Notas iniciais
Yuki estava treinando com Yachi, estava fazendo flexões enquanto o velho respondia sua pergunta."Velho o que sabe sobre demônios que comandam o papel?" - Bom... A muitos anos atrás havia dois irmãos Abigail e Naamah, eles eram pobre e apos a morte da mãe, ficaram sós para se sustentar começaram a vender origamis. Passados alguns anos Abigail adoeceu, Naamah sabia que não havia como salva-la era muito pobre para levá-la a um medico e então em uma noite um demônio apareceu para ele dizendo que poderia salvar a vida da irmã que ele tanto amava em troca de sua alma. Ele recusou os dias foram se passando e Abigail piorando não vendo outra solução o jovem voltou ao lugar onde havia encontrado o demônio pela primeira vez. - bebendo um gole da xícara que estava em sua mão. Yuki estava distraída em seus próprios pensamentos, havia escutado apenas alguns pedaços da historia, percebendo a distração de Yuki, Yachi a acertou com a bengala bem nas pernas. - Ai, ai, ai... Isso dói - resmungou sem parar os exercícios. - PRESTA ATENÇÃO!! FOI VOCÊ QUEM PERGUNTOU (Ò.ó) - Ele se concentrou -, Então ele voltou ao lugar onde havia visto o demônio, começou a gritar para que o demônio aparecesse e não demorou muito ele apareceu, Naamah aceitou o acordo. A irmã aos poucos foi melhorando e Naamah adoecendo até a morte, não se conformando com a morte do irmão Abigail se suicidou... A alma de Naamah se enfureceu pela morte da irmã e jurou matar o demônio que havia o enganado... Tornando-se também um demônio para se vingar, um demônio que controla o papel, por ser o material que mais usava quando vivo e porque era o material de adoração da irmã. - 998...999, Acabei! - exclamou contente se sentando em posição de índio - Aposto que ele não contava com o fato de a irmã sentir a mesma dor que ele sentiria se ela morre-se... É uma historia bem triste. - Ela cruzou os dedos atrás da nuca e jogou o corpo para trás sem desfazer as pernas em formato de borboleta. - Velho acredita em anjos? - Hihihihihih... Existi muito mais entre o céu e a terra do que se pode ser explicado... As pessoas acreditam naquilo que quiserem! “Que grande ajuda velho!!(O.õ)", ela apoiou-se nas palmas das mãos sem se levantar contemplou o céu. - Você irá partir hoje? - Aham... - ela afirmou com a cabeça - Entendo! - Yachi-sama!! - chamou sem olhá-lo - Sim - "Quando ela me chama pelo nome deve estar querendo algo..." - Será que pode me emprestar um dinheiro? - (Ò.Ó) - Não tem vergonha de ficar pegando dinheiro da obra?! Ela sorriu descaradamente colocando a língua para fora. ------------------------------------------------------

Yuki estava parada em frente à loja de lamen, estranhou por ela estar fechada,

analisou o bilhete que estava na porta.

- Humm... Fechado por problemas pessoais! — ela coçou a cabeça e deu de

ombros pegando a chave de dentro do bolso da calça.

Subiu as escadas e abriu a porta do apartamento, havia varias cobranças em

frente à porta, ela as encarou (¬¬\'), e empurrou para baixo do tapete com o pé.

A casa estava uma bagunça como sempre roupas por todos os lados, ela

vasculhou os armários a procura de algo para comer, achou algumas balinhas de

goma apanhou o pacote e se dirigiu para a sacada sentando-se na poltrona do

lado de fora. Depois de um tempo tomou um banho quente vestiu-se com suas

roupas normais, a camisa vinho, bermuda mesclada de preto e vermelho, a

jaqueta preta por fora e vermelha por dentro e o coldre de cintura, abriu a ultima

gaveta do armário e pegou uma pistola e balas, antes de sair calçou as botas

beges. Parou em frente à loja de lamen e analisou a placa novamente puxou o

relógio de bolso checando as horas e partiu.

