Rachel Black

16 Irmão Perdido


Notas iniciais
Olá pessoas espero que curtam o capítulo. Hoje tem personagem nova chegando. Boa leitura! Esse capítulo é dedicado a minha leitora Sinistra que me escreveu uma linda recomendação ♥

Avancei pela chuva fina e gelada em direção a minivan vermelha mal parada em frente da minha casa. Cheguei ao lado do passageiro e a buzina voltou a soar alta e repetidas vezes. Abri a porta.

—Olááá gatona!— grita e dá batidinhas no volante. Sento e antes que possa fechar a porta ela já joga os braços a minha volta me sufocando em um abraço.

—Vanessa assim não consigo respirar— reclamo mas paro quando reparo em uma coisa, seu cabelo. Me afasto de imediato para ter uma boa visão da minha amiga e fico em choque. —O que você fez com seu cabelo?

Suas madeixas, suas longas madeixas que caia como uma cascata dourada sobre os ombros foram pintadas de preto brilhante—Eu só pintei. Para de me olhar assim— Ela da de ombros e sorri.

— Sua cor natural era tão bonita precisava pintar por que não deu um corte?— briguei ainda não conformada, o loiro dela era lindo e natural uma raridade.

— Tava querendo mudar, desencana você é muito apegada,Rach, cabelo tá aí pra ser testado—Ela empurra meu ombro.— e meus olhos estão ainda mais bonitos agora.

Era verdade a cor escura do fios tingidos e sua pele branca fez que seus olhos azuis como o céu terem ainda mais destaque em seu rosto oval.

— Verdade, só que agora a gente não vai ser mais a loira e a morena— lamento enquanto passo uma mecha do seu cabelo belos dedos.

— Para de ser chorona e vamos sair daqui.— Vanessa se volta para frente, eu bato a porta e coloco o cinto,ela da ré no carro e manobra até coloca-lo de volta na pista.

— Você também está diferente. — comenta e avança pela estrada de terra da reserva

—Só fiz uma luzes, nada de radical.— respondo. Vanessa tenta aumentar a velocidade e o motor reclama fazendo um barulho estrondoso.

— Arrrg!— Ela grita e dá um tapa no painel

— Não acredito que sua mãe ainda não se livrou desse carro, meu pai conseguiu convencer o xerife Charlie a comprar aquela caminhonete para a sorte de Jacob.

— E alguém quis aquilo?— debochou e se virou pra dar um risadinha.

— Tem louco pra tudo, mas era pra filha dele.

— Isabella Swan.— responde mostrando que já está inteirada no assunto.

—Isabella Cullen.—corrijo—Ela casou.

Completo não resistindo a fofoca.

— Minha mãe ainda não teve tempo de chegar nessa parte.—lamenta.

— Ela precisa te passar o folhetim de noticias completo e atualizado.— brinco.

—Ela tem me atacado com noticias da vida da cidade in-tei-ra. — diz arregalando os olhos pra mim.

— Com meu pai foi diferente. Primeiro ele me deixou falar, queria saber de tudo sem deixar passar nada, já no dia seguinte foi a vez dele me atualizar.— lembro e depois rimos dos nossos pais curiosos.

—O fato é: essa Swan, agora Cullen , veio para nossa pequena cidade e consegui achar um cara de ouro para casar. Tudo isso em um ano, enquanto nós— ela me lança um rápido olhar divertido— estamos aqui a vida in-tei-ra e já saímos para outra cidade , eu, outro país, mas até agora NADA!.

Vanessa grita exasperada e eu caio na risada

—Meu Deus! Será que tem algo de errado com a gente?— questiono entre risadas— Ou ela é muito gata ou muito sortuda ou os dois.

—Não demos uma dentro.— ela ri comigo— nenhum que valesse ao menos apresentar a família. Realmente, Rach, nós não demos sorte porque gostosas com certeza somos— Ela me olha e pisca.

— Nós?

