Raios de Luz

Capítulo 6: A Relíquia da Preguiça: A Espada dos Ventos

Acordar com Akemi em cima de seu corpo não era desagradável... Aliás, ele amava a sensação do calor do corpo dela em cima de seu corpo. Essa sensação era especialmente amplificada depois de ter, seus poderes aumentados por Adamantes. A sensação que sentirá era praticamente impossível de ser descrita.

O fogo negro não deixou nenhum rastro ao redor de seus corpos, fora a rajada de sensações que envolveu seus nervos. Ele poderia jurar que receber poder assim, especialmente vindo de fogo, de cor negra, seria doloroso... Mas aparentemente receber poder não precisa ser necessariamente doloroso... Aliás, foi prazeroso...

“Eu preciso tomar um banho... E trocar de calças...” Ele pensava, enquanto gentilmente balançava Akemi em cima de seu corpo, o gosto doce do sangue de Akemi ainda está em seus lábios.

“O que sou eu? Um demônio vampiro agora?” Ele pensava para si mesmo, enquanto inconscientemente lambia os lábios, sangue geralmente tem um gosto estranho...

Akemi começou a gemer um pouco, lentamente abrindo os olhos.

“Ahh... Ahn? Mamoru?”Akemi murmurou enquanto levantava a cabeça, que estava deitada no pescoço de Mamoru.

“Boa noite Akemi... Pelo visto acabamos dormindo o dia inteiro...” Mamoru murmurava gentilmente para sua melhor amiga. Ele tentava mexer a mão, mas o simples fato de mexer os dedos, ou a boca, ainda mandava pequenas sensações pelo seu corpo... Pelo o que ele podia ver pelos movimentos do olho de sua amiga, o mesmo valia para ela.

“ahh! D-desculpe! Eu, eu vou me levantar... “ Ela falou freneticamente enquanto pulava pra longe de seu amigo... Ela literalmente teve um choque e se abraçou, seu rosto avermelhado.

“Hahaha, não precisa se envergonhar Akemi...” Mamoru falava, enquanto também se levantava com um salto, recebendo o mesmo choque... Também ficou com os rosto avermelhado, e se encostou à parede ao lado de Akemi.

“Ahh... Isso me lembra de que já acabamos nessa posição antes... Quando éramos crianças...” Akemi falava suavemente, secretamente tentando prolongar a sensação de bem estar que está em seu corpo.

“Ahh... Foi um dia horrível que acabou positivamente...” Mamoru falava enquanto sentia o restante das sensações percorrerem pelo seu corpo. Pelo visto eles ficariam paralisados por alguns minutos...

Flashback...

Um pequeno Mamoru, com apenas 7 anos de idade se posicionava na frente de uma pequena Akemi, a mesma também com 7 anos. Eles estavam em um parque, e estavam cercados por crianças mais velhas. Não tinha nenhum adulto por perto.

“O que vocês querem?!” Mamoru perguntou nervosamente, esses garotos estavam com aparências predatórias.

“O que nós queremos suas aberrações? Queremos todo o dinheiro que tiverem!” Um dos bullys falou com arrogância.

Akemi ficou blasfemada ao ouvir isso e imediatamente protestou, saindo de trás de Mamoru.

“Quem vocês acham que são seus gordos feios e burros! O dinheiro que temos é nosso e de mais ninguém, vocês nunca vão tê-lo!” Akemi falou com fúria, um dos garotos ficou com raiva e desferiu um soco nela, que foi interceptado por Mamoru.

“Deixe ela em paz! Ou eu irei sugar o sangue de vocês!” Mamoru exclamou, os encarando furiosamente com seus olhos escarlate. Ele aprendeu que as outras crianças tem medo dos seus olhos, por lembra-las de vampiros.

Isso fez o garoto parar momentaneamente, o que provou uma oportunidade perfeita para Akemi, que apunhalando areia do chão com as mãos, jogou ela nos olhos dos bullys.

“Vamos Mamoru!” A pequena garota de cabelos roxos gritava enquanto pegava a mão de seu melhor amigo.

