Radioactive.
3 I wipe my brow and I sweat my rust...
Notas iniciais
Mas, ela me ajudou a escrever o capítulo. Na verdade ela escreveu uma boa parte desse capítulo, mas como a bixa é preguiçosa, a maioria do capítulo quem fez fui eu. u.u Eu sei que a gente demorou muuuito para postar esse capítulo, mas a Naya estava viajando, e eu estava no hospital e.e
Esse capítulo é todinho da Becky, porque o aniversário dela está chegando, e ela é uma linda que escreve histórias perfeitas, com personagens perfeitos ~vulgo Matt~
Geeeeeeente, eu estou escrevendo um livro o/
Calma, eu só estou fazendo a sinopse e o prólogo. Mas eu só vou começar a escrever mesmo, daqui a dois anos. Primeiro eu vou juntar as ideias, anotar, fazer as características dos personagens e blá blá blá...
E como eu tenho uma prima que vai trabalhar com revisão de textos, e tenho duas amigas mais velhas que já escreveram livros, eu vou ter uma boa ajuda.
Bem, mas isso é outra história. Talvez nem eu nem vá para frente com essa ideia.
Voltando a fanfic, vou tentar postar mais vezes, prometo.
Mas eu tenho uma outra fic que é mais famosa, então eu tenho mais leitores pegando no meu pé. Aí eu fico com mais vontade de escrever ♥
Mas, eu não vou deixar Radioactive para trás. Porque eu amo a história, e amo vocês leitores! E a Naya me enforcaria, então eu não posso deixar de escrever nem que eu queira.
A Naya é uma chata né gente? Ah é, vocês amam ela ¬¬
Todo mundo ama. Não sei porquê. Essa mina é muito chata u.u Mentira, amo minha velhinha QSQSQSQ
Sabia que faz uma semana que eu não leio? UMA SEMANA. A escola e a minha mãe querem que eu pare de ler, só pode. Não sabem que eu sou viciada nos livros ♥ Quem precisa de drogas quando tem esses bonitos?
Ah, leitores fantasmas, apareçam! Eu vou ficar deprimida se vocês não comentarem, sério eu vou deixar de escrever por dois séculos se vocês me ignorarem qq
Arrrh, eu sempre acabo falando demais, vou deixar vocês lerem.
- Para onde ele está nós levando? — Perguntou Rebecca que estava do meu lado com as mãos amarradas com cordas grossas, assim como eu.
— Você acha que eu sei? — Eu sussurrei de volta.
— Caham — fez o garoto. — Será que da para as duas crianças calarem a boca? Juro que já teria matado vocês, pena que eu não posso.
— Por que não pode? — Eu perguntei. E Becky me lançou um olhar de desaprovação. Eu ignorei.
— Porque, todos que quiserem entrar para o ciclo dos rebeldes são bem vindos, caso eles não queiram nada de importante, são liberados. E se são crianças imbecis como vocês, mortos.
— Do que você me chamou? — Eu perguntei ameaçadora.
Ele se virou para mim, e deu um sorriso maldoso. Ele se aproximou, e eu dei um passo para trás. Ele olhou para as minhas mãos amarradas e depois para mim de novo.
— Você não deveria falar nesse tom comigo — ele disse devagar e perigosamente. — Você está amarrada e sem armas. Deveria ser mais esperta e fazer como a sua amiga que sabe a hora de ficar quieta. E, respondendo a sua pergunta, eu te chamei de criança imbecil. Na verdade, chamei as duas, mas vejo que sua amiga é muito mais inteligente que você. — Ele sorriu debochado, e continuou andando.
— Idiota — murmurei pelas costas dele.
— Kate, para — Becky sussurrou. — Ele é perigoso, ele pode matar a gente.
— Não Becky, ele não pode. Só vai nos matar se nós não falarmos de algo importante.
— E o que nós vamos dizer? Que somos duas meninas de quinze anos que queremos atacar o castelinho de ouro do prefeito e salvar o país? Ninguém acredita em você! Nem Simele! Todos sabem como isso é idiota, porque com eles seria diferente? — Perguntou Becky irritada. Ela me encarava procurando uma resposta, e eu fazia a mesma coisa.
— Primeiro, eu não estou pensando em salvar o país. Pelo menos não sozinha. Mas com eles. Eu estou pensando em dar a ideia de invadir o palácio na festa da lua — ela quase riu. — Pense Becky! É uma ideia genial! Todos saem do palácio na festa. Quando todos saírem, nós destruímos o palácio e quando a festa acabar, todos os soldados vão estar muito cansados, quando chegarem no castelo e verem tudo destruído, vão ficar confusos e nós atacamos o presidente — eu fiz uma pequena pausa, ela somente me encarou e eu continuei: — Com o presidente morto, outra pessoa vai assumir o poder, e tudo vai mudar.
