Notas iniciais
Espero que gostem.
Vamos reviver um pouco Malfred.
Boa leitura e digam o que acharam
Beijos

Hoje seria a festa de aniversário da Império das Joias. Era um dia muito esperado por todos, pois a festa seria muito grande e em grande estilo. Os filhos dos Imperadores estavam super empolgados, pois cada um tinha trabalhado bastante para essa realização.

Ao meio dia o expediente é encerrado, pois cada um teria que se arrumar, já que às 20h começaria a grande cerimônia. Porém, os imperadores não estavam tão felizes assim, uma vez que, no outro dia seria a assinatura do divórcio. Eles não comunicaram aos herdeiros, pois não queriam que ficassem focados apenas nisso. Já que entendiam que era uma mera formalidade já que estavam casados apenas no papel como o comendador adorava bradar aos sete ventos.

Mas, o que mais estava intrigando José Alfredo é como ele não estava se sentindo bem com isso. Pensou, que quando tivesse para assinar esse divorcio seria sua maior alegria. Que ele finalmente poderia se casar com Maria Ísis, mas, a verdade é que a muito tempo ele não vem se sentindo bem nessa relação. Apenas, não queria dar o braço a torcer.

Pois, aquela jovialidade dela não trazia mais alegrias... Não o satisfazia. Ele queria outras coisas queria cumplicidade, queria amor (mas, ele sabia que não amava Ísis), queria história e isso ele sabia que pertencia à outra mulher, mas não era qualquer mulher. Era a sua mulher, sua imperatriz, a qual ele vivia dizendo que não sentia mais nada, que tinha nojo.

Mas, desde que ela lhe disse que assinaria o divorcio ele perdeu o chão, o rumo. Não ia mais ao apartamento de Ísis. Ficava em casa curtindo os momentos em família que ele antigamente nem dava valor.

Pov on José Alfredo...

- Alô. Falava Maria Marta atendendo ao telefone.

- Um homem decidido sempre consegue o que quer?Como eu queria muito conseguir teu número de telefone. Falava ele mexendo no telefone.

- Mas, demorou seis meses. Falava Marta constatando os fatos.

- Rhum... Contou todos os dias foi? Falava ele rindo na linha.

- Eu contei sim, mas não fique se achando o tal por causa disso não. Só tava curiosa... Queria saber mesmo o quanto você era decidido. Falava Marta com sua pose de sempre.

- To indo amanha de volta para Geneve e precisava de uma interprete. Já reservei duas passagens de avião dessa vez de primeira classe. Falava ele mexendo no fio do telefone.

Pov off José Alfredo...

- Ah Marta! Agora eu sei foi desde ali que eu me apaixonei terrivelmente por você sua paulista quatrocentona cheia de frescura e sobrenome. Pensa o homem de preto quando ia colocar a gravata, pois já estava quase na hora de ir para a festa. Porém, ele decide pedir ajuda a mulher.

Enquanto isso com Maria Marta...

Marta estava terminando de se arrumar tinha decidido colocar um vestido preto tomara que caia que era apertado na parte de cima e na cintura vinha um cinto de pedrarias. E o comprimento era cheio de camadas que se esvoaçava com o vento. Nos pés sandálias de salto médio pretas, porém essas não davam para ver por conta do comprimento do vestido. O cabelo estava preso num coque complicado que deixava o visual ainda mais chique. Na boca um batom vermelho. Enfim, estava vestida para matar só faltava decidir as joias.

Porém, seus pensamentos lhe levam para outro lugar.

Pov on Maria Marta...

- Não sou homem fino, não sou educado... Não tive berço, eu sou só um contrabandista. Mas fique você sabendo que eu não vou ser pra sempre isso não. Quero que as pessoas me olhem, me admirem, quero que as pessoas saibam que eu valho mais que os diamantes da terra, todos juntos. Não sou só um zé ninguém que deu sorte na vida não, quero que me tratem como eu mereço. Feito um rei. Eu sei que vou ter que subir e descer daquele monte mil vezes pra então fazer o que eu quero. Mas não duvide nem por um segundo que eu vou te dizer agora, vou construir um reino, e logo você, paulista quatrocentona cheia de sobrenome diz que tá esperando um filho meu, esse filho poder seu herdeiro... O dono do meu reino. E pra isso a mãe dele não podia ser nada menos do que uma rainha. É por isso, que eu vou lhe perguntar uma vez só... Maria Marta de Mendonça e Albuquerque que casar comigo? Falava José Alfredo olhando diretamente nos olhos da mulher a sua frente, os quais já estavam rasos de água.

