Notas iniciais
O primeiro capítulo... A história se inicia!
Estava em meu quarto, sem fazer absolutamente nada. Meus pais haviam saído de casa, e estava tarde da noite. E pior ainda: estava chovendo. Meu quarto estava um pouco molhado, pois no telhado havia pequenos furos. Eu não saía de perto da janela, esperava impacientemente por meu amigo, Bill, que prometeu ir para a minha casa. Íamos dormir juntos. Somos amigos desde o jardim de infância, quando o vi pela primeira vez. Era o primeiro dia de aula, e ele era um gordinho rechonchudo. O garoto não parava de chorar, e quando a professora perguntou o porquê, ele falou que ninguém o convidou para sentar. Quando ela perguntou com quem ele queria sentar, ele apontou para mim. Quase não falei com ele na aula, mas no segundo dia nós não saíamos de perto um do outro.
Sai do meu quarto para beber um resto de leite que estava guardado na geladeira. A minha cachorrinha, a Mel, sempre me seguia. Aproveitei e coloquei um pouco para ela. Voltei para meu quarto, e ela, como sempre fazia, deitou-se em meus pés, com a barriga para baixo e com as patas traseiras apontadas para trás. Escutei um barulho de carro, e fui correndo para a porta – tinha certeza de que era o meu amigo. A cadela idiota me seguia.
- Sai daqui, idiota! – Gritei, dando um leve chute nela. Não tinha coragem de machucá-la.
Ao abrir a porta, para minha surpresa, não era meu amigo coisa nenhuma. O carro do pai dele era preto, e esse, prata. De repente, saíam dois homens de terno e gravata, com óculos pretos e bem sérios. Eu fiquei paralisado na porta.
- Procuro o senhor Phillip Houdini e a senhora Layane Houdini, por favor. – Disse um dos homens, que de alguma forma, se teleportou para a porta rapidamente, e não estava molhado.
- E-eles não estão em casa... – Disse, gaguejando.
Minha cachorrinha saiu de casa. Eu tinha que ir pegá-la, ela não era acostumada na rua e não sabia se defender sozinha, pois só tinha 6 meses.
- Não! Mel! – Gritei, tentando sair dali, mas o homem não me deixava. – Me solta, seu infeliz!
O outro homem pegou-a de mau jeito. Olhava para ela como se fosse uma bandida.
- Ah, obrigado... – Disse.
Mas não era o que parecia. O homem tirou uma faca de seu bolso, uma faca afinada. Eu pensei que ele ia fazer alguma outra coisa, mas não, era o que eu pensava por segundo: Ele ia assassinar a minha cachorrinha.
- Não! – Gritei. – Não toque nela! NÃO TOQUE! – Estava desesperado.
Felizmente meu pai e meu amigo chegaram. Os homens entraram no veículo prata, soltaram minha cadela e foram embora, chegando por trás, meu amigo. E seu pai é claro.
Notas finais
Obrigado por lerem! Comentem, tá?
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.
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