“Ahh! Voltem aqui suas aberrações!” Um dos bullys gritava enquanto tentava tirar a areia dos olhos.

Algum tempo mais tarde...

As duas crianças haviam chegado em casa exaustas... Elas estavam na casa de Mamoru, que estava deserta, pois os pais dele haviam saído e deixado à chave com ele.

Os dois estavam andando juntos, em direção a sala, porém Akemi não percebeu um brinquedo que estava no chão e acabou caindo para o lado. Ela sem querer puxou Mamoru junto com ela. Ele caiu em cima dela.

“Aii!” As duas crianças gemeram de dor, Mamoru havia batido a cara no chão e Akemi havia batido o ombro.

Os dois se ajeitaram e acabaram por ficar cara a cara, Mamoru começo a rir malevolamente. Akemi também começou a rir.

“AHAHAHAH!” As duas crianças riam enquanto começaram uma guerra de cócegas uma contra a outra. Um dos poucos prazeres infantis que tinham era o de poder ter um ao outro como amigos, pois não importa o quão ruim tenha sido o dia deles, eles sempre poderão achar conforto com o outro...

Fim de flashback...

Nesse dia, eles haviam voltado depressivos para casa, e ambos estavam certos que iriam acabar chorando de novo. Porém, por causa de um tropeção e espírito de criança, os dois acabaram por se divertir juntos.

Subconscientemente, os dois acabaram por unir as mãos enquanto lembravam-se desse momento particular de sua infância.

“Está de noite...” Mamoru comentou enquanto olhava para a janela ele lentamente começou a sorrir.

“A noite é um momento perfeito para demônios poderem voar por aí...” Akemi comentou silenciosamente, também sorrindo.

“Vamos lá!” Ambos os jovens gritaram enquanto se levantavam. Suas asas apareceram de suas costas. Eles saíram pela porta da frente, rapidamente a trancando e tomando voo pelos céus escuros da noite.

Os dois voaram em alta velocidade pelos céus negros, que para eles não estava nem um pouco escuros, eles conseguiam ver bem mesmo na escuridão.

Os dois começaram então a fazer acrobacias em pleno ar, acrobacias que até jatos supersônicos teriam dificuldade de executar. Akemi teve a brilhante ideia de fazer rasantes, passando em alta velocidade perto das pessoas que se encontravam no chão, que ficavam confusas ao ver uma massa negra sobrevoando o céu.

“Hahaha! Estamos mais rápidos agora!” Akemi gritou em euforia, fazendo acrobacias e causando confusão com as pessoas que ficavam no chão. Eles conseguiam sobrevoar metade da cidade em menos de 10 minutos.

“Hahaha! Olha isso!” Mamoru gritou em alegria, enquanto rapidamente pousava em uma moto que estava estacionada. Rapidamente, antes que testemunhas pudessem registrar o ocorrido, ele saltou com a moto pelo céu, como se fosse um surfista.

“Nossos poderes gravitacionais estão mais fortes agora!” Mamoru falava enquanto se exibia, dando piruetas com a moto, como se estivesse surfando em pleno ar.

Ele, depois de brincar com a moto por um tempo, á jogou de volta ao chão... Onde caiu em um loja do outro lado da cidade. Ninguém ficou ferido.

Eles estavam se mostrando um distúrbio... E como não estavam sendo nada discretos em suas brincadeiras, pessoas logo começaram a ficar com medo. Um ser em particular estava ficando irritado com a falta de responsabilidade desses dois...

“E eu sou o único por aqui que pode dar um jeito nisso... Que droga...” Pensou um garoto, ele estava escondido em um beco, e apunhalou uma espada.

O garoto aparentava ter 18 anos de idade, tendo cabelos de cor esverdeada lisos a altura do pescoço. Seus olhos eram de cor preta, sua pele branca e pálida. Ele estava vestido com uma jaqueta preta com uma camisa verde-floresta por baixo. Suas calças eram longas e confortáveis, e permitiam ele se mover livremente.

A espada por sua vez era incrivelmente leve, ela tinha a lâmina levemente esverdeada, seu cabo sendo esverdeada, a proteção de mão dava a impressão de duas asas unidas uma na outra.