- Eu não tenho a menor dúvida que você terá seu reino. E eu te prometo eu vou te ajudar a chegar lá... Eu te prometo mais ainda eu vou te dar outros herdeiros. Nesse momento, os dois estavam super emocionados.

Pov off Maria Marta...

- É Zé você chegou lá... Eu te dei mais herdeiros. Pena que minha ganância, suas traições nos tiraram do nosso caminho... Eu só quero que você seja feliz meu amor. Pensava Maria Marta limpando uma lágrima solitária que caia dos seus olhos nesse momento.

Ela é tirado dos seus devaneios por batidas na porta pensando se tratar dos seus filhos manda entrar.

- Pode entrar... Fala ela pegando brincos de diamantes para colocar.

José Alfredo nesse momento respira fundo e entra, mas para na porta ao olhar para a mulher a sua frente... Ele não consegue dizer nada... Simplesmente perde as palavras.

- Zé!? Marta também perdeu a fala pela surpresa do homem de preto esta no seu quarto e por ele, pois o mesmo estava lindo de morrer.

- Ma... Marta... Você esta maravilhosa. Esta deslumbrante... Está mais linda do que nunca. Fala ele deslumbrado pela mulher e a mesma enrubesce na mesma hora.

- Obrigada Zé... Você também está incrível. Fala ela com os olhos brilhando pelo elogio do marido.

- Obrigado. Eles ficam ali naquela troca de olhares.

- é... Mas, você veio aqui para que mesmo Zé... Fala a imperatriz calmamente para não parecer que estava sendo rude.

- É mesmo... Eu vim te pedir para me ajudar com a gravata... Ainda mais agora, pois preciso estar a sua altura dessa bela imperatriz. Faz uma graça o comendador arrancando risos da mulher.

- Vem que eu te ajudo... Fala Marta colocando a gravata e nesse momento eles ficam trocando olhares. Está pronto. Fala ela sorrindo.

- Muito obrigado Marta... Eu odeio esses negócios. Fala o comendador olhando fixamente para os olhos da imperatriz.

- Eu sei disso Zé... Você nunca gostou dessas coisas. Fala ela se perdendo na imensidão daqueles olhos negros.

Eles ficam um tempo se olhando quando o comendador vai se aproximando mais da imperatriz e fixando os olhos na boca da mesma. E quando eles estão prestes a se beijar...

- Mãeeeeee... A desculpa não sabia que o pai estava aqui. Fala sem graça Maria Clara.

- Oi minha filha era o que? Seu pai veio pedir ajuda para colocar a gravata. Fala Marta ainda sem jeito pela situação.

- Oi Clara... Fala o comendador ainda absorto pelas lembranças.

- É... eu... Vim ver se a senhora já estava pronta para irmos com o Briguel. Fala Maria Clara. Quando Marta ia responder é interrompida pelo comendador.

- É pode ir com Briguel agora minha filha. Sua mãe irá comigo. Fala o comendador para espanto das duas mulheres.

- Ah... Então tá certo... Tchau e até daqui a pouco. Fala Clara já saindo.

- É... Então deixa colocar os brincos que nós saímos. Fala Maria Marta ainda sem entender aquela atitude do marido. Pronto, vamos?

Maria Marta e José Alfredo descem a escada e seguem para a garagem. Quando chegam lá Josué estranha a presença da patroa.

- Boa noite comendador, Dona Marta. Fala o homem olhando fixamente para os dois.

- Boa noite Josué. Responde educadamente a imperatriz entrando no carro.

- Boa noite amigo. Fala o comendador entrando logo em seguida.

