Notas iniciais
OLÁÁÁÁÁÁ, GENTE DO CÉÉU, tive um surto de criatividade e escrevi um dos meus melhores capítulos, um dos meus favoritos. Gente, espero que amem esse capítulo, pois eu amei de escrever, li umas duzentas vezes de tanto que gostei esse e o próximo. Eu deveria postar no final da semana, mas não aguentei. Gente, muito obrigada pelos reviews passados, bem vindos aos leitores novos. Estou sem tempo para citar nomes, mas prometo que no próximo que cito os nomes e agradecimentos tá?

Estava na hora do baile e eu estava morrendo de medo, nervosismo e outros sentimentos que eu não sabia definir. Andei pelo quarto de um lado para o outro! Já estava vestida com a minha fantasia, ela era de pirata!

Isso mesmo, nada de coelhinhas da Playboy, ou de princesas ou sei lá, de fadas! Estava de piratas. Isso é embaraçoso para qualquer outra menina, afinal todos dizem que piratas é coisa de homem não é? Pois bem, eu estaria lá para defender a causa das mulheres e mostrarem que piratas não são apenas de machistas. Ok. Isso parece um discurso de feministas!

Ok. Descrevendo minha perfeita fantasia... Eu estava me sentindo uma Penélope Cruz em Piratas do Caribe, Navegando Aguas Misteriosas. Realmente, minha fantasia era inspirada nela. Sei lá, eu amo Pirata dos Caribes e realmente foi à única fantasia decente que eu achei em mim. Bem, era composto por um short (isso mesmo, se eu usasse uma calça morreria) com uma bota que ia até em cima do meu joelho, uma camisa branca (provocante até, tentei mudar por outras, mas não ficou legal!), um casaco meio que vermelho desbotado que me cobria quase toda. Um chapéu digno nos meus cabelos loiros escuros soltos e uma espada atravessada por meu corpo.

Ouvi alguém bater na minha porta. Respirei fundo e abri a porta. Ali parado estava o meu par, meu lindo par: Thiago Brown, o menino que eu estava proibida de falar. Ele estava um verdadeiro príncipe. Tipo, a roupa dele era de príncipe! Senti-me até inferiorizada, imagina um príncipe desses entrando comigo, uma pirata? Af! Não pensa nisso Amy, ele aprovou sua fantasia na loja, lembra?

– Você está lindo! – Eu digo para Thiago quando ele passa a sua mão pela minha cintura (não preciso comentar que fiquei vermelha) e estávamos indo em direção a “nossa” festa.

– Você é que está maravilhosa! – Ele disse me puxando mais para perto pela cintura.

Entramos na festa que parecia estar “bombando” há muito tempo. Minha primeira visão foi ver várias pessoas fantasiadas, outras tirando fotos com a ervilha/E.T (eu poderia cobrar por cada foto tirada, iria ficar rica!) e por fim, encontrei o ser odiado e a piriguete, e olha, ela estava usando uma roupa de que? Isso mesmo, de coelhinha da Playboy, digna de piriguetes com um rabinho branco na bunda com aquele mini biquíni, aquelas tiaras de orelhas. Marcos estava vestido de... Sei lá, não entendi muito bem aquela fantasia! Passei os olhos e encontrei várias fantasias estranhas, como por exemplo, um casal vestido de batata frita... BATATA FRITA! Quem usaria uma fantasia dessas? E ainda por cima, um casal. Também encontrei alguma pessoa vestida de amendoim. Só faltava cantar aquela música “Eu quero ver tu me chamar de amendoim”!

Ok. Acho que sou com pequenos probleminhas! Pois é!

Quase gritei de felicidade quando vi sabe o que? A abobora gigante que Thiago havia embestado de comprar estava lá, perto do palco que o diretor dançava com sua esposa. Ele estava vestido de sapo e ela de princesa, acho que era menção aquele conto de fadas da Disney, Princesa e o Sapo. Encontrei Charlote vestida de bruxa, não fiquei surpresa, por que conforme algumas lendas quem tem seu cabelo (ruivo) possui sangue de bruxas e magos. Se fosse assim, Marcos também tinha esse sangue. Ninguém merece!