—Você sabe que eu também vou bem nos meus relacionamentos

—Não, não sei.— Paro de ri quando me dou conta de que não sei como andou a vida da minha melhor amiga no último ano.

Vanessa inspira e espira calmamente—É eu sei fui meia ausente.—

—Meia?— repito— Eu diria total.

—Arrrrg! Esta bem, esta bem.— resmunga enquanto parava o carro no estacionamento de uma cafeteria em Forks mesmo.— Pode começar a tirar meu coro. Eu sabia que faria isso assim que tivesse a oportunidade.

Ela me encarou com aqueles olhos azuis que pareciam ainda maiores agora que seu cabelo estava quase preto. E a minha raiva foi canalizado por aquela carinha de cachorro perdido.

—Tira meu coro. Quem fala assim?— Desconverso tentando manter o clima leve.

— Sei lá.— Vanessa dá de ombros.

—Não vou tirar seu coro de estomago vazio, primeiro vou tirar minha fome.— me livro do sinto de segurança.

— De acordo.— Ela diz e faz o mesmo.

Pulamos para fora do carro velho e andamos apressadas pela chuvisco forte até dentro do Carver Cafe. O lugar não estava cheio, passava da hora do almoço então o movimento era pouco. Escolhemos a mesa ao lado do janelão, agradeço ao aquecedor do lugar enquanto desamarro meu casaco molhado e me sento.

—É incrível e ao mesmo tempo triste— minha amiga começa a dizer enquanto olha ao redor.— o quanto esta cidade e todos os estabelecimentos, permanecem os mesmos com o passar dos anos.

—Verdade.— Balanço a cabeça concordando com ela. Pego o cardápio em cima da mesa e dou uma olhada.

—Tipo, porra, ninguém pensa em pelo menos pintar a parede de uma cor diferente.

—Ou adicionar umas opções a mais no menu dos clientes.

—Disso que eu estou falando. — Ela aponta pra mim com um olhar cúmplice.

Uma senhora com uma avental se aproxima e aviso para Vanessa antes que ela fala demais na frente dos outros.

—Vanessa.—fala docemente quando para em nossa mesa.— Estou tão feliz em vê-la novamente.

— Faço das suas palavras as minha srt. Johnson.— Responde Vanessa docemente com um sorriso genuíno que sempre conquistava todos ao seu redor.

—E você.— Ela volta sua atenção para mim, me estudando com seus olhos escuros cercado por pés de galinha.— Não me lembro o nome, mas do seu rosto sim como poderia esquecer de uma menina com olhos tão bonitos.

— A senhora é muito gentil, obrigada.— Agradeço sinceramente afinal quem não gosta de elogios. Me lembrava dela também, trabalha aqui desde quando tivera idade o suficiente para frequentar sozinha. Apesar de sua palavras gentis sua presença me deixava incomodada e tensa. Seus lábios formavam um sorriso mas seus olhas continuavam duros e atentos.

—E o que as moças vão querer?—Srt. Johnson saca a caneta de algum lugar do avental e espera pacientemente Vanessa vasculhar o simples cardápio. Ela estava fazendo cena eu sabia disso e desconfiava que a Srt. Johnson também. Conhecíamos o cardápio de có de tanto que já fomos lá.

—huuu.... eu vou querer—ela suspira lentamente.— um Cheese-hambúrguer e uma Coca.

Balanço a cabeça em desaprovação a sua escolha calórica.

—Suco de melancia com hortelã .— Digo e ela anota e sai prometendo voltar em uns minutos.

—Você precisa ser sempre tão dramática?

—Olha só quem está reclamando.— Ela arqueia as finas sobrancelhas e eu reviro os olhos pois não tendo como negar, eu tinha meus momentos bitch total.

— Enfim.— Vanessa se debruça sobre a mesa.— Vamos voltar a falar sobre a garota Swan.

