Notas iniciais
Oeee Olha eu aqui pessoal !! Queria agradecer a todas que estão deixando reviews, serio gente, vocês não tem ideia do quão imensamente feliz estou. Tá ai o cap, não esqueçam de comentar. Ah fiz um cap beeeem meloso, só pra descontrair desses últimos caps de tensão. Românticas de plantão ?! Vão vomitar arco-íris ! Eu queria saber o que é que vocês acham sobre passagem de tempo ? To pensando em fazer isso para poder da uma adiantada na historia. Deixem a opinião de vocês. Ps: Desculpem qualquer erro.

Acordei sentindo uma respiração leve no meu pescoço, acompanhada de um peso em minha cintura.

Mexi-me um pouco e o braço que estava sobre minha cintura me apertou mais contra o corpo quente atrás de mim.

Então devagarinho retirei o braço e logo levantei, fiquei de pé observando quando Tyler estirou o braço que estava sobre mim pela cama ficando totalmente de bruços.

Só agora reparei que ele estava sem camisa, o lençol lhe cobria só até sua cintura, deixando suas costas de fora.

Como vi que ainda era cedo, fui fazer minha higiene matinal; tomei meu banho, e saindo do banheiro de toalha, fui até o closet escolher minha roupa.

Já depois de pronta, resolvi acordar o belo adormecido que ainda ressonava na cama.

–Tyler- falei próxima ao rosto dele, e balançando levemente seu braço, como nem se moveu resolvi fazer de outro jeito.

Subi totalmente na cama, e sentei na sua cintura, deixando uma perna de cada lado de seu corpo. Depois fui depositando beijos pela sua costa até chegar a sua orelha onde o chamei de novo

–Amor, tá na hora de acordar- falei no seu ouvido e logo depositei um beijo no seu pescoço, e não segurei a risada quando notei sua respiração acelerar, e os pelos da barba rala que ele estava deixando, se levantarem.

–Você é a forma de acordar mais gostosa que me acordou nos últimos dezenove anos.- ouvi a voz dele mais rouca que o normal pronunciar.

Corando até o ultimo fio de cabelo levantei rápido de cima dele, más antes de conseguir sair da cama senti ele me puxando até eu ficar deitada em cima dele.

E quando ele abriu os olhos que olhou para meu rosto, deu uma risada tão alta, que acho que até os vizinhos ouviram.

–Como é que você teve coragem pra montar em cima de mim, beijar toda a minha costa, falar no pé do meu ouvido e continuar com beijos, enquanto acariciava minha cintura com as mãos, más com um comentário meu você fica tão vermelha, em?- perguntou me olhando com um sorriso de lado.

Se for possível corei mais ainda e escondi meu rosto em seu pescoço, antes de responder:

–Não sei, acho que a coragem era porque você não estava consciente, então não tinha motivos para ter vergonha- falei abafado, por ainda esta com o rosto enterrado no seu pescoço.

–Ah, então você só tem coragem quando não estou consciente. Isso é abuso, sabia?- perguntou bem humorado, enquanto deslizada os dedos pela minha coluna, por baixo da blusa.

–Eu não estava abusando de você- falei, ainda sentindo a vermelhidão em meu rosto.

Ouvi-o dar risada, e todo o corpo dele tremeu, o meu tremendo junto já que ainda estava deitada em cima dele.

–Eu sei, abuso é quando a pessoa não gosta, e para deixar bem claro eu gostei do que você fez- falou puxando meu rosto e passando os dois polegares, um de cada lado em cada maçã do meu rosto, onde possivelmente estivesse um vermelho muito forte.

Com os dois polegares que já estavam em meu rosto, ele me puxou mais para si mesmo, e logo juntou nossos lábios.

E se tinha uma coisa que sempre me intrigava, era em como depois de trocarmos tantos beijos, eu ainda tinha as mesmas sensações do primeiro. Os mesmos batimentos acelerados, as mesmas borboletas no estômago.

Subi minhas mãos que estavam sobre o colchão ao lado de seu rosto, e pousei uma sobre seus cabelos e outra fui acariciando seu rosto.

Senti-o deslizar uma mão para minha cintura, onde apertou com força, e a outra continuou em meu pescoço.

Devagar, fui abaixando minha mão que estava no seu rosto para seu peito, e foi quando cheguei ao lugar onde deve estar o coração que eu acabei levando um susto.

Eu em todos esses beijos que tinha dado nele, sempre achei bobo o fato de como meu coração ficava descontrolado, mais em momento algum eu tinha parado para ver o dele, e foi esse o motivo de meu susto.

Sobre a palma de minha mão, eu senti o coração dele. Um ritmo rápido, igual ou tão mais acelerado que o meu.