“Ahh... Eu estava querendo descansar também... Mas se eu deixar esses novatos fazerem o que bem intenderem... Os anjos vão vir atrás de mim... De novo...” Pensou o garoto de cabelos verdes enquanto conjurava suas asas.

Esse garoto era outro demônio, seu nome era Kazemaru, ele possuía consigo a Espada dos Ventos, uma relíquia que achará em uma montanha durante uma viagem escolar. Desde o momento que ele pegou a espada, ele sabia que estava destinado a usá-la.

As asas dele eram diferentes de demônios normais, por serem uma mistura de cinza com verde, elas também possuía duas pequenas asas em sua cabeça, possuindo a mesma cor de suas asas. Correntes de vento de uma estranha cor verde circulavam suas asas, pernas e espada.

Ele tomou voo preguiçosamente, suas asas batendo lentamente para impulso extra, sendo que ele preferia deixar as ondas de vendo o fazerem voar. Ele lentamente ascendia até o céu noturno, eventualmente desaparecendo na escuridão.

De longe ele podia ver os dois demônios novatos brincando um com outro, pegando objetos aleatórios e os jogando pela cidade... Que caos... Agora iria haver todo tipo de teoria de conspiração...

Ele decidiu que estava na hora de acabar com a diversão dos dois... Por mais que ele gaste energia fazendo o mesmo...

Com Akemi e Mamoru...

Os dois adolescentes estavam amando sua nova força e poder, eles podiam voar mais rápido, podiam levitar objetos mais pesados, com melhor eficiência...

“Hahaha!” Akemi ria em euforia, testando seus novos poderes com algumas motos que estavam estacionadas. Mamoru podia a ver rindo, e ele adorava a risada dela.

Ele estava fazendo malabarismo gravitacional com umas quatro motos, as girando cada vez mais rápido.

Ele estava prestes a dizer algo, quando do nada, uma onda de vendo enorme passou sobre ele, o fazendo soltar as motos graças ao fato de ele ter voado longe.

“Mamoru!” Akemi gritou em preocupação, talvez uma tempestade estivesse vindo...

Quando ela olhou pra direção em que Mamoru estava, seus olhos se arregalaram ao ver diversas lâminas verde-transparentes vindo em sua direção. Pensando rapidamente, ele criou uma barreira gravitacional, que dissipava as lâminas à medida que entravam em contato com a barreira.

Mamoru enfim conseguiu tomar controle de seu voo, e olhou para a direção que o ataque viera, ele percebeu Akemi se defendendo, então eles deviam estar sendo atacados... Mas por quem?

Foi quando ele viu um pequeno ponto verde à distância que flutuava no céu, aparentemente virada para eles. Antes que Mamoru pudesse fazer algo, porém, ele teve que sair do caminho de diversas lâminas de vento. Quando percebeu, o estranho estava sobre ele.

A espada do demônio dos ventos passou distante dele, porém uma onda de vento foi lançada dela, envolvendo o corpo de Mamoru com uma pressão atmosférica enorme.

Kazemaru foi surpreendido quando ele foi jogado pra longe, sentido uma enorme força gravitacional. Ele pode ver a garota de cabelos roxos indo ajudar o amigo, surpreendentemente, ela conseguiu livrá-lo da pressão usando gravidade... Então era esse o poder deles...

Antes que ele pudesse se recuperar, ele foi envolvido por um casulo gravitacional, os dois estavam o prendendo juntos... Isso... Dificultaria as coisas... Ele foi lançado violentamente contra o chão antes que pudesse tentar qualquer coisa, porém...

O impacto foi agonizante... Ele não podia acreditar que dois novatos estavam dando tanto trabalho para ele... Isso era complicado... Decidindo lutar a sério, ele explodiu do chão em uma velocidade incrível, desferindo um chute em Akemi e um soco em Mamoru, os fazendo voar para a mesma direção de modo que ficassem lado a lado.

Aproveitando a chance, ele começou a voar em círculos ao redor do casal demoníaco, o vento começou a ficar bastante forte... Enfim, um tornado foi formado.

“Ahhh!” Os dois gritavam, tentando controlar o voo, mas era inútil.