Me encosto na cadeira mantendo distancia dos seus olhos que brilhavam de curiosidade. Não quero entrar no assunto Swan porque leva ao assunto Cullen, que leva a vampiros e a lobisomens. Eu ainda estava digerindo tudo isso e evitava pensar nisso o máximo que podia. Essa saída era pra isso, sair da realidade que é onde esses seres mitológicos existem e ficar uma horinha na fantasia que é onde eles não exitem. Tudo invertido. Que confusão!

—Que careta é essa? Ah eu só quero fofocar um pouquinho mais qual o problema?— Reclamou jogando os cabelos para trás atraindo a atenção de um adolescente que passava no momento.

—Vamos fofocar sobre as garotas da Universidade então.— Digo rápido demais.

—Taaa legal...—Concorda mas me olha meia desconfiada da minha aflição.— Verdade, muito mais interessante! —Diz já toda animada e logo começa a falar sobre como estava as coisas assim que chegou na WSU. Contou da Eveline e seus lamentos diários, Frank Harris que consegue ficar cada vez mais babaca com o tempo. Vanessa reclamou que não pode mais dividir o quarto com a Evie porque ela já tem uma colega de quarto coisa que eu já sabia e ela me mostrou a lingua quando disse isso. No meio da conversa nossos pedidos chegaram mas mesmo enquanto comia seu hambúrguer e bebia seu refrigerante não interrompeu seu folhetim. Vanessa ainda não conhecia sua colega de quarto, ela só iria aparecer quando as aulas começassem. Contei sobre a minha conclusão de curso adiantada e que não quero ir na cerimonia formatura. Minha família está longe não teriam como ir até o campus me ver então não tenho motivo para participar daquilo.

—Vou receber o diploma pelo correio. Sei que meu pai vai ficar satisfeito o suficiente quando eu entregar o diploma para ele emoldurar e colocar na sala para todas as visitas verem que sua filha é estudada.— Concluo com um dar de umbros.

— Não fico surpresa, você sempre foi nerdizinha. Parabéns sua menina estudada!— debocha e da um último gole na sua bebida.

—Eu não tinha muito o que fazer depois que ganhei um par de chifres do Ethan e terminei com ele.— Digo monotonamente.

—Rachel— Vanessa sussurra delicadamente pondo seu hambúrguer no prato.

—Era manter minha cabeça ocupada estudando ou ficar chorando assistindo comedias românticas alugadas...

—Hei—

— ...não que eu não tenha chorado entre um livro e outro, em cima dos trabalhos...

— Rach—

.—...e assistido comédias românticas alugadas. Enquanto a Evie saia com o filho da puta do Frank, a Rebecca curtia seu surfista havaiano nas belas praias do Havaí, e você estava linda, morena e solteira na terra da rainha fazendo sei lá o que com Deus sabe quem. Mas teve um lado bom nisso tudo, não é ? Eu vou receber meu diploma daqui a um mês no meu apartamento que consegui graças ao meu estágio na Microsoft.

—Hey..— Sinto vanessa segurar minha mão sobre a mesa.

— Sab— soluço no momento em que as lagrimas escorrem pelo meu rosto.— O que mais doí, é que ele não tentou me ligar nem uma vez. Depois que expulsei ele do meu quanto naquela noite ele não tentou mais fazer contato, nem para inventar uma mentira ou pedir para voltar.

Puxo minha mão e seco as lagrimas com as costas das mãos, ponho me cabelo atras da orelha e dou um gole no meu chocolate quente tentando me recompor.

— Quem está perdendo é ele, não te merece e sabe disso. É um cuzão por não te pedir desculpas.

—As coisas não estavam ruim, ou estavam, eu não sei. Bem pra mim não estava.

— O problema é que ele é um cuzão que não aguenta um compromisso. É aquilo que eu te falei lá no inicio quando ainda morávamos aqui. Não vá atras de—

—Compromisso na faculdade todo mundo ali só quer trepar com o máximo de pessoas possível.— Completo a frase dela.— Eu devia ter te escutado.

— Devia mesmo.

Vanessa me deixa em casa uma hora depois. Assim que eu entro encontro a sala vazia, Paul foi embora. Quando ando em direção ao meu quarto vejo meu pai vindo da cozinha com uma expressão preocupante.