Parou em frente a loja de instrumentos musicais, colocou a mão no bolso e

pegou a carteira de patinha, olhando o pouco dinheiro que tinha até se

desanimou \"Não devia ter parado para comer!!\", se lembrou da parada que deu

na lanchonete, tomou vários Milk shake e algumas batatas fritas. Olhou as

guitarras e acabou por levar a mais barata \"Vou até a escola da Mizuki-chan,

mas o que eu to pensando?!”, a sobrancelha dela estava contorcida “ARGH, QUI

TENSÃO É ESSA NA MINHA SOMBRANCELHA.\" Sem perceber ela estava segurando

a cabeça com as duas mãos e se contorcendo.

- Eu vou pra casa! — sussurrou apertando entre as duas sobrancelhas com o

dedão e o indicador.

Colocou a guitarra nas costas e voltou para casa, chegando em frente a loja de

ramem notou que a porta de ferro estava aberta pela metade, se abaixou e

entrou, quem estava lá era o pai de Kaname.

- Ola senhor Mori!

- Ah... Ola Yuki-sama! — ele pareceu ter se aliviado ao ver que era ela — A quanto

tempo!!

- Humm... É verdade. Está tudo bem? Porque não estão abrindo ultimamente?

Ele sorriu meio desconfortável.

- A Kana-chan... Ela não esteve bem... Bom seja como for semana que vem

vamos reabrir! — ele sorriu desconfortavelmente novamente e passou

rapidamente para o lado de fora. — Venha eu tenho que ir!

- Ahn... T-Tudo bem — ela se abaixou novamente passando por debaixo da porta — Senhor Mori mande melhoras para kana-chan! ^^

- Ah... É verdade Yuki-chan seria muito bom se pudesse ver Kana-chan no

hospital, ela disse que tem algo para te contar mas não quis me dizer o que era!

Ela coçou a cabeça (^^)

- Bom é que eu estava prestes a viajar, mas... Bom antes de ir eu, vou dar uma

passada lá para vê-la.

- Eu agradeceria muito! — ele sorriu um pouco mais relaxado.

Ele deu as costas para ela e acenou entrando na combi.

- Que estranho! — ela juntou as palmas como de costume quando se lembrava de

algo — Eu estou com fome.

Entrou em seu apartamento removendo as botas e encostando a guitarra em um

canto, foi até a pilha de mangás pegando qualquer um puxou uma caixinha de

balas de soda apanhando um e guardando o resto, se jogando no sofá

apoiando a cabeça em uma almofada e as pernas em outra, repousou o mangá

no rosto e começou a cochilar...

Yuki espreguiçou-se apanhando o mangá que estava sobre sua face jogando-o

sobre a mesinha de centro, estralou os dedos dos pés e esticou os braços o

maximo que pode.

- Aaahhhhhhh... Estou com tanta fome!! — resmungou batendo na própria

barriga.

De repente sentiu algo vibrar no seu bolso e a musiquinha tema do anime

começou a tocar.

- Ahn... O que?!?! — Meteu a mão no bolso e puxou o celular — Alo?

- Onde você estava te liguei umas dez vezes?

- UAAH... Eu estava dormindo!

- Será que você só dorme?... Eu consegui uma passagem pra você hoje!

- Podemos conversar pessoalmente?

- Claro!! Venha até a lanchonete daqui uma hora.

- Sim, sim! Adeus!

Deu um pulinho para fora do sofá se colocando ereta, \" Não posso me esquecer

de ver a Kana-chan!\", apanhou algumas balas do bolso e enfiou na boca e se

dirigiu até a porta calçando as botas e saiu.

Ao sair deu uma parada na porta afundando as mãos nos bolsos da bermuda

suspirando pesadamente.

- Ahhhh... Ser pobre é muito ruim, todos os lugares são tão longe e eu tenho

que ir a pé. E juntando todo o dinheiro que eu ganho só ia dar pra comprar um

patinete.

Ouviu um barulho vindo de dentro da loja de ramem, ele coçou a própria cabeça

lançando um olhar desconfiado para a porta. Ela estava com o cadeado

estourado.

- O que?

Ela puxou a arma do coldre da cintura e levantou a porta calmamente para que

não fizesse nenhum ruído, conseguiu ver uma sombra por de trás do balcão, na

mesma hora que o vulto se levantou ela disparou.

- O QUE? NÃO ATIREEE!!