— Kate, você só pode estar brincando — ela falou em um tom alto demais. — Você vai confiar neles? Quer que um deles fique no poder? Eles são perigosos...e malucos — ela olhou para o garoto na nossa frente. — Você está sendo imprudente.
— Ah, pelo amor de Deus Rebecca, eu sou imprudente! Mas que se dane! Eu morreria por justiça — eu falei começando a me irritar com ela. O que era muito difícil, já que eu e ela somos tão próximas.
— Isso — disse o garoto — é uma coisa que não se ouve todo dia. Ainda mais vindo de uma garota.
Levantei as sobrancelhas e o encarei. Minha vontade era de dar um tapa na cara dele. Pena que eu estava amarrada, e provavelmente ele me mataria se eu fizesse isso.
— Você acha que o fato de você ser um homem faz você ser mais corajoso? Mais forte, talvez — eu disse sem desviar o olhar, por mais que os olhos dele fossem ameaçadores. — Mas eu sou mais corajosa que você.
Ele riu, e olhou para Becky e depois para mim. Ele abriu a boca como se fosse dizer alguma coisa, mas em vez disso, ele pegou a faca. Becky me olhou com medo, e com um olhar que dizia " Eu disse que ele ia matar a gente"
Ele se aproximou de mim com a faca, mas eu não recuei. Eu engoli o seco e olhei nos olhos dele. Se eu vou morrer, que eu morra com honra. Não como uma covarde. Eu não sou covarde.
Ele levantou a faca. Eu fechei os olhos e respirei fundo, como se prender o ar fosse me manter viva. Ouvi o grito abafado de Becky, a faca desceu e eu suspirei.
Abri os olhos. Eu estava viva. Soltei o ar que estava segurando e olhei para as minhas mãos. A corda estava no chão, e minhas mãos livres. Estavam sangrando. Eu olhei para ele que estava cortando as cordas de Becky e depois olhei para os meus pulsos de novo.
— Porque você fez isso? — Eu perguntei confusa.
— Porque amarrar duas garotas é um ato covarde — ele guardou a faca. — E como você disse, eu sou mais forte que você, se tentar fugir, eu posso te matar.
— Você disse que...
— Eu disse — ele me interrompeu — que se vocês fossem para o nosso esconderijo falar sobre alguma coisa idiota, vão ser convidadas a se retirar, ou se for uma completamente idiota, é morto. Mas, ninguém vai saber que você existiu se eu te matar agora, e enterrar o seu corpo em qualquer lugar dessa floresta. Então se eu fosse você, calava a boca. — Ele se virou e continuou a caminhar.
Minha vontade era de pegar a faca dele e enfiar na barriga dele. Mas eu não conseguiria. Ele é um babaca, mas uma coisa é certa, ele é bem mais forte que eu.
— Khaterine, se eu morrer hoje, eu vou voltar para te assombrar. — Disse Becky que estava encarando os pulsos cheios de sangue.
— Isso se eu não morrer também — ela riu, apesar de estar nervosa. É, até eu estou — Estamos chegando? — Perguntei para o garoto.
— Não — ele disse friamente. — Nomes?
— O que?
— Você é surda? Estou perguntando o nome de vocês. — Ele disse tão alto que parecia estar gritando.
— Para quê? — Eu perguntei me fazendo de tonta.
— Se você prefere ser chamada de criança imbecil...
— Katherine Heymer — eu disse interrompendo ele.
— Meu nome é Rebecca — disse Becky hesitante.
— Só Rebecca? — Ela desviou o olhar, e eu sabia muito bem porquê.
— Ela não conheceu os pais. No meu de um ataque, deixaram ela ainda bebê perto do lago Flairth, e desde então Marta cuida dela.
— Humm...- ele suspirou — chegamos.
— Você disse que nós não estávamos perto! — Eu protestei.
— Eu menti. — Ele se abaixou para passar por baixo de alguns galhos e eu e Becky fizemos o mesmo. Fomos seguindo ele por uma pequena trilha e depois avistamos o esconderijo. Se é que podemos chamar assim.
Era enorme, e mais bonito do que eu imaginei. Pense em um castelo. Agora pense nele dez vezes menor e mais sombrio. Assim era o esconderijo. Com torres góticas, e poeira cobrindo todas elas.
— É...legal — disse Rebecca que parecia tão surpresa quanto eu.
— Não é isso que a maioria das pessoas dizem quando conhecem esse lugar — ele disse se aproximando do portão — mas, é melhor por dentro.
O portão se abriu e fazendo um barulho enorme e agudo. Nós entramos e eu tossi um pouco. O lugar era impressionante por dentro. Era...diferente. Tudo muito velho e sombrio, mas parecia ser bom. É, não faz muito sentido.