—Rachel!— ele gritou mesmo eu estando bem na sua frente.— Que bom que você chegou, onde estava? Vamos, me ajude a ir na Emily.

Billy passou direto por mim todo afobado enquanto falava sua testa estava vincada e suas mãos tremiam um pouco e ele se enrolava na hora de empurrar sua cadeira.

—Depressa, Rachel!— Grita mais uma vez ao constatar que ainda estou parada no mesmo lugar.

—O que aconteceu ?— Perguntei já sentindo em mim seu desespero.

— Seu irmão.— Ele disse com a voz esganiçada fazendo meu coração apertar ao imaginar as piores coisas.

— O que tem Jacob?— Me aproximo dele que já se vira para sair de casa.

— Ele foi embora.

—Embora pra onde ?— Esbravejo nervosa por não entender o motivo de toda aquela preocupação

—Nós temos que ir para casa da Emily. Preciso falar com Sam.— Meu pai abre a porta e saiu da casa ainda sem me responder. Vou atrás dele.

Sam? O que Sam tem a ver com isso. Será que tem a ver com toda essa coisa de lobo e vampiros.

Meu corpo todo se arrepia todo só de pensar no meu irmão envolvido em tudo isso. Noto mais uma vez a ausência de Paul. Será que ele também está metido nisso?

É claro que está. Ele também é um lobo

Ele também foi embora?

Meu coração se aperta de um jeito estranho com esse pesamento e meu desespero aumenta ainda mais.

Segui meu pai pela calçada enlamada da chuva fina que não dava trégua.

—Jocob está em perigo?—Pergunto com a voz esganiçada.

Billy não responde de imediato. Depois de uns segundos responde:—Possivelmente— E eu não consegui dizer se isso era bom ou ruim.

Fomos andando em um silêncio tortuoso, passamos por quase todas a casa da vila e de Emily parecia nunca chegar. Minha cabeça estava pensando nas piores coisas que poderia estar acontecendo e oscilava entre me preocupar com Jacob e Paul. Tudo que eu queria era que as coisas voltassem ao normal. Nem parece que a apenas meia hora atrás estava reencontrando minha melhor amiga e agora estou aqui no meio de uma possível crise no mundo dos lobisomens. Billy aumentou a velocidade quando avistou uma casa cinza com uma janelinha enfeitada de flores.

‘Finalmente’ Pensei comigo mesma.

Com dificuldade o ajudei a subir os dois degraus na frente da casa e em seguida bati na porta. Poucos segundos depois Emily abriu apareceu, eu já a conhecia do dia em que estávamos na praia. Ela não parecia surpresa com nossa presença.

—Billy— Ela o cumprimenta antes de se virar para mim com uma sorriso simpático.—Oi, Rachel.

Eu estava tão tensa que eu não consegui falar nem sorrir de volta, apenas acenei com a cabeça.

­— O Sam está aí? Preciso falar com ele.— Mesmo falando baixo a voz do meu pai deixava clara a urgência do assunto.

—Sim, entrem.— Emily abre espaço para o meu pai passar. O ar aquecido da sala nos acolhe ,as eu continuo toda arrepiada. Sam vem de um corredor vestido com uma calça jeans e camiseta.

—Billy, o que houve ?— Sam já vai direto ao assunto, seu tom é calmo e um tanto autoritário. Sua postura e expressão o faz parecer mais velho do que eu mas temos quase a mesma idade.

—Jacob.— É tudo que meu pai diz e o suficiente para deixar Sam em alerta.

—Eu estava com ele uma hora atras e deixei bem claro para não fazer nada.— Sam diz com um sinal de irritação na voz.

Eu escutava tudo junto com a Emily tentando entender o que aconteceu, no que meu irmão se meteu e a gravidade de tudo aquilo.

