Lorde Harold como de costume desde que William Darcy morreu passou os feriados com os Darcy. A diferença foi que desta vez ele não os recebeu em sua casa, foi recebido em Pemberly. Ele passou um mês muito agradável lá. Porém quando o tempo se tornou mais quente, o velho conde sentindo saudade de casa, voltou a Pulcha Visium.

“Não se preocupem crianças, logo nos reencontraremos. Até lá deixo vocês sob os cuidados da sra. Reynolds e a sra. Miller.” Ele então se virou para a governanta de Pemberly. “Não deixe essas crianças fazerem travessuras.” E com um ar galante, que só alguém tão irreverente podia ter beijou a mão dela, então despediu da boa senhora. “Dê meus comprimentos ao seu marido.”

Passou depois a despedir dos mais novos. Darcy ganhou um abraço e um leve tapinha nas costas, que lhe tirou o folego por um instante. As moças ganharam abraços, beijos na bochecha e brilhantes elogios. Então conde finalmente entrou na carruagem.

“Adeus crianças. Vejo vocês em Londres daqui alguns meses. Quero ver quantos corações vão partir esse ano. E isso te inclui srta. Georgiana Darcy. Mesmo que seu irmão é tão protetor ao ponto de te privar de belos bailes, as pessoas que te verem na rua não certamente vão se apaixonar instantaneamente.” Depois de ver o rubor da menina ele sorriu, lançou ameaças ao sr. Darcy e então o bom conde estava partindo.

Com o sr. Bingley em Hertfordshire, Richard com os pais e seus outros amigos junto com suas famílias o sr. Darcy se viu muito entediado, suas irmãs estavam decididas a o distrair. Apesar dos melhores esforços delas ele esperava impaciente as cartas do sr. Bingley, que estava se esforçando muito para escrever bem.

Nunca capaz de admitir isso, ele buscava comentários que contavam sobre a srta. Elizabeth. Em uma dessas cartas ele leu algo que o fez querer ir mais cedo para a visita anual a Kent, e insistir que Anne deveria ir junto.

A moça que não tinha sido informada da noticia da amiga, e não seria tão cedo, não entendeu o pedido do primo, mas aceitou, sabendo o quanto ele odiava essas visitas, só fazendo por amor da outra prima que vivia muito solitária com a mãe.

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Elizabeth continuava não concordando com o casamento da amiga com seu primo idiota, mas o que esta feito esta feito e ela não iria se debruçar sobre isso. Então aceitou graciosamente o tal convite.

Mas Lizzy tinha que admitir que uma viagem que antes teria sido uma libertação da loucura que encontrava em casa agora era um triste momento que ela teria que deixar uma casa cheia de amor.

Jane estava novamente reunida com o sr. Bingley, que tinha voltado sozinho de Londres. Ele havia dito que as irmãs estavam visitando parentes no norte. Sua querida e doce irmã nunca tinha sido tão feliz que quando e bom rapaz a visitava, seus sorriso so rubor eram uma satisfação para seu pretendente e a irmã.

Os dias antes cheio de atividades sem proveito eram agora dedicados a música e desenho. Claro que também tinham um pouco de moda e visita a oficias, elas eram jovens moças tinham todo direito de se divertir, principalmente Kitty e Lydia. Porém o comportamento escandaloso que elas tinham quando a milícia chegou estava temperando com a boas maneiras de uma verdadeira dama; claramente elas ainda flertavam com os rapazes, só que de uma forma...mais educada.

A cinco irmãs agora não brigavam como antes, tinham desentendimentos. Mas agora todas estavam tão unidas que parecia outra família.

O momento favorito do dia para Lizzy eram as noites. Agora todas as noites o sr. Bennet lia para a família; muitas vezes a sra. Bennet não entendia o que era lido, afinal ela não era mais inteligente do que roupas e casamento. Suas filhas por outro lado mesmo quando voltada a tolices tinham pensamentos mais rápidos do que a mãe podia sequer sonhar. Mas ela gostava de ouvir a voz suave do marido.

Todas as meninas se sentavam ao redor do pai ouvindo atentamente. Lydia as vezes não se interessava pela história, mas não interrompia, elas gostava de ver suas irmãs esperando para descobrir o que ia acontecer, era muito divertido.

Essas noites eram tão harmoniosas. Maravilhosas Lizzy pensava.

A mudança era tanta que Elizabeth teve que falar com a tia durante o Natal sobre isso

“As duas estavam sentadas nas sala enquanto o resto da família estava disperso em diversas atividades.

“Lizzy, o que aconteceu com suas irmãs? Elas estão bem diferentes da última vez que as vi.”

“Sim, é verdade. Nós devemos tudo isso a um dos habitantes de Netherfield que estavam lá nesse outono.”

“A sim, ouvi a sra. Bennet e suas irmãs falando sobre isso. Como eles são?”