Encontrei outras pessoas, de tudo que é fantasia. Aquela festa estava prometendo. Quando entramos na festa, a música tocava alta. Não sei que música era, apenas que eu dançava com Thiago. Dançamos umas três músicas sem parar. Eu estava realmente me divertindo com ele. Thiago me puxou e cochichou algo no meu ouvido, eu entendi que ele iria pegar alguma coisa para bebermos.

Continuei ali, tentando dançar a nova música que começava e senti uma mão puxando minha cintura para longe. Tentei protestar, mas o alto som abafou meus gritos, palavrões e tudo que eu falava. Quando passei por uma porta, ela se fechou e pude ver quem era... Vamos às opções: a) Um E.T b) Um bêbado ou c) Marcos.

Se você escolheu a primeira opinião, devo dizer que você deve urgentemente procurar um médico para a seu probleminha. Se você escolheu a segunda opinião, devo informar que está meio babado para me puxar sem mais nem menos para esse corredor. Se você escolheu a ultima opção, já pode ganhar um Kinder Ovo, pois você acertou!

– Você não esquece que eu existo? – Eu digo olhado para ele quando ele me soltou.

– Não. Só vou esquecer quando você sair de perto do Thiago! – Marcos disse me olhando de cima a baixo. – Você está bonita!

– Não mude de assunto, querido. Deixe-me ir, eu tenho alguém me esperando lá na festa, já deve estar me procurando... – Eu disse tentando passar pela porta, mas Marcos me puxou novamente pela cintura. Aquilo estava me irritando já, por que ele não me puxa pelo braço, cabelo ou sei lá, mas não, tem que me puxar pela cintura. – Por você não volta para a menina de pouca roupa e me deixa em paz?

– Eu já te disse... – Ele iria continuar, mas eu o interrompi.

– Eu sei que você já me disse, repetiu sei lá quantas vezes... Agora, eu quero saber o que ele fez de tanto errado, e eu enfim saiu de perto dele!

Marcos me olhou com aqueles olhos castanhos perfeitos. Eu o encarei de volta. Realmente, não existiam olhos mais lindos do que aqueles... E eu estou falando isso por quê? Marcos me encostou à parede. Seus cabelos bagunçados, agora caiam algumas gotas de suor em seu rosto. Ele se aproximou mais de mim, colocando sua mão apoiada na parede. Seu rosto se aproximou mais uma vez, agora eu podia sentir seu a respiração em meu rosto. Ele me olhava ainda no olho e eu não conseguia desviar o seu olhar. Ele queria me dizer alguma coisa com aquele olhar, mas eu não sabia o que falava. Aquele era um olhar novo para mim. Eu de tanto conviver com ele, conhecia cada olhar seu. Mas aquele era diferente. Quando ele se inclinou com menção de me beijar, fomos interrompidos.

Era Julieta ou Juliet para os íntimos. Ela abriu a porta e nos olhou. Marcos que antes estava quase muito perto de mim, agora estava no outro lado da parede olhando para Julieta. Ela nem me olhou, cochichou alguma coisa para Marcos que fez um gesto de negação para ela. Julieta pegou a mão de Marcos e foi para a porta. Antes de ele ir embora, ele me olhou novamente com aquele olhar que desconhecia e foi embora.

Sem pensar muito na cena passada, entrei na festa. Muito barulho por causa da música alta e das conversas das pessoas que tentavam falar mais alto que a música. Fui até o bar, onde encontrei Thiago. Ele me perguntou onde eu estava e respondi que havia ido ao banheiro. Novamente, menti para Thiago. Não iria falar que dois idiotas estavam tentando me deixar longe dele. Brown pediu duas bebidas que não entendi o nome e me deu uma. Antes de beber, vi meu irmão rindo em algumas poltronas colocadas aos lados do ginásio. Nosso olhar se cruzou, ele riu e levantou a sua bebida como se dissesse “saúde” e bebeu a sua. Quando levei minha bebida aos meus lábios, ela desceu pela garganta queimando. Tomei mais um gole e mais uma vez senti um ardor em minha garganta. Logo soube que eu havia ingerido bebida alcoólica.

