Notas iniciais
Apartir deste capítulo eu começo a escrever sem um roteiro por que eu havia escrito mais ou menos o que acontecia em cada capítulo mas o caderno acabou e comecei a escrever tudo no computador seguindo mais ou menos o roteiro. Mas agora ele acabou então se perceberem uma diferença ou alguma inrolação (o que não pretendo), é por que está sendo tudo feito da minha cabeça como eu gostaria que a história rolasse . Agora, por que não volto a usar outro caderno? Beem, é por que eu ia acabar enrolando mais para postar a história e não tenho tampo mas se começar a ficar muito ruim aí eu vou voltar ao caderno mesmo.
Bom, era isso.
Confesso que estou com um pouco de medo de voltar para casa agora que o colégio deve ter a avisado que eu não fui hoje. Acontece que ficamos conversando até a hora do almoço (agora) e nesse momento estou correndo feiro uma louca por esse bairro estranho tentando pensar em uma desculpa para ela ter me deixado no colégio e eu não ter ido as aulas. A verdade, a que não posso dizer, é que a conversa estava muito interessante, estávamos decidindo como agiríamos até o baile de máscaras. No momento o que mais precisamos são aliados (o que menos temos) e um bom plano para nenhum deles nos entregar e acabamos decidindo que eu e Ed faríamos esse trabalho na saída das aulas (para não ficar tão na cara e para poder conversar com esquerdos também) e Ricky ficaria responsável pelo monitoramento tanto policial quanto a identificação de alguém que esteja desconfiando de nós e nesse caso conhecer as pessoas vai ser muito util utilizando os arquivos da escola que vamos rackear invisivelmente.
Aí você se pergunta se essa é a habilidade dele e descobre que não, isso é só um hobbie (outra coisa que os direitos podem ter e os esquerdos não por que se não for uma habilidade natural não tem direito a aprender nada que não matérias normais de escola e as ameaças do governo fazem um bom controle disso). Aí decidi perguntar qual era a habilidade dele e quase acabei no chão com quase com membros imóveis e aí descobri que ele é bom em um estilo de luta que consiste em acertar os pontos certos de pressão do corpo, o que pode tanto deixar imóvel quanto pode matar, mas ele é da paz (espero) e disse que nunca matou ninguém (ainda não confio). O estranho foi o Ed. que perguntei qual era a habilidade dele e ele e Ricky mudaram de assunto achando que eu não percebi, estranho.
— HAIDEN! O que houve? Por que não assistiu as aulas?!
— Oi pra você também mãe.
— O que aconteceu? — ela falou devagar e pausadamente.
— Fiz um amigo e ficamos conversando e perdemos a hora da aula.
— De todas?
— Não está feliz que fiz um amigo?
— Claro que estou mas você não pode perder au...
Eu subi as escadas sem deixar ela terminar pois não sabia mais como disfarçar sem parecer mentira e ela não poderia suspeitar de algo em hipótese alguma e foi a única coisa em que consegui pensar já que conhecendo ela provavelmente vai deixar esse assunto de lado para se preocupar se vou almoçar.
— Haiden, vem almoçar!
— Ja vou.
Sentei a mesa e fiz meu prato e logo minha mãe ja estava sentada ao meu lado.
— Haiden, o que houve? Você não é de faltar as aulas.
— Mãe por favor, pode confiar em mim? Eu estava conversando com um amigo e estava tão bom que decidimos ficar conversando. Podemos esquecer esse assunto?
— Tudo bem, confio em você meu bem. Mas então, me conta sobre esse seu amigo. Ele é bonito?
— Mãe!
— O que? Não é?
— Ele é mas, acabei de conhece-lo e somos só a.m.i.g.o.s.
— Sei...
— Mãe!
Quando fui para o quarto meu celular tocou e era Ed. Só queria saber como sabiam meu número ja que não dei.
— Oi
— Oi
— Você te meu número desde quando?
— Ricky descobriu nos arquivos do colégio.
— Como? Eles tem meu número?!
— Eles sabem de tudo sobre os alunos, mas então, podemos nos encontrar amanhã no colégio atrás do pátio?
— Claro.
— Até então.
— Até.
Desliguei o celular com uma única sensação: agora tudo começou.
Notas finais
Apartir de agora, vou demorar um pouco mais para postar os capítulos. Desculpem.
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