—Ele foi atras dos Cullens. Eu tentei impedi-lo mas ele não me escuta não tira essa ideia de vingaça da cabeça. A esta hora ele já deve está lá, eu queria ter ligada para você aí poderiam ter o pego no caminha mas ele levou o fio do telefone.— Quando Billy termina de falar seus ombros se curvam e o cansaço fica evidente em seu rosto. Me aproximo dele e apoio minhas mão dele, uma no ombro e a outra ele segura e aperta com força, eu sei que se alguma coisa acontecer com Jacob ele vai se sentir culpado.

—Eu vou chamar o os garotos para virem comigo para ficarmos atentos caso ele se transforme, eu vou manda-lo vir para casa.

— Por que não vão e busquem ele?— Pergunto desesperada, não vão aguentar ter que esperar ele aparecer.

—Não vamos entrar nas terras dos Cullens, vai contra o tratado.— Sam responde calmo mas ainda autoritário.

—Foda-se o tratado!— Grito exaltada não conformada com a ideia de esperar.— Se meu irmão está lá é só ir e busca-lo.

— Rachel, não é assim que funciona.— Billy é quem fala primeiro.

— Como não?— Retiro minhas mãos dele.— Se Jacob já está lá não tem mas tratado.

— É com pesamentos estúpidos como esse que Jacob se coloca em perigo.— Sam rebate duramente.

—O que disse?— Pegunto estupefata.

—Não vamos discutir a coisas mais importantes a serem feitas.—Emiy intervem. Sam olha em sua direção.

—Eu vou reunir os garotos.— Sam volta sua atenção para o meu pai.

— Vem, eu vou te dar um copo d’água .— Ela me guia até sua pequena cozinha que é aberta para a sala.

Ela me passa um copo e eu aceito envergonhada por estar tão visivelmente nervosa.

—É sempre desse jeito por aqui — Pergunto devolvendo o copo já vazio.

— Sim.— Responde e eu suspiro e olho para sala e vejo Sam e Billy conversando.

— Não é tão grave assim, é ?— Murmuro para Emily.

—Eu espero que não.— Consigo sentir sua sinceridade e ver a preocupação em seus olhos.

—Emily, eu já vou.— Sam adentra a cozinha— Não sei o quanto vou demorar.

Ele a acaricia seu rosto marcado antes de dar um leve beijo nos lábios.

Volto para perto do meu pai, Sam se aproxima da porta junto com Emily.

­—Eu mando alguém ir te avisar casa tenha alguma novidade.— Ele diz antes de sair para a chuva fraca lá fora.

Voltamos para casa e ficamos, pelo que parecia, horas intermináveis á espera de notícias. Meu pai já não conseguia mas disfarçar sua impaciência indo de minuto a minuto para a janela verificar se alguém estava vindo. Eu já tinha estalado todos o dedos, uma mania horrível que só me ocorria em momentos de muita ansiedade. Esperamos em silêncio então quando quando meu celular tocou o som ecou alto pela casa nos assusta-nos. Eu ignorei a chamada sem ver quem era. De repente meu pai fica alerta com algo que viu pela janela e se encaminha em direção a porta, no mesmo instante em que Paul entra no roupante. Ele esta descalço vestido apenas com um jeans gasto.

—Jocob está bem.— É tudo que diz olhando diretamente para mim e depois para Billy.

— Ele voltou ?—Meu pai pergunta já claramente um pouco despreocupado

— Não.—

— Como não ?— Me aproximo dele que não tira os olhos de mim enquanto responde.

— Assim que ele se transformou em lobo eu vim avisar que estava bem. Mas eu ainda não sei onde ele está e o que aconteceu como os sanguessugas— Explica.— Preciso voltar.

Ele me encara como em permissão e eu balanço a cabeça assentindo.

— Quando eu tiver mais notícias eu volto.—

Ele diz e com a mesma velocidade que chegou foi embora, nos deixando um pouco mais aliviados. Meu irmão estava bem e ele também.

Notas finais
E aí o que acharam? Comentem e até o próximo.
Este é o último capítulo disponível... por enquanto! A história ainda não acabou.