E foi impossível não sorrir quando notei isso, de leve passei a ponta de meus dedos no local, e senti quando a pele antes normal esquentou gradativamente.

E com mais um aperto forte em minha cintura, ele foi diminuindo o ritmo do beijo, até que terminou com alguns selinhos.

E sorrindo como uma boba, senti quando ele sorriu com sua boca ainda sobre a minha.

–Bom dia, linda- falou rouco

–Bom dia, amor- falei sorrindo e me levantando, dessa vez sem ele me impedir.

Já de pé, arrumei minha roupa e passei os dedos sobre meu cabelo, pra ajeitar os fios que bagunçaram.

–Nem perguntei que horas é- ele falou passando os dedos pelo seu cabelo, deixando os fios mais bagunçados.

–Já é hora de você levantar, vesti sua camisa, calçar seu sapato, e ir pra casa tomar seu banho, para podermos ir pro colégio – falei andando pelo quarto e catando a sua camisa e meias, e logo os entregando na cama.

–Tá me expulsando, é ?- perguntou sentando

–Não, é que eu deixei pra te chamar mais tarde, só que como você ficou esse tempo todo demorando, acabou se atrasando- falei e fui pegar os sapatos estava próximo a porta- E olha, não tem chulé- falei rindo enquanto o entregava seus sapatos

–Claro que não, eu me cuido, já tô pronto pra casar- falou piscando

–Não sei quem vai querer- falei rindo

Más logo parei quando fui puxada por ele, que me sentou de lado em seu colo.

–Você...- falou enterrando o rosto no meu pescoço- Vai casar comigo...- deixou um beijo- Porque eu já tô pronto pra casar...- deixou outro beijo, me fazendo suspirar- E porque eu quero acordar todos os dias desse jeito, com você- falou dessa vez me olhando

Encarei aqueles olhos azuis me fitando tão intensamente, e logo lhe dei um selinho.

–Se esse for um pedido...- dei outro selinho- De casamento...- beijei sua bochecha- Eu vou ter que dizer...- dei um beijo próximo em seu ouvido- Sim

Voltei meu olhar para seu rosto, e vi seus olhos azuis brilharem tanto pra mim, que foi impossível não sorrir, e alargar mais ainda meu sorriso quando ele abriu também um lindo sorriso pra mim.

Logo ele quebrou o espaço entre nós, e me deu um beijo terno, más demorado, que como todos os outros finalizou com selinhos.

Ficou um tempo me olhando, e apertou mais o abraço que me dava pela cintura, me ajeitando mais próxima de si, se é que existisse mais proximidade, já que estava no colo dele.

–Sabe, eu nunca pensei que fosse dizer isso pra alguém um dia, nunca pensei que alguém merecesse ouvir isso- falou me olhando tão intensamente que acabei ficando presa sobre aquele olhar, logo continuou:- Porque de todas as pessoas que passou por minha vida, e as que estão hoje em dia, eu nunca tive a necessidade de falar. E agora tô aqui, quase engasgando de tanta vontade de soltar o que tenho pra te dizer.- suspirou e me apertou mais a si- Eu nunca, quando digo nunca, eu to falando de nunca mesmo- falou me fazendo dar risada- Nunca disse isso a ninguém, no máximo meu pai, mais fora ele, você é a única pessoa que tem esse poder sobre mim. Até mais que meu pai, na verdade. Você é a única que me faz sorrir do nada, que me faz agir como um bobo apaixonado que sou, e é por isso que depois de acordar pela segunda vez a seu lado, eu tenho a certeza que quero isso pro resto de minha.- falou me olhando- E tudo isso é porque...- suspirou e me encarou mais intensamente do que antes- Eu te amo

E sabe aquele momento em que tudo ao seu redor parece parar ?

Que nada mais importa, que o mundo poderia acabar e eu simplesmente não ouviria ?

Eu não sei distinguir exatamente o que estou sentindo, mais tenho certeza que ninguém no mundo já ficou nesse estado em que estou.

E sorrindo largamente, e sentindo uma lágrima escorrer até minha boca, eu o respondi:

–Você não tem noção do quanto feliz eu estou em ouvir isso- falei sorrindo- Você é o cara mais perfeito que eu já conheci, ou até que já ouvi falar em toda a minha vida- falei acariciando seu rosto, e continuei o olhando- Você me faz feliz sem precisar de nenhum esforço, me faz bem, fez eu me apaixonar pelo seu jeito fechado pra todo mundo, mais um bobo quando está comigo, porque eu amo o seu jeito bobo, afinal fico boba também- falei sorrindo e continuei acariciando seu rosto- E tenho um segredo pra te contar- falei mordendo meus lábios- Por mais que você não saiba, já que estava dormindo, eu já te disse isso antes...- fiz uma pausa, colocando uma mão em cada lado de seu rosto, eu continuei: — Eu te amo, meu bobo.

