Querido Diário.

5 Festas, Emma chateada comigo e Adam e eu sozinhos por duas semanas.


Notas iniciais
Para começar, eu devo um milhão de desculpas, é que eu estive sem internet e pra completar, sem criatividade. Estou em recuperação em 7 de 14 matérias, ah, que maravilha. Segunda eu tenho psicologo, e eu perdi a vontade de ir. Estou bem deprimida e eu não sei o porquê. Certo, eu sinto muito pela demora, tentei deixar o capítulo bem meloso, o proximo será mais emocionante, eu prometo. Obrigada pelos comentários bacanas, amo vocês.

Querido Diário,

Eu sei que eu não escrevo há alguns dias, mas é que eu estou um pouco atolada. Adam está me levando a várias festas. Está sendo um máximo!

Ontem mesmo, fomos a uma muito, muito legal. Eu beijei um menino desconhecido! Adam morreu de ciúmes, adorei aquilo.

Enfim, eu não me corto desde que Adam chegou, eu estou tão feliz.

Emma está um pouco chateada comigo, mas eu não tenho culpa, eu não tenho tempo nem de piscar, quanto mais ir à casa de Emma.

Uma coisa ruim aconteceu. Eu tive uma crise, sorte que Adam estava em casa, estávamos apenas nós dois. Eu estava no meu quarto e Adam na sala, eu não sei muito bem o que aconteceu, mas eu comecei a chorar, eu me senti estranha, como se não fosse eu que controlava meu corpo. E então, eu corri pra cozinha, Adam perguntou o que aconteceu e eu disse que ia me matar; que eu ia morrer; que eu estava cansada de viver. Deus, que vergonha. Mas passou.

Eu acho.

Um instante, Adam está batendo aqui na porta do meu quarto.

Voltei.

Puta merda, ele vai me matar um dia.

Desculpe o palavrão, mas parece que ele descreve o que eu estou sentindo.

Adam olhou pra mim e sorriu, atrevido e disse “Eu estava com saudades, oi, amor.” “Eu não sou sua namorada, não precisa me chamar assim” “Eu preciso de você.” Nessa hora, eu juro por Deus que não estava mais em mim, eu coloquei minhas pernas em volta a cintura de Adam, eu mordi meu lábio e ele me beijou, Deus, esse homem vai me matar. E fomos aos beijos até chegar à minha cama, ele me deitou e beijou meu pescoço, e me deu um chupão. Eu não sabia o que era isso até ele me contar.

Socorro.

E aí, ele ficou me olhando... Ai Jesus, o que é aquilo? Adam disse a seguinte frase: “Eu acho que estou apaixonado por você”. Eu arregalei os olhos. Não sabia o que fazer. Simplesmente o agarrei, o beijei com toda a vontade do mundo, parecia que meu corpo precisava do dele, precisava das suas mãos sobre mim. Eu gostava de ser desejada por Adam, gostava de andar ela casa com short curto e vê-lo olhando.

Tenho a plena consciência do mundo que irei para o inferno porque estou quase namorando meu irmão, mas, eu não ligo, eu o amo.

Daqui um mês ele vai embora e tudo isso vai acabar, isso me deprime porque, merda, eu preciso dele.

Talvez isso não seja a coisa mais sensata a fazer, mas eu nunca senti nada disso com alguém, por Adam, eu faria qualquer coisa, parece que ele é minha vida, que ele é a razão pela qual eu não desisti disso tudo. Isso pode acontecer? Misericórdia.

E se minha mãe nos pegar? Quase fomos pegos umas... 60 mil vezes, e ele não quer desistir, Adam quer continuar. E pior, eu também quero.

Um instante, minha mãe está me chamando.

Voltei.

Você não tem noção do que acabou de acontecer.

Minha mãe chamou: Adam, eu e Amy para a cozinha, ela disse que iria viajar com meu pai, pois ela queria passar um tempo com ele. Adam me olhou com uma cara “Merda, Amy está aqui, não vai dar pra gente se pegar”, eu ignorei e voltei a olhar mamãe. E foi aí que ela disse “Amy, eu preciso que você olhe as crianças, está bem? Vamos viajar para Paris hoje de madrugada.” Amy disse “Certo.” E voltou para o seu quarto. Adam foi para o dele e eu fiquei na sala com mamãe.

Até ela receber uma ligação, do escritório. Depois, eu voltei pro meu quarto e peguei Adam deitado na minha cama.

“Mas o que você está fazendo aqui?” Deitei ao lado dele. “Vim ver minha princesa.” “Você é tão gay” “Gay até você me pegar, né?” Adam babaca. “Cala a boca” “Vem cá calar, baixinha” “Não sou baixinha, e cala a boca” Bem, você pode rir se quiser, mas infelizmente, eu sou baixinha mesmo, eu tenho 1,45 de altura. “Amor, você é muito pequena” “Para” “Vem cá, vem?” Eu fui perto dele e o beijei. Adam pegou na minha bunda, e a apertou. Eu queria o xingar, mas não dá, o beijo dele é a coisa mais gostosa do mundo, dessa vez estava com um gosto maravilhoso, não o gosto normal, e sim de... Menta. Amo menta.

Acho que vou dormir. Mais tarde eu volto.

Eu preciso contar uma coisa, mas é a melhor noticia q eu recebi no dia.

Amy vai passar duas semanas na casa de praia de Johan, namorado dela. Ou seja, duas semanas somente eu e meu garoto.

Mal posso esperar para amanhã.

Ou agora mesmo, meus pais já saíram à uma hora e Amy acabou de sair. Adam está vindo para meu quarto. Irei te deixar bem informado amanhã.

Com amor e toda a empolgação do mundo,

Lindsay.

Notas finais
E aí? O que acharam? Espero do fundo do meu coração que tenham gostado, eu acho que não tá lá essas coisas, não to com cabeça pra escrever, eu tô bem deprimida. E sem ideia. Preciso da ajuda de vocês pro próximo capítulo. Lembrem-se, meu número é: (31) 84284806. Ah, me digam o que acharam, tá bom? Beijo.