- Me de um bom motivo para não explodir sua cabeça...

- Por que... Por que. — ela disparou novamente — DESCULPE, DESCULPE! -

encolhendo-se com as mãos na cabeça

- Você é um humano bem patético.

Ele lançou para ela um olhar de desaprovação, mas Yuki não se intimidou abriu

seu sorriso psicótico.

- E então? Ainda não me convenceu a não matá-lo...

- Desculpe, eu... Eu estava procurando ISSO! — ele puxou uma espécie de sino

com formato de coração flamejante e balançou-o, gargalhando maleficamente.

Yuki lançou-lhe um olhar curioso.

- E então garota não ia me matar?!

- Huh... Se for o que quer!- Ela mirou na perna do garoto e disparou.

Ele caiu ajoelhando ainda segurando o sino.

- O que? Por quê? — ele apertou o sino violentamente — QUEM É VOCÊ?

Yuki se aproximou acertando no jovem um chute na barriga.

- NÃO GRITE COMIGO! Idiota... — ela viu o objeto na mão do rapaz — Hãm... \"esse

sino, eu já vi em algum lugar.(pensamento)\", ARGH...Eu devia prestar atenção

nas explicações do velho!!

Ela tomou o objeto da mão do rapaz com um tapa, ela sem querer deu uma

balançadinha, no mesmo instante o rapaz agarrou sua perna e começou a

esfrega-se nela como um gatinho em busca de carinho.

- Qual é o seu problema.... ME LARGAAA!!! — ela balançou a perna mas não

adiantou — Não baba na minha perna... ME SOLTAAAAAAAAAA! — ela o chutou com

a outra perna laçando-o contra a parede.

Ela bateu palmas subitamente.

- É isso, já me lembrei o que é isso — Yuki jogou o sino para o alto e o apanhou

no ar — Então... Onde conseguiu isso?

O rapaz pareceu ter voltado a realidade depois do tranco, e respondeu

acariciando o enorme galo que se formou em sua cabeça.

- Isso é meu , eu sou Kimi.... Eu ganhei isso do meu pai ele disse que iria me

ajudar a me tornar um bom demônio.

- HAHAHAHAHHAHAHAHAHA... — ela não pode se conter ria descontroladamente.

- O que?... O que foi??? Pare de rir de mim!!

- HAHAHHA... Você realmente é bem patético, não é nem demônio e nem sequer

pode ser considerado humano, é um misto uma escoria. Você é tão patético...

Ela deu as costas e antes de sair olhou para o rapaz com rabo se olho.

- Se machucar a Kana novamente você morre...

- Porque não me mata agora? Fui eu que a mandei para o hospital... — ele sorriu

desafiadoramente.

- Entendo... Mas não luto com demônios classe D, seria muito fácil um desperdício

de tempo.

- Sua...

Ela o deixou falando sozinho. \" Hahahaha... Que chato, não tem tido muita ação

ultimamente\", Yuki se dirigiu para a lanchonete.

DENTRO DA LOJA DE RAMEN

- vaca. — o jovem abriu um largo sorriso — Yuki finalmente te encontrei.

- Mestre Nero, por que não me deixou matá-la? — emergindo da escuridão um

demônio usava roupas de couro preto remendadas por toda parte tinha plumas

nas mangas e na gola, tinha um cabelo em forma de tigela, um remendo no lado

esquerdo do rosto.

- Não diga besteiras... Se quisesse eu mesmo teria a matado mas...seria muito

fácil, eu só estou começando a me divertir. Choco!

- Sim mestre.

O rapaz deu um meio sorriso.

- Termine com Mori Kaname, sim!

- Como quiser.

Yuki havia acabado de chegar a lanchonete se sentou na mesa de sempre

removendo a jaqueta e colocando de lado, a mesma garçonete se dirigiu em sua

direção com o sorriso costumeiro.

- Vai querer o de sempre.

- Sim,sim...

A garçonete já estava indo buscar o pedido quando Yuki a chamou.

- Seu nome é Hoshi, certo?

Ela confirmou com cabeça sorrindo por Yuki ter lembrado seu nome.

- Então Hoshi-chan, você não viu o Miyazaki-sama??

