REESCRITA Nossa Amada Sonserina
10 Epilogo
Finalmente conseguira entrar em Hogwarts. Com Harry Potter morto, nada me impedia de me apoderar do mundo bruxo e destruir os trouxas.
Foi aí que eu a vi. No meio de todo o caos. Uma rapariga linda, alta e fina. Reconhecia — a aquele rosto. Passara muito tempo, mas era impossível esquecer um rosto como aquele: Margot. Depois de me embrenhar no mundo das artes das trevas, nunca mais soube dela. Seria possível.
Os joelhos pesavam — me. Deixei — me cair.
- Senhor, sente — se bem? — Lucius apressou — se a perguntar. Era igual ao pai. Estes Malfoys!
Não lhe respondi.
- Tu! — disse apontando para a rapariga. — Aproxima — te.
- Nunca! — ela gritou de volta. Um dos meus comensais avançou e agarrou — a pelos ombros trazendo — a até mim, enquanto ela se debatia.
Olhei — a nos olhos. As olheiras. Ela não tinha olheiras.
- Onde... onde está ela? Está viva? — perguntei.
- Quem?
- Margot...
- A minha avó? — ela parecia surpresa mas não se deixava intimidar — Não é da sua conta.
- Por favor... — pedi e todos olharam para mim.
- Senhor, ela vive.
- Podes levar — me até ela?
- Para quê? Nunca deixarei que lhe faça mal.
- Como te chamas, criança? Quem é a tua mãe?
- A minha mãe morreu há muito tempo. A minha avó baptizou — a de Mérope. Eu chamo — me Morgan.
O nome da minha mãe! A Margot dera o nome da minha mãe à filha.
- Morgan, eu conheci a tua avó. Há muito, muito tempo atrás. Ela era uma mulher incrível, eu amei — a muito. Ainda amo...
Ela pareceu acreditar em mim.
- Ela mora em Dordogne, na França.
- Nunca pareceu gostar muito da Inglaterra. — confessei.
E então assim foi. Um dia depois e eu estava batendo à porta da única pessoa que jamais amei. Uma voz, vinda do interior da casa, não tardou a responder.
- Entre.
Era ela, tive a certeza. O meu coração palpitava como se estivesse prestes a sair — me do peito. Entrei. Ela estava a mesma. Os cabelos negros, a pele branca e sim, até as olheiras lá estavam.
Era impossível, mas com toda a certeza que ela estava usando uma horcrux. Não importava, ela estava ali.
- Olá. — disse a medo — Está ai alguém?
Ela não me via? Mas eu estava mesmo à sua frente.
- Margot...
- Tom? És tu?
Tive medo. Como ela olharia para mim. Antes era belo, agora não passava de uma sombra do que havia sido outrora.
- Não tenhas medo. Sei que estou horrível mas...
Ela não me deixou terminar, lançou — se nos meus braços e beijou — me.
- Tu voltas — te! Depois de todo este tempo, voltas — te!
- Mas... Não entendo. Não tens medo? Com a minha aparência...
- Tom, não importa. Há muito tempo que eu deixei de ver. Mas o que importa é que estás aqui. Não vás embora.
- Não irei meu amor. Nunca mais.
E assim termina a minha história. Não a de Voldemort mas a de Tom Riddle.
Quanto a Voldemort... bem digamos que ele foi derrotado pela mais poderosa força de todas.
A força do amor.
Quanto a mim, vou aproveitar o tempo que me resta e ser feliz ao lado de quem mais amo.
Notas finais
E é o fim!
Obrigado a quem comentou, lamento o HIATUS.
XOXO ♥
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