Na viagem os dois estão calados, pois não sabem direito o que dizer e temem quebrar aquela atmosfera. Na verdade eles estavam curtindo a presença um do outro. Até que José Alfredo quebra o silêncio.

- Marta... Sabe o que estava lembrando hoje. Fala o homem de preto olhando fixamente nas esmeraldas que agora o encaravam.

- Não... Em que? Fala ela sustentando o olhar.

- No dia que a gente se conheceu... Você e essa sua pose. Fala ele rindo e os dois acabam viajando para aquele dia.

Eu e você

Não é assim tão complicado

Não é difícil perceber

Pov on...

- Por favor... Moço... E eles vão se aproximando e Maria Marta larga a mala no chão.

- A senhora já fala com quem não conhece? Fala ele olhando fixamente para a mulher.

- Pode mandar seu motorista me levar no aeroporto?

- Pegue um taxi. Por que não? Fala ele fazendo descaso.

- Porque eu fui roubada. Fala ela revirando os olhos.

- No banco?Pergunta ele com uma cara de quem não estava acreditando.

- Claro que não.

Eles ficam ali conversando. E ela começa a explicar a situação até que se dar conta.

- Me desculpe eu nem conheço o senhor e já estou aqui dando explicação da minha vida. – Ela pega a mala e começa a ir andando em direção à rua- Eu não costumo depender da bondade de estranhos. Eu já estou atrasada... Eu tenho que ir embora.- Fala ela andando quando vem um ônibus em sua direção. Ela grita e ele o salva de ser atropelada.

-Desculpe a franqueza, mas a senhora não está bem! – Marta tenta se pronunciar nesse momento, mas ele a impede- Não, não fique aqui. Tava falando nada com nada e de repente atravessa a rua que nem louca. Quase que o ônibus lhe pega. Fique aqui.- Fala ele olhando fixamente para ela e depois Marta solta a mala no chão e o abraça e depois do susto o mesmo retribui o abraço.

Quem de nós dois

Vai dizer que é impossível

O amor acontecer

Pov off...

- Você me salvou de ser atropelada. Fala ela ainda meio perdida pelas lembranças.

- Seria um grande desperdício e um sacrilégio se acontecesse isso com você. Uma mulher tão linda. Fala o comendador sem se dar conta do que tinha acabado de falar e deixando a mulher e o amigo perplexos com aquela revelação.

- É... Obrigada. Fala a imperatriz sem graça.

- Chegamos. Fala o gaucho totalmente sem graça.

Se eu disser

Que já nem sinto nada

Que a estrada sem você

É mais segura

Eu sei você vai rir da minha cara

Eu já conheço o teu sorriso

Leio o teu olhar

Teu sorriso é só disfarce

O que eu já nem preciso

Eles descem do carro ainda meio atordoados pelas lembranças e pelo que tinha acabado de acontecer. Para tornar aquele dia ainda mais doido. O comendador estende os braços para a esposa.

- Vamos? Fala olhando a mulher.

- Vamos! Fala ela entrelaçando os braços com os dele e sorrindo.

Quando eles entram o alvoroço é total. Os repórteres fazem a festa. Tinha tempo que não viam os imperadores entrarem juntos e então tinham que aproveitar. Os filhos ficam perplexos e felizes, pois Clara já tinha contada a atitude do pai mais cedo.

Eles sobem no palco e desfile da Império das Joias começa e eles ficam ali trocando olhares e relembrando cada um de seu trono tudo que já os uniram... Nesse momento, não lembravam de amantes, golpe, de Fabricio Melgaço que era Silviano e seu filho Maurílio. Só conseguem lembrar-se de tudo de bom que viveram e que construíram e da família linda que tinham. Nesse momento, os dois ao mesmo tempo olham para os filhos com seus respectivos pares. José Pedro, Amanda e Bruna; Maria Clara e Enrico; Cristina e Vicente e João Lucas, Du e os gêmeos e sorriem. E automaticamente olham um para o outro e sorriem.

Sinto dizer que amo mesmo

Tá ruim pra disfarçar

Entre nós dois

Não cabe mais nenhum segredo

Além do que já combinamos

O desfile acaba, a famosa foto imperial é tirada. Todos aplaudem o desfile e após isso. Todos descem do palco e vão curtir a festa. Passe-se mais ou menos uma hora e José Alfredo se aproxima de Maria Marta que estava sentada no trono.