Nem por um momento pensei em parar de beber a tal bebida desconhecida. Bebi tudo de uma vez e pedi outra no bar. Bebi novamente a mesma bebida. Minha garganta parecia que havia se acostumado com o ardor da tal bebida. Quando dei por mim, havia bebido uns cinco copos daquela mesma bebida. Thiago me olhava espantado. Dei um sorriso para ele e fui para o meio da pista dançar.

Comecei a me mexer conforme a música animada de alguma cantora que não estava interessada de saber no momento. Ou será que era uma música do David Guetta? Não importa! Dançava como se não tivesse amanhã. Olhei para o relógio e marcava quase onze horas. Continuei a dançar, quando Marcos apareceu na minha frente. Ele disse alguma coisa e eu apenas acenei com a cabeça; Puxei-o para dançar comigo. Ele ficou na minha frente se movimentando, mas eu dançava para valer.

– Aqui tá calor! – Eu gritei por cima da música e Marcos faz gesto de sim. Sem pensar duas vezes, tirei aquele casaco idiota que estava me fazendo calor, tirei aquela espada do meu corpo e joguei em uma poltrona perto de nós. Abri um tanto a blusa branca e agora sim, eu estava me sentindo bem.

Marcos ficava olhando todo o tempo para os lados. Às vezes fazia sinal feio para alguns, outras xingava com palavrões e outras me puxava pela cintura para eu sair de vista de alguns meninos que estavam começando a nos rodear. Eu já estava no meu decimo quinto copo daquela mesma bebida que Thiago havia me dado antes. Marcos tentou tirar o copo de minha mão, mas é claro que não deixei.

A música foi ficando mais baixa, mais baixa, até que ficou quase muda no ginásio. O Diretor iria falar. Ele começou aquele discurso chato que não prestei atenção nem um pouco. Ele falava algo como estar feliz por estarmos aqui, algo sobre a festa estar linda e algo sobre fantasias. Eu estava bebendo o copo quando quase cai no chão. Se Stuart não tivesse me pego, eu estaria que nem panqueca no chão.

–... E vamos chamar agora, os organizadores, os artistas que fizeram essa festa para nós... – Gritou o diretor no microfone – Thiago, Marcos e Amy!

Uma salva de palmas foi dada assim que ele anunciou nossos nomes. Tínhamos que ir até lá em cima. Marcos perguntou baixinho no meu ouvido se eu conseguia ir até lá, e eu disse que sim. Ele me largou e eu fiquei de pé. Comecei a andar com Marcos ao meu lado, cuidando para ver se eu não iria cair no chão.

Subi as escadas e fiquei lá em cima do placo ao lado dos meninos. Thiago veio até mim e pegou minha mão. Marcos ficou só nos olhando com cara de desgosto. O diretor falou mais algumas coisas e puxou uma salva de palmas novamente para nós. Eu apenas sorria. Não conseguia ver direito as pessoas lá em baixo, elas estavam turvas e confusas.

Quando eu estava lá em cima, tentando identificar as pessoas, sinto que alguém me puxa pela cintura e seus lábios tocam os meus. Sem pensar (já que estava bêbada), eu passo minhas mãos para seus cabelos suados por causa da festa, ele me puxa mais para perto pela cintura. Nossos lábios se tocam mais uma vez. Posso sentir seu hálito de bebida entrando em minha boca. Não me importo. Apenas o beijo! Esse beijo foi recebido com palmas dos outros alunos, assobios também. Um pedido de agua do professor e um olhar desconhecido por mim de... Marcos!?

