Notas iniciais
Mais um capítulo diferente, onde vou contar a história dos antecessores. Tive a ideia deles quando mestre Wu fala no primeiro epi dos origem que ele não poderia errar na escolha de novo. Então vou contar minha teoria no que ele errou. Espero que gostem.

A muito muito tempo, existiu um reino que caia em falência depois de financiar muitas batalhas e como última medida para se salvar o rei cobrava altas taxas de impostos de seu povo com o pretexto de continuar a financiar uma guerra, aproveitando deste momento de conflito surgiu um homem tido como magico que com seus poderes conseguiu cativar o rei a ponto de se tornar seu conselheiro de batalhar e influenciar o ainda mais o rei com suas ideias.

Mas o que esse rei não sabia era que esse mago apenas queria o caos para o povo e assim conseguir pessoas para seu próprio egoísmo e então conquistar o reino com a ajuda de seus servos corrompidos pelo dito Akuma que toma posse de um objeto da pessoa e a torna então um guerreiro do Mago chamado HawkMoth.

O que ele não esperava era que a esperança para o povo voltaria através de dois jovens, o primeiro era um garoto que quando voltou do campo de batalha recebeu a notícia da morte de seu pai devido a fome por não ter dinheiro para pagar os impostos e opressão vinda do rei sobre sua aldeia, neste momento o garoto ouve sobre um grupo que estava se formando para se rebelar contra as leis do rei e resolve então se juntar a estas pessoas.

Como início de sua missão ele ficou incumbindo de cuidar de um orfanato e no caminho que fazia para levar comida a um orfanato o jovem encontra um homem faminto que lhe pede comida comovido com o homem o garoto lhe dá um pedaço de pão e diz.

— Meu senhor, isso é tudo que posso lhe dar pois esse alimento que levo é para a crianças do orfanato.

— Que Deus o abençoe meu jovem, como agradecimento aceite isso. – O velho estica mão para o garoto e lhe entrega uma pequena caixa hexagonal com algumas escritas de uma língua que o garoto não conhecia, ele estava pronto para recusar quando o homem diz. – Abra quando tiver mais ninguém por perto.

Ele olha confuso para a caixa em sua mão ia jogar para o velho, mas quando olha o homem não estava mais ali surpreso olha para o lado a procura do caminho que o velho teria pego mas nenhum ele encontrou, então guardou no bolso a caixa e seguiu seu caminho até o orfanato onde foi recebido com muitos abraços e gritinhos histéricos das crianças que estavam famintas.

O jovem dava atenção a todas brincou com elas até que a tarde chegasse e ele voltasse para o esconderijo de seu grupo na floresta, quando estava por fim sozinho em sua cabana ele tirou do bolso a caixa estranha e abriu dentro ele viu um anel preto com um detalhe estranho de pata de gato, curioso ele pega o anel na mão olhar.

— Por que será que ele me deu isso? – Se perguntou o jovem para então experimentar o anel no dedo e neste momento um globo flutuante aparecer a sua frente e o surpreende-lo – Mas o que é isso? – Perguntou ele quando uma pequena criatura apareceu a sua frente bocejando. – Mas o que é você?

— Waaah! Você me achou... E eu estou com muita fome, o que pode me trazer para comer? Ah! Sou Plagg prazer em conhece-lo.

— Ahã... Plagg... Certo, fome o que você come?

— Eu tenho gostos refinados, por isso algo bem preparado para mim.

— Hum... Acho que tenho algo muito bem preparado, é uma herança de família e leva-se muito tempo para se fazer. Espero que goste. – Disse o jovem indo até um baú que ficava perto de sua cama na cabana improvisada de lá tirava uma coisa redonda de madeira ao abri Plagg se sentiu atraído pelo cheiro.

— Huuuum!! O que é isso?

— Se chama queijo camembert, foi feito pela minha família por gerações, experimente. – Entregava para criatura um pequeno pedaço.

— Huuum! Realmente é muito bom! Posso me viciar nesse... Queijo Camembert.

— Hahaha! Que bom que gostou, mas me conte mais sobre você.