- Marta! Fala ele chamando atenção da mulher.

- Oi Zé... Algum problema? Pergunta ela estranhando a presença do comendador ali. Afinal, ela sempre ficava sozinha depois da foto.

- Ah não... É que eu queria saber se você não queria dar uma volta no jardim e a gente aproveita e conversa um pouquinho. Fala o comendador timidamente.

- Ahh... Claro... Vamos. Fala ela seguindo o comendador.

No vão das coisas que a gente disse

Não cabe mais sermos somente amigos

E quando eu falo que eu já nem quero

A frase fica pelo avesso

Meio na contra mão

E quando finjo que esqueço

Eu não esqueci nada

Eles vão caminhando em silêncio pelo jardim. Curtindo a presença um do outro. Falam sobre os filhos, os netos, a festa, o sucesso da empresa. Até que Marta para e fala:

- Nós fomos felizes Zé? Você foi feliz? Falava Marta com os olhos rasos de água, pois as lágrimas já começavam a se formar.

- Sim Marta nós fomos muito felizes. Fala ele se aproximando mais da Imperatriz.

- Nós tivemos uma vida fantástica, maravilhosa. Momentos que um verdadeiro casal tem direito. Inclusive aqueles de pura baixaria. Nós fomos felizes Zé... Teve dia que às vezes nós explodimos de tanta felicidade. Não foi? Fala a imperatriz desarmada e deixando as lágrimas começarem a cair.

- Eu sei que foi... Eu sei. Pode ter certeza que eu sei muito bem disso! Fala o comendador se aproximando da mulher e colocando sua mão no rosto da mesma. Quando iam se beijar...

- Mãe... pai. Fala Maria Clara e Cristina de um lado e João Lucas e Pedro de outro.

- Oi... Respondem os dois sem graça... Olhando fixamente nos olhos.

- Os repórteres querem falar com vocês. Fala Maria Clara.

- Tudo bem... Respondem os dois juntos.

E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais

E te perder de vista assim é ruim demais

E é por isso que atravesso o teu futuro

E faço das lembranças um lugar seguro

Não é que eu queira reviver nenhum passado

Nem revirar um sentimento revirado

Mas toda vez que eu procuro uma saída

Acabo entrando sem querer na tua vida

Nesse momento Maria Marta vai andando em direção aos meninos e José Alfredo em direção as meninas, mas parece que a cada hora que eles andavam algo os puxava para outro. Então eles param e se olham.

E então saem correndo em direção ao outro. Os filhos ficam olhando sem entender nada. Então eles chegam perto um do outro. O comendador novamente coloca as mãos no rosto da amada e diz.

Um coloca a mão no rosto do outro e ali se esquecem do mundo. Os filhos ficam ali admirando os pais. Quanto tempo eles sonharam com isso. Eles vão parando o beijo com selinhos. Maria Marta está com rosto cheio de lágrima e o comendador não ficava atrás.

- Eu te amo Marta! E a beija intensamente, amorosamente.

- Eu também te amo Zé. Fala ela e o peito do comendador se enche de alegria.

- Meninos fiquem aqui com a mãe de você... Que eu preciso fazer uma ligação urgente. Fala ele dando um beijo na mulher e saindo correndo procurando Josué na festa.

A mãe fica ali com os meninos conversando e contando tudo que tinha acontecido até aquele beijo.

Depois de quase uma hora o comendador aparece muito feliz e chama a imperatriz.

- Agora nós temos que sair... Cuidem de tudo para nós. Fala o comendador segurando na cintura da esposa.

- Mas, pai e a festa? Pergunta Cristina

- Vocês assumam tudo aí e não se matem. Eu amo vocês e tchau. Fala o comendador transbordando felicidade.

Eles se despedem dos filhos e vão para a garagem onde Josué já os aguardava.

- Vamos minha imperatriz? Fala o comendador.

- Vamos pra onde seu cangaceiro. Fala rindo a imperatriz.

- Você confia em mim?