“Bem, o sr. Bingley foi o arrendatário de Netherfield, é um senhor muito animado. Jane gostou muito dele.”

“Então esse é o futuro marido da sua irmã, como me informou a sra. Bennet?”

“Ele parece muito apaixonada pela minha irmã.” Lizzy sorriu. “Mas as irmãs dele tentaram separa- los. Como as duas são arrogantes e esnobes!” Ela bufou. “Porém graças a srta. Stevens tudo correu bem.” Ela sorriu ao se lembrar da amiga.

“Srta. Stevens?” A tia estava um pouco confusa. Ela tinha suspeitas de quem seria essa moça, só que nunca tinha ouvido o nome desse jeito era sempre Anne ou Lady Anne.

“Sim, é a prima do amigo do sr. Bingley, o sr. Darcy. Passou muito tempo conosco, quase todos os dias. Nós costumamos a chamar de Anne”

“Então essa é a amiga perfeita para as meninas Bennet de quem eu tanto ouvi falar?”

“Não posso dizer que ela é perfeita, mas ela conseguiu algo que nenhum de nós pode. Mary, Kitty e Lydia estão mudadas, pra melhor, por causa dela.”

“Impressionante, ela deve ser uma mulher e tanto para causar tanto impacto nelas.”

“Não, a verdade é que ela se parece muito comum para alguém com tanto dinheiro e fazendo parte da elite. O que eu realmente não entendo é como ela pode influenciar minhas irmãs.” Ela falava para si própria perplexa.

“Ela é uma pessoa de fora da família talvez seja por isso.” A tia disse tocando as mãos da sobrinha.

“Mas tantas pessoas poderiam ter feito isso!”

“Poderiam, mas essa garota ganhou respeito delas, respeito é algo difícil de adquirir. A srta. Stevens repeita as pessoas?”

“Muito, conversando com ela não se nota qualquer arrogância que costumasse ver nos membros da nobreza.”

“Então ai está; trate bem e será bem tratado.”

“A sra. tem razão, mesmo quando as opiniões dela era completos opostos da de minhas irmão ela falava com muita paciência. Uma vez eu até achei que ela estava escondendo um insulto em um elogio, mas o resultado foi muito melhor o]do que eu podia esperar, mamãe é muito mais silênciosa desde então.” A tia riu.

“Então é isso! Eu acredito que a delicadeza dessa moça deve notável. Você disse que ela estava aqui com um parente?”

“Sim, o sr. Darcy é o primo dela.”

“Ah, e que você acha desse primo?” A tia provocou.

“Não posso dizer.” Elizabeth ficou um pouco vermelha. “Antes da prima chegar eu acreditava que ele era orgulhoso e desagradável, mas depois que ela chegou eu não sei mais o que pensar.”

“O que você quer dizer querida? Deve ter tido como obsevar o homem.”

“Ter eu tive, mas ele falava tão pouco que poderia ser considerado mudo a única coisa que o impedia de ser considerado um idiota é que quando falava ao menos era algo inteligente.”

“Então você tem um opinião dele.” A sra. Gardiner concluiu.

“Acho que sim. Ele não é desagradável, pelo menos não como eu imaginava. Ele parecer ser desconfortável entre as pessoas, certamente é orgulhoso, mas vindo de tal família nobre… eu c]acho que pode ser compreensível.” Ela meditou por algum tempo. “A tia eu não posso entender esse homem!”

A sra. Gardiner acreditava que o motivo dessa confusão era que a sobrinha estava se esforçando mais do que o normal para entender uma pessoa, ao em vez de observar um pouco e deixar por isso mesmo. Talvez Lizzy… não ela não estaria… estaria?”

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No dia da partida de Elizabeth para Kent toda família se despediu dela com todo afeto. Para ela era uma experiência nova ir a um lugar que não havia visitado antes, mas a seus pais era um pressagio do futuro, um futuro em que suas queridas filhas se casariam e deixaria a casa dos pais para viver com o homem que chamariam da marido.

A despedida em Derbyshire foi bem diferente. Uma moça tranquila se despedia de seus entes mais queridos, um pouco alivia por não ser obrigada a visitar a temida tia.

Dentro da luxuosa carruagem, o coronel parecia uma criança exitada, Anne tentava duro não rir das palhaçadas dele me o Sr. Darcy ficou em silêncio imaginando se poderia ter sucesso em sua missão.Enquanto os outros membros na carruagem não estavam particularmente animados para chegar ao seu destino, o sr. Darcy não podia deixar de pensar nos mais belos olhos que ele havia visto e na dona, a mulher mais adorável que ele já havia conhecido. Seu belo cabelo, sua graça natural, sua...

Claro sua meditação foi interrompida pelos seus companheiros, que diziam que seu silêncio era por causa do medo da temida Lady Catherine. Então ele foi obrigado a se juntar a farra; melhor assim pois o ajudou a desviar seus pensamentos.