Notas iniciais
Aqui estão as outras missões.

Midori se divertia era tão bom ir atrás de um Bijuu ainda mais na companhia de seu Deidara, era divertido o modo como ele lidava com as coisas. Sempre explodindo coisas.

– Midori para de pular, tá chamando atenção. — Deidara ria do jeito espontâneo de Midori ao seu lado.

– A fala serio Dei-Kun — Midori olhou para ele — e tão legal pegar Bijuus

– Un, só se for para você — Deidara reclamou.

– É bom pegar eles desprevenidos e atacar, eles ficam tão assustados — Midori lembrava da captura do Bijuu de 2 caudas.

– Você é louca — Deidara a olhava. — Ele está ali — apontou para um homem que falava sozinho? — ele já é meio loco, eu vou ou você?

– Eu vou, quero te mostrar a minha nova arte — Midori assumiu um brilho diferente nos olhos, ela gostava de impressionar o seu Dei-Kun.

– Estou esperando aqui — Deidara se acomodou em um galho na sombra.

Midori foi saltitante ao encontro de sua nova vitima.

– Oi Bijuu 8 caudas — Midori acenou para o homem.

– Eai beleza? — Bee respondeu com seu jeito um tanto diferente. — ♪ Desculpa ai meu irmão, mas é proibido entrar aqui, terá que sair, falo? ♪

– Sua rima é péssima, mas logo ela vai acabar. — Midori fez alguns sinais de mão e logo um grande pássaro de argila apareceu. — Minha obra prima, gostou?

– ♪ Passarinha legal, mas ele terá que sair legal ♪ — Bee fez pegou suas espadas.

– Vamos acabar logo com isso — Midori apertou mais as mãos em torno do pássaro — Estouro!

O pássaro estourou em cima do Bee, fazendo uma gosma de argila o prender.

– Desculpa ai bijuu — Midori falou ao seu aproximar e fazer com que Bee respirasse um gás do sono.

– Foi bem rápido — Deidara se aproximou — gostei do pássaro isso é arte de verdade.

Deidara fez outro passaro aparecer para carregar o Jinchuuriki de 8 caudas.

– Arte é um estouro! — Midori disse alegre, subindo no pássaro também.

Deidara apenas balançou a cabeça.


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Yuki estava a mais de 2 horas mexendo daquelas pastas, a Akatsuki possuía tantas pastas, que era difícil saber o que era importante e o que era besteira. Mas mesmo assim ela anotava tudo o que achava de extrema importância, apesar de que os planos que mudariam as coisas não eram arquivados.

– Isso vai demorar muito — Yuki suspirou ao olhar a imensa pilha de pastas a um canto da sala.

Ela se levantou e caminhou até uma pasta que chamou sua atenção, ela era laranja e ao pegar na mão percebeu que continha um nome.

"Gyanburu"

"O Jogo? o que seria isso?", Yuki pensou curiosa, para ela aquilo poderia trazer uma ameaça, mas quando ia abrir a pasta, Aime entrou na sala. Yuki logo tratou de jogar a pasta em um canto. Não queria trazer desconfianças.

– O que está fazendo? — Pelo tom de Aime, ela ainda tinha desconfianças de Yuki.

– Arrumando as pastas — respondeu friamente Yuki.

Aime ainda tinha aquele semblante desconfiado, mas logo tratou de sair da sala. Mesmo assim Yuki achou melhor não olhar a pasta ainda, então continuou a fazer o seu trabalho. Organizando e pegando informações das pastas.


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Ela tinha amado, era tão linda a vila da folha, ela poderia ficar ali para sempre. Kaori estava na tão linda Konoha, ela tinha amado o lugar, tanto que tinha a extrema vontade de ficar ali para sempre. Suspirou, se aquilo fosse possível.

Kaori andava pelas ruas movimentadas, admirando cada predio e casa da vila, era tão linda. Sua atenção estava tão concentrada nas casas a sua volta que nem percebeu um garoto correndo em sua direção. Causando assim um grande baque entre os dois.

– Desculpe — o garoto pedia estendendo sua mão para que Kaori pudesse levantar.