- Confio!

- Então eu vou tapar seus olhos com minha gravata e mais tarde você irá saber. Responde o comendador colocando a gravata nos olhos da imperatriz.

E assim, eles seguem viagem conversando e chegam ao destino.

- Mas, Zé o que é isso? Pergunta Marta perplexa com o que ver.

- Um jatinho tá doida é mulher! O comendador não perde a chance de implicar com a esposa.

- Isso eu estou vendo seu bode velho! Mas, o que estamos fazendo aqui? Pergunta a imperatriz, mas voando do que tudo.

- Nós vamos viajar. Vamos ficar um tempo juntos só nós dois. Falava rindo e observando as reações da esposa.

- Mas, de quem é esse jatinho? E o que é MALFRED? Perguntava a cada vez mais curiosa à imperatriz.

- É nosso! E Malfred é o termo que chamam a gente nas redes sociais. Marta nós temos muitos fãs que torcem por nós. Que postam foto, vídeos. Fazem declarações. Eu aprendi isso com o Lucas e com a Du. Malfred é a junção de Maria Marta com José Alfredo. Falava todo pomposo o comendador.

- Uau que lindo! Eu não sabia disso, mas fico muito feliz com o carinho. Depois vou olhar e fazer um agradecimento. Mas, Zé não é você que disse que nunca ia comprar um jatinho? Eu me lembro disso. Falava lembrando de um certo dia a imperatriz.

Eu procurei qualquer desculpa pra não te encarar

Pra não dizer de novo e sempre a mesma coisa

Falar só por falar

Que eu já não tô nem aí pra essa conversa

Que a história de nós dois não me interessa

Se eu tento esconder meias verdades

Você conhece o meu sorriso

Lê o meu olhar

Meu sorriso é só disfarce

O que eu já nem preciso

Pov on Marta e Zé...

Maria Marta estava dentro do carro quando Zé Alfredo entra, bate a porta e diz:

- É para quem ia passar algumas horas levou roupa para o mês todo! Fala o comendador fazendo com que a mulher revire os olhos

- Nunca se sabe quem nós vamos encontrar pelo caminho!- Fala ela como se fosse obvio. — E quando eu me mudar para o rio eu vou precisar de um quarto só de closet!

- Tava falando sério aquilo que você disse de voltar a morar na minha casa. Fala ele quando é interrompido pela mulher.

- Nossa casa? Tava! Os empregados em Petrópolis já estão cuidando da mudança.

...

- Podia alugar um jatinho mais moderno, né? Não sei nem porque não compra logo um! Fala Marta

- Never! Você ia querer toda semana viajar para Europa! Fala o obvio o comendador.

- hahaha... Eu ia mesmo!

Pov off Marta e Zé...

- Mudou de ideia Zé? Provocava a imperatriz.

- Para você ver o que eu não faço por você Maria Marta eu te amo! Fala o homem de preto dando um beijo cinematográfico na esposa.

Depois, disso eles seguem o caminho e vão para o destino que o comendador tinha pensado.

- Zé eu não acredito que estamos aqui! Fala Marta admirada com tudo que via.

- Tínhamos que voltar para nossas raízes Marta. Para lembrar quem éramos para construirmos nosso futuro. Fala o comendador arrancando lágrimas da amada.

- Oh Zé essa é a mesma suíte que ficamos quando viemos aqui.

- Isso mesmo minha rainha. Vamos recomeçar!

E os dois se encontram num beijo, que leva a outras carícias, depois se amam e saem para rever a cidade e reviver sua história.

Divorcio não era mais cogitado. Aliás, eles nem entendiam porque um dia cogitaram. Geneve volta a ser o palco de amor de José Alfredo e Maria Marta agora Imperadores do Diamante!

E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais

E te perder de vista assim é ruim demais

E é por isso que atravesso o teu futuro

E faço das lembranças um lugar seguro

Não é que eu queira reviver nenhum passado

Nem revirar um sentimento revirado

Mas toda vez que eu procuro uma saída

Acabo entrando sem querer na tua vida

Notas finais
Digam o que acharam.
Beijos!
Você chegou ao fim do livro. Parabéns!