Quem sou eu?

16 Capítulo Dezesseis


Notas iniciais
Oieeeeeee! ;D Hoje estou me sentindo feliz! Então o capítulo vai ser feliz! Sqn! O capítulo anterior foi raivoso ao invés de melancólico, então o capítulo de hoje vai ser... Tenso...? Aproveite o capítulo! PS : Vou chamar vocês agora de família Secret;... Por que? Por que eu quero ._. Ou pandinhas? Pandinhas fofos? Lol. Só vi menina nos comentários ( ou tem traveco..? Se tiver e você for um, quero ser sua amiga, sempre quis um amigo traveco ou gay, sei lá. Sempre quis ) Então seria pandinhas fofas! Ok, estou fugindo do assunto da história, só se a Amethyst ganhar um panda de estimação! :O - Mããããe! Por que a Amethyst pode ter um panda e eu não? ;-; - Não sei... Ok, você vai ter que ler o capítulo para descobrir... ( Saída mágica )

No dia seguinte, Shailenne me falou sobre a viagem, não consegui realmente entender tudo, mas soube que iriamos para Brisbane em um ônibus de turismo, a hora que partiríamos : Três horas da tarde, "Escolhi um horário tarde especialmente para você poder acordar direito e se arrumar toda para o Evan, olha como sou uma boa amiga!" " Esse horário foi dedicado á você! " " Cumpra o acordo, hein? Porque o Evan já faz a parte dele, e você tem que fazer também! "

Eu adoro a Shailenne. Mas ás vezes dá uma vontade imensa de dar um soco na cara dela.

Na saída, nós duas percebemos que Evan não estava sentado no banco como sempre, eu ia não para a casa dele de novo, provavelmente foi forçado á cuidar da irmã doente ou ela melhorou e Evan já a levou para casa.

Shailenne e eu nos despedimos e fomos para casa como sempre fazemos quando alguém como Evan ou James não está perto.

–----------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------------

Cheguei em casa quando o almoço já estava pronto, meus pais já haviam almoçado.

– Oi, mãe — Falei, minha autoestima ficou baixa no caminho de ônibus até em casa. Bipolar, só podia ser. Entrei na cozinha, onde a minha mãe estava.

– Oi, filha. Chegou meio tarde hoje, hein? — Comentou ela, colocando o meu prato na mesa.

– Eu sei, o trânsito hoje não estava muito bom para ônibus — Respondi, sentando na mesa — Ah, e... A Shailenne marcou a viagem para três da tarde, sábado.... Em um lugar lá... Que eu não me lembro.

– E para onde vocês vão?

– Brisbane — Respondi, comendo tudo o que tinha no prato com pressa, eu queria ir para o shopping ver o que tinha de celular para vender.

– Hmm...

Terminei o meu almoço e coloquei o prato na lava-louça.

– Mãe, eu vou para o shopping, tá. Tchau.

– Amethyst...

Não deu tempo para ela terminar a frase, saí da cozinha, peguei o quanto de dinheiro que talvez fosse necessário e saí de casa.

Os ônibus estavam lotados naquele horário, e eu lutava comigo mesma para não empurrar as pessoas para o lado por eu ter um pouco de claustrofobia. Ou seja, a viagem foi dura.

Para a minha infelicidade, cheguei no shopping e as lojas de eletrônicos estavam lotadas. Isso é era muita sacanagem para o meu gosto. Sentei em um banco, pensando em o que eu poderia fazer sem meu celular desejado. Ladrões, odeio. Espero que morram no inferno.

Para piorar a situação, a Ruivinha e James estavam á alguns passos a frente de mim comprando sorvete. Não era o meu dia, pelo menos eu não havia brigado com ninguém.

– Oi — Disse uma voz atrás de mim. Evan. Comecei a ficar com medo de que ele estava começando a me seguir.

– Oi — Falei, ele se sentou ao meu lado — Estranho você estar aqui, bem onde eu estou. E também aquele dia no parque.

– Acredite em mim : Total coincidência — Evan falou, apontou para uma livraria poucos passos atrás do banco que estávamos sentados — Eu estava ali, ok?

– Eu sinceramente acho que você está me seguindo, você não parece o tipo que lê — Duvidei.

– Não pareço. Mas, eu leio — Evan afirmou rindo um pouco — Nunca ouviu o ditado " aparências enganam ", queridinha?

" Queridinha ". Essa palavra fincou em meus pensamentos.

– Ah, é — Falei — Tanto que quando te conheci achei que você era o maníaco do parque.

Nós dois rimos.

– Quem é o maníaco do parque?

– É um maníaco brasileiro... — Respondi ainda rindo um pouco.

– Ah... — Evan olhou para o chão por alguns segundos — O que você veio fazer aqui?

– Comprar um celular, mas as lojas de eletrônicos não estão ajudando muito — Respondi lançando o olhar na loja lotada.

– É dá para ver — Evan falou olhando para a loja — Mas, eu posso me sacrificar e ir até lá comprar um para você.

– Vai lá, vai lá. Mas, não é minha culpa se você voltar morto — Falei.

– Se eu voltar vivo de lá e com um celular, — Ele falou — você vai ter que me beijar.

– É, vai lá, vai lá... — Falei duvidando dele.

Evan foi até a loja, virei a cabeça para ver se James e a Ruivinha ainda estavam por perto, os chatos estavam sentados em uma mesa de dois do lado da sorveteria. Malditos. Eles poderiam me ver á qualquer momento.

Alguns minutos se passaram e Evan voltou com uma sacola nas mãos, ele á me deu sem falar nada, olhei dentro da sacola e peguei uma pequena caixinha branca que estavam dentro dela, uma caixinha de iPhone 6. Abri a caixinha já surpresa, e encontrei o celular, os fios e os papeizinhos de instrução dentro.

– Maldito! — Falei.

Evan deu uma risada curta.

– Ééé... — Ele disse rindo da minha cara surpresa — O maldito conseguiu. Você agora deve algo á ele.

Me levantei.

– Vamos, se tem alguém que nos notou aqui, vão achar que eu sou uma vendida e interesseira.

– Por que você... — Evan se interrompeu com um silêncio, ele lançou o olhar para a sorveteria, eu já sabia o que era. Ou melhor : Quem era– É, concordo com você.

Evan se levantou. Caminhamos juntos até a saída, Evan começou a me puxar para mais longe do shopping, olhei por um relógio enorme de um prédio: três horas da tarde. "O tempo passa rápido mesmo, hein...", pensei. Chegamos até uma rua que estava totalmente vazia, era inteira de casas, sobrados e condomínios fechados, não dava para ouvir um pio na rua, era muito quieta. Isso até me deu medo.

Evan me puxou com força e rapidez pouco abaixo do tórax e me beijou. Deixei rolar o quanto desse.

Até que comecei a ficar sem ar. Me afastei dele e disse :

– Você pode me beijar — Falei — Mas, não me matar.

Evan riu e me deu um beijo rápido.

– Eu te amo — Ele falou sorrindo.

Tentei pensar um pouco antes de falar algo, mas as palavras saíram de minha boca sem eu mesma dar permissão.

– Eu também te amo, Evan.

Notas finais
NÃO RECLAMEM! >:c Demorei umas duas horas para escrever esse capítulo e mais uma hora para escreve-lo ali na caixa de texto >:c Tá bom, eu deixo vocês criticarem mesmo assim...