Eu acabei de beijar Thiago Brown!

Eu acabei de beijar o cara que todos haviam me proibido de falar.

Eu acabei de beijar o cara que mal conheço e fiquei surpreendida com isso. Não imaginei que era ele que estava me beijando. Não imaginei que aquele beijo que eu havia gostado tanto, havia sido dele.

Descemos do palco. Na verdade, eu quase caio. Fui segurada por Thiago pelo braço. Quando descemos, recebi algumas palavras que não entendia. Recebi até alguns olhares fatais que me deu medo. Fui direto para o bar, pegar mais uma bebida. É! Eu estava viciada naquela coisa que queimava minha garganta. Olhei para os lados e não encontrei Thiago, não me importei. Ele era uma das ultimas pessoas que queria ver naquele momento e eu nem sabia o motivo. Eu acabei de beijar o garoto mais cobiçado da escola e nem me importava tanto. Com certeza era efeito do álcool. Amanhã eu piraria só por estar no seu lado. Enfim... Quando bebi mais um copo, meu irmão apareceu e me puxou pelo braço até encontrarmos um corredor vazio, longe da tal festa.

– Eu te avisei que queria longe do Brown. – Alex disse me largando com força. Eu acabei-me desiquilibrando e caindo no chão.

– Não foi só você! Marcos também me disse... – Eu falo.

– E por que você sobe lá naquele palco e o beija? – Alex pergunta com raiva.

– Ele que me beijou!

– Ah, claro! Vou fingir que acredito. – Alex disse rindo falsamente. – Escuta aqui Amy, não vou repetir mais uma vez. Ou você se afasta daquele moleque, ou vou fazer com que te mudem de colégio.

– POR QUE QUE NINGUÉM NESTA PORRA ME DIZ O QUE ELE FEZ DE TÃO ERRADO? – Eu grito cansada já, de todos dizerem a mesma coisa, mas ninguém responder o que quero saber.

– Simples maninha, ele é a causa de todos os seus problemas! – Alex disse saindo em direção à festa que ainda continuava, como se nada tivesse acontecido.

Minha cabeça girava. Eu estava no chão. As palavras de Alex Parker ainda estavam na minha cabeça. “Ele é a causa de todos os seus problemas!” repetia ferozmente em minha mente. Estava bêbada, cansada, com a cabeça quase rachando no meio. Para completar, estava sozinha em um corredor cuja luz acabará de se desligar, e para quem ainda não sabe... EU MORRO DE MEDO DE ESCURO!

Sim, eu tenho muito medo de escuro. Ainda mais quando fico sozinha. Uma coisa era dormir no seu quarto sozinho no escuro, mas sabendo que ali no lado tinha pessoas que iriam te socorrer, outra é estar sozinha no escuro. Sem pensar muito no que estou fazendo, começo a chorar.

Choro por medo de escuro. Choro por estar bêbada e não saber o motivo de tanto choro. Choro por que estou perdida. Choro por não saber as respostas das minhas perguntas. Choro por todos estarem me ignorando. Choro por não ter ninguém aqui comigo. Choro por que estou bêbada. Choro... Simplesmente choro!

Ouço passos e me assusta mais ainda. Penso nos filmes de terror que tentei ver, e que a menina sempre é atacada quando está sozinha, no escuro. Desespero-me. Ouço alguém chegando mais perto. A luz pisca. Ilumina e vejo um menino vindo em minha direção. A luz paga novamente. Sinto uma mão tocar em mim e eu grito. Meu grito é sufocado por causa da música da festa e também por que estou no corredor sozinha, com um monstro e como sabemos ninguém vai nos socorrer.

– Amy! – Diz o tal monstro. Reconheço imediatamente a voz e o puxo para perto.

Era Marcos!

Sua voz nunca foi mais clara na minha vida. Ele se senta no chão e me puxa para seu colo. Não me importa que seja o menino que mais odeio na vida. Não importa que seja o idiota, que me proíbe de conversar. Que seja o único que não “abandonou” nesses dias. Não me importo se estou chorando em seu colo. Ele me aperta contra seu peito. E eu choro mais ainda. Sinto-me uma boba por estar ali.