Ele sorrio tão lindamente que não me controlei e o beijei novamente.

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–Você vai me deixar cair- falei rindo pela terceira vez

–Nunca- falou sorrindo e apertando mais suas mãos que estavam me segurando pelas coxas.

Deixa eu recapitular o que aconteceu, depois de mais alguns vários beijos trocados, resolvemos enfim descer para a cozinha, onde já se ouvia as risadas altas de Alicia.

E quando eu resolvi descer sem esperar ele terminar de vestir a camisa, fui pega de surpresa quando ele apareceu e me jogou em suas costas.

E agora aqui estou eu, parecendo um macaco, com minhas mãos em torno de seu pescoço, e minhas pernas em volta de sua cintura.

Chegando na cozinha, notei quando a Ali parou de rir e ficou encarando Tyler. Tio Mike só deu sorriso malicioso, e continuou mexendo em alguma coisa no fogão.

–Bom dia- falei descendo das costas do Tyler e indo buscar duas xícaras para nós dois.

–Bom dia. Dormiu bem ?- tio Mike perguntou ainda com aquele sorriso na cara.

–Uhum- murmurei enquanto servia Tyler de café

–Sei...- ele falou e logo se virou pro Tyler- E você, dormiu bem ?- ele perguntou, mais dessa vez aumentando o sorriso, e frisando muito na palavra “dormiu”.

–Ane, o Ty dormiu com você foi ?- Ali perguntou antes do Tyler responder a pergunta de meu nada inconveniente tio, sintam a ironia.

–Dormiu, princesa- falei ajeitando o cabelo dela

–Mais ele é um menino, e meninos não dormem com meninas, só quando é um irmãozinho, ou quando é pra ter um neném- falou e logo após terminar, observei Tyler engasgar com o café que bebia, e ficou encarando minha pequena irmãzinha.

–Como você sabe disso ?- ele perguntou franzindo o cenho, em direção a ela.

E antes mesmo dela responder eu já estava corando

–A Ane disse isso.- falou apontando pra mim- Ela disse que só podia dormir com um menino quando é nosso irmão, e quando é com alguém que não seja nosso irmão, tem que ser com alguém que amamos, assim quando o menino e a menina dormem juntos, eles tem nenéns. – falou toda orgulhosa

E Tyler que agora parecia subitamente curioso continuou com perguntas

–E ela falou mais o que sobre dormir com alguém que ama ?- perguntou

–Ela disse que só dormiria com alguém que ela amasse, e que quando dorme junto é pra ter neném, só que ela não me disse como que o neném vai aparecer assim do nada.- falou agora emburrada

–E ela já dormiu com alguém ?- Ty perguntou sussurrando, mais que claramente para eu ouvir

–Só com o Alex, mais é porque é irmãozinho- falou e voltou a comer

Eu ainda corada, e evitando claramente olhar para Tyler continuei meu café.

–Nossa quanto silencio, até parece que foram ter mesmo um neném- e claro que esse comentário tinha que ser do meu tio.

–Você vai ter um neném, Ane ?- Alicia perguntou sorrindo

–N-não princesa, é melhor você voltar a comer- falei gaguejando

E nem preciso dizer que depois disso logo sai pra levar Ali pra escola, me despedi de Tyler, que me pediu para espera-lo em frente ao prédio escolar.

Quando perguntei o motivo, ele só disse que assim que ele se trocasse, ele viria me pegar e então iríamos ao hospital visitar o Alex.

Depois de uns quinze minutos ele apareceu dessa vez com uma roupa diferente, uma calça preta, All star, e uma camiseta azul com uma jaqueta de couro também preta por cima, já que o tempo esfriou um pouco.

Inteiramente lindo

–Demorei ?- perguntou parando ao meu lado

–Nem muito- falei me aproximando e pegando o capacete

–É que não queria te deixar sozinha- falou com um sorriso.

Uma coisa que tem me deixado besta desde mais cedo, é esse sorriso no seu rosto, que claro, toda vez que eu vejo acabo sorrindo também.

–Que bom, eu não queria ficar sozinha mesmo- falei me sentando e o abraçando pela cintura, deixando um beijo em sua bochecha.

Logo ele ligou a moto e partimos em direção ao hospital

A viajem não demorou muito e logo estamos entrando no hospital.

Fui na recepção e depois da atendente, que hoje era diferente da senhora simpática de ontem, me dar a informação, ou melhor dar ao Tyler, já que ela não parou de secar ele em nenhum momento, fomos andando pelo corredor em direção aos quartos.

