Quero Você Agora!
8 Connor e Rachel
Notas iniciais
Boa leitura!
POV RACHEL
O ruim de ser um oráculo é que não se pode namorar. Não sei por que raio de motivo, mas isso foi uma das primeiras coisas que a Annabeth Chase fez questão de me informar, sete meses atrás. Acho que ela tinha medo que eu roubasse o Percy dela, mas eu já havia desistido dele. Estava na cara que ele era louco por ela. E isso se comprovou quando eu passava na frente do chalé de Poseidon e escutei alguém (Annabeth, óbvio) gemendo feito uma gata no cio.
Uma pessoa que estava chamando muita a minha atenção era Connor Stoll. Isso mesmo, o filho de Hermes. De uns tempos pra cá, ele se transformou no meu melhor amigo. E também estava muito mais bonito. Seus cabelos loiros caiam nos olhos castanhos, seu corpo era musculoso, mas sem muito exagero, pele bronzeada e tinha algumas sardas no rosto. Apesar de lembrar vagamente um elfo, ele estava realmente lindo.
Estar com ele era muito divertido, eu sentia que ele era o único que me queria ali. Mas isso me encomodava. Não o fato de ele ser o único que realmente gosta de mim, mas sim o fato de eu sentir coisas por ele eram mais do que meros sentimentos de uma amizade. Ele me fazia rir, quando eu estava chateada, ele me abraçava apertado e acariciava meus cabelos. Ele realmente me conhece com ninguém.
Estava pensando nisso quando ouvi um barulho na entrada do meu quarto. Eu vivia em uma caverna, um pouco afastada dos outros chalés. Graças aos deuses, a caverna era uma gracinha (além de ter um banheiro muito grande, não sei como conseguiram construir um banheiro aqui, enfim).
Olhei para frente a tempo de ver Connor entrando. Ele vestia somente uma calça de moletom, e seu peito estava nu. Ele estava lindo. Devo ter olhado para ele por um bom tempo porque ele disse, divertido com a situação:
-Devo vestir uma camiseta?
-NÃO! – percebi que respondi cedo demais e senti meu rosto queimar.
-Então, Rachel, paciência não é uma das minhas qualidades.
-C-como assim? – ele vinha na minha direção e só parou quando estávamos bem próximos. Próximos demais.
-Eu gosto de você. – disse simplesmente e me beijou.
Sem que eu percebesse, já estava deitada na cama com Connor em cima de mim. Ele passava às mãos pelo meu corpo, parando na minha coxa e apertando-a. Gemi de encontro com a sua boca.
Puxei mais seu corpo para junto do meu, tomada por um desejo que só ele poderia saciar. Tirei sua calça quando nos separamos e ele aproveitou para tirar minha camiseta (eu só durmo de calcinha e camiseta), deixando meus seios a mostra.
Ele beijou meu pescoço, indo até os meus seios e começando a chupar um deles. Eu me contorcia embaixo dele e gemia toda vez que ele mordia. Ele parou e eu dei um muxoxo de descontentamento.
-Vamos acabar logo com isso?- perguntou
-Por favor!
Ele tirou minha calcinha e se afastou um pouco para me olhar.
-Por que você está me olhando desse jeito?
-Porque você é a mulher mais linda que eu já vi na vida.
Corei ao ouvi-lo falando isso. Não acreditava que eu fosse bonita, quanto mais linda. Me levantei o suficiente para tirar a sua cueca, apertando seu membro por cima do tecido e ouvi quando ele gemeu. Eu já estava molhada e o queria dentro de mim, me completando.
-Está pronta?
-Sim.
Ele começou a me penetrar e eu senti uma dor muito forte, era como se eu estivesse sendo rasgada por dentro. Quando ele já estava todo dentro de mim, a dor já havia ido embora e só o que eu sentia era prazer. Rebolei indicando que ele poderia começar os movimentos.
Suas estocadas eram rápidas e fortes, e gemíamos o nome um do outro sem parar. Quando o orgasmo chegou, comecei a tremer fiquei toda mole, era uma sensação magnífica.
Gozamos juntos e ele saiu de mim, indo deitar ao meu lado. Consegui arrastar meu corpo para deitar com a cabeça no peito de Connor.
-Sabe quantas vezes eu sonhei com essa noite? – perguntou.
Sorri e respondi:
-Não tantas vezes quanto eu.
-Isso quer dizer que você aceita?
-O que?
-Você quer ser a minha namorada?
-SIM! Mas, Connor... eu sou um oráculo, não posso namorar.
-Desde quando eu me importo com as regras?
Rimos e dormimos abraçados, cada um imerso em seus próprios pensamentos.
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