- Não ele não passou por aqui hoje.

- Entendo — ela sorriu simpaticamente — Obrigada.

A jovem foi buscar o pedido e em pouco tempo o entregou a Yuki que

acidentalmente enganchou a manga da jaqueta na pulseira da jovem, as duas

acabaram entrelaçando os dedos, Yuki não se importou muito e rapidamente se

desenganchou, quanto encarou a jovem ela estava tão vermelha que parecia

que sua cabeça iria explodir.

- Hoshi-chan você está bem? — perguntou com um tom sonso como se não se

estive entendendo nada.

- Ahn... AAAAAAAAAAHHHHH, DESCULPE! — gritou deslizando rapidamente para

longe de Yuki.

- Mas... O-O que?! — ela ignorou o ocorrido e continuou a beber seu Milk

- O que aconteceu aqui?

Ela permaneceu de olhos fechados de modo sereno, enquanto bebia seu milk

sem parar.

- Você está atrasado... — comentou impaciente.

- Heheheh... Aqui está a passagem! — ele estendeu a mão entregando-a

- Ahn... Eu vou precisar de mais uma.

- Por quê?

- Não é da sua conta... Arranje mais uma se não, não irei

- Certo, certo... Depois de amanhã passe aqui para buscar...

- O.K! — ela terminou a bebida e se levantou para ir embora.

- Ei, era só isso?

- Sim.

- Podia ter falado por telefone.

- Eu sei mas eu estava sem dinheiro e estava com fome(^^) Hoje a conta e sua.

- AH...Argh... Sua, você não muda nunca!

Ela acenou ainda de costas e foi embora, estava se encaminhando para o

parque como de costume quando saia da lanchonete, mas de repente ela parou

de andar agarrou a própria cabeça e começou a se contorcer “Droga esqueci da

Kana-chan\", ela saiu correndo em direção ao hospital. Ao chegar à recepção foi

conversar com a recepcionista.

- Pois não? — perguntou a jovem recepcionista

- Ahn... Eu gostaria de sabe onde é o quarto em que Mori Kaname está!

- Deixe- me ver — ela digitou algo em seu computador e depois respondeu — Ela

está no terceiro andar no quarto 245.

- Eu posso ir até lá?

- Desculpe, mas o horário de visitas já acabou! Porque não volta amanha de

manhã...

- Tudo bem! — ela cruzou os dedos atrás da nuca.

Esperou a recepcionista se distrair e deu um jeito de chegar até o elevador, o

elevador parou no segundo andar, apavorada deu um jeito de se prender na

parte de cima, algumas enfermeiras adentraram no elevador, e desceram no

terceiro andar, Yuki esperou que todos saíssem para poder sair também, estava

aliviada mais de repente uma delas retornou.

- Eu já vou meninas, esqueci meu relatório lá embaixo.

- Merda — apavorada sem saber o que fazer se jogou sobre um maca vazia e se

cobriu, a enfermeira estranhou.

- Ei esse paciente já estava aqui?

- Mary, anda logo...

- Ahn... Sim, me desculpe eu volta já. — ela correu para dentro do elevador.

Yuki esperou a porta do elevador se fechar e se descobriu, estava quase

descendo da maca quando algo acertou sua cabeça.

- Iteeeeeee... Ei porque fez isso?

- Quem é você? Não deveria estar aqui!!

A jovem gritava Yuki tapou sua boca com a mão esquerda e a puxou para um canto no qual não seriam vistas.

- Calma, eu só vim ver uma amiga prometo que vou embora assim que falar com

ela — a jovem tentava falar algo — Eu vou destampar sua boca, não grite.

Ela concordou com a cabeça mas assim que Yuki a soltou ela começou a gritar,

sem ter tempo de raciocinar Yuki lascou um beijo na jovem a calando.

- Desculpe... Pode me levar ao quarto 245?

- C-Claro... — sussurrou meio zonza — É por aqui.

Yuki a segui até o quarto, as duas ouviram gemidos vindo.

- Tem alguém ai com ela??

- Não o pai dela já foi embora a algum tempo e eu fui a ultima a entrar e aplicar o

medicamento!

Yuki cerrou os dentes, puxando sua pistola da cintura.