Kazemaru voou para a boca do tornado e esperou os dois chegarem descontrolados até ele... Sua espada girando em sua mão, ele mandou uma onda de vento na direção dos dois. Dissipando o tornado e os mandando para o chão.

“Isso é para aprenderem a não fazer caos... Se fossem os anjos talvez eles tivessem sido menos violentos... Ou mais...” Ele disse para si mesmo enquanto preguiçosamente pousava perto dos adolescentes que estavam caídos.

Mamoru foi o primeiro a se levantar, ele ficou na frente de Akemi que estava caída no chão, sua face começando a lentamente ficar mais demoníaca.

“Calma garoto... Eu só fiz isso para dar uma lição em vocês...” Kazemaru falou.

Akemi, que foi a última a se levantar, perguntou.

“Lição? Estávamos apenas nos divertindo!” Ela protestou contra a violência que ele usou contra eles.

“Ahh... Vocês estavam criando um caos para os humanos... Se os anjos tivessem chegado aqui primeiro... Bem, os que me pegaram acabaram com minha raça... Claro, eu não era tão forte quanto eu sou agora na época, mas ainda sim... Não queiram que os anjos fiquem zangados com vocês...” Kazemaru explicou para o casal.

“Mas por que eles iriam atrás de nós?” Mamoru perguntou a Kazemaru, que o olhou com uma cara de ‘você é estúpido?’.

“Tá brincando? Além do fato de vocês terem causado esse caos enorme, vocês estavam quebrando as regras da ordem celestial...” Kazemaru falou, isso estava ficando problemático demais para ele, ele queria voltar pra casa e dormir...

“Ordem celestial?” Os dois demônios perguntaram ao mesmo tempo.

“Sim, a Ordem Celestial é composta pelos anjos, arcanjos e serafins que habitam o Céu... Me contaram que essas regras foram impostas tanto por anjos quanto por demônios depois da última guerra celestial... Elas foram criadas para manter a paz entre as duas raças... Desde então, anjos e demônios vivem pacificamente uns com os outros... Eu já fiz visitas ao céu e ao inferno, e cheguei até a ver casais, tipo, um anjo e um demônio casados um com outro... Quando vocês agem assim, existe o risco de vocês quebrarem essa paz, especialmente pelo fato de estarem causando caos no mundo humano...” Kazemaru explicava para os dois, enquanto se espreguiçava, Deus, ele estava cansado...

“O inferno não é um local tão ruim assim... Para nós demônios pelo menos... A maioria dos demônios vive em paz lá... Assim como alguns anjos e arcanjos... Os humanos que tiveram vidas corruptas são mandados pra lá para pagarem suas sentenças... Alguns são corruptos demais e passam lá a eternidade... Até suas almas serem recicladas para reencarnação... No Inferno temos um local que é especialmente reservado para humanos corruptos... No céu, também temos locais assim, locais em que os humanos de bom coração podem viver pela eternidade... Existem aqueles que ficam vagando pela terra, geralmente graças a um desejo que não foi cumprido... Mas fora isso, é um sistema bom... Eu não posso ir viver no inferno nem no céu graças ao fato de eu ainda ser metade humano... Quando eu morrer eu vou para um dos dois locais...” Kazemaru finalizou sua explicação para os dois adolescentes, que estavam atentos a todas as palavras que lhes foi dita.

“Uau... Eu não sabia que esses mundos eram tão organizados assim...” Akemi falou para si mesma, com uma vontade enorme de querer visitar um dos planos celestiais.

“Você acha que poderemos visitar esses locais?” Mamoru perguntou ao garoto de cabelos verdes, que parecia querer dormir ali mesmo.

“Uh? Claro que podem, apenas precisam achar os portais... Existem portais para o inferno e para o paraíso escondidos no mundo humano... Talvez existam em outros planetas também... Eu tenho certeza de ter visto alguns aliens lá... Bem, de qualquer jeito... Quando forem se divertir por aí... Por favor, não façam caos, ou então eu serei forçado a dar uma surra em vocês... De novo...” Ele dizia enquanto lentamente tomava voo.