Um homem, de barba longa e preta, com cicatrizes espalhadas pelo rosto nos encarou assim que entramos. Ele estava sentando em uma poltrona, com uma mesa na sua frente, e vários garotos e homens do seu lado. Analisando alguma coisa.
— Anthony — ele se referia ao nosso amiguinho simpático da floresta. — Quem são essas...garotas? — Ele nos analisou com um pouco de...nojo?
— Encontrei elas na floresta. Queriam falar com os rebeldes, trouxe elas para falarem com você. — Ele se aproximou do homem.
— Bem — o homem olhou para mim — O que querem?
— Eu...queria...dar uma ideia a vocês — eu hesitei — A festa da lua. É um bom dia para atacar o palácio. Ele vai estar desprotegido, e seria fácil atacar o presidente.
Todos se encararam. Depois voltaram a me encarar, Becky segurou a minha mão. Ela estava tremendo, e eu percebi que eu também. Então, eles começaram a rir. Sim, rir.
— Vocês acham que não pensamos nisso? — Disse o homem rindo. — Por favor, se vocês só tem isso para falar, vão embora.
— Nós podemos ajudar! — Eu disse rapidamente.
— Não, não podem. São apenas duas crianças bobas. Não tem nada para oferecer, apenas duas tolas. — Ele deu de ombros.
— Tolas? Nós estamos tentando ajudar vocês! Minha irmã trabalha no castelo, ela pode tirar qualquer informação de lá. O presidente adora ela, ela pode conseguir muitas coisas — eles pareciam estar pensando no assunto.
— Senhor...- disse Anthony — A garota loira, diz que se chama Rebecca, e que se perdeu no ataque.
— Rebecca? — Perguntou o homem.
— Sim, esse é meu nome...- ela falou apertando a minha mão.
O homem se levantou e se aproximou dela. Pegou o anel que ela sempre usava, que tinha duas letras. RF.
— Ah, você — ele disse com um sorriso meio assustador — Rebecca Firmer. A filha perdida do presidente.
Rebecca quase gritou. Ela olhou para o homem, descrente. E depois olhou para mim. Eu queria dizer que era mentira, mas pensando bem, podia ser verdade. Todos sabiam que o presidente tinha perdido uma filha, mas eu não sabia que tinha sido em um ataque. Não sabia que era Becky.
— Bem, parece que vocês já tem um motivo para ficar — disse o homem — usar a filha do presidente como refém...é uma boa ideia — seu olhar parou mim e depois voltou para Becky. — A próposito, meu nome é Renclif, mas pode me chamar de coronel.
— Sim...é...eu...- Becky piscava direto, como se quisesse fazer aquilo parar.
— Anthony! — Chamou Renclif. Ele se aproximou lentamente, e quase sem vontade.
— Sim — disse Anthony.
— Leve essas duas para o porão, e na hora do jantar, traga elas de volta — ele ia se virar quando lembrou de algo. — Ah, e fique de olho nelas. Alguma coisa me diz...- ele me fitou — que essa vai me dar trabalho. — Então ele se virou e Anthony agarrou o meu braço e o de Becky, tão forte que eu quase tropecei nos próprios pés.
— Está me machucando! — Eu reclamei.
— Calada — ele disse — estou perdendo a paciência com você. Apenas obedeça, se não quiser morrer.
— Isso tudo é ridículo! Você é um idiota! — Eu gritei para ele.
Ele um portão de fero, que parecia grades de cadeia. Me empurrou para dentro e empurrou Becky também.
— Boa tarde para as senhoritas — ele fez uma pequena reverencia e sumiu.
Sozinhas. De novo.
Notas finais
Então, gostaram? Comentem para dar a opinião.
Hoje o céu está meio bege e está cheio de névoa aqui no meu condomínio...#medo
A Naya (sim, a chata, ela mesmo) pediu para eu avisar uma coisa.
NÃO SE APEGUE A NENHUM PERSONAGEM.
Porque, provavelmente, ele vai morrer. Muahahahaah!
Calma, Calma! Não vamos matar todoooos os bonzinhos, só a maioria :DD
Ahhh, como é bom ser do mal! Matar personagens é tão MAGIA ♥
Amanhã eu tenho que ir para o médico de novo.
Gente, acho que os hospitais tem uma queda por mim. Eles sempre dão um jeito de me ver. Eu hein...eu sei que eu sou linda, mas...qq
Ir no hospital tudo bem, mas eu vou ficar sem comer por horas! SEM COMIDA NENHUMA. É para morrer ou não é?
Bem, eu vou dormir, porque pelo menos isso eu posso fazer (eu acho '-')
Beijinhos :*
PS: Se der eu respondo os recadinhos hoje. Mas vocês tem que ser rápidos. GO GO GO!
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