Notas iniciais
Olá galerinha linda!
Não podem reclamar por que não demorei tanto assim (eu acho)
Quero agradecer muito a Yuukinha Knight (minha melhor leitora e divulgadora), ao Zagoza (o mais novo leitor,que a Yuukinha trouxe para nós ^^), agradecer também a Katharynny Gabriella (minha amigona que conheci no Nyah que está lendo a primeira temporada ^^)
Chega de lenga lenga e vamos ao capítulo!

Um helicóptero sobrevoava a região na esperança de encontrar a pequena Isabel. Os bombeiros já haviam sido chamados e não acharam nenhuma evidência nos quartos ou na praia. As câmeras de segurança conseguiram captar uma imagem da loirinha com uma mochila nas costas rumo a uma trilha na mata próxima ao hotel. Atualmente os homens mais velhos foram com os bombeiros atrás da garota. As mulheres e as “crianças” ficaram no hotel por questão de segurança. Mabi estava fazendo de tudo para impedir que a imprensa saiba que a filha de um vocalista e guitarrista da banda Rapture, uma muito famosa por sinal, e a fotógrafa mais famosa do país está perdida. Ela, Madu e Teresa faziam “vigias” constantes para o caso de aproximação de algum paparazzo, elas se autodenominaram anti-paparrazzi. Estavam vestidas para matar, não com minissaia, top e maquiagem deslumbrante, mas sim com um uniforme militar, armas de paintball, óculos escuros, perucas para não serem reconhecidas e câmbio para comunicação.

-Câmbio... Agente T, como está a área três? – perguntou Mabi pelo câmbio.

- Câmbio... Tudo limpo.

- A área cinco está limpa também. Câmbio desliga.

Teresa tentava manter a seriedade, mas estava difícil. As ideias loucas da sua mãe a faziam rir, queria que seu pai estivesse ali para controlá-la. Porém, ela tinha que esquecer tudo isso, agora ela é a Agente T. Ela estava com uma peruca loira ridícula. Caso alguém perguntasse, ela deveria dizer que estavam treinando para a gravação de um filme. Elas até arranjaram uma câmera para dar veracidade à história. Mas, se não fosse por Isabel com certeza ela não estaria ali. Ela queria muito estar nos braços de certo garoto ruivo e bonito que era seu melhor amigo e seu único e melhor namorado que já teve. Ela queria estar com o seu Francis. Ela queria saber o que ele estaria fazendo neste momento

*-* *-* *-*

Francis estava deitado no sofá pensando em Teresa enquanto fingia que ouvia o que Glenda falava. Para dar vivacidade a sua mentira ele emitia sons como “Hum, Aham, Sim, Você está corretíssima, Concordo com você” Ele achava que ela estava falando de algum garoto.

- Você não acha Francis?

- Claro!

- Você também acha o Dylan um gato?

- NÃO! Desculpe-me, não estava prestando atenção.

- Eu já sabia. O que acha de eu tentar seduzir o Dylan?

- Eu acho que ele é gay.

- Ah, mas ninguém resiste aos meus encantos. – ela falou mexendo os cabelos e lançando um olhar sedutor

- Tem certeza? Conheço muitos garotos que te rejeitaram por que... — Francis não completou a frase por que a almofada mais próxima atingiu seu rosto com força.

- Fruta que partiu! Isso doeu!

- Eu sei. Essa foi a intenção desde o começo – ela falou irônica.

- Eu não sei se vai conseguir, mas vai precisar de muita sorte.

- Idiota! – ela falou enquanto agarrava a almofada de novo, mas Francis desvia dessa vez.

- Estou falando sério, você vai ter o Charles como concorrente. Imagine só!

- Quando passei em frente à biblioteca ouvi um ruído estranho, mas você acha que eles... Fizeram... Aquilo... Na biblioteca?

- Acho que não chegaram tão longe, eles nem demoraram tanto tempo assim.

- Eu gostei do Dylan. Ele tem aquele perfil de cara perfeito

- Só falta você querer que ele cante “Esse cara sou eu” pra você

- Não seria nada mal – ela falou e eles explodiram em gargalhadas

*-* *-* *-*

- Rômulo! Pare exatamente onde está! – uma voz imponente gritou fazendo o loiro paralisar

- Onde você esteve esse tempo todo? – perguntou Adônis revelando-se. Ele estava seguindo Rômulo há um curto espaço de tempo.

- Eu estava com Amanda

- Ontem e Hoje?

- É... – admitiu o loiro

- Fazendo?

- Eu não tenho que te dar explicações. Já bastam meus pais, padrasto, irmã, tios e primos querendo cuidar da minha vida o tempo todo.

- Hein, não precisava ser grosso assim! Eu só estava com saudades... — ele falou um pouco magoado

- Saudades de mim? Conhecemos-nos há tão pouco tempo. Acho que você está exagerando — o loiro falou realista

- Eu não estou exagerando. Sempre que te observava de longe, tinha uma sensação que precisava falar com você, mas nunca tomei coragem, mas quando chegamos aqui no hotel e nos conhecemos...

- O que aconteceu? Por que essa pausa dramática?

- Eu acho que estou afim de você.

- O que você disse?

- Você vai me fazer disser isso de novo?

- Isso o quê?

- Eu estou afim de você

Rômulo estava chocado, mas não paralisado o suficiente. Quando notou a aproximação do outro ele desviou

- Opa! Acalme-se! As coisas não funcionam assim

- E como elas funcionam então?

- Eu não sinto nada por você! — falou o Rômulo encarando o rapaz que o perseguia

- Você tem certeza? Você não sente absolutamente nada por mim?

- Talvez simpatia ou amizade, mas atração... Eu não tenho tanta certeza.

Aquela frase ficou repercutindo na mente de Adônis e este caiu de decepção junto com o seu mundo. Ele realmente estava confuso sobre seus sentimentos, mas uma coisa ele tinha certeza, não tinha sido fácil ter certeza de seus sentimentos e ainda mais se declarar. Era este seu medo... Não tinha de medo de se declarar e sim da resposta... E infelizmente esta não o agradou em nada.

Rômulo ficou muito desconcertado ao ver aquele cara mais velho, alto, largo e forte caído no chão chorando como um bebê, ele não teve a intenção de magoá-lo, mas ele apenas tinha sido sincero. E pelo jeito sua sinceridade tinha um forte potencial de ferir. O loiro até pensou em abraçar e consolar o maior, mas do que adiantaria consolar Adônis se isso não mudaria seus sentimentos e opiniões por ele. A única via que ele encontrou foi sair de perto silenciosamente.

Adônis queria discutir, correr, derrubar o loiro e agarrá-lo, mas sua decepção tinha sobressaído sobre todos os outros sentimentos. A única coisa que pode fazer foi se encolher em forma de bola no canto enquanto lágrimas rolavam por seu rosto bonito.

Notas finais
Ficou bem curtinho, mas melhor do que nada.
Obrigado por todos os que estão comentando.
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Vejo vocês no próximo capítulo que só deve vir semana que vem, já que minhas provas estão se aproximando, então compreendam meu lado e tenham paciência.
Nossa! Estou surpreso com a quantidade de leitores fantasmas. Alguém tem o número do GhostBusters?