“Ei, espere, você não disse seu nome!” Mamoru perguntou a ele.

“Kazemaru... Meu nome é Kazemaru... Portador da Espada dos Ventos... E os seus meus caros?” Ele perguntou enquanto pairava momentaneamente para ouvir a resposta dos adolescentes.

“Meu nome é Akemi” A bela garota de olhos ametistas respondeu.

“O meu é Mamoru” O belo garoto de olhos de rubis respondeu depois de Akemi.

“Nós somos os portadores do Livro da Matéria Negra!” Eles responderam com entusiasmo.

“hmm... Interessante... Então existem outras relíquias por aí, huh? Bem, eu vou indo... Até outra hora...” Antes que Mamoru e Akemi pudessem dizer adeus, ele desapareceu com uma velocidade incrível.

Akemi deixou de olhar para o local que Kazemaru estava, e voltou a olhar para Mamoru.

“Da próxima vez, vamos ganhar dele...” Ela disse com uma careta, os machucados que ambos haviam ganhado nessa luta não estavam doendo mais.

“Melhor irmos pra casa... Nos divertimos o suficiente por hoje Akemi...” Mamoru falou para sua melhor amiga, oferecendo sua mão para ela.

Akemi o aceitou com um sorriso no rosto, ambos voltaram andando de mão dada para casa, que felizmente ficava perto dali. O dia até que foi legal para ambos, tirando a pancada que levaram de Kazemaru. Akemi não se importou, porém, um dia ela teria mais poder que ele... Ela e Mamoru seriam mais fortes...

Novas perguntas entraram na cabeça de ambos... O mundo de repente ficou mais complexo desde que aceitaram o pacto de Adamantes... Porém, ele certamente havia ficado interessante...

Os dois tinham decidido procurar um dos portais assim que pudessem, seria interessante poder visitar o lado sobrenatural da realidade...

Enquanto isso...

Fenrir estava começando a ficar feliz, os cientistas que ele havia reunido estavam fazendo um excelente trabalho, eles disseram que em breve teria o DNA, rosto e nome do assassino...

Ele pode ver que na cidade de Lightania haviam rumores de acontecimentos estranhos... Esse seria o local ideal a procurar... Porém ele necessitava de resultados primeiro...

Ele olhava para uma foto dele e do pai, ele era criança e estava sorrindo nas costas do pai... Sua mãe era quem tinha tirado a foto... Ela havia falecido há um ano, graças ao câncer... Agora ele também havia perdido o pai...

Lágrimas de tristeza e de fúria preenchiam seus olhos... Ele iria destruir pessoalmente os responsáveis por isso... Seus lobos e sua relíquia o ajudariam nesse processo...

“Com licença, senhor Fenrir...” Um dos cientistas forenses falou. Fenrir decidiu enxugar as lágrimas, e olhou para o homem.

“Alguma notícia?” Ele perguntou ao cientista, tentando esconder a tremedeira em sua voz.

“Encontramos o DNA do assassino... Digo, Assassina... Ela é uma garota... O nome dela é Akemi Greenscar, ela tem 16 anos de idade e mora na cidade de Lightania.” O cientista deu o relatório a Fenrir, que sorriu ferozmente.

“Ótimo... Eu irei atrás dela pessoalmente, eu prometo trazer notícia para todos assim que eu acabar...” Fenrir disse, sua voz uma de fúria, ele pegou sua jaqueta e se dirigiu para fora.

No lado de fora, um exército enorme de Lobos Infernais, assim como Lobisomens o aguardava. Os cientistas ficaram todos espantados ao vê-los. Um deles desmaiou.

“Não se preocupem... Eles são meus aliados...” Fenrir disse enquanto ativava as Garras da Lua Cheia, suas asas, caudas e orelhas aparecendo.

“Com a ajuda deles... Eu vingarei meu pai!” Fenrir gritou para todos os cientistas, os lobos e lobisomens começaram a uivar, sentindo a fúria dele.

Sim, ele iria vingar o pai... Ele iria torturar aquela garota antes de finalmente mata-la de dá-la de comida para seus lobos.

Capítulo 6: FIM