– Obrigado — agradeceu Kaori pela ajuda. — Quem é você?

– Sou Kiba, prazer. — Kiba sorriu largamente — e esse é o Akamaru — ele mostrou o grande cachorro branco ao seu lado.

– Oi sou Kaori — Disse tímida — olá Akamaru — Kaori fez um pequeno carinho na cabeça de Akamaru.

– Desculpe por te derrubar, eu não te vi — Kiba coçava a cabeça desconcertado.

– Tudo bem — Kaori agora sorria.

– Você não parece ser daqui — Kiba disse.

– Não sou, acabei de chegar à vila.

– Bem vinda então.

– Obrigado.

Ficaram em silencio por um momento, sem um assunto.

– Você gostaria de conhecer a vila? — Kiba perguntou por fim

– Sim — Kaori respondeu, recebendo uma leve coloração nas bochechas.

– Sobe aqui no Akamaru — Kiba falou.

Kaori meio desajeitada subiu em Akamaru, assim eles foram andando por Konoha. Kaori se sentia feliz naquele momento. Kiba poderia ser um grande amigo.


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O trio Amy, Sayu e Shinta estavam no antigo esconderijo da Akatsuki, eles procuram por algo que tivesse importância, mas não tinha nada.

– Estou cansada — Sayu reclamou sentando no chão.

– Aqui não tem nada — Amy falou — O que temos que fazer agora?

– Um plano, precisamos fazer dessa base uma central de Konoha — Shinta falou, olhando alguns papeis. — Olha isso — Uma folha laranja estava na mão de Shinta.

– O que é? — Sayu levantou e se aproximou de Shinta.

– Um plano talvez — Shinta olhava a folha atentamente — é sobre uma espécie de jogo.

– Acha melhor mandarmos para Konoha? — Amy perguntou.

Um pássaro escuro se aproximou do local, pousou em uma mesa perto do trio e estendeu sua perna. Ali continha uma mensagem, Sayu foi até o pássaro e pegou o recado.

– É de Konoha — ela leu as informações — temos que voltar — ela disse agora seria olhando para os companheiros.

– Por quê? — Shinta perguntou desconfiado.

– Sakura sumiu, e parece que a Hokage precisa falar com todo que saíram em missões. — Amy respondeu depois de ler o recado.

– Isso muda tudo — Shinta parou para pensar — Vamos voltar, pegue as outras folhas, levaremos essa. Ela tem alguma importância. — Sayu e Amy assentiram e foram arrumar as coisas.

Shinta guardou a folha na sua bolsa ninja, e se encaminhou para fora da base.

– Estamos prontos? — Amy perguntou olhando ao redor.

– Sim — Sayu falou, trancando a porta com um selo.

– Vamos — Shinta saiu em disparada pela floresta, sendo seguida por Sayu e Amy logo atrás — Espero que nada de grave aconteça — Shinta murmurou para si mesmo.


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Midori olhava atentamente para Hidan, ela estava até que feliz por poder interrogar seu inimigo, olhava para Hime de vez enquanto, a mesma não demonstrava estar feliz estando ali.

– Hime, você vai começar? — Midori começou.

– Não, pode começar. — Hime sussurrou.

– Ok — Midori se levantou e seguiu até Hidan. — Vamos começar — Midori bateu no rosto de Hidan para que ele acordasse. — Acorde! Muito bem Hidan, vamos começar por uma simples. — Midori olhou para Hime que olhava para as paredes. — A onde está o esconderijo da Akatsuki?

Hidan olhou meio atordoado para Midori, para logo depois se virar para Hime, ao ver a ninja, Hidan ofega. "Era só o que faltava ela estar aqui", Hidan pensava.

– Eu não lembro — Hidan falou — Meu deus não permiti que eu traia meus companheiros. — Hidan disse.

– Não quero saber do seu deus — Midori aumentou o tom de voz. Fez os sinais de mãos, e um pequeno fio de chakra de vento apareceu. — Isso aqui corta qualquer coisa que apareça em seu caminho — Midori passou a pequena lamina no rosto de Hidan, um corte pequeno mais profundo apareceu.