Apertando o paço para o quarto em o Alex estava, continuei andando apressada, até sentir Tyler diminuir o ritmo.

–Hm... amor ?- falou parando

–Oi ?- perguntei me virando para olha-lo

–Ér... você tá apertando com um pouco de força – falou apontando para minha mão que estava entrelaçada nas suas.

–Oh, desculpa, é que eu estou nervosa- falei sorrindo e diminuindo o aperto.

–Ele tá bem linda, relaxa- falou me dando um selinho e voltando a andar.

Achei melhor que ele continuasse a achar que estava nervosa por causa de Alex, não iria falar o porque exatamente de eu estar nervosa.

Pensei me lembrando da recepcionista.

Batemos na porta e logo escutamos a voz de minha mãe mandando-nos entrar.

–E ai ?- Tyler falou quando ela levantou e o abraçou, depois ela veio até mim e fez o mesmo

–Oi queridos, vieram ver o Alex ?- perguntou se sentando numa poltrona

–É – falei

–Oh, pelo visto chegaram tarde. Ele dormiu tem pouco tempo- falou mostrando a cama

–Ah, tudo bem, agora temos que ir pra aula mesmo. – falei dando um beijo na testa do Alex e voltando para o lado de Ty.

–Então tudo bem- falou se despedindo da gente

Saímos e ao passar pela recepção para entregarmos o cartão de visitante, a recepcionista novamente pareceu enxergar somente Tyler ali.

Bufei irritada e quando olhei para Tyler, eu notei que em vez dele estar olhando para ela, ele estava com um leve sorriso no rosto enquanto brincava com uma mexa de meu cabelo.

–Vamos ?- ele perguntou aproximando seu rosto de meu pescoço e depositando um beijo .

–Oh claro- falei sorrindo e retribuindo o beijo no pescoço com um selinho rápido, me virei para atendente- E obrigada pelo atendimento

Tyler passou um braço por minha cintura e saímos para o estacionamento.

Já no estacionamento, ele me puxou para mais perto onde me deu um beijo longo.

–Hm... porque disso?- perguntei após o beijo

–Porque eu estou feliz- falou dando de ombros e me puxando em direção à moto.

–Assim sem motivo?

–Claro que não, tenho um motivo muito forte para isso- falou como se fosse óbvio.

–Que seria... ?- perguntei

–Uma garota linda se declarou pra mim hoje- falou sorrindo

–Hm... você também se declarou pra ela, bonitão- falei rindo

–Eu sei, e não menti em nenhum momento. Eu a amo mesmo- falou montando na moto

–Ela também te ama- falei no seu ouvido, e vi pelo espelhinho da moto, o sorriso lindo que ele abriu, me fazendo sorrir também.

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O dia no colégio foi com todos os outros, com a diferença que como era de se esperar, entramos de férias.

Não foi surpresa a festa que os alunos fizeram com isso, todo mundo estava louco por essas férias de duas semanas, afinal era folga das atividades, dos trabalhos, das broncas.

A Hanna foi uma que teimou para sairmos para uma festa que teria de uma boate nova, dizendo ela que seria para comemorar. Depois de muito eu negar ela acabou desistindo, então combinamos de irmos todos jantar no restaurante do tio de Tyler.

À tarde Alex voltou do hospital, ficou bagunçando mais que o normal, mais nada que não rendesse boas risadas.

O único problema era que eu sabia que aquela cara de quem sabe que devo explicações que minha mãe estava fazendo para mim toda vez que nossos olhares se cruzaram estava me deixando louca.

Não demorou muito, e ela me puxou para seu quarto.

–Vamos, você não pode esperar que eu ficasse quieta sem saber o porquê do Alex ter tido uma crise alérgica. Ele não me falou, e nem eu quis pressiona-lo, então é melhor você soltar a língua.- falou em um tom serio, mostrando que ela não estava de brincadeira, e que não sairia dali sem uma boa explicação, e também verdadeira, porque se não comentei antes, uma coisa que é impossível de se fazer com minha mãe, é mentir.

Ela tem um dom de descobrir a verdade, que às vezes eu me assusto, e não é só comigo, ela consegue forçar a verdade de qualquer um com esse olhar que ela está fazendo para mim neste exato momento.

Acho que agora é a hora da conversa que venho evitando há um mês.

Era hora de minha mãe saber sobre a volta de Eric.

Notas finais
E ai ? Ruim ? Bom ? Gostam de caps assim ? Calminhos, ou preferem esse com algum tipo de tensão no ar ? Deixem reviews, vocês sabem que amo responde-los ! Desculpem qualquer erro, se encontrarem algum me falem nos comentários. Até o proximo cap ' Byeejooos, Lena ♥