— Eu seu um Kwami.. Argh! Eu dou poderes ao portador do anel. O seu é de destruição!

— Mesmo? E como isso acontece?

— Você é um garoto estranho, não ficou com medo de mim nem surpreso.

— Oh! Eu estou surpreso mas ao mesmo temo animado e curioso, me conte mais e te darei mais queijo.

— Okay! Gostei de você garoto, pois bem, primeiro o queijo estou morrendo de fome fiquei muito tempo prese nesse anel. – O jovem sorri e entrega para o kwami mais um pedaço do queijo.

— Muito bem, você combater vilões que tentaram destruir sua cidade e será o parceiro da garota que portará os brincos de joaninha, com ela vocês irão derrotar o vilão Hawkmoth que corrompe os desejos da pessoas com o Akuma você e a garota irão caçar esses akumas quebrar o objeto possuído e a garota vai usar seu poder para purificar o akuma. Seu poder secreto é o Cataclism, que pode destruir qualquer coisa que tocar mas só uma vez a cada transformação, para se transformar você só tem que dizer Transforme-me.

— Hum... Isso é interessante, mas posso usar para outras coisas além disso não, poderei ajudar meu grupo em roubar o dinheiro que o rei cobra das pessoas.

— Se você aceitar, sim vai sim. Ah! Depois que você usa seu poder secreto tem em torno de cinco minutos de transformação então quando estiver em batalha fique atento, pois ninguém deve saber de minha existência okay? Não pode contar para ninguém.

— Okay! Mais queijo? – Disse o garoto sorrindo quando Plagg em sua mão para comer mais um pedaço do queijo.

Enquanto o garoto conhecia Plagg, o mesmo velho mendigo passava por uma rua comendo seu pão quando uma carruagem vinha em caminho para acerta-lo, no entanto o cavaleiro para a carruagem que que chegassem perto do mendigo, irritado um dos guardas que acompanhava a carruagem de uma jovem nobre, desce de seu cavalo e começa a acerta-lo com o chicote de cavalo.

— Escória inútil não sabe que não deve passar a rua quando uma carruagem está atravessando! Hein?!Hã?! – E continua a acerta-lo, mas ao ouvir os gritos do homem a jovem sai de sua carruagem e corre para acudir o mendigo.

— CAVALEIRO! O que pensa que está fazendo ao agredir esse pobre homem? – Diz ela indo até o velho o ajudando a se levantar. – Não tens educação para com os velhos soldados de guerra que vagam pelo pais? Como ousa agir de tal forma com uma pobre alma?

— Me desculpe, minha senhora. Ele estava no caminho e... – Falou abaixando a cabeça.

— E mais nada! Não quero vê-lo nunca mais a agredir uma pessoa e vou falar com meu pai para que não me escolte mais, não preciso de brutamonte como voz ao meu lado. – Ela se vira para o velho. – Me desculpe a grosseria de meu servo, senhor. O senhor está bem? – O ajudava a se levantar do chão.

— Sim minha boa senhora. Muito obrigado.

— Não, eu quem agradeço por tudo que faz pela cidade, pessoas não devem ser tratada assim. Aqui pegue essas moedas e compre comida. – Falou ela entregando um saquinho com cinco moedas.

— Não precisa minha senhora. Como minha gratidão eu insisto que fique com isso. – Diz ele segurando na mão da moça e deixando uma caixinha semelhante àquela que entregou ao garoto e ao fazer isso novamente o cavaleiro vem e bate na mão do homem derrubando a caixinha no chão.

— Princesa! Não deve aceitar não sabe o que tem! – Disse o cavaleiro pronto para pegar a caixa quando o velho rapidamente a surrupia antes do cavaleiro pegar.

— Não seja insolente! É um presente de gratidão de alguém do meu povo! É lógico que irei aceitar! – Berra a garota se virando com um sorriso gentil para o velho que retribui o sorriso e lhe entrega a caixa. – Eu fico muito feliz com seu presente meu bom senhor, mas insisto que fique com a moedas. – Diz ela, agora colocando o saquinho na mão do homem. – É uma troca, sim?