– Isso dói — Hidan resmungou. — Até que isso é bom, farei uma oferenda com o meu sangue para o meu deus.

Midori o olhou.

– Você é idiota? — Midori perguntou. — Hime você terá que usar a sua técnica.

Hime olhou para Midori e depois para Hidan. Ela não queria fazer aquilo, sentia algo estranho ao se aproximar de Hidan. Agachou-se na frente de Hidan, esse apenas a olhava.

– Desculpe — Hime murmurou baixo, para apenas Hidan ouvir.

Fez os sinais de mãos rapidamente e uma corrente de ar apareceu, na outra palma um corrente de fogo apareceu. Ajuntando as duas uma pequena bola surgiu.

– Isso vai queimar e vai cortar sua pele. — Hime disse baixo.

Hidan olhou para os lados. Não tinha saída, ele teria que aguentar. Hime passou a bolinha pela perna, uma pequena mancha apareceu aquilo queimava a perna, e depois um corte profundo. Hidan gritou agonizante. Aquela dor era lacerante.

– AHHH! -Hidan mordeu o lábio, fazendo um pequeno corte, de onde saiu sangue.

Hime continuou, passando pelo braço direito. E a mesma coisa aconteceu. Quando ela ia chegar ao rosto...

– Ahh! Es-pere — Hidan ofegou, olhando a bolinha bem na frente de seu nariz — Eu não sei a onde eles estão.

Midori se aproximou.

– Sabe sim...

– Não se-i — Hidan ainda olhava para a concentração de chakra — eles mudaram de lugar.

– A onde foi o ultimo esconderijo deles? — Midori perguntou.

– Na vila da semente — Hidan respondeu.

– Bom por hoje é só — Midori se afastou para a porta — Machuque mais um pouco e depois o coloque na cela.

Hime esperou para que Midori saisse, e depois desamarrou o Hidan. Assim que as cordas o soltaram. Hidan caiu no chão, suas pernas estavam dormentes.

– Isso logo passa — Hime falou.

Hidan a olhou e deu um discreto sorriso de canto.


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Meyumi olhava para Sasuke, eles tinham desistido da missão e voltaram para a base da Taka.

– Eles estão demorando — Sasuke resmungava.

– Eles logo chegam — Meyumi se aproximou de Sasuke. — Você está preocupada com a Ayane? — Ela perguntou sentando ao lado de Sasuke no sofá.

– Sim, ela é uma Uchiha — Sasuke olhou para Meyumi.

– Sim — Meyumi ficou pensativa.

A porta é aberta com um estrondo e por ela entra Juugo com um corte na cabeça segurando Suigetsu.

– O que aconteceu? — Meyumi se adiantou paa ajuda-los.

– Karin está morta — Juugo respondeu — Suigetsu disse que a Akatsuki os pegou.

– A onde está Ayane? — Sasuke perguntou, olhando para Meyumi que curava Suigetsu.

– Itachi e um garoto Mashiro Uchiha as levaram. — Juugo se sentou.

– DROGA!- Sasuke exclamou.

– Pronto ficará bem — Meyumi disse ao Juugo depois de cura-lo. — Precisamos trazer ela de volta.

– A onde está Ícaro e Itarashi? — Juugo perguntou olhando para os lados.

– Ícaro foi pego por Konoha — Itarashi falou entrando pela porta aberta.

– Isso não é nada bom.

Meyumi olhou para Sasuke e suspirou. Sasuke saiu da sala, e Meyumi foi atrás.

– Eles estão conseguindo. — Meyumi falou ao lado de Sasuke

– Eu sei — Sasuke a olhou — você ficará comigo agora, não posso deixar Itachi pega-la.

Meyumi se aproximou de Sasuke e deu um pequeno beijo em sua bochecha.

– Eles não conseguiram — Meyumi saiu andando, deixando um Sasuke um tanto desconcertado,com uma pequena coloração nas bochechas, e pensativo para trás.


Notas finais
Gostaram?
FELIZ NATAL!!