- Se afaste!

A jovem se abaixou próxima as pernas de Yuki, a qual abriu a porta

cautelosamente, e por uma pequena fresta pode ver as sombras na cortina,

alguém estava sobre Kaname tapava sua boca com uma das mãos e acariciava

seus seios com a outra.

- Uhuhuhu... Fique quietinha enquanto eu me divirto... — Kaname se debateu

tentando se libertar , mas o agressor deu uma pequena balançada na cabeça e

Yuki pode ver um sino idêntico ao que ela havia apanhado do rapaz na loja de

lamen, na mesma hora Kaname ficou parada, a enfermeira se levantou

acariciando o próprio sexo estava quase entrando na sala mais Yuki teve tempo

de dete-la.

Yuki a abraçou tapando sua boca, ainda espiava o agressor, ele se abaixou e

começou a beijar o pescoço de Kaname que não mostrava reação.

Yuki deu um chute na porta a escancarando.

- Não vai rolar monstrengo! — ela atirou contra o demônio que estava em forma

de gente.

Ele foi atingido no braço que fez um buraco razoavelmente grande, ele lançou

para ela um sorriso meio curingastico, afastando-se de Kaname sem se virar

andou de costas até o parapeito da janela e saltou caindo exatamente sobre

ele.

- Vem me pegar...

Yuki disparou novamente, nisso Kaname pareceu sair de um transe, do rapaz

surgiram duas asas e ele saiu voando pela janela, Yuki correu até o parapeito e

se dependurou pode ver ele pousar na rua e chamá-la com a mão.

- Maldito — sussurrou entre os dentes cerrados.

- Y-Yuki-senpai?

- Hnnn... — Ela se aproximou de Kaname e se debruçou cuidadosamente sobre

ela aproximando seus rosto — Isso foi só um sonho...

Kaname corava cada vez mais com a aproximação de suas faces, faltando

apenas dois dedos para as bocas se encontrarem Yuki assoprou de leve e

Kaname desmaiou.

- Cuide dela por favor! — pediu para enfermeira que olhava com os olhos

arregalados para janela, Yuki se aproximou do parapeito e antes de pular disse:

- Não conte isso para ninguém vão achar que você não tá batendo bem das

bolas.

Ela saltou pela janela, a jovem enfermeira também desmaiou ao ver Yuki saltar,

Yuki caiu dando uma leve cambalhota para amortecer sua queda e começou a

correr ferozmente atrás do rapaz, o que acabou a levanto até o parque, ela

olhou ao seu redor mais ele havia desaparecido, resmungou se dando por

conformada e resolveu ir embora.

- Até a próxima, feioso.

Notas finais
No dia seguinte, Mari desceu até a recepção para pegar um pouco de café quando estava voltando viu Yuki ainda com a mesma roupa pernas cruzadas esticadas para frente e dedos cruzados atrás da nuca, dormindo. Ela apanhou mais uma xícara de café e se dirigiu até ela.Sentou-se na cadeira ao lado e a cutucou, Yuki abriu os olhos vagarosamente. - Você quer um pouco de café? Desculpe não ter me apresentado ontem eu sou... - Mari, neh?! - Sim! - Eu me chamo Yuki. - exclamou sorridente pegando uma xícara da mão da jovem. - Você já pode entrar para ver sua amiga agora. Yuki deu um pulinho do acento e colocou-se ereta. - Certo, você pode me levar até lá. Yuki acompanhou Mari até o quarto de Kaname, a qual estava tomando uma sopa, ao ver Yuki seus olhos encheram de brilho. - Yuuuki-senpaii () Você veio me ver!! - Ahn...(¬¬') - ela coçou a cabeça com a mão direita - Seu pai me disse que você tinha algo para falar!! “A Yuki-senpai, está igualzinha ao meu sonho... Será?", ela estava apertando a própria bochecha. - Kana-chan... Você está bem? - Hum... Eu... - ela agarrou Yuki derrubando-a no chão e caindo sobre ela - EU ESTOU OTIMA YUKI-SENPAI! - URGH...sai de cima de mim!Kana-chan me soltaaaaaaaaaaaaaaaaaaaa (ò.ó)