— Como quiser minha jovem Princesa. – Diz o velho voltando ao seu caminho e deixando a jovem como cavaleiro que recebeu um olhar raivoso da princesa que entrou na carruagem e seguiu seu caminho de volta para o castelo.

Ao estar de volta no castelo já era noite a jovem princesa depois de jantar com seu pai o Rei e tomar seu banho, pronta para se deitar, procura a caixinha que recebeu do homem, curiosa como sempre foi abriu o item e dentro do mesmo encontrou um par de brincos peculiares para a época mas não demorou muito para que algo mais estranho acontecesse um círculo de luz saiu de dentro da caixa e flautou diante da menina que solta a caixa em cima da cama e se afasta para o outro lado do quarto quando a luz se dissipa e em seu lugar uma pequena criatura avermelhada toma seu lugar e diz.

— Olá Princesa! Eu me chamo Tikki. – A garota arregala os olhos devido a surpresa, mas movida a curiosidade que sempre teve se aproximou da criatura com cautela.

— O que é você, criatura? Como consegue falar? És um ser do demônio?

— Hahaha! Não, não sou um demônio, sou um kwami uma criatura magica e por isso posso falar.

— E por que vós estais em meu quarto?

— Porque você foi escolhida para ser a portadora dos brincos e se tornar uma heroína.

— Heroína? Eu? Por que?

— O Grande Guardião deve tê-la escolhido por causa de seu ser, ele não tem muito o método fixo.

— Huum... E como heroína qual é o meu objetivo?

— Você deve combater um grande mal que está para surgir em seu reino, deve protege-lo do mal.

— Que mal é esse?

— Creio que eu não saiba o nome dele, mas seus poderes são de corromper as pessoas para fazer coisas ruins e você como heroína tem o poder de salva-los capturando um akuma com aparência de borboleta e purifica-lo. – Mais interessada no assunto a menina se senta na cama olhando para a pequena criatura.

— Como é seu nome mesmo?

— Tikki.

— Me explique mais como eu me torno uma heroína.

— Você coloca esses brincos. – Diz a pequena voando até a caixinha a pegando e colocando na mão da garota. – E quando o mal aparecer você diz “Transforme-me!” e assim eu vou até os brincos e lhe concedo o poder da sorte, sua arma será um ioiô vermelho com pintas pretas que carrega a energia da sorte que no momento certo você poderá ativa-la ao dizer “Lucky Charm!” que vai lhe trazer um objeto ao qual vai poder derrotar o akumetizado e salva-lo do controle do grande mal.

— Acho que entendi isso, não vejo a hora de contar para a minha acompanhante! – Disse a garota em extrema alegria, até Tikki ficar de frente para a mesma em alerta.

— Não! Você não pode contar para ninguém quem você é, isso pode colocar em risco muitas coisas, você entende? – Falou em tom de advertência que fez a jovem abaixar o rosto mas concordando com um aceno de cabeça.

— Mas como vou conseguir ser uma heroína sem contar com ninguém?

— Seu parceiro já deve ter sido escolhido também, normalmente é sempre em pares e ele vai auxilia-la na batalha. Você poderá sempre contar com ele.

— Huum... Certo. Não vejo a hora de conhece-lo!!

— Quando chegar a hora você vai conhecer, mas por enquanto e aproveitando que já está de noite o que acha de testamos você usando os poderes?

— Eu acho... Que você teve uma ideia ótima minha nova amiguinha! Vamos lá! Transforme-me! – Disse a jovem se transformando na próxima heroína seu vestido torna-se então um contundo de camisa e calças, um corset em sua cintura, seu sapatos viram botas de cano alto, em seus antebraços aparecem luvas e envolta de seu pescoço e ombros surge uma capa com alguns detalhes de vermelho com bolinhas pretas. Se olhando no espelho do quarto a jovem já tinha em mente como iria se chamar.

— Ladybug. – Ela sorriu ao dizer isso e saiu para a noite.

Notas finais
Obrigada por acompanharem minha fic, estou ansiosa pelos comentários das minha leitoras preferidas, Rainha dos Fantamas, Fada007, ClarinhaDo7, i love foxy, Duda Di Angelo, beijos até segunda! =^w^=