– O que foi? – Pergunta Marcos depois de alguns minutos quando me recuperava do choro idiota que aparece do “nada”.

– Nada! – Eu minto.

Mesma imensamente bêbada, depois de mais de vinte copos daquela bebida eu não iria falar que eu estava com medo de escuro.

– Alguém te machucou? – Marcos perguntou com sua voz preocupada.

– Não! – Eu digo.

– Não minta para mim Amy. Diga quem foi e ele não verá a luz do dia... – Disse Marcos me ajeitando no seu colo. Olhei para ele. A luz piscou e nossos olhares se encontraram. Eu me aproximo mais de seu rosto. Não sei por que, mas eu quero beijar ele. Não sei por que, mas eu quero que ele me beije.

Culpa da bebida!

Toda a culpa da bebida!

Culpa da bebida que está me fazendo querer beijar o menino mais idiota (depois do meu irmão). Culpa da bebida que está me fazendo delirar.

Ouvi um barulho e virei meu rosto saindo daquela hipnose que estava. Tentei me levantar, mas acabei caindo no colo de Marcos. Eu o olhei. Estava escuro, mas eu podia ver que ele estava me olhando. Desviei meu rosto do dele e olhei para a porta. Enrolei a língua querendo dizer que eu estava passando mal ou para ele me levar para o quarto.

Não sei o que ele entendeu, mas se levantou e me pegou no colo. Meu rosto estava em seu peito e eu podia sentir seu coração pulsando. Seus cabelos ainda estavam molhados pelo suor. Meus braços estavam sobre o seu pescoço primeiramente, mas depois eu os soltei, pois senti confiança em Marcos e sabia que ele não me deixaria cair. Minha cabeça rodava. Estava com uma dor de cabeça explosiva.

Não me lembro de mais nada, desde o momento que saímos daquele corredor assustador. Não lembro para onde Marcos havia me levado até a manhã seguinte, pois desmaiei.

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COMO IMAGINEI OS PERSONAGENS.

Tipo, eu não pedi permissão para usar as fotos, então nada de sacanagem hein? Peloamorde, estou só mostrando para vocês poderem ter uma noção de como são os personagens, belê? Só coloquei dos três principais.

Thiago: http://weheartit.com/entry/39931523/via/imploric (Só ideia, ele tem olho verde lembram? Poisé, é dificil eu achar uma pessoa com as caracteristicas que eu imaginei perfeitamente, mas esse tá na ideia)

Marcos: http://weheartit.com/entry/40546528/via/gersongaldino (Marcos, é quase assim).

Amy: http://weheartit.com/entry/42994787/via/jeio (gente, essa Amy é muito perfeita. Amei essa foto, embora tenha algumas coisas que não é exatamente igual, mas tá na ideia! Tipo, o cabelo e pele são um pouco mais claras e não tem essa pinta no rosto!)

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Recomendações? Review's?

Beijos!

Notas finais
Gostaram? Mereço reviews? Sim? Eu sei que sim! Esse capítulo ficou mais do que perfeito né? Pelo menos aos meus olhos. Gente, aguardo review's de vocês, e desta vez vou ser um tanto exigente: só posto o próximo que está pronto com cinco review's. É! Eu sei, mas é por que esse capítulo é lindo, e ainda veio com extra no final. Então, vamos colaborar né gente? Que tal me dizerem o que acharam dos personagens, o que Amy irá aprontar ainda? E Marcos? Vocês são #TeamMarcos ou #TeamThiago? Amy é uma bêbada decente? E o que acharam do tal beijo? Alguém ai tem medo de escuro? Eu tenho um pouquinho! haha
Enfim... Até!
Que tal mandarem uma recomendação para me tirarem desta tristeza que estou? hein? Séria tão legal! haha
Beiiijos!