, alguns até com formatos humanos, flutuarem ao redor.
“F-fantasmas?” Mamoru perguntou hesitantemente.
“P-parece que sim...” Akemi também hesitou um pouco.
Durante essa hesitação delas, uma das bolas brilhantes correu na direção deles e começou a circulá-los.
“Ah!” Akemi soltou um barulho de espanto e foi para perto de Mamoru.
“Melhor voltarmos aqui outro dia...” Mamoru falou, pegando a mão de Akemi e saindo correndo do local.
Essa foi apenas à primeira de muitas visitas que eles iriam fazer a esse cemitério, que acabou se tornando o playground favorito de duas crianças góticas.
Fim de flashback...
A reunião entre Mamoru e Akemi com uma pessoa que cuidou bem deles durante a sua infância foi bem legal, eles conversaram bastante, e quando perceberam, já era noite.
O casal teve que ir embora para poder achar um hotel para passar a noite, então eles se despediu do velho e prometeram vir almoçar no restaurante no dia seguinte.
Logo na saída do restaurante, eles foram surpreendidos por uma figura encapuzada, ele tinha o emblema do clã dos corvos. Os dois perceberam que não tinha ninguém na rua.
“Mestres, se possível, me acompanhem.” A figura falou e ascendeu aos céus estrelados no momento em que percebeu que eles iriam seguir ele.
Eles subiram bem alto, o suficiente para serem completamente invisíveis a olho nu.
“O que deseja conosco?” Akemi foi a primeira a perguntar, demonstrando curiosidade.
A figura ficou calada e sacou uma grande foice dourada, ornamentada por plumas cristalinas arroxeadas. Ele tirou o capuz de sua cabeça.
Ele parecia ser um homem, seu cabelo era de cor roxa, seus olhos eram completamente vermelhos, ele possuía a pele parda e seu rosto dava a impressão de que ele era musculoso.
“Meu nome é Yata, sou o líder do clã Yatagarasu, vim aqui me apresentar a vocês, mestres.” Yata falou, sua voz era poderosa e tinha bastante tom de autoridade. Mamoru e Akemi podiam perceber, que no momento, ele era muito mais poderoso do que eles, mais poderoso do que Fenrir e mais poderoso do que Kazemaru, talvez o poder dele chegasse perto do de Adamantes.
“Eu venho aqui, na presença de vocês, com uma proposta: Eu vou ensiná-los a arte da magia dos corvos e como lutar com as foices que a vocês foram entregues. Adamantes concordou em me dar uma semana e meia para poder treinar vocês, o que deverá ser suficiente para vocês aprenderem o básico.” Yata falou a eles a sua proposta.
“Você vai nos treinar pessoalmente? Eu posso dizer que você é muito mais poderoso do que somos no momento.” Disse Mamoru, sentindo um pouco de ansiedade ao estar encarando um ser tão poderoso.
“Sim, eu vou treinar vocês durante 12 horas por dia, 6 horas praticando com suas foices e 6 horas para o estudo mágico de vocês. Eu aviso desde já, eu não vou pegar leve com vocês, pirralhos.” Ele adicionou a última palavra como forma de insulto, mas ele podia ser visto sorrindo um pouco.
“E então? Aceitam o meu treinamento?” Ele perguntou aos dois jovens.
Akemi respondeu instantaneamente:
“Claro! Eu e Mamoru, aceitamos ser treinados por você, professor Yata!” Akemi, em pleno ar, abaixou sua cabeça demonstrando respeito e que aceitava o treinamento dele.
Akemi não podia mentir, ela se sentia intimidada pela força dele, porém se sentia excitada em poder conseguir mais poder para poder proteger a felicidade dela com Mamoru.
Mamoru olhou para Akemi e não disse nada, ele podia saber o que ela estava sentindo naquele momento, então ele também acenou a cabeça.
Yata sorriu, e disse:
“O treinamento de vocês, começa amanhã as 6 horas da manhã, com uma pausa para o almoço, e resumindo as 14 horas até as 20:00... Bem vindos, ao Inferno, huhuhu...” Yata riu com malevolência e despareceu da visão do casal.
Akemi e Mamoru apenas ficaram olhando pro local aonde ele estava, as coisas iriam começar a ficar difíceis a partir de agora...
Capítulo 13: FIM!
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